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Mostrando postagens de Fevereiro, 2013

Salve Salvador

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Nesse 29 de março, em que comemoramos mais um aniversário de Salvador. É oportuno pensar no que temos feito e deixado que façam com nossa Cidade e nosso Estado.
Antonio Pereira Apon.

Cidade em forma de poesia,Poesia em forma de cidade.Diversidade!De ver cidade!Aquarela de etnias,alquímicas melodias,mescla de améns e axés.Policromática cultura,joia estética,bela por natureza e arquitetura.Carente da ventura de se bem governar,Por um coração sincero,para amar SalvadorCidade poema,um amor com dendê no DNA.

Mulher (Uma homenagem)

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O tempo passou, a Mulher evoluiu, o machismo caducou. Falta os retrógrados acordarem do atraso e partilharem com elas o protagonismo do existir.
Antonio Pereira Apon.

Síntese da síntese humana, frágil e forte, bela e fera. Do seu ventre nasce o mundo, nasce o homem que julga tudo poder, mas sucumbe à sua doce sedução.

A vida a olho nu

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...nossa obra inacabada. Não devemos enclausurar nosso olhar na fugacidade dos momentos...

Há quem queira ver a vida, como quem olha por um caleidoscópio e seus coloridos, outros desejam congelar o olhar naquela foto, naquele cromo semitransparente dentro do seu velho monóculo. Existem os que buscam a vista de microscópios, lupas, telescópios, binóculos... Ainda temos as almas míopes, hipermetropes e seus óculos, os óculos excessivamente escuros, os antiquados monitores monocromáticos... Mas o viver e entender verdadeiramente o estar aqui, é uma paisagem a olho nu.

Onde está a esperança

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No futuro que hoje construímos (ou ajudamos a desconstruir), encontraremos a esperança realizada. Ou não.
Antonio Pereira Apon.

No real cuidar da infância, na justa justiça, no educar a ignorância. No lucro sem usura, na política sem dolo, no estímulo à cultura. No respeito à diversidade, no voto consciente, na arte de qualidade. na lei feita para “pegar”, na fé que não cega,

Mulher!

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Todo dia é dia da mulher. 08 de março, é um bom dia para lembrar disso.
Antonio Pereira Apon.

Deus caprichou na estética, na sutil sensibilidade, na força que não é bruta... Nela, colocou a inspiração e a própria poesia, a complexa inteligência da simplicidade, a perseverança de quem sabe o que quer, o amor de quem faz germinarem sementes de vida.

"Autor desconhecido"

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Dê crédito ao real autor. Ao tal desconhecido, dê-se seu insignificante lugar. Quem admira respeita e quem respeita, reconhece e faz reconhecer.

Célebre eufemismo, usurpador anonimato, ideológica falsidade. Onipresente ausência da verdade, deslealdade com o real autor: Ignorado, desrespeitado, esquecido, destratado... Autor desconhecido??? Alterego do desconhecimento, de quem não sabe ou não procurou saber! Citar o afamado desconhecido, Pode revelar culposa ou dolosa ignorância; dar crédito a uma incógnita, a um X fora de questão, anomalia, inequação. É GENI sem Chico, uma pedra sem Drummond, outra pedra sem Apon.

Cadê a folia que estava aqui? A realidade comeu!

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O artificio da alegria, finda nas cinzas do carnaval. Quando a realidade despe a fugaz fantasia, adereço de felicidade.

Finda em cinzas a ilusão, a realidade despe a fantasia. Dissipa-se a miragem, desperta a paisagem do dia-a-dia. Quarta, quaresma, desilusão. O cotidiano, pisoteia as máscaras no chão, varre confete, alegoria, serpentina...

Feliz ano novo! acabou o carnaval

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... temos o número de dias restantes para o trabalho. Contudo, não podemos esquecer dos atestados médicos, das greves, TPMs...
Antonio Pereira Apon.

Em tese, o ano novo começa em 1º de janeiro. Mas, para alguns habitantes dos trópicos tupiniquins, uma antítese coloca o ano para iniciar após o carnaval.
Descontados os dias anteriores e os dias da folia. O ano "nascente" com seus dias úteis convida essa gente ao trabalho. Porém, é necessário contabilizar os finais de semana, feriados, pontos facultativos, "enforcamentos"... Os dias "inúteis" (que é o que lhes interessa). Dentre esses valorosos trabalhadores, os que forem Parlamentares (ou serão pra lamentares?). Devem incluir na contagem dos dias inúteis, as segundas e sextas-feiras, os recessos oficiais e oficiosos.

A pressa se foi

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Pressa. Distorção do tempo, que nos joga na ciranda louca da vida. Apreçar, apressar que nos furta de nós, dos outros, do que tem real valor.

O tempo passou depressa, a pressa, com ele se foi. Da agenda lotada, do calendário corrido, da ambição desmedida... Restaram os sorrisos não sorridos, os abraços não dados, as palavras engasgadas, as amizades não cuidadas... Ficaram as férias sempre adiadas, a carência de ócio, o inadiável negócio, o substituto para o “insubstituível”...