A arte da vida. Apon HP


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terça-feira, 25 de junho de 2013

A gente (Paródia de: A casa - Vinicius de Moraes)



Uma homenagem às manifestações pacíficas da cidadania brasileira. Inspirada na conhecida música do Poetinha e num cartaz exposto por manifestantes: "Era um país, muito engraçado/não tinha escola/só tinha estádio./ Ninguém podia/protestar não/por que a polícia/ metia a mão".


Antonio Pereira Apon.



Povo protesta no Congresso Nacional.


Era uma gente desencantada

muito omissa, acomodada

Ninguém ousava dizer um não

Tão adestrado ao circo e pão

ninguém sonhava mais auriverde

até o protesto ganhar a rede

A malandragem mandava ali

agora o povo é que manda aqui

Era uma gente desrespeitada

domingo, 23 de junho de 2013

Manifesto sobre o que envergonha o Brasil



...Tal qual os vândalos e violentos das ruas, quem abusa do mandato político para “depredar” os interesses do povo, envergonha e emporcalha a imagem do Brasil...


Bandeira do Brasil.


Obviamente vergonhosos e reprováveis os atos de vandalismo e toda violência protagonizada por uma minoria infiltrada nas belíssimas manifestações de cidadania do povo brasileiro que desperta para sua realidade, acordando para a necessidade de uma tomada de consciência ante tantos desmandos que afligem a nação.

domingo, 16 de junho de 2013

Condomínio Brasil e a Fifó



Qualquer semelhança pode não ser mera coincidência. A literatura às vezes pode imitar a vida.


Triste.


Luizão é desses caras carismáticos, sujeito bom de papo que leva qualquer um na lábia. Do tipo que consegue vender pente pra careca, ar condicionado pra iglu, convencer que existe iceberg no meio do deserto do Saara... Assim, quando sindico do condomínio Brasil, persuadiu a todos das “vantagens” de assinar um convenio com a empresa Fifó, para que essa pudesse usar áreas do condomínio na promoção de seus eventos. Os gastos seriam poucos, os lucros muitos e os legados inúmeros. Como pelo regimento, o mesmo sindico não podia ser reeleito três vezes consecutivas, o habilidoso Luizão conseguiu eleger sua amiga Dilmélia como sucessora. Após seus dois mandatos.

terça-feira, 11 de junho de 2013

Nova Verona. A segunda vida de Romeu e Julieta



O amor é um “país” onde o ideal se faz realidade e a realidade ensina a sonhar. Um lugar onde todo dia é dia dos namorados, dos enamorados pela vida em seu amor virtual. Numa paráfrase moderna ao clássico de Shakespeare.


Antonio Pereira Apon.


EUA. Composição de Antonio Pereira Apon.


Tudo começou em um chat, um bate-papo descompromissado. Tecla daqui, tecla dali e uma empatia foi ganhando corpo e um mutuo enamorar conectou os corações de Romeu e Julieta. Nicknames apaixonados, estabeleciam afetos em banda larga. A lá Vinicius de Moraes. Pactuaram seu “soneto de fidelidade” Num: “Que não seja imortal, posto que é chama. Mas que seja infinito enquanto dure”.


Logo o rapaz mandou construir uma vila para sua amada, a qual, deu o sugestivo nome de Nova Verona. Era um retiro aconchegante e onírico, assemelhado a brinquedo de montar, uma paisagem que resgatava bucólicos vilarejos da Europa medieval. Ela arquitetou surreais jardins, pintou um céu cor de rosa, de onde gotas perfumosas, caiam misturadas a pétalas coloridas; ele imaginou um lindo lago com cisnes, em meio a um bosque outonal. Eis a cenografia daquele romance...


Felizes, degustavam a poesia de cada dia, colhendo as flores daquele doce sentir. Mas um dia a paz foi quebrada, o paradisíaco recanto fora invadido e a moça, sequestrada. O rapaz incorporou seu Dom Quixote para enfrentar monstros e gigantes, libertar sua princesa da torre maldita, das garras do Bowser. Como num game do Mario Bros. Vitorioso, “zerou o jogo” e tornou ao lar com sua amada.


Peixes se beijando.


sexta-feira, 7 de junho de 2013

X9. Um caso de polícia



Existem crimes e “crimes”. A realidade não aceita versões, apenas a verdade. A pressa e a imaginação...


Antonio Pereira Apon.


Portrait de l’artiste sous les traits dum moqueur (Retrato do artista em pose debochada), pintura de Ducreux.


No andar de cima, barulho de correria, cair de objetos e arrastar de móveis. Incomodado, Osmundo resolveu subir para reclamar. Aproximando-se da porta do zoadento vizinho, ele escutou lá de dentro as imprecações da Empregada (Secretária do lar; para ser “politicamente correto”):


- Agora é você e eu! Eu não disse que te pegava seu sacaninha?! Tome! Tome seu filho da...


Uma serie de pancadas se fez ouvir, uma pequena correria, um tombo, um estilhaçar de vidro, um silêncio angustiante e o desespero da Doméstica:


- Meu Deus! O que foi que eu fiz?! O patrão vai me matar! ...


Menino sambando.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Acróstico do antiplágio. Por uma internet criativa, autoral e verdadeira



Copiar e colar: Desinformação, preguiça ou desonestidade. Desrespeito ao autor, demérito à capacidade do copista. Quem admira, cita a autoria. Faz conhecer o “autor desconhecido”. Delete o plágio, denuncie o plagiador.


Plotter.


Quanta cópia, indevida reprodução,

usurpada autoria;

engano de alguns, de outros distração,

mas, de muitos. Vilania.


Ctrl+C, Ctrl+V, desrespeitosa combinação,

Omitir do autor o nome,

penal violação;

infame falseta,

abusada mutreta.