A arte da vida. Apon HP


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Nossos escritos mais recentes:



terça-feira, 26 de abril de 2011

Não sou dono de mim



... Esmaece a esperança, como retinas que desertam da luz. Eu que sempre quis contentes meus versos, vivo esse descontente versar...


Antonio Pereira Apon.



Lágrimas nos olhos.


Já não sou dono de mim,

de mim se adonou o destino:

Aceitar o que não aceito,

concordar com o que não concordo,

brincar de ser contente,

deixar a vida me levar...

Cativo num silêncio devorador de sonhos,

me embriago de lembranças,

quimeras,

reminiscências do passado...

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Mentes dementes



...Sob o império do Eu. Narcisos celerados agridem tudo e todos que não lhes espelhem a carantonha ou que num paradoxo revelador, reflitam aquilo que tentam esconder...


Sombra.


Preconceito, homofobia, intolerância... Abortos da razão de quem abdicou do discernimento. Patologias de almas dementadas pelo egocentrismo. Miopia de corações que não conseguem enxergar nada além do próprio umbigo.

Autêntico viver



... árvores de uma floresta, flores de uma primavera, centelhas de uma chama... Um o que falta no outro, outro, complemento do um...


Antonio Pereira Apon.



Piano.


A vida é reciprocidade:

Causa e efeito,

dar e receber,

fluxo,

refluxo,

ir e vir...

Somos verdadeiramente "Eu",

quando aprendemos a viver o Nós!

Somos partes de um todo:

Gotas de um mar,

ilhas de um arquipélago,

grãos de uma cordilheira,

partículas de um átomo,

átomos de uma molécula,

estrelas de uma constelação,

notas de uma canção,

versos de um poema,

domingo, 10 de abril de 2011

domingo, 3 de abril de 2011

Sede de poesia



... Uns mercam a "salvação", Outros danação A vender... Dementes fundamentalistas, anacrônicos neonazistas, esquizofrênicos racistas, moralistas pedófilos, enrustidos homofóbicos... Abundante farsa, epidêmica hipocrisia! Tenho sede, tenho sede de poesia! ...


Antonio Pereira Apon.



Desencontros do mundo moderno,  bandeira americana como fundo. - Composição de antonio Pereira Apon.


Cotidiano. Calada a melodia,

rotina a sonhos devorar.

Um suicida fuma crack na esquina,

na esquina a violência a espreitar.


Tanto carro e pouca rua,

Mal cuidada a metrópole.

A incompetência posta nua.

Governante ou zelador de necrópole?


Ensino que (des) ensina,

mobilidade um aleijão.

À saúde cabe a chacina,

Padece a população.


Tenho sede,

tenho sede de poesia!


Os flatos do progresso(?)

nos sufocam nos efeitos dessa estufa.

Dos hidrocarbonetos à energia nuclear,

vão sujando nossa casa, poluindo nosso lar.

sábado, 2 de abril de 2011

Transplantados da Bahia pedem socorro

 

Como bem vaticinou o Governador Otavio Mangabeira: "Pense num absurdo. Na Bahia tem precedente". Absurdamente, mais uma vez, faltam medicamentos indispensáveis Á saúde e sobrevivência dos transplantados do Estado da Bahia. Pessoas que por anos esperaram na fila por um transplante, gente que sofreu nas hemodiálises, seres humanos que receberam de doadores a dadiva de continuarem vivos... Veem-se ameaçados outra vez pela falta dos imunossupressores que evitam a rejeição do órgão transplantado.