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Mostrando postagens de Junho, 2016

Triste fábula sobre a Violência

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... a Cidadania, resolveu custear um tratamento de regeneração da facínora. Contratou a Política para cuidar do assunto. Mas a mandatária, que mantinha um “affair” com a Corrupção, embolsou o dinheiro e só fez de conta...

O Descaso teve um caso com a Omissão e desse “acaso” nasceu a Violência. Abandonada pelos pais, a “órfã” ficou aos cuidados da titia Impunidade que a encheu de mimos e relevou todas as suas “travessuras”. Crescida, a adolescente problema, terminou sob a tutela de uma parente distante, a Justiça. Essa, cheia de permissividades e senões, não dando conta de tanta rebeldia, optou por “lavar as mãos”. Sobre si, a jovem delinquente, aprimorou e deu vazão aos seus instintos criminosos...

Cansada de sofrer,

O que ficou do que foi

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... E o tempo, que nos viu meninos. Segue lépido e traquino, brincando de não se esquecer.

Faltam palavras, para dizer dos dias idos, nossos anos coloridos, onde a juventude fez sonhar. Hoje, pela porta entreaberta, a lembrança vai e flerta, com o que se foi, para em nós poder ficar.

Tempo. Onde está o futuro

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... parto de partir ou parir, porto de ir e vir. No findar da guerra, no cuidar da Terra, no se fazer melhor. No pós-socialismo caduco, após o capitalismo maluco, eunuco...

No transpor à porta, no pulsar da aorta; no instante seguinte, momento que se pinte, ”natureza morta”. No tac do próximo tic. Bip, bit, byte... No cheirinho de café. Esperança, espera e fé. No conseguinte nascer ou morrer, no que se há de fazer;

Boato. Curtir, compartilhar, seguir ou deletar?

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... Sou figurinha fácil no Whatsapp, Facebook, Google+... Não tem um dia que eu não arranje um “toque de recolher” em uma comunidade qualquer. Vivo entre os “trending topics”, viralizo nos maiores memes, derrubo reputações, fabrico celebridades...

Madrugada adentro e Uberlândio, zapeando pelas redes sociais. Ia do smartphone para o tablet, do tablet para o computador... De repente: De uma de suas telas, salta um rosto sinistro meio punk, meio gótico... Espécie de holograma surreal, 3D ultra HD e outras paradas tecnofágicas.
- Quem, o que é você? ...
- Não me reconhece?! Eu sou o Boato!
- Se sois boato, então não existes!