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Mostrando postagens de Novembro, 2015

Cadê o rio que estava aqui?...

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... Natimortos tantos ais. Num país que agua abunda, na falta d’água se afunda, paradoxo desaguar. O sertão que virou mar, intenta revirar sertão. Sobradinho o lago vai secando. E o “Velho Chico” tadinho! Isquêmico vai minguando. Enquanto a transposição do...

Lama humana, desumana destruição, devastadora inconsequência. A autoridade descuida, não cuida senão de si. Financia-se direita e esquerda, ganhe quem ganhe, faz-se menor a perda. A quem importa a ribeira? A foz? A cabeceira? Rio Doce a morrer. Mar barrento, Céu cinzento; só Deus para socorrer.

Questão de exemplo

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... Silencioso discurso de nossas ações, “grafia” daquilo que somos, lição de nossas crenças, herança de outros exemplos. São marcas do nosso caminho, pegadas do nosso caminhar, equação de nossas vivências...

Exemplo, até pode ser: Dito, escrito, ensinado... Mas, exemplo de verdade; Não é intencional nem premeditado, simplesmente acontece! Despercebido, inesperado...

O homem, a lama, o rio e o mar

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... morre o Pai, o filho e depois do Espírito Santo, não vem amém. Chega a foz, vem o mar. Amargo enlamear...

Tiraram o nome do rio, do rio o doce tiraram. Desvale. O vale sem rio doce. Desvalido, desvaído, lameado, poluído. Num tique rompe-se o dique, Químico rejeito em tsunami; destroços do troço humano, rejeitando e andando, devastando todo o lugar. Piracema ainda rima com poema, mas já não dá poesia.

Mediocridade! Eis a maior dor, maior tragédia

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... Tolo dilema de rede social. Mundos avessos, planetas à parte, universo umbilical. Gente diversa, reversa, humanidade condicional. O culposo desastre, o doloso ataque; dor que dói igual! ...

A lama que escorre aqui ou o sangue derramado lá? Mariana ou Paris? Qual a maior dor? A maior tragédia? A nacional? A estrangeira?

Terror. Vontade de homens, negação de Deus e da condição humana

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... Matar em nome de Deus, é a Deus matar; falsear a verdade: Mortes por homens, não por Alá! Fanatismo não é crença, fundamentalismo não é religião; excretam filhos da demência, parem abortos da razão...

Sexta-feira 13, novembro de 2015. Aziaga sina, chacina sem por que. Maníaca peçonha, Medonha obliteração; sanha descerebrada, desumanizada, desalmada aberração.

As portas, as janelas e a vida

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... Os olhos ouvem, os ouvidos enxergam, a língua curte e compartilha: Fulano faz, Beltrana acontece, Sicraninho...

Portas entrefechadas, vidas entreabertas, janelas a espreitar. Quem sabe pouco de si; dos outros, sabe demais.

Sobreviver. Pena de vida

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... ruminamos o tempo que persiste em restar. O passado sequestra a memória; invade acordando saudades, requentadas lembranças; exumados sonhos perdidos...

Nossas escolhas, são nossas sentenças; arbítrio incerto de nossas certezas. Destino mal rascunhado, indefensável libelo. Apenados;

"Quadrilha" - Antonio Pereira Apon

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... Uns estão bem, alguns aguardam o teste de HIV ou DNA, uma casou com um não citado alguém, outra foi ser "testemunha de Jeová" e eu continuo a preferir os versos do saudoso poeta...
Antonio Pereira Apon.

Nesses tempos, onde o amor anda em desuso, as paixões andam tão voláteis como as de um "reality show" E o namoro virou coisa do passado. Certamente, a "quadrilha" de Carlos Drumond de Andrade seria algo mais ou menos assim:
Marcos ficou com Priscila, Que ficou com Paulo, Que ficou com Tarsila, Que ficou com Thiago, Que ficou com Saulo, Que ficou com Tereza, Que ficou com Amélia, Que ficou com Geraldo, Que ficou com Sabrina, Que ficou com Ricardo.
Ricardo era um cara pintoso, um típico pegador! Pegou meio mundo...
Mas morreu só em um quarto imundoQuando a AIDS o levou.
Os outros???