Inclusão e acessibilidade para os cegos

Os avanços da informática, podem propiciar uma fantástica inclusão aos deficientes visuais. Para tanto, além de um computador, é necessário um software leitor de telas que "lê" para o usuário o que aparece no monitor.

Um banco privado, fornece a seus clientes cegos (sem custos extras), um desses programas, que além do seu home banking, permite aos DVs acessarem as inúmeras páginas da WEB e outros recursos computacionais com grande autonomia.

Enquanto isso, desde 2008, temos solicitado do Banco do Brasil, que também disponibilize aos seus clientes com tal necessidade, uma dessas ferramentas de inclusão (Lembrando que quando o Governo da Bahia, impôs aos servidores e aposentados do Estado, a migração para o BB. O Banco anunciou que manteria todas as vantagens oferecidas pelo Bradesco).

Em novembro de 2009, através da Rádio Metrópole, fomos contatados pela assessoria de imprensa e a superintendência do BB, informando-nos que estariam realizando uma licitação para fornecimento do aplicativo.

Passados doze meses, continuamos esperando. Como igualmente esperamos políticas sérias de inclusão para todos os cidadãos desse país

Uma pequenina fração dos lucros sempre crescentes, ou uma diminuta parcela da verba publicitária dessa instituição bancária, pode proporcionar acessibilidade, fazendo uma enorme diferença para quem perdeu a visão.

Hoje no mercado, existem dois programas apropriados: O Brasileiro Virtual Vision (fornecido aos DVs, pelo Bradesco) e O Jaws que vem apresentando uma evolução mais rápida e satisfatória. Ainda em desenvolvimento, temos o Nvda que promete ser uma boa opção para o futuro.

Ainda em termos de inclusão e acessibilidade, adicionando agora a mobilidade, temos o Talks, leitor de telas para celulares, que permite ao cego: navegar na internet, ler e escrever textos, enviar e receber SMS, acessar agenda e contatos, GPS falado... ... ...

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