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quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Verdadeiro ou falso? Joia ou imitação?





...Nas relações interpessoais não é nenhuma novidade descobrirmos que “as aparências enganam”. Quantas vezes nos iludimos com o brilho de falsos sorrisos e lágrimas artificiais? Degustamos amargas palavras doces e rechaçamos a doçura de certas palavras amargas? ...


Manequim com joias.


O palestrante colocou sobre a mesa dois porta-joias. Simultaneamente, foi tirando peças semelhantes e as exibindo à plateia e formando um monte à sua esquerda e outro à direita. Com as caixas vazias e os dois montinhos (aparentemente idênticos) formados. Pediu para que as pessoas dissessem quais eram as joias verdadeiras, e quais eram apenas imitações.


Na base da adivinhação, alguns acertaram, outros erraram... Para acabar com as dúvidas, um Gemólogo e um Ourives foram chamados. O primeiro analisou o grau de pureza das pedras, se eram sintéticas ou naturais, a cor, a lapidação... O Ourives observou a intensidade do brilho, o tom, o peso aparente e o real, a reação magnética e química, “maciez”...


Assim como na arte da joalheria. Nas relações interpessoais não é nenhuma novidade descobrirmos que “as aparências enganam”. Quantas vezes nos iludimos com o brilho de falsos sorrisos e lágrimas artificiais? Degustamos amargas palavras doces e rechaçamos a doçura de certas palavras amargas? Mergulhamos em miragens áridas e fugimos de paradisíacos oásis? ... ...


Enganos e desenganos fazem parte dessa nossa “especialização” em humanidade. A vida e o tempo ensinam a se não confundir Pirita com ouro, nem vidro com brilhante.


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Foto do autor: Antonio Pereira (Apon).


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7 comentários:

  1. OI ANTONIO!
    BOA SORTE COM TEU LIVRO, ESTÁ MUITO BONITA ESTA CAPA E O CONTEÚDO DEVE SER DOS MELHORES.
    ABRÇS

    zilanicelia.blogspot.com.br/
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  2. No humano que se camufla chega um tempo em que as máscaras caem e reproduz-se o autêntico... Logo detectamos "as falsidades"... assim como as "joias e as bijuterias...
    Abraço, Célia.

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    Respostas
    1. O tempo transforma o enganador no grande enganado.

      Obrigado Célia.

      Um abração.

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  3. Oi, Antonio!

    Pessoas "verdadeiras", tais quais jóias, são raras.
    O ser humano por si, é uma "jóia"! Cada peça é unica,
    não existe outra igual, porém se deixa "oxidar" pelo
    "meio" e torna-se banal, insignificante as vezes.
    Belo texto!
    Tenha um fim de semana muito feliz!
    Beijos!

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  4. Oi, Apon. A vida se encarrega de mostrar, em lições, quem é bijuteria barata e quem é jóia rara, o que inclui perceber decepções. Ótimo texto, um abraço!

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  5. Oi estimado Antônio,

    Nem sempre é fácil distinguir a joia da imitção.
    Creio que o tempo, é a melhor resposta e decifração, para essa dicotomia.

    Abraço da Luz, com carinho.

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Antonio Pereira Apon.