A arte da vida. Apon HP


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Nossos escritos mais recentes:



sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Violência não é brincadeira. Dê paz nesse natal



Não se constrói um mundo pacífico, brincando com violência. Presenteie o futuro com a cultura da paz. Agende um amanhã melhor, educando a criança de hoje. Não brinque com coisa séria!


Antonio Pereira Apon.


Pomba ao alvorecer de um dia de paz.


O cidadão dormia naquela madrugada natalina, quando foi acordado por estranhos barulhos vindos da sala. Levantou-se, desceu lentamente os degraus e no pé da escada sentiu chão molhado sob seus pés. Passou a mão no líquido para saber do que se tratava e arregalou os olhos de pavor quando o cheiro de sangue lhe adentrou nas narinas. Apressadamente acendeu a luz e deparou-se com o Papai Noel estendido no chão. Sobre a barriga do Bom Velhinho. Chuck (o brinquedo assassino), fantasiado de ninja, saltitava com uma pistola de videogame numa das mãos e o sabre de luz (Star Wars/Guerra nas estrelas) na outra...

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Eu teclo, tu teclas...



Blogar, teclar, tuitar, curtir, compartilhar... Interação, socialização? Ou simples e complexo “jogo de cena” virtual? Amigos, seguidores, leitores... Ou meros personagens?


Digitação.


Carinhas, fotos, avatares,

risos que não sorriem.

Profunda superficialidade,

que muito escreve e pouco diz.

A cada clique,

um “novo amigo de infância”.

Na proximidade da distancia;

ainda moderno e já antigo,

o verbo teclar em tantos artifícios,

naturaliza o artificial.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Verdadeiro ou falso? Joia ou imitação?



...Nas relações interpessoais não é nenhuma novidade descobrirmos que “as aparências enganam”. Quantas vezes nos iludimos com o brilho de falsos sorrisos e lágrimas artificiais? Degustamos amargas palavras doces e rechaçamos a doçura de certas palavras amargas? ...


Manequim com joias.


O palestrante colocou sobre a mesa dois porta-joias. Simultaneamente, foi tirando peças semelhantes e as exibindo à plateia e formando um monte à sua esquerda e outro à direita. Com as caixas vazias e os dois montinhos (aparentemente idênticos) formados. Pediu para que as pessoas dissessem quais eram as joias verdadeiras, e quais eram apenas imitações.


Na base da adivinhação, alguns acertaram, outros erraram... Para acabar com as dúvidas, um Gemólogo e um Ourives foram chamados. O primeiro analisou o grau de pureza das pedras, se eram sintéticas ou naturais, a cor, a lapidação... O Ourives observou a intensidade do brilho, o tom, o peso aparente e o real, a reação magnética e química, “maciez”...

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Acróstico da diversidade



Deus criou a igualdade, nós inventamos as diferenças.


Antonio Pereira Apon.


Mãos segurando o globo terrestre.

Diversos pensares:

Ignorantes proclamando racismo,

Virtuosos declamando igualdade.

Entre erros e acertos,

Raça única, humanidade!

Somando saberes,

Irmanando quereres,

Dividindo e multiplicando,

Adicionando,

Doando e recebendo,

Estreitando caminhos.

Datas comemorativas de dezembro. Hoje é dia de que?



Chega o final do ano, logo começa um novo calendário. A vida não sofre solução de continuidade. É hora de reprogramar o existir, otimizar o tempo e todos os recursos, para colher um verdadeiramente feliz ano novo. Para os últimos quatro meses do ano, a explicação para o nome deles é simples: Dezembro vem de December, era assim o décimo mês do calendário antigo.


Presépio.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Poeta inacabado, poesia em construção



Sem máscaras, rótulos, normas, regras, formas, amarras... Livre a poesia, liberto o poeta. Construindo, tecendo, criando, dando asas ao versar sempre a concluir.


Antonio Pereira Apon.


Montando quebra-cabeça.


Perdoem-nos os puristas,

os rigoristas,

que rendem à métrica,

obediente devoção.

Somos adeptos do livre poetar.

Nem da rima somos fieis profitentes !

Nossos versares irreverentes,

Só a inspiração pode regrar.

Versamos versos brancos, pretos, azuis... De toda cor.

Desregrado versejar,

verter d’alma arte escrita;

sentida, dita...

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Calendário. A vida e a virada da folhinha



Tudo é ciclo, reciclar da vida. Fim, começo, infinito recomeçar. Datas, meses, anos... Agendas, calendários, folhinhas... Tudo finda para o tempo não findar.


Antonio Pereira Apon.


Ampulhetas no ar.


Janeiro.

O tempo nos convida a arranjar novo começo,

À vida reeditar.

Brincar de recomeço,

para um possível reinventar.

Fevereiro.

Artifício de carnavalesca alegria,

miragens de folia e folião.

delírio de sentidos e fantasia,

Quarta vinda, finda em cinzas a ilusão.

Março.

O verão em seu crepúsculo,

folhas secas a vagar.

A maré edita o opúsculo,

Versa o outono a se achegar.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Datas comemorativas de novembro. Hoje é dia de que?



Onde está o nosso pensar e sentir, aí está a nossa vida, o nosso eu que sobrevive ao túmulo. Somos espíritos imortais. Também somos cidadãos capazes de fazer um país melhor, uma república, uma democracia de verdade. Não uma vergonhosa republiqueta. Para os últimos quatro meses do ano, a explicação para o nome deles é simples: Novembro vem de November, era assim o nono mês do calendário antigo.


Borboleta em flores brancas.