A arte da vida. Apon HP


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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Muito pouco e pouco muito



... Muito seguidor e pouco amigo, muito “curtir” e pouco comentar; muita chuva e pouco abrigo, muito tweet, pouco retwitar...


Antonio Pereira Apon.


Palmas.


Muito verbo e pouca verve,

muita ficação e pouco amor;

muito consuma e pouco preserve,

muito jardim e pouca flor.


Muito Facebook e pouca realidade,

muito dito e pouco feito;

muito discurso e pouca verdade,

muito dever e pouco direito.


Muita lei e pouca legalidade,

muito moralismo e pouca ética;

muita propaganda e pouca veracidade,

muita maquiagem e pouca estética.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

A pedra. Uma prosa da poesia



... o distraído a tropeçar, a insanidade do bruto a depredar a vida, a matéria do empreendedor alicerçando objetivos; é o apoio para o descansar do lidador, presta-se a ludicidade infantil, a poética de Drummond, ao destemor de um Davi ante a adversidade, o artista fazendo florescer dela a prima arte, é o uso de cada homem em todos os casos, dando um significado...


Antonio Pereira Apon.


Pedras.


Comumente, o mal ou o bem não está numa coisa por si só, o destino que lhe dá a mão humana, é que faz toda a diferença; como o remédio que pode matar ou o veneno que consegue curar. A pedra, um dos primeiros objetos trabalhados e utilizados pelo homem, experimenta essa dual versatilidade: Construindo ou destruindo, protegendo ou ferindo...

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Memória



... guarda as chaves do passado, as tantas senhas do futuro... ...Individual e coletiva, singular e plural, imaterial materialidade...


Antonio Pereira Apon.


Explosão nuclear.


Cuidadora da cultura,

Zeladora da civilização...

A memória é a guardiã do tempo,

testemunha do ido que ficou,

do que passa sem passar;

o aprendido e o esquecido,

revelado ou escondido...

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Vira pó



Do homem material e seus anseios materializados, resta o pó que o tempo consome, desertifica...


Antonio Pereira Apon.


Deserto.


Tudo:

A ambição desmedida,

a usura incontida.

O carro bacana,

a ostentação tirana.

O preconceito explícito,

o racismo implícito.

A pressa urgente,

a corrida demente.

O poder que cega,

o ter que apega.

A posse ilusória,

a certeza provisória.

A arrogância do título,

o orgulho ridículo.

A pretensa nobreza,

a aversão à pobreza.

A vaidade acadêmica,

a superioridade polêmica.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013