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Mostrando postagens de Agosto, 2012

Blogando entre amigos. 20 de julho, dia do amigo. 31 de agosto, dia do blog

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… VERSOS MEUS e seus, retalhos do que sou, a magia do que somos, pois: SEM MAGIA O QUE SERIA A VIDA? ... Esqueça o tempo perdido até hoje. Venha blogar entre amigos!.

Essa foi a forma que encontramos, para homenagear todos os amigos, homenageando alguns dos nossos amigos blogueiros no 20 de julho, dia do amigo:

Venha! Puxe a Cadeira e Sente! Escrevo "Só pra dizer" Que amigos são poemas sem Peias, gotas DE ESPIRITUALIDADEsementes PRECIOSAS, são nossos Contos e Poemas. Amizade, é uma MENINA VOADORA, cheia de aFETOS E CUMPLICIDADES. É sair pintando poesia, curtindo a ARTE DO PENSAR, buscando o Amor. Ir além das impressões, Memórias e Desventuras, dos momentos Fragmentados, do declinar dos sonhos, (IN) PERCEPÇÕES... Palavras, rabiscos da Alma, Blog Luz, reflexos Espelhando Espalhando Amigos. Amizade.

Viva a independência!!! Salute to independence day!

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… construímos a ilusão de um país eternamente do futuro, onde pacífico e passivo tornaram-se sinônimos para designar um povo que “ganhou” o direito de falar e votar, mas não o de ser verdadeiramente ouvido e respeitado. Vivemos um interminável faz de conta, nossos políticos mais se assemelham ao Voldemort do Harry Potter...Antonio Pereira Apon.

Nossa História está tão recheada de estórias e supostos heróis, que fica difícil saber o que é ficção ou realidade. O episódio da independência, por exemplo, mas parece um daqueles velhos contos de “capa e espada” ou um quadrinho do Zorro. Trocamos bacalhau por hambúrguer, falamos um português cada vez mais saxão, nossa TV digital é japonesa, nossos computadores são americanos, nossos remédios... Nossos celulares... Nossa Amazônia... Nosso provincianismo...

Manifesto de um texto engavetado

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...me dar essas notícias das modernidades e das coisas: o muro de Berlin caiu, a guerra fria acabou, acabou a ditadura, só não acaba a minha prisão! Será que nunca vai surgir....

Alguém e ninguém

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O que somos, ninguém tira, o que temos, podemos perder. Aqui, ali, Num acolá qualquer. Sermos o que temos, é tolice. Termos o que somos, é plenitude. Quando somos coisas, não somos ninguém. Ser alguém, é imaterial: É ser amor, é ser poesia,

Rascunho, croquis, anteprojeto, esboço, debuxo da realidade

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Nele cabe tudo, ele a tudo abraça. Com ele, tudo é possível, factível, tudo é provável. Com ele, não há ponto final, é sempre continuação ou reticências. Onde vemos fim, ele enxerga um recomeço. Não para, não tarda, não estagna. Não admite limites, censura, rédeas, freios...

Palavras guardadas, a flor e o jarro

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... definha a palavra enclausurada, sem prosa e nenhuma poesia, desalinha, sufocada, torturada. Como a bela...Antonio Pereira Apon.

Palavras guardadas são forças contidas, pensamentos, emoções tolhidas. Qual no jarro onde jaz a flor,

Ditados internéticos

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Quem vê avatar não vê coração.Diga-me com quem twittas que te direi quem és.Em terra sem conexão de banda larga, quem tem discada é rei.

Pensamentos (Para quem pensa)

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Qualquer um pode ser pedra, poucos a vidraça.O sábio argumenta, o tolo agride.Criticar sem apontar soluções, é como

Horário político eleitoral

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... coligações, conchavos dos mais diversos, garantem privilegiados minutos de propaganda, enquanto os ridículos segundos restantes, são normalmente preenchidos por performances caricatas...Antonio Pereira Apon.

Em tese, deveria servir para esclarecer o eleitor acerca dos candidatos e suas propostas. Também serviria para que todos os postulantes tivessem acesso a esse espaço de divulgação, sem privilégios. Mas na prática, o eleitor que não pode pagar uma TV por assinatura, é constrangido a assistir tragicomédias rocambolescas, estreladas por canastrões, mitômanos de ofício, que em grande parte, no lugar de propostas e esclarecimentos, invadem o horário nobre com uma pobre farsa, urdida por marqueteiros muito bem pagos para "vender um produto" da mais duvidosa qualidade.

Ditados políticos

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Os políticos não merecem nossas lágrimas. Temos que aprender a votar melhor e rir na cara “dos caretas”. Ironia é coisa séria. Sorria!
Antonio Pereira Apon.

Votar errado, é humano. Repetir o erro, é prevaricação
Diga-me com quem coligas que te direi quem és.
A eleição (ou reeleição) justifica os meios.
Maracutáia pouca, minha meia primeiro.
Mais vale um factóide na mídia, do que duas verdades voando.
Político não rouba. Pega empréstimo a fundo perdido.

O tempo

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... Senhor dos olhares; dos encontros e desencontros, do que passa e do que fica, do que não fica mas não pode passar...
Antonio Pereira Apon.

Senhor dos amores e desamores,
da vida e da morte,
idas e vindas,
sorte e azares.
Senhor dos olhares;
dos encontros e desencontros,
do que passa e do que fica,

Chuva ...alheia ao poeta e a rosa, a poesia e a prosa...

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Cai a chuva, Indiferente a tudo e nada: vida, morte, azar ou sorte, palácio, choupana, amor e ódio, silêncio, burburinho, violência, carinho, tempo que passa ou deixa de passar. Apenas cai a chuva: alheia ao poeta e a rosa, a poesia e a prosa;

Mundo novo

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... vale-tudo, uma rinha sem escrúpulos onde qualquer fim Justifica todos os meios. É solitário viver em meio à multidão Adestrada para...

Que mundo é esse Em que sabemos tudo e não sabemos nada? a "liberdade" é mera cilada Para quem vive livremente gradeado Na insegurança do seu "apertamento" Debruçado na "janela eletrônica" Vendo notícias tão próximas De corações tão distantes. Ficou comum: Morrer de "bala perdida(?)", O corpo anônimo estendido na avenida, Gente resumida a dígito na estatística policial; Deus é vendido em magazines de mármore e hipocrisia,

Para aprender a mentir

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O cidadão no analista: - Doutor, Eu preciso estar aprendendo a mentir. - Como assim? - É que eu arrumei um emprego de operador de telemarketing para estar vendendo um monte de bugiganga inútil. Passei em todos os testes, mas na avaliação da capacidade de “enrolar” as vítimas (clientes), me dei mal. Deram-me uma semana para aprender a ser mais convincente, mentir sobre as qualidades das porcarias que vou estar vendendo. - Mas isso é muito fácil de resolver. Você assiste o horário político? - Que nada Doutor! Tenho mais o que fazer. - Mas vou receitar que você assista à propaganda política duas vezes ao dia, durante três dias...

Caça ao plágio. Receba em seu e-mail, alertas de seu conteúdo plagiado

Os plagiadores são uma “pedra no sapato” das pessoas sérias, que produzem conteúdo original na internet. A copia não autorizada, a omissão ou usurpação dos créditos do Autor tornam-se uma dor de cabeça. Mas, que tal, uma ferramenta gratuita que você possa configurar para rastrear seu conteúdo reproduzido na web e te notificar por e-mail?
Além de desgastante e estressante, pesquisar manualmente, em busca de possíveis plágios, implica em dispêndio de um tempo que nem sempre temos. Para automatizar a “caça” às cópias, podemos utilizar os “Alertas do Google” para monitorar a rede mundial de computadores. É muito simples:

Quanto custa? Qual o preço? Eu pago!

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Quem não consegue “saborear”, sentir, curtir, entender, encontrar grandeza nas pequenas coisas. Na verdade, carrega em si, a pequenez da própria incompletude. O sem sentido do ter, sufocando e consumindo o ser. Gente que tenta encher seu vazio existencial com o vazio das coisas. O artificio do consumismo, o apreçar tudo e todos.
Mas, quanto custa um crepúsculo e uma alvorada? Uma noite enluarada? A chuva, o orvalho e o mar? Qual o preço de um sorriso verdadeiro, de uma amizade sincera, do amor? Quanto custa sonhar? Um cantar livre de passarinho? Um arco-íris no céu? ...