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segunda-feira, 29 de junho de 2015

Humor infame de uma realidade não menos



... esse “humor” de péssimo gosto. Mas, nesse demagógico “país da piada pronta”, só escárnio, ironia, sarcasmo, deboche, achincalhe... Talvez assim, a seriedade acorde, nos libertando das... ...Não surpreenderia a criação do bolsa quadrilha, auxílio traficante, minha arma minha vida, programa de aceleração da criminalidade...


Antonio Pereira Apon.


Cofre aberto.


A violência anda tão surreal que, Não seria de duvidar: Um sujeito solta um pum e leva um tiro. O atirador se aproxima do corpo e fala: - Foi só um pum?! Foi mal! Desculpa aí brother!


“Bala perdida” anda tão comum, vitimando tanta gente, que “perdida” parece eufemismo. Está mais para “bala encontrada”.


Se um bandido mata um policial: É um “lamentável incidente, inerente a uma profissão de alto risco”. Se o policial mata o marginal, vira caso de direitos humanos, ministério público, corregedoria... Só falta abrir processo de beatificação do “pobre” delinquente no Vaticano. Mártir da criminalidade!


Se um cidadão trabalhador, pagador da escorcha tributária e cumpridor de suas obrigações, reagir e matar um marginal “de menor”, vira um “monstro assassino”. Se esse criminoso “de menor”, violentar, torturar, matar... Sua vítima. Não vai passar de um “coitado menor infrator”.

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Preste atenção. A resposta pode estar no caminho



... Costumamos distrair o olhar com condicionamentos e preconceitos que embaçam e por vezes enceguecem nossa percepção. Não é raro, perdermos tempo, procurando alhures, algures, nenhures; aquilo que está...


Antonio Pereira Apon.


Amanhecer no Tibet.


Um grande estúdio cinematográfico, resolveu produzir um filme com temática budista, a partir da história daquele mosteiro. O mais velho de seus monges passou preciosas informações para o autor, auxiliou no roteiro e pediu para opinar sobre as locações. Apesar de um heliponto ficar a poucos minutos do templo, sem maiores explicações, o sacerdote solicitou dos produtores, que no dia marcado para tratar do assunto, a equipe desembarcasse num vilarejo montanha abaixo e subisse a pé.


No dia, a equipe contrariada, teve que encarar uma subida de quase quatro horas. Entre queixas e imprecações mil; conjecturavam sobre a “excentricidade”, “maluquice”, “despropósito” daquilo. Um assistente, que vez por outra, chamava a atenção para essa ou aquela paisagem. Era tratado com cada vez maior impaciência e irritação. Quando o grupo chegou ao santuário, o diretor de fotografia foi logo sacando um portfólio com imagens dos Andes peruanos, de savanas africanas, Alpes suíços, Atacama, Sibéria... Locações por ele imaginadas. O monge ouviu as explanações, os argumentos e quando os homens calaram, falou:

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Curiosidades sobre os nomes dos meses do ano



… memorizar mais facilmente a quantidade de dias de cada mês, tem um antigo provérbio português: “Trinta dias tem setembro, abril, junho e novembro, fevereiro vinte e oito tem; se for bissexto mais um lhe deem, e os mais, que sete são, trinta e um todos terão”...


Antonio Pereira Apon.


Imagens diversas. Composição de Antonio Pereira Apon.


A origem real do calendário, que é um sistema de agrupamento e cômputo de dias para atender às necessidades de controle, documentação e contagem cronológica de uma cultura, se perde no tempo entre inúmeras suposições. O que modernamente usamos, deriva de uma “equação” histórica entre deuses, números e imperadores da antiga Roma. Antes da fundação do império, tribos latinas povoavam as colinas de Alba. Eles dividiam o ano em dez períodos denominados conforme suas divindades. Se apropriando e adaptando tal sistema, os romanos. Começavam seu “novo” calendário em Martius (atual março). Posteriormente, Numa Pompílio, segundo rei de Roma, acrescentou mais dois meses. Calendário vem do latim calendarium (livro de registro ou de contas), que por sua vez veio de calendae, que indicava o primeiro dia de cada mês. Era o "dia de pagar as contas". O meio do mês era designado por Idus, enquanto Nonae nomeava o nono dia antes de Idus. Confuso, não?


O imperador Júlio César, foi responsável pela reforma do calendário, onde os meses eram lunares, correspondendo ao período de tempo entre duas lunações, cujo valor aproximado é de 29,5 dias (sistema ainda hoje usado em alguns países muçulmanos). Contudo, as celebrações em homenagem aos deuses seguiam regidas pelas estações. Assim, dez dias por ano eram ignorados. Para consertar essa “anomalia”, a cada três anos, era necessária a inclusão de um décimo terceiro mês, o Intercalaris. Eita bagunça!

terça-feira, 2 de junho de 2015

Oração pela lucidez



... calma construtiva, uma pressa equilibrada. Dai-nos desejos legítimos, legítimas vitórias; um falar edificante, um calar apaziguador. Dai-nos caminhos retos e seguros, um caminhar com retidão e segurança; uma esperança consciente, consciência do que e como esperar. Dai-nos Senhor! ...


Antonio Pereira Apon.


Mãos orando.


Senhor!

Dai-nos um pensar que sinta,

um sentir que pense;

uma realidade que sonhe,

um sonhar que se realize.

Dai-nos uma fé que raciocine,

uma razão que creia;

uma riqueza que não nos empobreça,

uma pobreza que nos enriqueça.

Dai-nos um saber humilde e altruísta,

uma ignorância sequiosa por sempre e mais saber;

uma alegria sóbria,

uma sobriedade bem humorada.