A arte da vida. Apon HP


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terça-feira, 29 de maio de 2012

Construir castelos, sair da areia



... mal rabiscado croqui. Não evolui para um projeto de verdade, quiçá uma realização. Contemplam , admiram, invejam os castelos alheios. Mas não se dignam a avançar além da areia, do terreno movediço da acomodação...


Deserto.


Castelos devem ser edificações seguras, firmes. Precisam proteger de possíveis ataques, prováveis embates. É bom que sejam confortáveis e acolhedores. Necessário que combinem fortaleza e lar.


Mas há quem construa castelos de areia e neles tente morar. Confundem sonho com fantasia, depois, quando desmoronam as ilusões. Debatem-se, soterrados sob os restos do que não restou. Deprimem-se, exasperam-se amargurados pelas desditas, ébrias de desilusões.

domingo, 27 de maio de 2012

Destino. Uma obra inacabada

 

Algumas pessoas pensam o destino, como algo pronto e acabado, uma inapelável sentença, inexorável determinismo, "prato feito", inalterável roteiro a seguir. O destino é uma obra em aberto! A incógnita nossa de cada dia, a resultante de nossas interações. O destino não cabe numa ciência exata, tem a inexata condição humana. É a sinopse da novela que estamos a escrever (e reescrever), o folhetim do nosso existir.

sábado, 26 de maio de 2012

Desiderato



... o acaso garatujas escrever. Assuma agora do teu desiderato a autoria, não terceirize teu existir...


Antonio Pereira Apon.


Caneta nos ares.


A vida é o que fazemos ser,
hora bonança, hora temporal ,
intercalar de noite e amanhecer.
Como em ondas
vem o bem e o mal,
na alternância do aprender viver.
Parte do destino está escrita,
outra está por escrever (ou reescrever).
Nossa caneta é o livre arbítrio...
Comemorar? Ou arrepender?
Qual tua escolha?
Qual tua opção?
Não culpe aos outros,
não culpe a Deus,
se permitiste a vida escolher por ti,

quinta-feira, 10 de maio de 2012

O ponto



... Arquitetônico, físico, comportamental, sexual, geométrico, filosófico... O ponto de vista, o de encontro, o ponto certo, ponto de interesse, de discórdia, concordância. Tem gente que "dorme no...

Antonio Pereira Apon.


Mão escrevendo.

Pequenino no tamanho, mas nem por isso, pequeno na importância. É o "maestro" da leitura, rege o ritmo, o tempo, a "arte" da pontuação. Vem em trio nas reticências, para dizer que que o que ali termina não acabou. A vírgula faz uma pausa curta. Seguimento ou continuação traz uma pausa maior. Mas, quando não é tanto nem tão pouco, o ponto sobe na vírgula para um meio termo criar. Dois pontos anunciam que aí vem coisa! Já o parágrafo finda um bloco prenunciando outro que vai chegar.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Mãe, flor de vida



... Flor de Deus, nos jardins da vida, vida em flor, nos jardins do amor...


Antonio Pereira Apon.


Rosa amarela.


Vida,
que floresce e frutifica,
Dando vida a outras vidas,
Multiplicando o existir.
Vida,
sendo gente, se faz flor,
Perfumando existires,
Com seu existir de puro amor.
Flor nossa,
Que nos deu vida,
Frutificou-nos do seu viver.