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Mostrando postagens de Maio, 2015

Direitos humanos? De quem?

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... Cadê a preocupação da presidência para com a “pena de morte” imposta pela violência urbana de cada dia? Cadê o consolo? O socorro? O amparo para quem vai sobrevivendo com as perdas e sobressaltos dessa desumana selva de homens? Cadê os defensores, protetores, arautos dos direitos humanos?! ...
Antonio Pereira Apon.

Cadê os direitos humanos? Do cardiologista esfaqueado por jovens, que parecem ter perdido o coração? Do músico alvejado na cabeça, por quem escolheu não tocar a vida dignamente? Da professora assassinada por quem desdenhou a educação? Do estudante de veterinária, morto por um “bicho solto”? Da médica sequestrada e morta por um indultado sem remédio? Do coreógrafo, que perdeu a vida para a “dança” da violência? Dos moradores de rua queimados por mentes inflamadas de preconceito demente? Da doméstica espancada... Do Padre executado... Do turista... Da adolescente... Cadê???
Cadê os direitos humanos? Do policial assassinado, justamente por ser um policial? Dos magistrados e p…

Estamos nos acostumando... Até que...

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... nos acostumando com a deseducação, com a insalubridade e a insegurança endêmicas, com pagar caro por serviços ordinários, pagar a conta, os impostos dos tantos malfeitos de governantes e agregados, os condicionamentos e modismos ditados pelas mídias, música vagabunda, a “extorsão” dos...
Antonio Pereira Apon.

Pouco a pouco, como em gotinhas homeopáticas de condicionamento social, vamos nos acostumando, habituando e sem nem nos darmos conta, começamos a aceitar o inaceitável, admitir o inadmissível, justificar o injustificável, enxergar normalidade no que é absolutamente anormal... E quando nos apercebemos da realidade, estamos participando, compactuando com verdadeiras aberrações. Assim aconteceu com os alemães e o nazismo, os católicos e a inquisição, os mulçumanos e o terrorismo, torcedores de futebol e os confrontos nos estádios...
Estamos nos acostumando com o morticínio diário de nossas cidades, onde corpos se amontoam nas estatísticas, vitimados por balas perdidas ou não, por t…

Remake. Chuvas que matam

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... assistem a encosta a rolar sem dó; sinistra mistura de gente e lixo. Drama da vida real; desgraça mais que anunciada, tragédia de vender jornal. Quem há de acudir...

Chuvas novamente, descaso outra vez. Quem apostou a vida, Assiste o “azar” bater a sorte; lama e entulho, descuido parindo a morte. Eleitas, reeleitas autoridades de agora, exumando desculpas de outrora,

A arte (Com mp3)

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... a coreografia: Das folhas outonais, do beija-flor à flor beijar, do romance dos casais. A arte é: O teatro do cotidiano...
A arte (mp3)
Antonio Pereira Apon.

É a vida transcrita em cores, acordes e versos; formas, traços e gestos. É a sinfonia: das ondas beijando a areia, do pássaro que gorjeia no infinito , da chuva que orvalha o coração na noite vazia. É a plástica: da estrela que no zênite cintila, do alvor e do crepúsculo no convergir de céu e mar, do caleidoscópio perfumoso da poética primavera.

Aprendiz de mim

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... indiscreta confidente, espalhar em versos meus “segredos”. Eu; que de muito sei tão pouco, que de pouco muito sei. Graduação em indagações, pós em dúvidas, mestrando em...
Antonio Pereira Apon.

Eu. Filho dos ontens, irmão do hoje, aspirante a pai do meu amanhã. Entre o pouco que sei E o muito que me falta saber; muitas vidas terei eu que viver! Aprendiz de mim, de tudo e de todos; profeta de profecias já feitas, incertas certezas, metamorfoses imutáveis.

Pessoas não são números

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...precisam ser tratadas como pessoas, gente é questão de humanidade, não de matemática. Números se podem fraudar sem escrúpulos, amontoar em presídios... Números podem ser omitidos ou simplesmente "apagados"...

Estamos nos acostumando tanto com a violência, que para muitos, matar ou morrer, parecem acontecimentos normais, parte da rotina diária, como comprar o pão, descartar o lixo...
Houve um tempo, em que o espanto e a comoção eram reações comuns ante um cadáver exposto em via pública. Hoje, entre conjecturas levianas, patológica curiosidade, opiniões ferinas, julgamentos açodados, e risos de mórbida ironia, tudo se faz corriqueiro e normal, episódio banal, triste crônica urbana, espetacularizada pela mídia vampira. Na busca da audiência fácil, estabelecendo uma simbiose macabra, com o espectador desse circo de horrores da desgraça humana.
Gente é transformada em número da estatística policial. Mas, números não são pessoas, número não tem pai nem mãe, filhos, sobrenome, ami…

Cigarras e Formigas

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Dia do trabalho. Finge que muda o Governo, faz de conta que modificou a ideologia... Mas o trabalhador segue pagando a conta, bancando a farra da politicagem nacional. 1º de maio? Ou 1º de abril?

Pensando em escrever sobre o dia do trabalho (1º de maio(, lembrei-me daquela fábula da Cigarra e da Formiga. Ela retrata bem o que vivemos no Brasil. As formigas, são os trabalhadores, que se arrebentam de trabalhar, para receber míseros mínimos salários. Enquanto isso, os tais políticos, incorporam o papel das cigarras. No Congresso Nacional, trabalham(?) Três dias por semana (de terça à quinta), caem na farra das passagens aéreas, verba disso, auxílio daquilo... Legislam muito pouco, e do pouquíssimo que produzem, grande parte, é inutilidade pública ou de interesses estranhos.
E as pobres formiguinhas, sustentando a bandalheira das cigarronas. Mas nas próximas eleições, o formigueiro, pode (e deve) botar a cigarraria para cantar em outro terreiro. Preferencialmente: no Afeganistão, Iraque, F…