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Mostrando postagens de Março, 2013

Essa coisa da coisa

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...sinopse do resumo da síntese. Coisa que se fez verbo, verbo que se faz coisa... Tudo e nada a mesma coisa! ...

Que coisa! Isso de “coisar” tudo. O que não se sabe, o que se esqueceu, o que se quer saber, o achado e o perdido, o sujeito oculto, o ignorado, o indevidamente indefinido...

Pessoas, letras e números

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...Números apenas quantificam! Letras qualificam... As letras são antropológicas. Os números? Antropofágicos! ... Números visam lucro, promiscuem para ter. Letras inspiram, intentam ser...

Observando termos de pesquisa que geraram visitas para o A arte da vida. Chamou-me a atenção: "Pessoas são letras, não números...” Descobri tratar-se de um fragmento do filme: “Tão Forte e Tão Perto (Extremely Loud and Incredibly Close)” de Stephen Daldry. Adaptação do livro de Jonathan Safran Foer. A frase completa: "Pessoas são letras, não números, querem virar histórias. E histórias precisam ser compartilhadas”.
Em se tratando de humanidade. Números são inumanos, impessoais, guardam uma inexata exatidão que se presta às conveniências de estatísticas e à dissimulação de índices. Números apenas quantificam! Letras. Letras qualificam, conceituam, consubstanciam! Letras formam palavras, palavras dialogam, comunicam, humanizam! Números contam coisas, letras narram histórias, histórias que fala…

O barulho mora ao lado 2 - Stop!

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...escolaridade, parece não fazer diferença para algumas criaturas. O que não falta é pós-graduado e mesmo doutorado, zurrando feito jegue. Vivem aos berros! ...

Que tal, acordar às 22:50, 23:30, 00:00 ou até mais de uma hora da madrugada, com o barulho de ferros batendo? É o que acontece nos finais de semana e em algumas datas festivas. Na rua onde moro, são guardados os brinquedos que, por uma modica quantia, nesses dias divertem as crianças numa praça. Nada contra. Cada um busca complementar sua renda como pode. Porém, é um barulho, um plém plém irritante que parece uma parodia desastrada dos sinos do Vaticano em eleição de Papa. Papa o sono de qualquer um! Ainda há quem ache que não está fazendo nada demais. É como diz um antigo ditado: “Pimenta nos olhos dos outros, é refresco”.

A arte da roda ao chip

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...A arte desconhece fronteiras, línguas, raças ou classes sociais; ela é plural, universal, plena; ela transcende ao tempo que mata o homem, mas eterniza sua obra...

Segundo a mitologia, Prometeu roubou dos Deuses o fogo sagrado da inteligência e deu-o aos homens. Esse fogo fez brilhar na alma humana, o sol mágico da arte. O "artista" que da pedra tosca tirou a 1ª roda, não sabia que ali se inaugurava uma das maiores revoluções da humanidade; esse mesmo "artista" lançando mão dos elementos da natureza, registra nas paredes das cavernas, as primeiras cenas da dramaturgia humana no grande palco da terra.

Biografia

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...Ter e não ter, são reais contingências do não ser. Tendo e não sendo, não somos nem temos...

Nossa real biografia é o Tempo quem escreve. Por mais longa que pareça, a vida é sempre breve. Desperdiçamos tanto ser, buscando ter. Mas ter sem ser, é apenas parecer. Parecemos tanta coisa... Nos fazemos nada, além da aparência. Caricaturas sem alma, personagens sem essência.

Dia da poesia

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14 de março, dia Nacional da Poesia. Uma homenagem ao nascimento do poeta Antonio Frederico de Castro Alves (Cachoeira-BA, em 1847).

Não cabe num calendário inteiro,que dirá num só dia,que galopa breve e ligeiro.Como um átimo conter o infinito?O que é silêncio e toda melodia?O que transcende ao feio e o bonito?O que não cabe num: "Dia da poesia".

A poesia nossa de todo dia

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14 de março é o dia nacional da poesia (31 de outubro também), 21 de março é o dia mundial da poesia. Todo dia é dia de poetizar, poetificar, versar...
Antonio Pereira Apon.

A poesia que me despe a alma, veste meu sentir e minha razão; é como o alvor de cada dia, não atrasa, não adia... Descobre em tudo inspiração! Com a linha da palavra, tece em versos: A rotina e o que foge dela, a paisagem e a janela; a chuva que inunda, estiagem, seca mais profunda; o frio e o calor, a pedra, a flor, morte e vida, descanso e lida. O pretérito, porvir, Parar, seguir...

Salvador em acróstico

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Nossa homenagem a Salvador. 29 de março, aniversário da primeira capital do Brasil.
Antonio Pereira Apon.

Singular paisagem de plurais encantos, arquitetura, natureza e poesia; ladeiras em seu sobe e desce, versares, dançares, cantares, arte, cultura, carnaval; diversidade explícita, ode multirracial, rico misturar.

Endereço da paz

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...Paz que mora no planeta do coração, país do amor, estado da razão, cidade da amizade, bairro do bem querer...

Precisamos de paz.Não a paz de artificiodos tratados,dos concílios;mas da pazque está acima das fronteiras,que não ostenta bandeiras,tem idioma universal.

Até algum dia! ...

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... corpo é o casulo que nos faz terrenos, a morte é a transformação que “dá asas” ao nosso eu infinito...
Antonio Pereira Apon.

Vivemos na Terra em um corpo mortal, mas somos espíritos imortais, seres imateriais. Nosso corpo físico é um veículo, um meio, uma ferramenta que nos permite interagir com a vida material. Contudo, a maravilhosa máquina que é o nosso corpo, se desgasta, cansa e para. Chega a hora de retornarmos à nossa essência, revivermos a verdadeira vida na dimensão espiritual.

Cidade poema

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Uma cidade em forma de poesia ou uma poesia em forma de cidade? Salvador da Bahia, do Brasil e do mundo. 29 de março, aniversário soteropolitano.Antonio Pereira Apon.

O sol que se põe,põe poesia no olharde quem contempla o mar,o lume dourado das ondasque pouco a poucocede à prata de um novo luar.Sereno na noite serena,carinha a Bahia morena,