A arte da vida. Apon HP


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Nossos escritos mais recentes:



quinta-feira, 15 de abril de 2010

Educação pra que? criar cobra pra me morder?



... Aqui eu finjo que pago, as iscola faz de conta que funciona, o professor finge que insina, os minino finge que aprende e tá tudo bem...


Antonio Pereira Apon.


Professora dando aula.


Um próspero fazendeiro foi eleito prefeito de uma cidadezinha lá nos cafundós da Bahia. Nepotismo à parte, nomeou sua filha como Secretária de Educação do município.


Diferente do pai, ela era uma pessoa séria e compromissada. Diante do quadro caótico que encontrou, foi conversar com o Alcaide:


- Meu pai as escolas estão uma lástima, falta tudo e mais um pouco. Ainda temos professores leigos, tetos ameaçando cair, esgoto no meio de sala de aula, bibliotecas defasadas. Temos que mudar isso para pudermos dar uma educação com o mínimo de qualidade.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Um portal (Com mp3)



Este texto é contra-indicado para os rigoristas e puristas ortodoxos que consideram textos literários, mensagens, parábolas e analogias, como coisas piegas e não harmônicas com a doutrina espírita. Não ignoramos o movimento de rotação da terra, mas usamos aqui algo conhecido como sentido figurado.


Um portal (mp3)Antonio Pereira Apon.


Entardecer na praia.


Um sábio caminhava com um seu discípulo na praia ao entardecer, quando o jovem aprendiz perguntou:


- Mestre, o que é a morte?


- A morte é o intervalo entre duas existências corpóreas


- Como assim?


- A morte é semelhante a noite que separa dois dias. Nosso espírito é como o sol, nosso corpo é como um dia.


- Não estou conseguindo entender...


- O sol que se põe hoje, é o mesmo sol que resurgirá amanhã. Mas o hoje e o amanhã são dias diferentes, ainda que brilhe o mesmo sol. Durante a noite, o "astro rei", cintila do outro lado da terra e não podemos vê-lo daqui, senão através da lua, que funciona como uma médium a refletir seu lume.


- Mas, e a morte?


- O espírito humano, é o sol que fulgura em cada um de nós. No ocaso de uma existência terrena, encerra-se um ciclo e como o dia que se vai, deixamos o corpo e vamos luzir do outro lado da vida, numa noite chamada erraticidade, um período onde perdemos Parcialmente o contato com o mundo físico, até que possamos reencarnar, renascer num corpo novo, como o amanhecer de um novo dia. Assim cumprimos o ciclo natural da vida.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Até algum dia!

Até algum dia!

Por: Antonio Pereira (Apon)

 

Hoje nos despedimos de um espírita de verdade, desses que colocam o ser humano acima das teorias e o amor ao próximo à frente das retóricas. Ele nos deixa num 1º de abril, talvez para nos dizer que a morte é uma grande mentira, uma farsa, simples brincar de esconde-esconde.

Deixou a "gaiola corpórea" e alçou seu vôo rumo a amplidão. Foi buscar outras flores unidas, nascidas em um novo arrebol, uma nova aurora da vida que os anos não traziam mais.

Nossas lágrimas, não são gotas de tristeza, são pingos de saudade, de quem na humana condição, assiste um ser querido, nos anteceder nessa grande viagem, no retorno à verdadeira vida.

Ficam as lembranças, os exemplos e o grande lamento que nos envolve nessa hora, o lamento de não nos termos permitido dizer-lhe quanto era importante, o quanto de espaço ocupava em nossos corações, o quanto valeram aqueles domingos de estudo e poesia com bolo de cenoura, as terças de evangelho, nossas reuniões de psicografia... ... ...

Mas é chegada a hora, não de dizer adeus! Mas até logo, até algum dia! Segue em frente seu Milton, voa alto seu Miltinho. Que o Cristo e toda a espiritualidade superior te acolham num abraço luminoso, como bem merecem as grandes almas, que aqui na terra, fizeram da simplicidade, a grande superioridade e sabedoria.