Postagens

Mostrando postagens de Fevereiro, 2016

Expectativa. Quem espera, nem sempre alcança

Imagem
... Tudo é o que é, todos são o que são e serão como quiserem, puderem ou tiverem que ser. Decepção, desengano, desilusão são efeitos colaterais...
Antonio Pereira Apon.

Não se deve contemplar a vida como mero espectador nem portar-se como contumaz expectador. Um assiste a tudo passivamente, enquanto o outro espera em demasia. O primeiro segue a reboque dos acontecimentos, sobrevivendo conforme os humores do azar e da sorte; o segundo, vive a ruminar a ansiedade e frustração do seu tanto expectar.

Nas redes sociais ou na rua?

Imagem
... No Facebook você grita, no Whatsapp brada e xinga, esbraveja no Twitter, escracha no Instagran, desanca no Pinterest, ofende no...

Nas redes sociais você “tudo pode”. É forte! Bate, julga, condena, pinta, borda, chuleia...

O sonho e o tempo

Imagem
... natimortas existências, sem tempo pros sonhos, sem sonhos pro tempo. Onírico vazio...
Antonio Pereira Apon.

Quando não ousamos realizar, sonhar a realidade, idealizar... As possibilidades morrem sem nascer. Esvaem-se como o tempo perdido, a ciranda insana dos ponteiros do relógio, que caminham para lugar algum. Vagam por entre as horas,

Fim de festa. E agora?!

Imagem
... desviou da blitz para escapar do bafômetro, da multa, dos pontos na carteira... Alinhavou o destino, ziguezagueou na avenida...

Nada resta, sobram sombras; assombram, ensombram... A música calou, acabou a comida, a bebida acabou. Sua possível “Cinderela”; se foi, não deixou o “sapatinho de cristal”... Você “tomou todas”!E após tantas “saideiras”;

Mosquito que mata, maltrata... Não pode viver (Com mp3)

Imagem
... no lixo jogado ao léu, a “mosquita” curte o descaso. Agua parada; berçário da assassina, seja limpa ou mesmo suja...
Mosquito que mata maltrata, não pode viver (mp3)
Antonio Pereira Apon.

Essa bandida pica, dá dengue, dá Zica; CHIKUNGUNYA também.
Dá em microcefalia, coceira e hemorragia, pode a qualquer um matar.
Agua acumulada, na mansão ou no casebre; Eita mortal cilada! Pode matar de febre.

Brasil folião. Feliz ano novo!

Imagem
... essa farsa malsã. Impostos e mais impostos, Bobos-da-corte a custear a torpe fantasia; tributos para o bloco do nada, “contribuição” para o cordão de coisa alguma. Nefastos bailes nos palácios da ilusão, discursos vãs de vãos bufões. Cada vez mais caro: O impagável pão, o intragável circo...

Finda em cinzas a folia; acordar da realidade, recesso do ócio, ocaso da foliã fantasia. Findo o carnavalesco delay; tardio, o tempo desperta para o ano que já foi novo, e o país do faz de conta, finge deixar os braços de Morfeu.

Os pés do pavão. Ilusão tipo ostentação

Imagem
... quando devidamente apresentadas à realidade, partem para o desargumento da agressão e do preconceito, tentando desqualificar quem não se faz devoto de sua ilusão...Antonio Pereira Apon.

Em: “O CORVO E O PAVÃO”. Magnífico conto de Monteiro Lobato, que se diz tratar de releitura de uma fábula de Esopo, convida-nos a refletir. Vejamos:
O pavão, de roda aberta em forma de leque, dizia com desprezo para o corvo:
“Repare como sou belo! Que cauda, hein? Que cores, que maravilhosa plumagem! Sou das aves a mais formosa, a mais perfeita, não?”
“Não há dúvida de que você é um belo bicho”, disse o corvo. “Mas, perfeito? Alto lá!”
“Quem quer criticar-me! Um bicho preto, capenga, desengraçado e, além disso, ave de mau agouro... Que falha você vê em mim, ó tição de penas?”
O corvo respondeu:
“Noto que para abater o orgulho dos pavões a natureza lhe deu um par de patas que, faça-me o favor, envergonharia até a um pobre diabo como eu...”
O pavão, que nunca tinha reparado nos próprios pés, abaixou-se e co…

A noite e os “invisíveis”

Imagem
... vidas rotas, rotas tortas, usuários e afins. Um cadáver na esquina, noutras outros cumprindo...

Fim de tarde... Adormecer da lida, adormecida a vida, Bate o ponto, quem tem ponto pra bater, Vai pra algum lugar quem tem um ir nalgum lugar. Quem não tem? Vai ficando por aí; no caminho desses descaminhos, nas sombras que vestem a paisagem, na realidade que despe a cidade.