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sábado, 17 de janeiro de 2015

As duas faces da mesma porta





... Aqui, apenas estamos. Lá, do outro lado É que somos, resgatamos nossa essência, descortinamos a consciência do ser. Despidos...


Porta.


Uma é chegada, a outra, partida. Duas faces distintas, a mesma porta. Guardam o pretenso começo e o suposto fim, a nossa incompreensão da realidade da vida; a apercepção que o tempo experimentado, é apenas passagem, rito de aprendizado... Nascer e morrer, reencarnar e desencarnar; usual check-in de nossas tantas viagens, nossas idas e vindas entre o finito e o infinito, material e espiritual. Tudo passa. Inclusive nós mesmos! Passageiros de um instante que apelidamos de presente.


Aqui, apenas estamos. Lá, do outro lado É que somos, resgatamos nossa essência, descortinamos a consciência do ser. Despidos do estar, das “importantes” coisas desimportantes que perseguimos em nosso estágio terreno, vislumbramos as reais riquezas que nossos delírios impediram-nos de aquilatar.


Assim, a vida em seu dual estado de espírito, dialético ponto de vista, dicotômico “jogo” de essência e aparência. Ante a inevitável porta das existências.



Foto do autor: Antonio Pereira (Apon).


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6 comentários:

  1. Leio "Tirando os sapatos" de Nilton Bonder, excelente obra que nos leva à essa reflexão que você, Antonio, nos propõe. Veja isso: "Em algum momento de nossa viagem, alguém comentou que uma criança de quatro anos se virou para a mãe e disse: -Ninguém sabe o que vem depois, não é? É verdade, ninguém sabe. Porque os caminhos não são feitos de estrada, mas de encontros e de atenção"!
    Abraço.

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    1. Pois é. Não existem caminhos prontos, predeterminados, lineares. O nosso caminhar é que vai traçando ponto a ponto a nossa rota nas duas interfaces do existir.

      Um abração e uma boa semana.

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  2. É uma pena que raramente nos lembramos que cá estamos para evoluir espiritualmente! Perdemos tanto tempo com coisas sem essência, vazias!
    ...E o que vem depois?
    Felicidades para você!

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    Respostas
    1. Tem gente que aparenta imaginar que veio ao mundo a passeio e vive num eterno parque de diversão, completamente apartado da realidade. Mas, sempre chega a inexorável desilusão.

      Um abração e uma boa semana.

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  3. Olá, Apon, como vai?
    Vivemos sempre os dois lados da moeda, ambos estão dentro de nós, e esse escolha entre a essência e a aparência parece-me a distância entre a alegria efetiva e duradoura e prazeres efêmeros e vazios. Um abraço!

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    Respostas
    1. vivemos no limiar, equilibrados sob a tênue "corda" do tempo.

      Um abração e um bom fim de semana.

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Antonio Pereira Apon.