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sexta-feira, 24 de março de 2017

Moinho da vida, mó do tempo





Engenho que roda, destino que rola, tempo e vida a passar. Moenda de...


Antonio Pereira Apon.



Moinho ao sol, pintura de Piet Mondrian.


Vida,

moinho que gira.

Tempo,

a sua mó.

Estilhaça e mói,

desgasta, dói,

tritura,

corrói,

converte, reverte;

mistura, refina,

amassa, afina,

processa, transforma,

deforma pra reformar.

Engenho que roda,

destino que rola,

tempo e vida a passar.

Moenda de gente,

ciranda incremente

nós grãos transmutar.


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4 comentários:

  1. Oi Antonio!
    Bela poesia! Comparando o girar do tempo e seus feitos!
    E lá vamos nós,...rodando a vida!
    Beijo carinhoso!

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    Respostas
    1. E vamos girando, rodando entre os ciclos e reciclos da grande arte do viver.

      Um abraço e um bom fim de semana.

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  2. Olá, António!

    Espero que essa virose, que atacou você já tenha sumido, de vez. As tuas melhoras, bem rápidas e consolidadas.

    A vida é mesmo isso que tu descreveste, tão poética e realisticamente bem no teu post.
    A metáfora que você estabeleceu entre a vida e o moinho está um luxo e os verbos encontrados estão perfeitos.

    A pintura está muito linda e casa muito bem com seu magnífico escrito.

    Abracinho, menino!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. No giro dessa grande mó do existir, vamos transformando e sendo transformados. Pouco a pouco, vamos nos depurando, melhorando... Quanto à famigerada virose, estou quase bom, só essa tossezinha chata que teima em se demorar. Obrigado.

      Um abraço e um bom fim de semana.

      Excluir

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Antonio Pereira Apon.