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sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Você lembra...

VOCÊ LEMBRA DAQUELA TOCANTE HISTÓRIA DO LIVRO: O PEQUENO PRÍNCIPE?


® SUSAN ANDREWS

Bom, existe uma história mais tocante ainda que aconteceu de fato com o criador do Pequeno Príncipe, o escritor francês Antoine de St. Exupéry.

Poucas pessoas sabem que ele lutou na Guerra Civil Espanhola, quando foi capturado pelo inimigo e levado ao cárcere para ser executado no dia seguinte.

Nervoso, ele procurou em sua bolsa um cigarro, e achou um, mas suas mãos estavam tremendo tanto que ele não podia nem mesmo levá-lo à boca. Procurou fósforos, mas não tinha, porque os soldados haviam tirado todos os fósforos de sua bolsa. Ele olhou então para o carcereiro e disse: "Por favor, usted tiene fosforo?". O carcereiro olhou para ele e chegou perto para acender seu cigarro. Naquela fração de segundo, seus olhos se encontraram, e St. Exupéry sorriu.

Depois ele disse que não sabia por que sorriu, mas pode ser que quando se chega perto de outro ser humano seja difícil não sorrir. Naquele instante, uma chama pulou no espaço entre o coração dos dois homens e gerou um sorriso no rosto do carcereiro também. Ele acendeu o cigarro de St. Exupéry e ficou perto, olhando diretamente em seus olhos, e continuou sorrindo. St. Exupéry também continuou sorrindo para ele, vendo-o agora como pessoa, e não como carcereiro.

Parece que o carcereiro também começou a olhar St. Exupéry como pessoa, porque lhe perguntou: "Você tem filhos?".

"Sim", St. Exupéry respondeu, e tirou da bolsa fotos de seus filhos. O carcereiro mostrou fotos de seus filhos também, e contou todos os seus planos e esperanças para o futuro deles. Os olhos de St. Exupéry se encheram de lágrimas quando disse que não tinha mais planos, porque ele jamais os veria de novo. Os olhos do carcereiro se encheram de lágrimas também. E de repente, sem nenhuma palavra, ele abriu a cela e guiou St. Exupéry para fora do cárcere, através das sinuosas ruas, para fora da cidade, e o libertou. Sem nenhuma palavra, o carcereiro deu meia-volta e retornou por onde veio.

St. Exupéry disse: "Minha vida foi salva por um sorriso do coração".

O que foi aquela "chama" que pulou entre o coração desses dois homens?
Isso tem sido tema de intensa pesquisa atualmente, na medida em que os cientistas estão se dando conta de que o coração não é meramente uma bomba mecânica, mas um sofisticado sistema para receber e processar informações. De fato, o coração envia mais mensagens ao cérebro que o cérebro envia ao coração!

Como disse o filósofo francês Blaise Pascal: "O coração tem razões que a própria razão desconhece".
Estados emocionais negativos, como raiva ou frustração, geram ondas eletromagnéticas totalmente caóticas do coração, como se estivéssemos pisando no acelerador e no breque simultaneamente. Esse estado de batimentos desordenados é chamado de "incoerência cardíaca" e está ligado a doença cardíaca, envelhecimento precoce, câncer e morte prematura.

Em estados de amor ou gratidão, nosso batimento cardíaco torna-se "coerente". Isso diminui a secreção dos hormônios do estresse, reduz a depressão, hipertensão e insônia, melhora o sistema imune e aumenta a clareza mental. Essa é uma das razões pelas quais tem sido provado que as emoções positivas estão associadas à boa saúde física e mental - e à longevidade. Essa irradiação coerente do coração - essa "chama" de genuína afeição - pode afetar pessoas a uma distância de até 5 metros! Logo, na próxima vez em que você estiver numa situação difícil, respire profundamente, lembre-se de St. Exupéry e do Pequeno Príncipe e irradie a energia de seu coração. Como o Pequeno Príncipe nos lembrou, "somente com o coração podemos ver com clareza".

Marluce

 

 

 

Sábio

O Sábio, sabe. O tolo, pensa que sabe.

Antonio Pereira (Apon)

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sábado, 25 de outubro de 2008

Os derrotados

Cada vez mais comum em eleição: independente do vencedor. O povo e a cidadania, são os grandes derrotados.

 

Antonio Pereira (APON)


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Partida

Para o materialista, a morte é o fim. Para o espiritualista. Apenas mais uma partida, para uma nova chegada.

 

Antonio Pereira (APON)


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Presente

Mais do que em qualquer “Livro Sagrado”. Deus está presente em sua alma. Escute-o!

 

Antonio Pereira (APON)


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Deus

A religião precisa de Deus. Mas Deus, independe de religião.

 

Antonio Pereira (APON)


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quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Pior ladrão

O pior ladrão, é aquele que usurpa: idéias, sonhos, esperanças, méritos, oportunidades, direitos...

 

Antonio Pereira (Apon)

  

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domingo, 19 de outubro de 2008

Um exemplo acima da dor

Exemplo a ser seguido. O da família da adolescente Eloá Cristina Pimentel, 15 anos. Apesar da enorme dor, diante da tragédia de um seqüestro com desfecho fatal. Os familiares decidiram pela doação dos órgãos da garota.


Pense nesse gesto de humanidade e amor. A morte, é o termo de uma vida física, mas, pode ser o “renascer” de outras vidas via doação. Não sepulte possibilidades de esperança e sobrevivência. Doe órgãos, salve vidas! Não permita que sua dor seja maior que a sua generosidade.


 

Antonio Pereira

sábado, 18 de outubro de 2008

Escrever

Fazer poesia é recriar a realidade, traduzindo em versos o ditado da vida.

Antonio Pereira (Apon)     

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Somos alma

Nossas verdadeiras eficiências e deficiências estão em nosso espírito. Estamos corpo, mas somos alma.

Antonio Pereira (Apon)

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sexta-feira, 17 de outubro de 2008

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Equilíbrio

Sem equilíbrio, transformamos um bem num mal. Com equilíbrio, convertemos um mal em bem. Antonio Pereira (Apon)

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sábado, 11 de outubro de 2008

Poetas amigos

Poemático arauto

Dos números e das letras.

Amizade que fala alto,

Bem querer sempre a espreita.

 

Laços poéticos,

Liames da lida.

Amigos além dos versos,

Versos além da vida.

 

Poesia e amizade,

Trajetórias em rima.

Métrica de irmandade,

Nos jogando sempre para cima.

 

Em 11 de outubro de 2008

Para meu caro amigo

Orlando Francisco de Carvalho

 

 

 

 

              

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