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domingo, 18 de agosto de 2013

Acróstico da impunidade





Uma sociedade justa, consciente, realmente livre e verdadeiramente democrática, não permite que o mal grasse impunemente, debochando da cidadania.


Bandeira do Brasil.


Impune, o mal leveda,

metástase corrupta a se alastrar,

polui, corrói, azeda;

ubiquidade nefasta do dolo,

nulidade legal e ética

institucionalizado desconsolo;

dolosa complacência,

adestrada omissão;

danosa inconsequência,

execrável submissão.


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Foto do autor: Antonio Pereira (Apon).


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4 comentários:

  1. Ótimo escrito, Apon...a impunidade está o tempo todo latente, e infelizmente, as pessoas acabam rendendo-se à ela. Um abraço!

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    Respostas
    1. A impunidade é um estímulo a muitos males, sobretudo a corrupção e outras tantas delinquências na política e fora dela.

      Obrigado Bia.

      Um abração.

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  2. Oi, querido Antônio!

    É uma arte fazer acróstico.
    Os seus são perfeitos, seja que tema for.

    Pois é, IMPUNIDADE. Quanta, meu Deus!

    Aguardemos as decisões divinas, porque nem um milímetro falhará.

    De vez em quando, tiro um pouquinho de tempo às minhas férias, para amigos, como você.

    Dias felizes.

    Um abração, com carinho.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. O poema em acróstico tem um que de especial, quanto a perfeição dos meus. Fica por conta de sua generosidade.

      Em termos de impunidade; pode-se driblar as leis terrenas com suas tantas brechas e protelatórios recursos, mas a inexorável lei divina, que rege o universo. Dessa ninguém escapa impune.

      Quanto a suas férias; sempre esqueço a diferença de hemisférios e portanto de estação, cá nos trópicos, estamos findando o inverno e ensaiando a primavera. Obrigado pela atenção, minha querida amiga.

      Felicidades. Um abração.

      Excluir

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Antonio Pereira Apon.