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Mostrando postagens de Julho, 2009

Seu Jorge Guerreiro

Seu jorge guerreiro
Por: Antonio Pereira (Apon)

Existem pessoas, que se curvam passivamente ao peso dos anos, outros se entregam à depressão, à revolta ou desistem diante de pequenos problemas ou enfermidades banais. Jovens, que ao menor dissabor, entregam-se às drogas, à delinqüência, à rebeldia...

Precisavam conhecer Seu Jorge. Um guerreiro de quase 80 anos, que passou uma rasteira na morte, recuperando-se de uma grave enfermidade e uma delicadíssima cirurgia. Montado no “cavalo branco” da perseverança e empunhando a “lança” da determinação, ele partiu desassombrado, contra o “dragão” das limitações e da acomodação, Dando um show de força de vontade e esperança.

Muitos, com menos idade e em situação de menor gravidade, desistem da luta, prostram-se de corpo e alma, assinando a própria sentença de morte. Quando não tardam no aguardo de uma intervenção divina ou um socorro mágico, que não exija esforço.

Virei fã de Seu Jorge! Ele sim, é um exemplo de verdade. Não esses heróis de artifício…

Morre o "Velho Chico"

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Morre o "Velho Chico"


Por: Antonio Pereira )Apon)





Vai morrendo o São Francisco,

Rio da integração nacional.

impotente, triste eu fico,

infame, esse crime ambiental.


Aqui, assoreamento,

Acolá, poluição.

Ao povo, resta o lamento,

À paisagem desolação.


O "Velho Chico" morre,

Esvai-se o ribeirinho e o sertão.

De indignação falta um porre,

Contra tal aberração.


Em terra de gente séria,

Buscar-se-ia solução.

Mas aqui é Brasil!

Faz-se "transposição"!











Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original: Antonio Pereira (Apon) (Além do nome do autor, cite o link para o site http://aponarte.com.br). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.

Salvador à deriva

Salvador à deriva
Por: Antonio Pereira (Apon)

23 de julho de 2009. A cidade tornou-se refém da guerra das facções do Sindicato dos rodoviários. ônibus atravessados nas pistas com os pneus furados, travavam o trânsito na capital baiana em pleno horário de pico. A politicagem interna, ganha as ruas, prejudicando a população, que não tinha absolutamente nada a ver com as disputas sindicais.

Manifestações de motoristas, não são nenhuma novidade, mas a motivação da bandalheira promovida nessa quinta-feira, mostra que Salvador virou “casa da mãe Joana”. Todo mundo faz o que quer e não dá em nada! Para que temos prefeito? Governador?

A segurança pública, já virou calamidade, a saúde uma tragédia, a educação um descalabro e ainda temos que tolerar esse tipo de patifaria. “Estimulada” pela inércia e omissão das autoridades (in)competentes.

Nesse caso, acredito que está na hora do Ministério Público, entrar em ação para colocar limites nos abusos em que se tornaram tais manifestações.

Leitura sorteada. Um texto diferente a cada clique. Aqui aprosa e a poesia dizem: Estamos de volta!

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Aqui você lê um conteúdo diferente a cada clique, sorteado aleatóriamente pelo sistema.

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De Ploft ao planeta azul

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De Ploft ao planeta azul
Por: Antonio Pereira (Apon)

Havia, numa galáxia muito distante, um belíssimo planeta chamado Ploft, era o lugar mais bonito que se podia imaginar; florido, perfumado, tranqüilo, colorido e tudo de bom. Mas um certo dia surgiram em Ploft os primeiros seres "inteligentes" que: começaram a caçar os animais por diversão, derrubaram e queimaram florestas, poluíram os rios o ar e o solo com suas indústrias que só pensavam em ganhar dinheiro, e começaram a brigar criando as guerras, assim, cada um queria Ter mais armas e armas mais fortes para meter medo no outro.
Com o tempo as florestas que sobraram começaram a murchar e morrer e um calor enorme tomou conta de Ploft. A poluição tinha criado uma capa de sujeira ao redor do planeta e o calor não podia sair, a água dos rios e lagos estava quase toda envenenada, assim como os alimentos que vinham do solo poluído. Com falta de água e alimento as guerras aumentaram, pois quem não tinha queria e quem tinha não quer…

O menino e o tempo

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... Existe o tempo da semente, o do pequenino rebento, o do frágil caule, até chegar o tempo da árvore que dá flores e frutos. Assim também é com as pessoas; há o tempo do bebê, o da criança, o do adolescente, o do jovem, do adulto e o tempo do idoso, ninguém pode pular o tempo e só o tempo pode nos ensinar que a felicidade está em aproveitar e aprender o máximo de cada fase...
Antonio Pereira Apon.

Um texto para crianças de 5 a 105 anos! Um dos sete contos do nosso livro: Coleção Graziela.
Adriano era um menino muito esperto e brincalhão, mas naquela manhã ele estava triste e pensativo, sentado numa pedra, parecia não ver nem ouvir nada a seu redor. Foi quando uma linda fada apareceu em sua frente.
- O que houve Adriano? Por que você está triste? ...
- Eu queria ser gente grande minha fadinha.
- Mas você vai crescer, vai se tornar um homem, vai ser gente grande.
- Mas vai demorar muito!
- Mas para que essa pressa toda? Tudo acontece no tempo certo. Mas por que você quer tanto ser gente grand…

Alex o melhor aluno

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... Eu tô instudano ingrês purque purtuguês nós já sabe...

Um texto para crianças de 5 a 105 anos! Um dos sete contos do nosso livro: Coleção Graziela.
Alex era um menino rebelde, na escola ele vivia com o pensamento longe. Enquanto a professora dava aula de português, matemática, estudos sociais...
ele sonhava com a praia, o vídeo game ou as brincadeiras na rua.
Quando não estava no mundo da lua Alex aprontava na sala: era bolinha de papel, badogue, beliscão... ele fazia de tudo menos estudar, dizia que queria ser jogador de futebol ou cantor de pagode e para isso não precisava estudo.
A professora ele via como uma bruxa, uma megera que só sabia dizer: “Senta menino! Cala a boca Alex! Vai ficar de castigo! Vou chamar seu pai! Preste atenção! Não abuse seu colega!..”. Definitivamente, escola não era para ele.
O pai dele então resolveu matriculá-lo numa escolinha de futebol para ver se melhorava alguma coisa, duas semanas se passaram e Alex desistiu pois tinha que estudar táticas, trein…

Rosas para você

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Rosas para você
Por: Antonio Pereira (Apon)

Mais que flores,
São poemas perfumosos,
Feitos de inspiração e beleza.
Gotas de amor,
Pingos de emoção.
Versos silenciosos,
Que falam alto ao coração.
Colhidas no jardim do infinito,
Cultivadas pelo poeta Criador.
Reuni-as num buquê para você,
Numa poesia sem palavras,
Pois:
“rosas não falam”,
“exalam, o perfume que roubam de ti”.


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Ter razão

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Ter razão
Por: Antonio Pereira (Apon)

Você é daqueles que quer sempre “ter razão”?.. É dessas pessoas que não admitem estar erradas e querem dar a “última palavra”?.. Cuidado!
A violência doméstica, a possessividade, a intolerância, os crimes passionais, muitos erros médicos, diversos acidentes no trabalho e no trânsito... Aconteceram e acontecem por culpa de gente que quer sempre “ter razão”.
Ainquisição, o holocausto nazista, guerras, atentados terroristas, ditaduras (de direita e de esquerda), armas de destruição em massa, o fundamentalismo, a corrupção política, a fome, a deseducação, a insegurança, a epidemia de criminalidade, a miséria, a mentira, a hipocrisia, o fanatismo... Foram e são obras
De quem finge “ter razão”.
A obsessão do “ter razão”, revela um ser, infectado pelo orgulho e a vaidade. O pretenso monopólio do “ter razão”, traveste tiranos e arrogantes de toda espécie, racistas e preconceituosos de todos os matizes, truculentos e belicosos de todos os graus, estelionatários…