A arte da vida. Apon HP


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terça-feira, 30 de abril de 2013

Mães são anjos



Anjos são pessoas sem asas, que o bem e a vida, ensinam a voar. Assim são as mães.


Antonio Pereira Apon.


Para as mães. Composição de Antonio Pereira Apon.


Coadjuvantes de Deus na criação. Fazem germinar em si a semente humana. Donas de um amor incondicional, incomensurável e atemporal. Carregam toda a força do "sexo frágil", e o poder de da suas vidas, vidas dar.


Mães de todas as classes, de todas as raças, de idiomas diversos e diversas nacionalidades. São a inspiração e a própria poesia, dando luz, em meio a tanta escuridão.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

domingo, 28 de abril de 2013

Continuar la publicación del plagio de mi poema La piedra


Queridos amigos,


Mi poema: ”La Piedra” circulaba como de autor desconocido o con el nombre de plagiadores. Ahora aparece como de Chaplin, Renato Russo, Fernando Pessoa o sin citar al autor.

El verdadero autor es Antonio Pereira (Apon). Todas las aclaraciones están en:

http://www.aponarte.com.br/2007/08/pedra.html


La forma original del poema es:


O distraído, nela tropeçou,

o bruto a usou como projétil,

o empreendedor, usando-a construiu,

o campônio, cansado da lida,

dela fez assento.

Para os meninos foi brinquedo,

Drummond a poetizou,

Davi matou Golias...

Por fim;

o artista concebeu a mais bela escultura.

Em todos os casos,

a diferença não era a pedra.

Mas o homem.


Esse meu poema: A pedra. Circulava como de autor desconhecido ou com o nome de plagiadores. Agora aparece como de Chaplin, Renato Russo, Fernando Pessoa, sem citar a autoria...<br />O real autor é Antonio Pereira (Apon). Todos os esclarecimentos em:<br />http://www.aponarte.com.br/2007/08/pedra.html


En lo posible, cuento con la colaboración en la divulgación de estas aclaraciones en blogs / sites y redes sociales.


Un gran abrazo

Antonio Pereira (Apon)


Ajude-nos a resgatar a real forma e autoria do nosso poema. Envie-nos o(s) endereço(s) da(s) página(s) onde o encontrou com erro ou omissão do nome do autor.
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sexta-feira, 26 de abril de 2013

Para o possível e o impossível



...Para a árvore, semente, para a montanha, o grão; para o antidoto, serpente, para o pássaro... ...Para o “azar”, amuleto, para a “sorte”, labuta; para o perdedor, lamento, para o vencedor...


Luminária ao nascer do sol.


Para o perfume, a flor,

para o caminhar, caminho;

para o frio, calor,

para o desalento, carinho.


Para a escultura, a pedra,

para a poesia, inspiração;

para Quixote, Saavedra,

para o silêncio, canção.


Para a pintura, a tela,

para os pés, chão;

para o barco, o vento e a vela,

para o sonho, amplidão.

sábado, 20 de abril de 2013

Transplantados da Bahia. Novamente falta medicamento. Até quando???



"Para o transplantado o que interessa não são DESCULPAS, verdadeiras ou não, precisamos do medicamento para VIVER. O gestor público precisa entender e cumprir a LEI..."


Mãos dadas.


Mais uma vez, deixam faltar Azatioprina para os transplantados da Bahia. Essa a perversa e triste notícia recebida pela ATX-BA. Querem que os Transplantados entendam “que o fornecedor

Não tinha a azatioprina para fornecer a SESAB/DASF”. Contudo, cabe lembrar que o MPE emitiu a recomendação 0001/2012 que estabelece um estoque regulador. Assim, deveriam ter a capacidade e responsabilidade de gerir o estoque e/ou vigiar seu fornecedor.

terça-feira, 16 de abril de 2013

Um olhar além do espelho



... espelho meu. Existe alguém mais desconhecido do que eu? Só nos conhecemos de verdade, quando mergulhamos o olhar para além de nosso avatar, máscara estampada, espelhada...


Antonio Pereira Apon.



Espelho em forma de coração.


O que vemos no espelho? O que ele nos mostra? Nele está a aparência de nossa aparência, nossa interface material, “programada” para ser visível, palpável... Mas, conseguimos nos ver? Enxergar nossa essência invisível, intangível? ... Somos o que está além do espelho. Oculto, obscuro, insólito; nosso eu, muitas vezes desconhecido de nós mesmos, escondido em nosso “lado escuro”.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Obrigado



Uma prece de gratidão a Deus, ao existir... Agradecimento por tudo e todos.


Mãos orando.


Obrigado aos nãos que me ensinaram a dizer sim,

e às lágrimas que me ensinaram a sorrir.

Obrigado aos espinhos que me mostraram

onde está o perfume da rosa,

e as pedras nas quais tropecei,

pois me ensinaram a não cair.

Obrigado:

Aos covardes que me deram a vergonha de ter medo

e aos mentirosos,

pois me ensinaram a buscar

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Não deixe a impunidade e a corrupção ganharem ainda mais força. Diga não à PEC 37

sexta-feira, 5 de abril de 2013

O religioso e a patrulha da vida alheia



...conhecer Jesus e seu evangelho de amor e respeito ao próximo. Como ele, cabe-me propor. Jamais impor um caminho...


Mãos orando.


Designado para substituir um colega que mudara para outra cidade. Francisco assumiu aquela igreja. Não demorou muitos dias para ele tomar conhecimento da “exagerada” tolerância do seu antecessor. “Absurdamente” ali congregavam: Dois gays, uma prostituta, garotas de programa, uma meia dúzia de drogados, um “pretinho macumbeiro”, uns três “cachaceiros”... O tal informante delatou as “mazelas” de metade dos frequentadores, cujo comportamento, o Fundamentalista julgava digno de expulsão.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Filhinha (Com mp3)



Um poema de 1993 numa homenagem para minha filha. Com interpretação em mp3.


Minha filha com o ursinho Miguel.


Você é muito importante para mim.

é meu verso mais belo,

poesia mais bonita

que me deu o Criador.

Se o sonho tivesse rosto,

certamente seria o seu,

se voz tivesse

outra não seria, senão a sua;

sorriso?..

se tivesse, de quem seria?

claro!.. seria

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Não é do Mordomo. O Rapaz e a Moça. É deles a culpa



O culpado é sempre o outro. Transferir responsabilidades, passar adiante... O bônus é nosso, o ônus? Empurra para qualquer um!


Dedo apontando.


Já se tornaram uma espécie de entidades da terceirização de todas as culpas. Basta surgir algo errado, lá está o Rapaz ou a moça numa quase onipresença: Se atrasou, está com a chave, perdeu a chave, não deu o recado, trocou as fichas, não repôs o produto, não entregou, esqueceu, quebrou, anotou errado, entendeu errado, não entendeu, perdeu o prazo, não falou, falou demais...