A arte da vida. Apon HP


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domingo, 28 de julho de 2013

Hiroshima (Para não esquecer. Para não repetir)



6 de agosto de 1945 - 8h45min. Gritou "Little Boy" o "brinquedo" assassino!!! Nada mais a falar, Nada mais a calar...


Antonio Pereira Apon.



Explosão nuclear.


Ciência sem humanidade,
Intelecto sem sentimento,
Conhecimento sem sabedoria,
Tecnologia sem ética,
Poder sem discernimento,
Aborto da razão,
Orgasmo da arrogância,
Tributo à prepotência,
Justificativas sem explicação...

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Para Dominguinhos (Com alguns de seus títulos)



Nesses tempos de tanto desapreço à boa música, temos ainda mais motivos para reverenciar, os artistas de verdade, que como Dominguinhos, deram voz e dignidade a musica popular brasileira.


Dominguinhos tocando com Luíz Gonzaga (1977).


Chora a sanfona,

de Garanhuns se cala o canto,

vai Dominguinhos fazer par com “Seu Luiz”.


Nesse “Forró do sertão”,

Nesse “Lamento sertanejo”,

Pergunta a gente entristecida:

- “Saxofone, por que choras?”

- “Carece de explicação” tal “Contrato de separação”?

- Foi para “Além da última estrela”,

“De volta pro aconchego”,

quando Deus a ele disse:

- “Vem ficar comigo”.

terça-feira, 23 de julho de 2013

Controle remoto. a TV que nos pauta



...O interesse é quem guia! “Santa” mídia que nos pauta... ...fatos das versões, versões dos fatos, o que é, o que se quer que seja...


Controle remoto.


Num canal, o Papa é pop,

no outro, o pop não é Papa.

Divergem:

A dimensão do manifesto,

a extensão do protesto,

o tom do Cara, da “cara pintada”.

Aqui o bandido é mocinho,

ali, o herói vira vilão...

Jonah Jameson x Homem Aranha.

Convergente, divergente edição.

A imparcialidade é questão de sintonia,

mais à direita, mais à esquerda...

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Passa tempo, tempo passa



...Atrasados em tanta “urgência”, apercebemos a emergência de viver; sobrevivemos deglutindo efemérides, datando o obituário nosso de...


Jardim visto de uma sala antiga.


Corre a vida,

ciranda insana dos ponteiros,

ciclo avante sem reciclo.

Apreçada pressa;

devorando calendários,

engolindo agendas,

desfolhando a folhinha.

Jaz o agora a cada hora,

consumindo mais um dia,

que voa qual uma só andorinha,

sem ter com quem “fazer verão”.

terça-feira, 16 de julho de 2013

Acróstico da amizade



20 de julho é um desses 365 dias do amigo e da amizade. Amigo presencial ou virtual, conhecido ou oculto, secreto, público; novo, antigo... Quem é bem mais que “coisa pra se guardar”. Aquele que te curte no Facebook, segue no Twitter, comenta no Blog...


Antonio Pereira Apon.



Mãos se tocando.


Amigo pode ter outro sobrenome,

mano sem ditame da genética

irmandade que não dá em teste de DNA;

zig do zag, tic do tac, ping do pong;

afinidades se aproximam,

destinos se entrelaçam

encontram-se os amigos.

sábado, 6 de julho de 2013

O dia em que o Sabe-tudo descobriu que não sabia



Quem sabe de verdade, pensa e age como Sócrates: “Só sei que nada sei”. E conhecedor de sua real ignorância. Busca verdadeiramente, estudar e aprender. Inteligência é uma questão de sabedoria. Não dá para improvisar, inventar, fazer de conta...


Antonio Pereira Apon.


Água.


Robson (que não era o Crusoé), julgava saber tudo, entendia de estrume a física quântica, de jogo do bicho a mercado financeiro internacional... Grande aficionado por almanaques, fanático por bricolagem, incansável leitor de bula de remédio... Achava-se entendido em tudo e mais alguma coisa, um autodidata “pós-doutorado pela universidade da vida”. Seu amigo e “fiel escudeiro” Daniel (que não era o Defoe), vivia a consertar as lambanças do sabichão e aturar as adjetivações diminutivas daquela “inteligência superior”.


Um dia, o Gênio resolveu construir um pequeno barco para se aventurar na Baía de Todos os Santos. Consultou seus alfarrábios, leu trocentas revistas e fez-se “Engenheiro Naval”. Calculou, rabiscou, projetou... Em algumas semanas, a “obra prima da náutica universal” estava pronta, ignorando os conselhos de um experiente carpinteiro, que discordara sobre o tipo de madeira e outros materiais empregados. Até mesmo a opinião de um experimentado saveirista, foi arrogantemente ignorada e muitas das instruções dos manuais, “reinventadas” por aquele aloprado “padre-mestre”.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Poema para o amigo - Feliz dia do amigo!



Criam dia para tudo e todos, assim: 20 de julho foi adotado como um dos 365 dias do amigo. Portanto, nesse e em todo dia do amigo, te desejo um existir repleto de sinceras amizades.


Antonio Pereira Apon.



Mãos com o globo terrestre.


Amigo,

é o incondicional afeto,

que não falta,

quando tudo mais já faltou.

É alguém além do tempo,

da distância...

Independe da genética,

ignora a estética,

não vê classe social.

Não importa raça> ou credo,

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Versos irônicos



Deboche, cinismo e sacanagem política, pedem o sarcasmo e ironia desses antigos versos que acordam sua atualidade nesses tempos de justos protestos e povo na rua, levantando o Gigante até então, “deitado em berço esplendido”.


Moedas espalhadas.


Labuta dura

a de no Brasil existir,

hora chorar, hora sorrir...

O que fazer?

Tem crise na bolsa

no bolso, grana não tem!

No bucho a fome

e na mão, nenhum vintém.

Lá do poder,

só promessas! Nada além.

Morre a saúde,

emburrece a educação

e insegura,

A segurança pede proteção.

Da Bahia, alguém há de gritar:

- Isso é pura futrica!

Um factoide

Ligará Salvador à Itaparica!

E tem 6 km de "metrô" pra se brincar!

O povo é que gosta de sofrer,

fica em fila por puro prazer.

"Relaxa e goza"!

É hora de viver!

Tem "marola" pra gente surfar,

e do Planalto,

piada pronta pra nos “alegrar”.

Brasileiro é grande fingidor,

finge a dor que acaba em carnaval,

não é mau eleitor,

apenas elege um fingidor seu igual.