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terça-feira, 26 de agosto de 2008

Parabéns Duque de Caxias

Parabéns Duque de Caxias!

 

Muito significativa a comemoração dos 70 anos do Colégio Estadual Duque de Caxias (Salvador – Ba). Congregando o ontem e o hoje, diferentes gerações de diretores, professores, funcionários e alunos, reuniram-se em uma missa de ação de graças por essas sete décadas. Um vídeo, reunindo fragmentos da história caxiense, nos fêz viajar no tempo e recriar na memória os grandes momentos do Duque..

Apresentações de alunos e da comunidade, depoimentos emocionados e uma audição musical, abrilhantaram os instantes de confraternização.

Professora Aristocléia (mais antiga diretora presente), partiu o bolo do aniversariante, oferecendo  a primeira fatia ao atual diretor, professor Carlos Sá. Justas homenagens foram prestadas por professores à Professora Valberci Carvalho (nossa antecessora na direção do Duque) e à professora Ana Zuleica (vice-diretora em nossa gestão e atual diretora do ICEIA). Entre muitos, dois nomes foram citados inúmeras vezes, por tudo o que representaram e sempre representarão, por personificarem os mais caros ideais de nossa comunidade: professora Neyde Aquino e professor José Abade.

O tempo segue incoercível.  Nós passamos, outros passam e outros tantos passarão. O Duque fica, guardando um pouquinho de cada um de nós, segue seu destino, o desiderato de levar educação, arte e cultura ao povo da Liberdade, esse bairro plural em suas tantas singularidades.

Cada gestão dá continuidade para algumas coisas, descontinua outras, modifica algumas, cria novas... Na nossa gestão, demos continuidade ao processo de informatização da escola e o pré-universitário, fortalecemos o trabalho artístico, os projetos desenvolvidos por nossos professores e o uso criterioso do espaço escolar por parte da comunidade. Foi instalado o acesso à internet via satélite, implantou-se a matrícula informatizada e o SAEMEC, equipamos com mais computadores a coordenação pedagógica, foi reequipada e modernizada a sala de vídeo, iniciamos a criação da videoteca e da rádio escola, aperfeiçoamos o web site (criado por nós ainda na gestão anterior), Criamos o informativo “O Duque” e passamos a publicar nos murais da escola, a prestação de contas dos recursos financeiros.

Deixamos pronto o PDE elaborado pela comunidade escolar e que é implementado pela atual gestão, com ações tais como: instalação de vigilância eletrônica, digitalização do arquivo escolar, continuidade no processo de reativação dos laboratórios, requalificação da fanfarra, informatização e ampliação do acervo da biblioteca...

Assim, geração após geração vai escrevendo a odisséia do nosso querido Duque, tão bem retratado no livro: “Liberdade. O Duque como referência” do estimado professor Bartolomeu de Jesus Mendes, do qual reproduzimos abaixo, o prefácio de nossa autoria, que sintetiza o que representa essa instituição e a sua “Liberdade”.

 

 

Mais que um simples bairro, a Liberdade é um estado de espírito, um jeito singular de ser. Aqui, o mestre Bartolomeu retrata a saga de uma comunidade que rompe as algemas da discriminação e despindo a mortalha do preconceito, resgata sua grandeza histórica com sua natural vocação à superação das adversidades e a construção de soluções.

 

Da passagem das tropas libertadoras do 2 de julho ao hodierno momento, lá se vão 177 anos na composição desse mosáico multifacetado de culturas, esse negro caleidoscópio de etnias, essa poesia escrita com o suor da luta.

 

A mal vista linha 8, emerge no torvelinho do tempo na humilde grandeza de uma gente que não se permite rotular nem assume estereótipos. A Liberdade é a liberdade.

 

No coração desse bairro está o Colégio Estadual Duque de Caxias (o “Duque” para os íntimos), que lhe é referência: física, histórica, artística, cultural e afetiva. Só quem como nós teve a honra de ter sido aluno e hoje ser professor dessa instituição de ensino, pode mensurar o que é a Liberdade e o seu Duque, que foi e esperamos que continue a ser esse fecundo e belo jardim de esperanças, onde geração após geração floresce, vencendo as daninhas ervas e fortalecendo as raízes de quem faz parte dessa alquimia.

 

Prefaciar o livro desse mestre amigo, que fala da Liberdade tendo o Duque como referência, é um imerecido privilégio que nos enche de orgulho e nos inspira a convidar o(a) caro(a) leitor(a) a conhecer um pouco do muito que é a Liberdade, sua gente e seu Duque.

 

Pelo Ex-professor, ex-diretor e eterno aluno Antonio Pereira (Apon)

Em: 26 de agosto de 2008.

 

 

terça-feira, 19 de agosto de 2008

70 anos do Duque

Quero parabenizar a todos que fizeram e fazem a História desse colégio, que ocupa um espaço todo especial em meu coração. Tendo tido a honra de ter sido seu aluno, professor e diretor, só me resta desejar que o Duque marque positivamente a vida de outras tantas pessoas e gerações.

 

Antonio Pereira

 

* * *

 

http://www.comunicacao.ba.gov.br/noticias/2008/08/18/colegio-duque-de-caxias-comemora-70-anos-com-uma-serie-de-atividades

 

18/08/2008 - 20:10  

Atividades marcam os 70 anos do Colégio Duque de Caxias

 

 

 

O Colégio Estadual Duque de Caxias, na Liberdade, iniciou, nesta segunda-feira (18), uma programação variada que marca os seus 70 anos de existência. A festa contou com a apresentação da história da escola, seguida do hasteamento da bandeira, de desfile da Banda do Exército e do espetáculo musical Os monstros.

 

As comemorações da Semana de Caxias seguem até o dia 25, com concurso de redação, mostras de vídeo, apresentações de artes, exposições, torneio de futsal, mini-gincanas e uma oficina de grafitagem.

 

O encerramento das atividades faz referência à data de inauguração do colégio, com a apresentação do espetáculo Brasil da África ao oriente rende homenagem aos 70 anos do Duque de Caxias produzido pelos alunos do 3º ano. As comemorações vão reunir estudantes, professores, funcionários e convidados em uma missa de ação de graças e confraternização.

 

Com quase três mil alunos no ensino médio, três prédios, trinta salas de aula, biblioteca, laboratórios e uma quadra poliesportiva, o colégio é considerado de porte especial. Mas nem sempre foi assim. Fundado em 1938, a então escola funcionava em uma chácara ofertando apenas o curso primário.

 

Dez anos depois foi transformado em Ginásio da Liberdade, uma seção do Colégio da Bahia. Só em 1957 tornou-se independente e passou a ter o nome atual, quando teve o ginásio ampliado e a criação dos cursos clássico e cientifico. Em 1972, já oferecia cursos profissionalizantes de Auxiliar de Patologia Clínica, Auxiliar de Desenho e Supletivo de 1° grau e 2° grau.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Borboletas e a vida

 

Na natureza, existem criaturas que vivem na escuridão de cavernas, em fundas tocas, nas profundezas do mar ou incursas no solo. Não suportando nada que altere as condições vulgares em que estão “confortavelmente” ambientadas.

Semelhante a isso, vemos pessoas ensimesmadas, insuladas nas cavernas do ego, enfurnadas em “verdades “ próprias, soterradas em dogmas particulares, afogadas em cismas e preconceitos. Esclarecimentos lhes fere a visão, ponderações lhes ofende a audição, pensamentos divergentes lhes irrita a percepção. Tudo e todos devem se adequar e submeter a seu mundo íntimo. Não toleram

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Está

Está

Autor: Antonio Pereira (Apon)

 

Está no lume,

Que doura a retina no arrebol.

No luar

Que na noite, a prata descortina

Num refletir de sol.

 

Está no que morre e no que nasce.

Na vida, tudo se transforma!

O que aqui fenece, além renasce.

Validando a essência, não a forma.

 

Está no crer sem artifício,

Na fé da íntima religião.

Mais verdades, menos oficio.

No templo do coração.

 

Está nas flores, nas águas, nos ventos,

No fogo, na terra, na semente.

Elemento de todos os elementos.

Do átomo, do cosmo, da gente.

 

Está no papel, na caneta e no verso,

Na madeira, na goiva, no entalhe.

Na regência do universo,

No todo e no detalhe.

 

Está no silêncio e na música

No falar e no calar,

Na caridade e na súplica.

No âmago do amar.

 

Está no tudo e no nada,

No ateu e no crente.

Na gênese do que nunca finda,

No que foi, fica, vem à frente.

 

Universal máxima energia,

Primária causa...

Deus.

--

Antonio Pereira (Apon)
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