A arte da vida. Apon HP


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Nossos escritos mais recentes:



terça-feira, 31 de março de 2015

Dia da mentira e dos...



... reverenciar aqueles que se desvelam pela causa, mentindo descaradamente, desmentindo evidências e todas as provas, com o despudor característico dos mentirosos contumazes, mitômanos de ofício, loroteiros convictos... Gente que nega...


Notas espalhadas.


O dia 1º de abril é considerado o dia da mentira. Vejo como uma enorme injustiça o não dedicar-se essa data a quem com tanto esmero e determinação, vive da mentira, pela mentira e para a mentira. Criam factoides, inventam desculpas esfarrapadas, "dão nó em pingo de éter"...

domingo, 22 de março de 2015

Acalme-se



Você quer ser solução ou um constante problema? Quer resolver ou complicar? Viver ou morrer? Escolha! Você é quem sabe.


Pessoa ao alvorecer.


Nervoso nada resolve e só piora as coisas.

Desespero superlativa as dificuldades.

Preocupação pré ocupa tempo precioso, atropelando acontecimentos, tropeçando na pressa que antecipa angústias muitas vezes desnecessárias.

Agressão física ou verbal, amealha animosidades.

Gritaria, tumultua e acirra contendas.

Quebrar coisas, traz prejuízos.

Perder a fé, mortificação que manieta o espírito.

quinta-feira, 19 de março de 2015

Gente é...



... Aparentar é imprecisamente preciso! Gente apressa e adora apreçar; ignora o valor do que não tem preço, desvalor de endividar! Gente é meio torta, meio porta... Arranja dor sem ter como desdoer...


Pessoas.


Gente tem cor de gente, seja ela qual for:

Negro, branco... Cor é tão desimportante!

Tudo de uma só raça.

A humana!

Pode ser homem, mulher, diferente... É mesmo indiferente!

Gente nasce só e morre sozinha.

Mas inventa tanta coisa

para ocupar esse tempinho entre o berço e o túmulo.

Termina esquecendo de onde veio,

não lembra para onde vai.

Gente curte a utopia de “ter” o que não tem,

“ser” quem não é,

“saber” o que não sabe...

terça-feira, 17 de março de 2015

O texto "Precisa-se de Matéria Prima para construir um País", não é de João Ubaldo Ribeiro?



Na internet, as coisas ganham versões e autorias. Verdades e inverdades vão passando de click em click, num Ctrl C e Ctrl V que desconhece a realidade.


Caneta nos ares.


Recebi no Whatsapp um texto atribuído erroneamente a João Ubaldo. Ontem, postei no Facebook o citado escrito, incluindo esse meu comentário:


De fato, toda mudança começa em cada cidadão, do acordar a consciência da parte que nos cabe na construção de um Brasil melhor. Nossos governantes e toda a politicalha, são o retrato de uma sociedade hipócrita que elege seus iguais. Gente que reclama o mal feito dos outros, mas que não hesitaria em fazer o mesmo se oportunidade tivesse. Precisamos ter coragem e vontade de mudar a começar de nós mesmos. Temos que combater a corrupção da política sim. Mas não podemos aceitar os tantos jeitinhos com os quais compactuamos cotidianamente. Um Brasil melhor requer brasileiros melhores. Sem isso, continuaremos a eleger péssimos representantes, o lixo do lixo de uma sociedade que vive a ruminar seus dissabores voluntários.


Contudo, o caráter deformado da coletividade, não é atenuante nem justificativa para o mau-caratismo dos saqueadores, cafetões e outros delinquentes que prostituem a nação, desde o descobrimento até a petralhada.


Antonio Pereira Apon.


Detetive.


Para minha surpresa, hoje, na página: http://www.monitormercantil.com.br/index.php?pagina=Noticias&Noticia=36197&Categoria=J.CARLOS%20DE%20ASSIS, encontrei um comentário do Sr. J.CARLOS DE ASSIS, datado de 22/09/2006 sobre o pretenso artigo do saudoso autor baiano e o seguinte desmentido:


“Semanas atrás, recebi, assinado por João Ubaldo Ribeiro, um e-mail nos seguintes termos”: "Não sou eu o autor do texto comentado pelo sr. J. Carlos de Assis, a respeito de um texto intitulado "Precisa-se de matéria prima para construir um país". Esse texto foi produzido por alguém que desconheço e que o pôs na Internet. Acho que devia haver mais cuidado na apuração de autorias, para que esse tipo de injustiça não aconteça, ou seja, eu responder por algo que não fiz. Gostaria, se possível, de uma correção."


Preocupado quanto à veracidade do desmentido. O Sr. J.CARLOS DE ASSIS, busca confirmação:


“Pedi a uma assessora para tentar apurar a autoria junto à Academia Brasileira de Letras e a editora Nova Fronteira, que eram as procedências registradas da mensagem. Sem muita dificuldade ela teve acesso ao próprio Ubaldo. E ele confirmou diretamente que alguém juntara pedaços esparsos de coisas que tinha escrito, acrescentando outras por conta própria, para montar o artigo...”


Em: http://5dias.net/2006/11/27/jorge-palinhos-a-literatura-dos-cucos-2%C2%AA-parte/, mais um desmentido de João Ubaldo, escrevendo a amigos:


“Estou lhe mandando o texto abaixo porque está circulando na internet como meu e, antes que você tome um susto ao eventualmente recebê-lo, quero explicar que não tem nada de meu, eu nunca escreveria esse negócio nunca. Até o detalhe de molhar a mão do guarda é inverídico, porque não tenho carteira e não dirijo mais há uns trinta anos. Mas não posso fazer nada, só posso desmentir a quem me pergunte. E agora você, a quem lhe perguntarem. Abraços chateados de João Ubaldo”.


Para minha ainda maior estupefação. Em: http://caldeiraodebolsa.jornaldenegocios.pt/viewtopic.php?t=72743&js_link=1, encontrei uma “versão” do texto, tratando acerca da política em Portugal.


Eis o texto que não é de João Ubaldo Ribeiro, mas de um até então desconhecido autor:

domingo, 15 de março de 2015

sábado, 14 de março de 2015

Eleitor futebol clube. Uma reflexão para “Coxinhas”, “Petralhas” e afins



... Defendendo essa ou aquela bandeira política, quando deveríamos nos unir contra todos os que saqueiam o erário público, prostituem mandatos e violentam a cidadania. Não importa a máscara ideológica que traveste o bandido. A canalhice é endêmica nessa...


Bandeira do Brasil tremulando.


Querem que tenhamos um Brasil dividido como em duas torcidas de futebol: Nortistas x sulistas, “Coxinhas x Petralhas”, Esquerda x direita, Pobres x Ricos... Precisamos lembrar que a realidade não é uma disputa de campeonato e que se está tratando do destino de uma nação inteira. Quem intenta dividir a nação em duas classes sociais antagônicas, não é apenas irresponsável, inconsequente; é sobretudo, criminoso. somos todos brasileiros. Nosso protesto, nossa luta; não pode ser (e não é!) contra um partido político, mas contra a corrupção, o mal feito, independente da sigla, da facção partidária. Mesmo por que, nossos “mandatários” se esmeram dia a dia em confirmar que aqui (fora poucas exceções), cada vez mais: É muito esterco do mesmo pasto.

quinta-feira, 12 de março de 2015

O que é acróstico? Como se faz?



... escolher um tema ou a quem homenagear, pôr sua criatividade para trabalhar e de letrinha em letrinha, dar forma e significado a seus acrósticos. Essa bela arte que remete-nos...


Mão escrevendo.


Uma poesia, um poema no qual, (mais usualmente) a primeira letra de cada verso, compõe uma palavra ou frase, lida no sentido vertical. Comumente, usa-se o acróstico para homenagear alguém, construindo a peça poética com o nome da pessoa Homenageada. Segundo o dicionário online de português: s.m. Composição em verso cujas letras iniciais (às vezes as mediais ou as finais), lidas no sentido vertical, formam uma ou mais palavras, que são o tema, o nome do autor ou o da pessoa a quem foi dedicada a composição.


Vejamos um exemplo prático com a palavra criatividade:


Criar seu acróstico sem complicação,

requer criatividade, temperada inspiração;

inicial letra de cada verso,

arrumada, sobreposta,

tece na horizontal sua palavra;

iniciada está sua lavra,

versada composição;

indo assim faz-se a poesia,

dá-se asas ao coração;

aí o acróstico surgindo,

delicado poema,

eloquente, singular versar.

quarta-feira, 11 de março de 2015

Um dia (Com mp3)



Sem água não há vida. 22 de março, é o dia mundial da água. Preserve esse bem precioso.


Um dia (mp3)
Antonio Pereira Apon.


Água.


Corre nas veias da Terra
o fluido da vida
para a vida brotar.
Rios correndo para os mares,
lagoas, cascatas para a sede matar.

Educação é a senha



... Gerações em desaninho, órfãos do educar. A Pátria em descaminho, Precisa o futuro resgatar. Retomar o rumo certo, Menos "jeitinho" e mais competência. Banir o "ser esperto", Tornar esperta a eficiência...


Antonio Pereira Apon.


Caravela navegando sobre um livro.


Já virou má brincadeira,

O deseducar nacional.

Vai descendo a ribanceira.

É emburrecimento geral.


“Professor” que pouco ensina,

Aluno que pouco aprende.

Vai cumprindo triste sina,

A escola que não se compreende.


É doutorado que não faz doutor,

Mestrado que não faz mestre.

Por Jesus, Nosso Senhor!

Vai dar algo que preste?

terça-feira, 10 de março de 2015

Gente é sempre gente, o resto é diferente



... Gente não tem cor! Tem sorriso, tem dor... Racismo é diferente! Gente é gente, não uma questão de gênero, uma opção sexual. Preconceito é diferente! Gente é gente, não um sotaque ou estereótipo cultural, não importa a naturalidade, a nacionalidade. Discriminação é diferente...


Antonio Pereira Apon.



Cena do filme: O grande ditador, de Chaplin.


Gente é gente,

a raça não nos pode diferenciar.

Gente não tem cor!

Tem sorriso, tem dor...

Racismo é diferente!

 

Gente é gente,

não uma questão de gênero,

uma opção sexual.

Preconceito é diferente!