Por: Antonio Pereira (Apon)
Não, não estou falando do 4 de julho. Me refiro mesmo ao 7 de setembro! Diz a lenda, que em 1822, nessa data, nos libertamos do domínio de Portugal. Dos lusitanos, até podemos nos ter libertado no 2 de julho de 1823 (a verdadeira data dessa tal independência). Mas nos libertamos, ou trocamos de dominadores?
Nossa alta tecnologia é “made in”: China, Taiwan, USA, Japan... Consumimos no “shopping center”, comemos “fast food”, o “rock” não sai do “hit parade”, nossa seleção musical é “playlist”, dançamos “pop”, “funk”, “hip hop”... Meditamos com “new age”, o louvor é “gospel”, lemos “best seller”, nosso “personal computer” é desktop ou laptop, telefonamos num “smart phone” com “bluetooth”, a TV é “high definition”, usamos o “home banking”, a geladeira é “frost free”, trocamos o fim de semana pelo “weekend”, depois do trabalho é o “happy hour”, o carro tem “air bag”, pão com molho e salsicha é “hot dog”, entrega em domicilio é “delivery”, no aeroporto fazemos “check in” e embarcamos quando não há “over booking”...
Até “los hermanos”: Bolívia, Equador, Paraguai... Andam falando grosso, e o Brasil só afinando... E para terminar, querem oferecer título de cidadão soteropolitano a Michael Jackson e talvez algum dia queiram dar o mesmo título ou alguma outra honraria nacional a Edward Cullen, Bella Swan ou a sua autora, Stephenie Meyer.
Peço desculpas ao caro leitor, por qualquer erro de grafia. É que, “Purtuguês nós já sabe”. Tamo precisano aprender inglês.


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