Umbigos do universo. “…Audaciosamente indo, aonde...”



...aceitar, que o universo é infinitamente maior que seus umbigos. E que o diferente, pode ser apenas diferente...


Nave Enterprise de Jornada nas estrelas.


Não, não se trata das aventuras do Capitão James T. Kirk e a tripulação da Enterprise na saga Star Trek. Vamos tratar aqui, da difícil arte das relações humanas, no que toca a gente com incrível competência para adivinhar, descobrir e julgar as falhas alheias. Mas, sem qualquer vocação para lidar com seus próprios equívocos.


Encastelados em suas “certezas”, Dormitam na voluntária e conveniente ignorância(?) de que ninguém é inteiramente perfeito, nem absolutamente imperfeito. A vaidade, o orgulho e a teimosia, tornam míope a percepção da realidade, engendrando verdades “altistas”. Uma espécie de isquemia de humildade, não lhes permite aceitar, que o universo é infinitamente maior que seus umbigos. E que o diferente, pode ser apenas diferente; não uma ameaça, afronta, pirraça, perseguição...


Psiquicamente “engessados” por suas “convicções”, alienados por suas “crenças”. Evocam para si, o monopólio da razão. Deliberadamente apercebidos de que Querer ter razão não é necessariamente tê-la. Gente que carece de coragem (ou vontade) para mergulhar em si, descobrir seu alterego, um seu eu melhor. Que pode e deve estar trancafiado nas catacumbas de seu ego imperioso. Ou como o Capitão Kirk. Que em muitos momentos, encontrou externamente a sensatez, dando ouvidos à racionalidade do Sr. Spock.


"Vida longa e próspera"!


Gostou desse texto?
Então vai gostar do nosso livro: Um dedo de prosa e poesia. A arte da vida.
Clique abaixo na capa para saber mais e adquirir seu exemplar.


São 125 páginas com 89 títulos em verso e prosa de Literatura Nacional, num livro prefaciado pelo professor, escritor, poeta e trovador Orlando Carvalho. Crônicas, mensagens, poesias... amor, humor, reflexão, arte, cotidiano, atualidades, auto-ajuda, espiritualidade...
Compre aqui!



Foto do autor: Antonio Pereira (Apon).


Nosso conteúdo é de direito reservado. Sua reprodução pode ser permitida, desde que
seja dado crédito ao autor original: Antonio Pereira (Apon). E inclua o link para o site: WWW.aponarte.com.br
É expressamente proibido o uso comercial e qualquer alteração, sem nossa prévia autorização.
Plágio é crime previsto no artigo 184 do Código Penal.
- Lei n° 9.610-98 sobre os Direitos Autorais
.



Fale conosco.

Comentários

  1. Isso é o que eu acho difícil, Antonio... argumentar com "os ideais engessados" que não se libertam para uma nova visão de mundo!
    [ ] Célia.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Difícil mesmo. Tais criaturas, são algozes de si mesmas e das relações com as outras pessoas.

      Um abração e uma boa semana.

      Excluir
  2. Nossa, que texto forte! Uma analogia espetacular! E o pior é que estamos cercados por esses seres engessados nos diferentes ambientes que frequentamos.

    Um abraço, querido.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Querer ter sempre razâo, é o mais curto atalho para desencontrar-se da razão. Mas essas pessoas não percebem isso.

      Um abração e uma boa semana.

      Excluir
  3. OLá meu caro,

    que coincidência! Acabei de mandar o texto dessa semana para o Jornal e falei exatamente disso, o reinado do alter ego. Estamos vivendo essa era. Cada um se sentindo a última e a única bolacha do pacote. Eu ficaria aqui falaqndo com você até amanhã... rsrs, vou postar o texto na terça.

    Grande abraço, boa semana para você

    Abraços

    Leila

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Pois é Leila. Temos vivido o absurdo de tantos "sem noção". Lerei seu texto.

      Um abração e uma boa semana.

      Excluir

Postar um comentário

Obrigado por ler e comentar nosso texto. Esse espaço é feito para você. Volte sempre!

Antonio Pereira Apon.

+ lidas nesses 30 dias

Apedra. Poema de Antonio Pereira (Apon). O distraído nela tropeçou...

Folclore brasileiro em acróstico

Precisa de tinta para escanear?

Anonimato, internet e o anel de Giges

Você não precisa de cerveja para ser feliz

A gente (Paródia de: A casa - Vinicius de Moraes)

Amigos não tão virtuais

Pai. Sem ser super, ser “Herói”