A arte da vida. Apon HP


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Nossos escritos mais recentes:



segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

"A serviço do Senhor Jesus"



... é usar um "Santo nome em vão"! Só faltou tocar pagode para superlativar o desrespeito de meter o nome do Celeste Amigo no meio dessa...

Antonio Pereira Apon.


Cerveja.

Pode parecer piada, mas trata-se de um surreal fato verídico:


O título desse texto, estava estampado num adesivo afixado num carro estacionado na porta de um bar com o fundo aberto, tocando em todo volume a "fina flor" da "música brega". Foram horas de vasta "cornografia", uma playlist para chifrudo algum botar defeito.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Saudade gravada na retina da lembrança



... Estufa de efeito mortal, radioativo ataúde da civilização. Da poesia das flores, nem mais saudade...


Antonio Pereira Apon.



Mundo preso na cidade. Composição de Antonio Pereira Apon.


As flores corporificam a poesia da criação. As estamos sufocando. Se não cuidarmos, logo só as encontraremos numa pálida saudade, gravada na "retina" de nossas lembranças. Estamos extinguindo paisagens, "semeando" o concreto do inconcreto progresso. Mas progresso que mata é retrocesso! É a vertigem da grana, a falta de senso, insustentável delírio de quem destrói o próprio habitat.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

"Melhor prevenir que remediar"

 

"Brasileiro só fecha a porta depois de roubado". Eis uma grande verdade! Chuvas, dengue, meningite, ENEM, infraestrutura, SUS, insegurança, corrupção... Pouco ou nada é feito para uma efetiva resolução dos problemas, depois é "chorar sobre o leite derramado" e nomear um "bode expiatório", um "boi de piranha". Assim, "o que não tem remédio, remediado está", afinal, "pimenta no olho do outro é refresco", "o que não vem na pele, não faz coceira".

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Virtual



... Diverso do amplexo estreito, do aconchego no peito, da conexão total; corações e corpos em rede. "Download" de afeto, "upload" de...


Antonio Pereira Apon.


Teclando.


Ele e ela

ante a tela fria

teclando emoção,

via modem fluem corações,

bit que vai, bit que vem,

prazer binário,

sentir cibernético,

afago digital...

coisas modernas,

cibercupido,

amor virtual, irreal.

Diverso do amplexo estreito,

do aconchego no peito,

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

O artista (Ele é o artista)



... Cenógrafo da natureza, coreógrafo da beleza, poeta do luar; autor da...


Antonio Pereira Apon.



A criação do homem.


Não.

Não sou artista!..

Artista

é quem perfumou as flores,

pintou no horizonte a alvorada,

deu o canto a passarada

e concebeu

a formosura da mulher.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Som alto. Intelecto baixo

 

Não consigo entender, o que levaria alguém, em perfeita sanidade mental, a abrir o fundo de um carro com um potente equipamento de som instalado, e despejar seus poluidores decibéis nos ouvidos e nervos de toda uma vizinhança. Necessidade de aparecer? Falta de educação? Trauma de infância? Complexo de trio elétrico? Homossexualidade reprimida? Chifres encravados? Algum distúrbio sexual ou pura e trivial babaquice? ...? ... Acho que nem Freud explica!

domingo, 16 de janeiro de 2011

No coração



... onde felicidade não é sonho, e os sonhos não são quimeras, onde o bem abraça a terra, onde a luz seduz as trevas, onde eterniza-se o alvor...


Antonio Pereira Apon.


Cavalo alado.


Voa pensamento,

vai além do torvelinho

do dia a dia,

aonde mora

o sentimento e a emoção,

onde a poesia e a canção

fazem real a fantasia,

onde esperança não seja utopia,

empreste arte a razão.

Voa para onde tudo é mais bonito,

onde o mar beija o infinito

e o orvalho acaricia a flor,

sábado, 15 de janeiro de 2011

Previsíveis chuvas. Imprevisíveis tragédias?

 

Todos os anos chegam as chuvas e a solidariedade da população, é convocada para socorrer as vitimas de inundações, desmoronamentos e outras catástrofes. É certo que alguns desastres climáticos, não podem ser evitados ou previstos com uma necessária antecedência. Mas,

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

O detalhe é o povo

 

Silhueta da Babel,

espigões e palafitas

sobre o chão e sob o céu.

Corpos estéreis na gleba,

restos humanos na sarjeta.

vidas rotas em viciosas esquinas;

para quem falta o pão na mesa

resta o "festfood" do lixão,

o cardápio marginal da exclusão.

Em sórdido paradoxo

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

A mulher



... Muito mais que corpo ela é alma e coração; é sentimento onde o homem é instinto, é a razão que não perdeu a emoção, é vida que dá vida...


Antonio Pereira Apon.


Rosa vermelha.


Primorosa joia

da criação,

tantos encantos

e mistérios tem,

força oculta

em seu frágil parecer,

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Coisas do coração



... esse tal do sentir. Coração sem juízo qual menino traquino desafia o perigo de brincar com o destino, amar seu amor ainda que ele ame ela e ela ame...


Antonio Pereira Apon.


Rosas vermelhas.


Ele ama ela

que ama alguém

que não tem amor por ninguém.

São coisas do coração

que quando vive um amor

desconhece a razão,

não procura saber

ser recíproco ou não

esse tal do sentir.

Coração sem juízo

qual menino traquino

desafia o perigo

de brincar com o destino,

domingo, 9 de janeiro de 2011

Enigma

 

O enigma do seu olhar

despertou meu coração

que dormia no silêncio de meu ser.

O passado tentando-se apagar,

o futuro querendo-se escrever.

Querer ou não querer,

eterno "ser ou não ser";

razão e emoção

em profundo paradoxo

diante do enigma do seu olhar

que me invade os sonhos,

visita meus pensamentos,

sábado, 8 de janeiro de 2011

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

A diferença



... Ainda que igual, tudo parece diferente e a diferença tem a face...


Antonio Pereira Apon.


Amor. Composição de Antonio Pereira Apon.


Intrigante o sentir.

De repente assalta a alma,

silenciosamente

silencia a razão;

o que era comum

faz-se incomumente especial,

ela a quem nem se percebia

agora é figura vital;

visita constante na memória

fazendo o coração

reinventar o adolescer,

quando já é tempo da maturidade.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

domingo, 2 de janeiro de 2011

Eu poético

 

Uma parte de mim é poesia

alquimia de palavras e emoções,

enxerga o existir

sob a ótica caleidoscópica

do coração,

tem o sorrir da primavera

e o afago da brisa outonal

fechando o verão.

Essa parte de mim

Admira

a beleza e o perfume da rosa,

mas não esquecendo os espinhos,

faz verso também da dor.

Minha parte plural singular.

paz do amor

no amor da paz.

Eu poético;

sábado, 1 de janeiro de 2011