A arte da vida. Apon HP


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quarta-feira, 30 de março de 2016

A moda é démodé



... bom gosto, equilíbrio, harmonia, praticidade, personalidade... Isso nunca sai de moda. O resto...


Manequim.


    Moda de verdade, é o que nos faz sentir bem. O Resto é artifício para vender. A invencionice das "tendências", a indução subliminar das novelas, a volatilidade novidadeira... O que hoje é chique, amanhã já é brega, o que agora é top, daqui a pouco está em baixa. É a obsolescência programada dos estilos, penteados, acessórios, roupas, calçados, costumes... A moda é volúvel, descartável e futilmente fugaz.


terça-feira, 15 de março de 2016

Ode a uma pobre gente



... Não tem samba nem poesia, quando muito, a desvalia da musiqueta mais vulgar. Áfricas daqui, guetos penitentes, invisíveis indigentes, “democracia” étnico-social...


Fila de pessoas pobres.


Descaso a céu aberto,

desdém correndo infecto

cotidiano esgotar da vida.


Quem tem por teto o firmamento,

tem no desabrigo a sina

e na rotina um só lamento.


Panelas cheias de vazio

e o destino vadio,

“surfando” na enchente.


Violência e vício ali espreitam,

Viela estreita do existir.

Tribunais do tráfico,

rotina do trágico,

teimoso persistir.

quarta-feira, 9 de março de 2016

O golpe do “golpe”



... responder falando demais, para dizer cada vez menos. É intentar dividir o país entre: “nós e eles”. Somos todos brasileiros! Golpe é querer pautar a imprensa, determinar o que é e o que não é notícia...


Bandeira brasileira tremulando.


Golpe não é questionar o governo. É consentir com o desgoverno.

Golpe, é achar que pode delinquir, porque outros antes delinquiram. Evocar para si a impunidade.

É a realidade que desmente a publicidade, nega a propaganda, diverge do marketing.

É empunhar outra bandeira que não a do Brasil, vestir outra camisa que não a da cidadania.

Golpe não é a manifestação democrática ordeira e pacífica. É ameaçar manifestantes com “exércitos” de vendidos e outros úteis iludidos.

segunda-feira, 7 de março de 2016

Manipulação seletiva, cidadania programada



... vai-se alardeando as superlativas virtudes e minimizando as “pequeninas” mazelas de quem está no poder, materializando o que dizia Jean-Paul Sartre: “O inferno são os outros”. Crise? A culpa é da Rede Globo, da oposição, dos EUA, dos “tucodemos”, da “elite golpista”...


Urna, fim da votação.


Que a política brasileira é uma pocilga, para dizer o mínimo, não é nenhuma novidade. Que o PT e em especial, o Lula, não inventaram e não são os únicos envolvidos em toda essa bandalheira, isso também é notório. A existência de uma elite racista e preconceituosa é inegável e a força da imprensa, idem.


É certo que temos que combater o mal feito, a corrupção em todas as facções políticas, em todos os tempos. E o ideal, é que isso se faça sem se “eleger” um “Judas” nem escolher uma “Geni” para jogar pedra. Urge limpar a “engrenagem suja” que retroalimenta o engenho da roubalheira e todo tipo de improbidade, ilegalidade e imoralidade desde a “carta de Caminha” até aqui.


Isso posto, vamos à análise do que acontece no Brasil atual, de forma eminentemente racional, pragmática e sem apaixonamentos.

sábado, 5 de março de 2016

Bom dia! Sorria!



... Sorriso do gato de Alice, de Dali, da pintura de Da Vinci. O sorriso que der, o que vier; um sorriso qualquer, mesmo um qualquer sorriso...


Mona Lisa - Leonardo da Vinci.


Pinta um sorriso no rosto,

acorda esse seu viver.

Toca a força da luta,

Para vencer a labuta

e o sorrir florescer.

Coragem e boa vontade,

acordam plural alegria,

poesia para amanhecer.

A tela de cada face,

bela,

singular interface,

terça-feira, 1 de março de 2016

Os amigos do político “honesto”



... foi parar no inferno. Lá chegando, se assenhoreou da situação, costurou alguns conchavos, coligou, pactuou... E foi ter com o chefe político da região...


Dinheiro espalhado.


Ele se gabava da sua "honestidade", não havia ninguém mais "honesto" do que ele. O cara era lavado e enxaguado na “agua dura” da probidade, da moral e da mais ilibada ética na politicagem. Uma canonização lhe cairia muito bem.


A "honestidade" era tanta, que após anos de atividades políticas, o sujeito não tinha nada de seu, vivia sob o patrocínio dos mais altruístas dos amigos:


Morava onde sempre morou; fins de semana e férias, no sítio de amigos; apartamento luxuoso no litoral, dos amigos; reformas, amigos; viagem de jatinho, amigos; instituto, amigos; até a amante, era do amigo, corno, mas, amigo!