A arte da vida. Apon HP


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Pensata. Apon HP - Pense nisso...>

domingo, 30 de setembro de 2012

Contribua para seu sequestro, assalto, assassinato, extorsão...



...No mundo real: Grades, alarmes, cofres, travas, trancas... No virtual, portas escancaradas, janelas mais que abertas, expondo tudo e todos num “big brother” perigoso, onde o mau uso de blogs, chats, Facebook, Twitter ou qualquer outra rede social, pode te indicar para um fatídico “paredão”...


Passeio de Ferrari.


Ponha tudo nas redes sociais: Exiba suas poses sensuais, suas fotos de viagem, da sua casa bacana, do seu carro, dos locais que frequenta... Mostre que você está podendo, que sua família tem posses, que pode pagar escola cara, que tem hábitos caros, que veste roupa de marca... Tire onda! O mundo precisa saber o quanto você pode valer.


Com todas essas informações, disponíveis para quem quiser, fica bem mais fácil a vida de: Sequestradores, assaltantes, estelionatários, golpistas e bandidos de toda a espécie. Se preservar para que? Não é?

sábado, 29 de setembro de 2012

Oficina do existir, ateliê da vida



...Diante das adversidades: Não lamente nem se desespere, não desista nem se permita derrotar. Lute, melhore-se, supere-se, reinvente-se, desafie-se... Lembre-se da mais perfeita escultura quando não passava de grosseira...


Pedras preciosas.


A vida é o “ateliê” da evolução, oficina transformadora dos seres. Assim como a pedra que ferida, transforma-se na bela escultura, como a preciosa joia que nasce da lapidação, como o ferro que precisa ser aquecido e moldado para a utilidade... As dores, dificuldades e desafios, burilam a alma, preparando o espirito para a obra prima da iluminação.


Assim como o escultor, o joalheiro, o ferreiro... O grande artista do universo, faz do nosso livre arbítrio e da lei de causa e efeito, os grandes artífices do existir.


Portanto. Diante das adversidades: Não lamente nem se desespere, não desista nem se permita derrotar. Lute, melhore-se, supere-se, reinvente-se, desafie-se... Lembre-se da mais perfeita escultura quando não passava de grosseira pedra; da riquíssima joalheria, quando nada mais era, senão bruto mineral; Da útil ferragem, quando minério amorfo, sepultado na terra.


Acredite! Se da matéria inanimada, nasce preciosidade, beleza e utilidade. O que não podemos extrair da imortal alma humana, essência que Deus criou para brilhar?


Luminária apagada.



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São 125 páginas com 89 títulos em verso e prosa de Literatura Nacional, num livro prefaciado pelo professor, escritor, poeta e trovador Orlando Carvalho. Crônicas, mensagens, poesias... amor, humor, reflexão, arte, cotidiano, atualidades, auto-ajuda, espiritualidade...
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Foto do autor: Antonio Pereira (Apon).


Nosso conteúdo é de direito reservado. Sua reprodução pode ser permitida, desde que
seja dado crédito ao autor original: Antonio Pereira (Apon). E inclua o link para o site: WWW.aponarte.com.br
É expressamente proibido o uso comercial e qualquer alteração, sem nossa prévia autorização.
Plágio é crime previsto no artigo 184 do Código Penal.
- Lei n° 9.610-98 sobre os Direitos Autorais
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Crônica urbana



... Nessa indolente procissão, dá-se bem o tal ladrão. A autoridade ainda dorme, e até que a polícia acorde, já se deu a danação...


Engarrafamento.


Acorda o dia,

vai dormir a boemia...

Cidade a despertar.

Vão se enchendo as ruas tortas,

o comércio abre as portas,

vida e morte a trafegar.

Carros, ônibus,

bicho, gente...

Sem opção vai de pingente,

o trabalhador carente,

Dependurado no buzú

A Hilux do

ricaço,

presa no engarrafamento em descompasso,

como a lata velha de qualquer plebeu.

Nessa indolente procissão,

Dá-se bem o tal ladrão.

A autoridade ainda dorme,

e até que a polícia acorde,

Já se deu a danação.

Ambulantes ocupando a praça,

pedintes em sua desgraça,

rogando a graça que não vem.

Ali se desaprende na escola pública

Alhures no SUS um a morrer

Acolá outro abortado sem ter ouvida a súplica,

a cidade nada a fazer.

entorpecente, o tráfico,

Encurta a vida de quem tem mente estreita.

Gente, feita estatística em gráfico,

Destino em rota desfeita.

Crepúsculo devorando as horas,

refluxo do tempo,

eclipse da multidão.

Adormecido o dia,

Desperta a boemia...

Cidade a "sonhar".


Lua.


(Postado aqui em 20 de outubro de 2010).



Foto do autor: Antonio Pereira (Apon).


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quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Magica dos números. A verdade por trás do “milagre”



Como o governo “reduziu a pobreza” e “aumentou a classe média”? Se você ganha entre R$ 291 e R$ 1.019,00. Está entre os 53% dos afortunados da classe média brasileira. Tá podendo hein?!


Dinheiro espalhado.


Índices divulgados por governantes, candidatos e políticos em geral, sempre despertam desconfiança. Mas, normalmente, não buscamos ver a “real realidade” por trás dos números. Temos sido insistentemente informados da ascensão da classe C, dos supostos 53% da população brasileira compondo a classe média. Só hoje eu entendi essa “mágica”. Quem ganha entre R$ 291 e R$ 1.019,00. Está convenientemente enquadrado entre os novos afortunados da economia nacional. Parece piada? Então ria (ou chore) mais:

Decida você. A vida agradece



... uma decisão precisará ser tomada: agora por você, de forma consciente e serena, ou por seus familiares, que em meio a dor da sua partida, ainda se depararão com a delicada questão de doar ou não os seus órgãos. Decida você! Comunique a todos a sua opção...

Antonio Pereira Apon.


Mão com uma flor amarela.

Desde que nascemos, uma única e inexorável certeza nos acompanha: todos iremos morrer. Apesar dessa inegável realidade, evitamos falar desse assunto, como se assim pudéssemos retardar ou fugir do inevitável. Em se tratando de doação de órgãos, é extremamente importante a discussão do tema, uma decisão precisará ser tomada: agora por você, de forma consciente e serena, ou por seus familiares, que em meio a dor da sua partida, ainda se depararão com a delicada questão de doar ou não os seus órgãos. Decida você! Comunique a todos a sua opção.


E qual é a sua escolha? Vai doar ou não? Do ponto de vista religioso, não há nenhum impedimento, pois em todas as crenças, é o espírito quem sobrevive, transcende ao túmulo. Se você acredita na ressurreição, sabe que ela se dará num "corpo espiritual" e que "nem carne, nem sangue entrarão no reino dos céus"; se você crê na reencarnação, é sabedor que os "laços" que unem seu períspirito, duplo etéreo ou algo que o valha, se "desfazem" de forma irreparável no processo de desencarne. Sendo muito apegado à matéria, essa é uma boa oportunidade para modificar-se, pois a doação dos órgãos (para uma alma apegada ao corpo), não será mais dolorosa do que a decomposição do sepulcro ou o fogo da cremação. Materialista? Não tem absolutamente nada a perder, se a morte é o fim de tudo...


Já decidiu? Não se esconda atrás de um medo que não se justifica. Doando o que não lhe tem mais utilidade, vidas serão salvas. Caso você não doe, tudo isso logo logo será literalmente perdido, só restarão: despojos, restos mortais. Já parou para pensar nisso? Já pensou nas pessoas que padecem nas filas de transplante? Nos familiares e amigos delas? Já se imaginou, precisando de uma doação para continuar vivo? E se quem necessitasse fosse alguém muito próximo? ... ... ...



27 de setembro, é apenas mais um dos 365 dias do doador de órgãos, pois todos os dias, milhares de seres humanos como nós e aqueles que os amam, esperam angustiosamente por uma oportunidade de seguir vivendo. Chegará o dia em que você poderá protagonizar o ressurgir da esperança e da alegria de gente que sonha, sente, pensa... ... ... Você pode fazer a diferença ou simplesmente morrer e pronto.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Engarrafamentos e a antropologia do velho buzú lotado



...no velho buzú lotado, os engarrafamentos superlativam os sofrimentos de quem parece ter “jogado pedra na cruz” (de estilingue). Comprimida na lataria, uma mossoroca indefinida, mistura peitos, bundas, braços, pernas, mochilas, sacolas... Um aperto daqui, um pisa dali, empurra acolá, apalpa alhures, esfrega...


Ônibus.


Nas grandes cidades, tem sobrado automóveis e faltado rua, o que gera constantes e estressantes engarrafamentos, que de tantos que são, mais parece um engradado inteiro. Não adianta esbravejar, xingar as “otoridades” incompetentes... Sai-se cada vez mais cedo e retorna-se cada vez mais tarde. E os Governantes? “relaxando e gozando” (com a cara dos eleitores. É claro!).

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Seu ladrão, devolva o meu chip



Por mais valiosas, as informações contidas em seu chip. Valor real tem a sua vida. Desapegue! Desencarnado não usa celular.


Chip GSM.


Temos andado tão apegados às coisas, que em momentos extremos, terminamos por protagonizar episódios no mínimo surreais. Pode até parecer piada ou coisa de ficção, mas foram fatos reais.


Duas senhoras tiveram roubados seus respectivos celulares. Uma em via pública e a outra na loja onde trabalha. Ao perceberem o larápio fugindo com seus queridos aparelhos, ambas tiveram a mesma reação, gritaram algo semelhante a isso:

Para voar além das estações



... cada época tem sua própria beleza e poesia. Resta-nos aprender a saborear o fruto de cada estação...

Antonio Pereira Apon.


Ponte ao alvorecer.

A vida é feita de estações. Tudo passa. E nós, passageiros do tempo somos os artífices do nosso desiderato.


Tem gente que se demora ruminando invernos voluntários e indefinidos. Outros sonham com primaveras e verões, mas vagam nos outonos como águas de março.

sábado, 22 de setembro de 2012

Brevidade, da alvorada ao crepúsculo



Quão breve é um existir humano. Porque perdemos tanta vida desperdiçando o tempo? Hoje e amanhã, presente e futuro...


Luminária apagada.


Essa vida é breve:

Como um piscar de vaga-lume,

o riscar de cadente estrela,

raio a rasgar o céu qual cortante gume.

O hoje é uma realidade,

o amanhã uma abstração.

O presente uma oportunidade,

o futuro uma suposição.

O agora existe!

O depois?

Talvez!

Porque perdemos tempo,

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

A caverna dos vaga-lumes



...deve iluminar a todos, não tem donos e liberta das trevas da ignorância. Lutar pela educação, é construir uma sociedade com mentes e corações iluminados e libertos...


Caverna iluminada por um raio de luz.


Havia uma caverna escura, isolada do mundo exterior, onde Seus habitantes pensavam serem os únicos seres da criação. Pela singularidade de produzirem luz, os vaga-lumes assumiram o poder. Governantes, sacerdotes, legisladores, juristas... A "iluminada" e incontestável elite dominante daquela sociedade usava e abusava dos outros, que não possuíam luz própria.


Certo dia, uma insólita goteira quebrou a pasmaceira e gerou preocupação na comunidade. As mais mirabolantes hipóteses foram levantadas. Um pirilampo com um jeitão misto de Einstein com LadY Gaga foi incumbido de estudar o fenômeno. Após muita pesquisa, o estudioso chegou a uma conclusão que contrariou os governantes. Por defender a tese de que havia um mundo externo e luz além da dos vaga-lumes. O infeliz foi condenado à morte, por heresia, subversão é mentira.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Tempo, gaiola e liberdade



Um poema que versa sobre a relação humana com o tempo, a liberdade e a vida.


Relógios dissolvendo.


Ser humano, triste passarinho.

Na gaiola do seu tempo,

contempla a liberdade passar.

Passa nas horas vazias,

passa os sonho e a fantasia.

Passa na pressa do dia,

passa a inspiração e a poesia.

Passa a infância perdida,

a lembrança esquecida,

imaginação que desaprendeu a voar.

sábado, 15 de setembro de 2012

Umbigos do universo. “…Audaciosamente indo, aonde...”



...aceitar, que o universo é infinitamente maior que seus umbigos. E que o diferente, pode ser apenas diferente...


Nave Enterprise de Jornada nas estrelas.


Não, não se trata das aventuras do Capitão James T. Kirk e a tripulação da Enterprise na saga Star Trek. Vamos tratar aqui, da difícil arte das relações humanas, no que toca a gente com incrível competência para adivinhar, descobrir e julgar as falhas alheias. Mas, sem qualquer vocação para lidar com seus próprios equívocos.


Encastelados em suas “certezas”, Dormitam na voluntária e conveniente ignorância(?) de que ninguém é inteiramente perfeito, nem absolutamente imperfeito. A vaidade, o orgulho e a teimosia, tornam míope a percepção da realidade, engendrando verdades “altistas”. Uma espécie de isquemia de humildade, não lhes permite aceitar, que o universo é infinitamente maior que seus umbigos. E que o diferente, pode ser apenas diferente; não uma ameaça, afronta, pirraça, perseguição...

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

O destino, a vida. Quem escreve? Quem traça?



... conspira positivamente para a realização, o sucesso e a vitória daqueles que trabalham e transpiram na concretização de ideias, ideais e inspirações...


Antonio Pereira Apon.


Mão escrevendo.


É o destino que traça a vida que vivemos; a vida que vivemos é que escreve o destino. Ou é tudo coautoria na “dramaturgia” do existir?


Há quem creia que se a vida precisar do inesperado, o destino vai arrumar um “acaso”. Mas, se um “acaso” for insuficiente, a vida arranjará outro, para inventar uma “coincidência”. Assim, quem se permite joguete de “acasos” e “coincidências”. Logo perde no destino a esperança e na vida a fé.


Autômatos? Marionetes? Títeres do determinismo?! O universo conspira positivamente para a realização, o sucesso e a vitória daqueles que trabalham e transpiram na concretização de ideias, ideais e inspirações. Fazendo jus a alguns bônus dos “acasos” e “coincidências”.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Sempre oportuna reflexão: Meninos e meninas do Brasil



Num país de modernosas, demagógicas e descontextualizadas leis e medieval desigualdade, como sobrevivem crianças e adolescentes pobres e desassistidos?


Sinal vermelho


O que faz de teus filhos sociedade?

De teus meninos?

De tuas meninas?

Os inconsequentes

conceitos dos folhetins

entorpecem a massa

com as ilusões de seus clichês;

entre um drink e uma tragada

tem sempre um "love" a mais.

O lixo pseudomusical

prostitui a consciência

alienada e ébria

sob a batida lasciva e gutural dos "bailes"

onde rebolam as...

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Coração passarinho



Poema que versa o coração como passarinho, desengaiolada liberdade de voar, cantar, colorir a amplidão.


Passarinho colorido


Voa alto,

voa longe meu coração passarinho.

Seu voar é seu ninho,

aninho da liberdade a amplidão.

multicolor na tela azul do céu,

policromo ode à florida primavera.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Espaços vazios (Com mp3)



... Como vazias foram as suas ideias, as suas armas, os seus feitos. Vamos gente! Erguer a cabeça. Como o sol que se ergue todos os dias. Sem vazios e sem medos...


Espaços vazios (mp3)
Antonio Pereira Apon.


Chaplin em seu filme: O Grande Ditador.


Você!

Por que enche de coisas vazias o seu vazio?

Levanta!

Pega a vida que deixou estendida ao solo.

Grita!

Expulsa de você esse mórbido vazio.

Busca!

Busca a vida em cada coisa, em cada instante,

Em cada olhar.

E não restará espaços vazios...

Ninguém pode estar vazio!

Quando há tanto a se dizer, a se fazer, a se amar...

Preguiçosos, invejosos & Cia.



...Para si: Desejam o sucesso alheio, suspiram pelas vitórias dos outros, anseiam pelas glorias... Mas, indispostos a qualquer esforço produtivo...


Fractal de olhos observando um pássaro voar.


Tardam cativos de si mesmos, carregam entulhos do passado, alimentando manias e acomodações. Sob o peso de seus atavismos, se permitem soterrar pelo passivo de suas irresoluções, e estagnam na queixa das tantas possibilidades consumidas pela fome do tempo e o fastio da vontade.


Adormecidos no berço da inercia, rogam favores dos céus e benesses do destino. Confiantes que a sorte engendre soluções e o acaso improvise resultados favoráveis.

Diferenças, "ao gosto do freguês"



Tudo depende da versão, de quem diz, da grana, do partido, da quadrilha, da crença, do cargo... O fato? Isso é um detalhe! “Você sabe com quem está falando?!” ...


Sinal de proibido vazio.


Cada um vê e interpreta os fatos e as coisas, segundo seus pontos de vista, ao sabor dos seus interesses, conceitos e preconceitos. Repare se não é:


Quando os erros dão certo, temos uma obra-prima da engenharia. Quando o metrô desaba, a culpa é das chuvas.


Político não erra. O povo é que não consegue acertar.


Tirar dos ricos para dar aos pobres, é crime. Subtrair dos pobres para presentear os ricos, é política.


Acreditar em Deus, crer que uma força superior pode nos ajudar, é ter fé. Confiar em soluções milagrosas ou que a prosperidade está à venda, é cair no "conto do Pastor".


Pobre falando alto, é falta de educação. Rico aos berros, é stress.


Correr na zona nobre, é orientação do "Personal". Uma corridinha na periferia, é questão policial.


Quando os índices educacionais são positivos, é porque as políticas públicas estão funcionando. Quando os indicadores são negativos, é porque os professores não estão ensinando.

domingo, 9 de setembro de 2012

O estagiário



Julgar, condenar, apontar os erros alheios é muito fácil. Se enxergar, conhecer, combater e vencer as próprias falhas... É o velho: “Faça o que digo, não faça o que faço”.


Antonio Pereira Apon.


Dedo apontando para a esquerda.


Após longos séculos de trabalho na portaria celeste, S. Pedro, resolveu tirar umas férias. Assim, foi colocado um estagiário para aprender o serviço antes que fosse liberado o efetivo descanso do honorável porteiro.


O tal aprendiz logo começou a se achar o último acarajé do tabuleiro. Substituiu o "protocolo celestial", e as instruções do titular, por suas convicções e preferências pessoais: Barrou um por ser gay, outro por ser ateu, aquele por ser de um partido de oposição, aqueloutro era de outra religião, Fulano era adúltero, Cicrano era corrupto, Beltrano era falso... Não importava o mérito nem as obras do sujeito, o foco era o que o substituto considerava certo ou errado.

sábado, 8 de setembro de 2012

Mercadores de ilusões. Troca-se vida velha por nova



...existência é individual e intransferível. Não dá para trocar por uma "nova"!  Não há mágica! Você pode renová-la...


A lâmpada maravilhosa.


Lembra-se do Aladim das "mil e uma noites"? No intuito de se apropriar da "lâmpada maravilhosa". O falso mercador de lamparinas, faz a tentadora proposta de trocar lâmpadas velhas por novas. Assim também acontece com a maravilhosa "lâmpada" de nossa vida. Mercadores de ilusões intentam furtar a preciosidade de nosso existir. Quem são? A inveja, as drogas, a "fé" cega, o orgulho, a vaidade, a presunção, a mentira, querer "levar vantagem em tudo", "facilidades", ganancia, atalhos, egocentrismo... Num eclipse do caráter, seduzidos por um "canto de sereia", muitos desatinam no vicio, na delinquência, corrupção, tirania, fanatismo, suicídio, prostituição, intolerância, preconceito...

"Pequenas igrejas, grandes negócios". Vendilhões



Como bem disse o Divino Mestre Jesus: “Esse povo me honra de lábios, mas mantem longe de mim o coração”.


Dinheiro espalhado


Inventado,

triste "Senhor" caricato,

cobra dízimo e recato

de quem acredita sem pensar.

Vão vagando feito gado,

reses ébrias de ilusões.

Erram atrás de lábia torpe,

convenientes interpretações.

Como fariseus de outrora,

emerge do tempo a escória

negociando esperança.

Mercando fé e salvação.

Jesus posto a preço,

pela verdade o desapreço

indisfarçável armação.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Condicionamentos. O fio e a régua



...É bom analisar se existe um problema real ou um condicionamento injustificável. Somos mais capazes do que normalmente imaginamos, e um bom exercício é...


Cachorrinha Alice


Não é raro, colocarmos nossas reações no “piloto automático”, respondermos reflexamente, sem pensar. O problema é quando tal comportamento começa a gerar “travas psíquicas”, limitações, condicionamentos. Pesquisando por: “Condicionamento” no “dicionário online de português” encontramos: “...Processo pelo qual uma resposta definitiva vem a ser provocada por um estímulo, objeto ou situação, diversa da resposta natural ou original; aprendizagem elementar por substituição de estímulos; o termo foi a princípio aplicado apenas a atividades reflexas, de onde o nome reflexo condicionado; hoje tem uso generalizado, aplicando-se também a reações complexas...”


Numa aula de geometria, pedi aos alunos que traçassem uma reta de cinco centímetros. Um dos meninos, apressadamente alegou não poder medir, por estar com a régua quebrada (faltando os três centímetros iniciais). Esclarecido de que a medição poderia partir de qualquer ponto, quebrou-se o condicionamento e ele seguiu nas tarefas, mesmo com a régua incompleta.


quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Poesia. Versando a vida que nos versa



A arte poética, versando a tudo e todos. Traduzindo, o viver e a vivência. Convivência...


Caneta flutuando num redemoinho no céu.


A poesia a tudo abraça,

e a inspiração que nos enlaça,

empresta a vida o versar.


Versa a tristeza e a graça,

no palco, picadeiro, rua, praça...

Erudita ou popular.


Versa o político ladino,

um sorriso de menino.

Um futuro a acreditar.


Versa a vida e versa a morte,

o azar e toda a sorte.

O que foi e o que será.


Versa no livro de rico papel.

no humilde livreto de cordel.

Versa como pode versar.


Versa no blog da internet,

no saco de baguete.

No recôndito ou no bar.


segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Um lixo



...Não é do seu feitio, descartar aquele velho sofá numa esquina qualquer, largar por aí o entulho daquela reforma. Com certeza, você não é nenhum babaca para abrir o fundo do carro e despejar poluição sonora....


Muito lixo.


Gosto muito dos ditados populares, são pequenas frases com grandes verdades. Vou aqui usar alguns como "ganchos" para nosso tema central.


Você é dos que dizem: "Faça o que digo, não faça o que faço"? eu prefiro o "Tal pai, tal filho", ou o "Filho de peixe, peixinho é". Acredito que "Um exemplo vale mais que mil palavras" pois, "Dize-me com quem andas, e te direi quem és".

domingo, 2 de setembro de 2012

Desempregando o plural. "Os livro" e "os peixe"



Numa educação honesta não dá para improvisar o certo, ratificando o errado. O equivocado e o incerto, não tornam o incorreto em cultura popular. Não dá para concertar a desinteligência, institucionalizando a ignorância..

sábado, 1 de setembro de 2012

Dê proveito às suas “peças”. Doe órgãos



... você é doador de órgãos. Quando seu corpo não mais contemplar às necessidades do seu espírito. A vida contará com sua doação de amor...

Antonio Pereira Apon.


Mãos se tocando gerando luz

Lembra-se daquele velho computador? Um dia ele foi top de linha! Mas, com o tempo foi perdendo desempenho, o HD já não comportava o tamanho e a quantidade de arquivos... Um upgrade se fez necessário, já não adiantavam as limpezas de disco, as desfragmentações... Mais algum tempo e a máquina foi novamente ficando meio down. Travava, reiniciava sozinha, não rodava isso, não executava aquilo, andava que nem carroça puxada por tartaruga manca. Até que num irremediável dia, parou de vez. Deu uma de "Arlindo Orlando". "fugiu! Desapareceu! Escafedeu-se!".


Sua querida máquina não mais atendia às suas precisões. Foi para o lixo? Não! Nem tudo estava perdido! As memórias foram para uma creche, o drive de CD-ROM roda numa escola pública, a placa de vídeo foi parar numa associação comunitária, o processador alegra crianças carentes atendidas por uma ONG... Restaram as lembranças do velho "companheiro" de internet. Com ele você fez tantas coisas: amigos virtuais e reais, trabalhos, estudos, diversão, emoções, paqueras... Era realmente um Micro muito especial.


Mais especial e precioso que seu PC de estimação, é o seu corpo. Essa máquina maravilhosa que lhe permite interagir com tudo e todos. Mas, um dia ela vai parar como qualquer outra máquina. Seus órgãos, como peças de um computador podem fazer a vida seguir funcionando: Reinstalar um sorriso em um cardiopata. Otimizar a esperança em renais crônicos, religar a visão... ... ...

Eis a questão. Brasil na Junta Médica



...Nos preocupa a profunda anemia cidadã que ajuda a debilitar ainda mais o paciente que tem apresentado vários episódios de hemorragia orçamentária com superfaturamento na função licitatória....