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sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Caminho das delinquências

Caminho das Delinquências

 

Por: Antonio Pereira (Apon)

http://br.geocities.com/aponarte/

 

Muito oportuna, a abordagem feita por Glória Perez em sua novela “Caminho das Índias”, sobre a delinqüência juvenil nas escolas. Por mais caricato ou surreal que pareça, a novela retrata com fidelidade, personagens reais do cotidiano escolar: Os pais permissivos, que não dão limites e se esmeram na deseducação dos filhos; a direção da instituição de ensino e seus dilemas didático-econômicos; a professora com sua indignada (e justa) revolta...

 

Numa suposta modernidade, muitos pais criam delinqüentes, verdadeiros protótipos de marginais, que usam o ambiente escolar para dar vazão a seus instintos indomados. Mais tarde isso poderá  se traduzir no espancamento de domésticas em pontos de ônibus, queima de índios ou moradores de rua, depredação do patrimônio público, surra em garçom, atentado contra homossexuais, neo-nazismo, furtos, roubos, drogas... ... ...

 

Tais genitores, preferem “terceirizar” as culpas dos filhotes, ao invés de assumirem o papel de verdadeiros educadores de suas crias: É o professor que está de marcação, é a escola que não é boa, são os pais dos outros alunos uns problemáticos, são os colegas que não prestam e perseguem seu “anjinho de candura”... ... ...

 

Omissos e inconseqüentes, muitos não cumprem o seu papel de pais, e esperam que a escola preencha todas as lacunas, resolva todas as seqüelas, deixadas pela incompetência familiar. Assim, o professor se vê sendo: delegado, psicólogo, médico, padre, pastor, pai de santo, exorcista, adestrador, juiz... e quando dá, tenta ser professor.

 

Como podemos perceber, no cerne de boa parte das  mazelas  que afetam o comportamento estudantil (independente da classe social), está a falta de uma participação criteriosa pró-ativa e saudável na educação dos filhos. Como diz o ditado popular: “casa dos pais, escola dos filhos”.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Devagar devagarinho

Não podemos negar, que há um certo avanço no transplante de órgãos na Bahia. Mas, observando o quanto falta fazer... Quando a unidade de medula do Hospital das clínicas começará a funcionar plenamente? Quando teremos captações em número minimamente aceitável? Está descartada a possibilidade de faltar algum medicamento indispensável aos transplantados? Todas as câmaras técnicas estão implantadas e em funcionamento? Temos esclarecido suficientemente e adequadamente a população? As comissões de notificação estão efetivamente funcionando nos hospitais?...? ...?

 

Refletindo sobre tudo isso, lembramos daquele sambinha do Martinho da Vila: “é devagar, é devagar, é devagar, é devagar é devagar devagarinho...”.

 

Portabilidade. Sonho ou realidade?

Estamos completando dois meses da portabilidade numérica na telefonia da capital baiana. Acreditamos que teríamos a opção, de manter o número de telefone e ter acesso à internet com um custo menos descabido. Mas tanto o acesso discado da Embratel quanto  a banda larga da GVT, continuam indisponíveis para grande parte dos usuários de Salvador (inclusive eu).

 

Acredito que a Oi está muito satisfeita e pouco preocupada com a concorrência. Talvez por isso, mantenha seus preços elevados e a cobrança de serviços como o identificador de chamadas. Um pesadelo!

 

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Para pensar:

"Viva!

Bom mesmo é ir à luta com determinação,

abraçar a vida com paixão,

perder com classe

e vencer com ousadia,

porque o mundo pertence a quem se atreve

e a vida é "muito" pra ser insignificante.

Já perdoei erros quase imperdoáveis,

tentei substituir pessoas insubstituíveis

e esquecer pessoas inesquecíveis. "

 

Charles Chaplin

domingo, 18 de janeiro de 2009

sábado, 17 de janeiro de 2009

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

ECA!!! A boiada está indo para o brejo!

Ouvi uma reportagem, dizendo que as autoridades não sabem o motivo pelo qual, a delinqüência vem aumentando entre os menores de 12 anos. Talvez não conheçam o Estatuto da Criança e do Adolescente, como bem o conhece a bandidagem. Será que também o aumento da criminalidade entre os adolescentes, não passa por aí? Esses jovens são usados (sobretudo pelo tráfico), como “bois de piranha” para proteger marginais adultos. Os defensores do ECA, que me perdoem a ignorância. Mas, é essa a proteção e cuidado destinados a juventude brasileira???? Sem uma política séria de educação, atenção social, e leis sintonizadas com a realidade. Não apenas uma vaca, mas a boiada inteira já está indo para o brejo.

 

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

O barulho mora ao lado



...dizem que somos civilizados. Esse pessoal não aprendeu ainda aquela jurássica lição: "o direito de um, termina onde começa o do outro"? Mas, afinal, só podemos socializar aquilo que temos dentro...


Relógio maluco.


Hoje acordei às CINCO DA MATINA, por conta da deseducação do meu vizinho com "síndrome de Arnold" (O Schwarzenegger). Em plena madrugada, o cidadão vai para a laje do seu apartamento malhar. Derruba ferro, arrasta peso, ajusta aparelho... Nos apartamentos contíguos a zoadeira parece invadir os cômodos, amplificada pelo silêncio natural do horário. Seria muito interessante, que além do corpo, ele exercitasse o discernimento.


Uma outra vizinha, prima pela delicadeza. Utiliza o corredor do prédio, como lixeira ou caixa de ressonância, para a plenos pulmões, chamar os filhos... Outras horas, quando rola um bafafá na sua residência, a vizinhança é brindada com um rosário de "palavras sensíveis", um vocabulário... Vez por outra, ela confunde a janela alheia com a tela de um "reality show".

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Triste Bahia

Incrível! Conseguimos piorar o que já não era bom:

A saúde pública está no corredor da emergência, aguardando vaga na UTI.

A segurança está precisando de proteção policial.

A educação está cursando dependência.

A cultura desconjuntou o quadril ...

O turismo tirou férias,

O Pelourinho está em processo de "trombamento" pelo patrimônio da
bandidagem.

Pituaçu? Como diria aquela personagem da TV: "prefiro não comentar"!

sábado, 3 de janeiro de 2009

Marley e eu

Assisti e recomendo o emocionante filme: “Marley e Eu”, adaptado do livro homônimo de John Grogan. O longa leva-nos a uma reflexão adulta sobre a vida e nossas interações.

A partir do relacionamento de uma família com seu cão de estimação, somos convidados a refletir sobre o afeto sincero, a amizade verdadeira, o respeito ao outro e suas limitações, as dúvidas, os conflitos, as diferenças... A vida com os pés no chão: com suas venturas e desventuras, certezas e incertezas, seus altos e baixos.

 

PS Os chorões, devem levar lençol e balde. Para secar as lágrimas e não encharcar o cinema. Rsrsrs.

 

Por: Antonio Pereira (Apon)

http://br.geocities.com/aponarte/