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Mostrando postagens de Maio, 2017

Cuidado com o "detalhe"

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Parecer e ser desimportante. Um "detalhe" pode fazer a mais absoluta diferença. Pense nisso!
Antonio Pereira Apon.

Aquele milionário tinha verdadeiro pavor da morte, supersticioso, impressionável e já superlativamente impressionado com um recorrente sonho, no qual se via caído em meio a uma poça de sangue. Resolveu consultar uma renomada vidente, famosa pelos acertos na maioria de suas predições. Sem ser informada dos sombrios pesadelos dele, a moça segurou as mãos do ricaço, se concentrou e confirmando os temores do sujeito, profetizou:
- O senhor corre um sério risco de vida, não consigo saber se um atentado, um assalto… Vejo-o gravemente ferido, caído numa poça de sangue…
- Essa imagem tem atormentado meu sono a dias! O que posso fazer? Como evitar isso? Eu não quero morrer! …
- O senhor precisa atentar para sua segurança e a de quem está ao seu redor. Cuide dos detalhes, preste atenção nas mínimas coisas, assim poderás driblar esse infortúnio…
Apavoradamente paranoico, trocou …

Com a palavra, a palavra!

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... Bala de matar e de adoçar, pena de cumprir e de coçar, concerto de ouvir, conserto de consertar. Vela do veleiro e do velório, casa de morar e de casório. Cedo de tempo e de ceder, manga pra vestir e pra comer. Acento de acentuar, assento de sentar, paço de lugar, passo de andar, forjar do ferreiro e de enganar...
Antonio Pereira Apon.

A palavra tudo pode:
Diz e desdiz, liberta e prende; ensina e aprende, professora e aprendiz.
Cura e faz viver, elogia e ofende; apaga e acende, vivifica e faz morrer.
Explica e complica, alivia e faz doer; facilita, implica, fragilidade e poder.
Veneno e remédio, saber e ignorância; euforia e tédio, velhice e infância.
Ponte e muralha, caminho, descaminho; paz e batalha, desabrigo e aninho.
Sagrada e profana, erótica e casta; safada, puritana, fartura e falta.
Tirana e democrática, compassiva e cruel; poética, patética, confiável e infiel.
Respeitosa e irreverente, recatada e pecadora; responsável e inconsequente, edificante, devastadora.
Douta e leiga, erudi…

Quando (Com mp3)

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... Jamais esqueça que o amor existe e que existe uma pessoa nesse imenso universo a quem a vida ensinou...
Quando (mp3).
Antonio Pereira Apon.

Quando te fizerem chorar,lembra de alguémque sempre buscou te fazer sorrir.Quando te sentires fraca,não esqueça de quemlhe mostrouo caminho da sua força interior.Quando o medo te visitar,lembra de quemsemprese fez coragem para te dar coragem.

O pacote de jujubas

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… ninguém está aqui por acaso, cada um de nós tem a sua importância, o seu momento de fazer a diferença. Não dê ouvidos às ofensas, não se permita desestimular. Muitas vezes, por ignorância, maldade, inveja, medo... Algumas pessoas sentem-se incomodadas com o desconhecido...
Antonio Pereira Apon.

Tudo começou, quando um pacote de jujubas, foi colocado dentro de uma caixa de primeiros socorros: O álcool absoluto fez um discurso hostil e inflamado contra aquela presença insólita. Indignado, o termômetro elevava a temperatura enquanto o esparadrapo e a gaze aderiam aos impropérios cortantes da tesoura. O anticéptico cobrava a pureza dos elementos daquela caixa, que não poderiam estar misturados com "aquela coisa" doce e açucarada. Já os comprimidos, reclamavam do espalhafato daquelas "bolotas coloridas," fazendo coro com as críticas arrotadas pelo sal de frutas.

Você e o tempo (com mp3)

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... a lua veio, só não veio você; apareceu a saudade, o silêncio apareceu, só não apareceu...
Você e o tempo (mp3)
Antonio Pereira Apon.

Debruçadona janela do tempoesperei por você.Passaram os minutos,as horas passaram,passou o dia,só você não passou;passou a manhã,a tarde passou,chegou a noite,só você não chegou;se foi o sol,o calor do dia se foi,

A pedra. Para o distraído nela não mais tropeçar (Com mp3)

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Nem Renato Russo, Chaplin, Fernando Pessoa e muito menos os plagiadores. Essa “pedra” é de Antonio Pereira (Apon). O resto é plágio. Confusão? “Achado não é roubado”? “Domínio público”? A lei mostra a diferença.
A pedra (mp3)
Antonio Pereira Apon.

Esse meu poema: A pedra (1999). Circulava como de autor desconhecido ou com o nome de plagiadores. Agora aparece como de Chaplin, Renato Russo, Fernando Pessoa, sem citar a autoria...O real autor é Antonio Pereira (Apon). Todos os esclarecimentos em:http://www.aponarte.com.br/2007/08/pedra.html Ou no "Recanto das letras".
Na internet, há quem queira (convenientemente) confundir o velho ditado: “Achado não é roubado” com “domínio público”. Outro dia, ao questionar a postagem de uma das formas plagiadas do meu poema (A pedra) no Facebook, recebi como resposta o (no mínimo) equivocado desargumento:
" O poema postado circula há muitos e muitos anos na internet, da forma como citou, ou seja, com várias denominações de autoria. Infelizme…

Meu partido é o Brasil. E o seu?

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... Os reais inimigos de nossa sociedade, seguiam debochando, tripudiando de nós “otários” em suas “tenebrosas transações”. Unidos por seus interesses escusos, se divertiram a não mais poder com a desunião do povo tomado pelo despartido da esquerda mentirosa ou da direita farsante...
Antonio Pereira Apon.

Já passou, e muito, da hora do cidadão brasileiro acordar, levantar do “berço esplêndido”, para de ruminar a velha, rançosa ração de ilusões fornecida por nossos politiqueiros das mais diversas tendências. Enquanto brasileiros se digladiavam, travestidos de patéticos, tão insanos “coxinhas”, “mortadelas” ou qualquer maluquice equivalente.

Velas

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Vela, velas, vê lá! ...
Antonio Pereira Apon.

Vela de levar, vela de velar; vela para navegar, vela para não vagar. Vela que queima, vela que teima; vela que um sopro apaga, vela que o sopro afaga; vela de parafina, tão finda… Vela de poliéster tentando infindar.

As flores e as pedras

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... flores se reproduzem e renovam-se no dinâmico ciclo da vida, as pedras tardam estacionadas. O bem, como as flores, deve se espargir e multiplicar, contagiando a todos...Antonio Pereira Apon.

Um monge reunindo seus discípulos num terreno inculto, localizado nos fundos do mosteiro, disse-lhes:
- É pouco útil cultivar a iluminação interior e confinar essa luz, enquanto tantos caminham em meio às trevas da ignorância. Estou partindo hoje, para uma peregrinação de um ano. Durante minha ausência, vocês terão a incumbência de transformar esse espaço num jardim. Mas não será um jardim qualquer, feito de forma convencional. Vocês irão sair todos os dias bem cedo, andar pela cidade e suas cercanias, procurando pessoas que precisem de ajuda. Ao entardecer, retornando para aqui, plantem uma muda de flor para cada ensinamento dado... Para cada dor aliviada, cada desespero abrandado... Para cada vez que der vontade de desistir, para cada desilusão, insucesso ou incompreensão, coloquem uma pedra, …

Solidão (Com mp3)

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... o afeto perdido, o sonho esquecido, o que resta do que não restou; versa triste a triste...
Solidão (mp3)
Antonio Pereira Apon.

Ausência tão presente,coração indigente,vazioque à alma vem encher.Silênciona mudez da noite.calada, a emoçãocontempla o silente firmamento;crepúsculo do sentir,tempo que passousem levar o que deixou de passar.Confinado, o amorJá não quer nem querer,solitário menestreljá não versa o afeto perdido,

O medo

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... Se o amor temesse o ódio? ... Se a vida temesse a morte? ... Se a sorte temesse o azar? ... Se o riso temesse a lágrima? ... Se a coragem temesse o medo? ...
Antonio Pereira Apon.

O único medo saudável,
é o medo do medo
pois ele nos dá coragem.
Quem vive com medo de sofrer,
sofre por medo de viver.
Viver é correr riscos...
Cautela é preciso,
medo jamais:
o medo paralisa,
a cautela escuda;
o medo é cadeia,
a cautela armadura.
Sejamos como o sol
que sem temer romper as trevas
recria um novo dia,
como a semente
que sem temer a cova escura
floresce e frutifica,
como a chuva
que não teme se precipitar do céu
para fertilizar a terra.
Medo? ...

Viva a sua vida. A abelha, a borboleta e a inveja

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... pessoas contaminadas pela inveja abdicam de tudo o que são e podem ser, estagnam desejando o que não podem ter. Portanto, admire mas nunca...
Antonio Pereira Apon.

Uma abelha passou todo o dia trabalhando. Voando de lá para cá, percebeu uma borboleta que ficara todo o tempo ali, pousada sobre uma pedra:
- Está com algum problema formosa butterfly?
- Estava contemplando o magnífico voo daquela águia. Eu queria ser como ela, imponente soberana dos ares... Mas não passo de uma mísera borboletinha.

Um texto para degustar

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Um texto pra chamar de meu, de seu, de nosso. Que imortalize seu autor e glorifique a arte da escrita. Um texto além da conta! Desses que grudam a não esquecer, que viciam positivamente, que legendam momentos e perpetuam memórias...
Antonio Pereira Apon.

Procura-se um texto! Seja em prosa ou verso, que não seja mero amontoado de palavras e frases, mas de uma textualidade singular, clara, envolvente… Um texto sem contaminações ideológicas, teológicas… Pura e simples arte da escrita, sem intenções ocultas, sem contexto a adivinhar, textualmente competente e convincente concepção.
Quero um texto que se baste, inteligível e sensível, que vá além do óbvio, sem firulas e artifícios; que diga o que precisa dizer, sem senões nem porquês. Que reverencie a gramática sem perder a espontaneidade, a criatividade… Respeitoso e irreverente, convencional e inovador… Acima de tudo. Um texto!

Acróstico da maternidade

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Um poema dedicado ao maternal surgir da vida, à mulher no dia comemorativo a todo dia das mães. O poema do viver inspirado por Deus.
Antonio Pereira Apon.

Mãe, mother, mater; amor que gesta, ternura que a vida empresta, em outra vida gerar; reluzente, reluz gente, natural dar de si, iluminado se dar; de Deus é mensageira, artífice do viver, dedicada, delicada, esplendorosa mulher.

Acróstico do dia das Mães

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Um poema, uma mensagem, homenagem à minha, à sua, a todas as Mães.
Antonio Pereira Apon.

Sereno poema humano, encanto maternal, gera, floresce, frutifica; ungido amor, natural, divinal, onipresente doação.

Redes sociais. Seguir, curtir, compartilhar

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... Quero ver é você viralizar esse poema, tornar meme, popular; passar adiante sem dilema, seguir, curtir, compartilhar. No Book do seu Face, Whatsapp, Twitter, Instagran, Pinterest… Sem retoque ou sem disfarce, só algo que conte e preste. Não às...
Antonio Pereira Apon.

Ansiedade, grande a tentação, o dedo coça, clica ou toca sem noção.
A tudo curte, compartilha, de recado de quadrilha, a corrente sem razão.
Que importa a verdade? A real realidade? Popularidade e a grande sacação.
Disfarçadas farsas, politicagens, pirraças, reles, inútil e vão.
Futilidade explícita, alienação implícita, desvalores, inversão.
O “politicamente correto”, o errado e o incerto, excessiva desocupação.
Tanto ódio e preconceito, exaltação ao mal feito, mentes em conturbação.
“Apropriação cultural”, plágio e tanto mal, medíocre distorção.
O bolso a celebrar, aos dados móveis o respeito; Wi-Fi e cerebrar, não é a todos direito.

Troca (Com mp3)

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... ilusão de matar a fome do seu vazio. Destroem-se, morrem de overdose, trocam "sua droga de vida"...
Troca (mp3)
Antonio Pereira Apon.

Tem genteque acha a vida uma drogae se drogapara fugirde sua droga de vidacheia de covardiae tolos complexos.Não se aceitam!Mas aceitamo hálito Mefisto do vício.Como ratossorvem veneno

Tempo sem pressa, sem preço

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... gozar da vida a flor, da lida o fruto; florescer e frutificar do tempo, tempo vento que nos sopra, sopro que somos do Criador. tempo que pulsa no ritmo do peito, fluido, fluxo…
Antonio Pereira Apon.

Ter tempo para ter tempo, afora, fora dessa ciranda louca dessa dita, desdita modernidade; moderna idade requentada, amanhecida... Soprar a vela que nos leva para lá, pano que um dia já foi flor, hoje vela sopra o tempo, vento para algum lugar; não ao soprar da vela que nos velará, parafina, fina apara do não ficar. Tempo sem pressa e sem preço: Para apreciar momentos, degustar as horas, saborear os dias, provar o melhor das estações. Curtir o mar, alvoradas e crepúsculos, antes de crepuscular. Trabalhar para viver e não viver para trabalhar, aposentar com vida a gozar;

Deserto (Com mp3)

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... dor que passa, é lição que fica, dor que fica é tortura que não vai; tortura é dor que se abraça, lição é dor que se dá asas e manda voar...
Deserto.mp3
Antonio Pereira Apon.

A vida marca a alma
como o sol inclemente
rachando a terra seca,
mas basta água
para a vida florescer
desfazendo a aridez.
Assim é com o coração
que marcado pela dor
não perde a sede de sonhar,
cicatrizar suas feridas,
desfazer o caos,
colando os retalhos do viver.
Deixa que  a chuva molhe a terra,
como o orvalho beija a flor
sem negar refrigério ao espinho;

Rotinas

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... disso, poucos sabem, quase ninguém viu. Rotina imposta, perdem a proposta de um viver melhor, sem tanta pressa e tanto preço, mais apreço por si, redescobrir o endereço do seu eu. Rotinas paralelas, tão perpendiculares...
Antonio Pereira Apon.

Antemanhã no prelúdio do dia, prenunciando a alegria de pássaros a cantar; alvorada, murmúrio de mar na cadência das ondas e a poesia de um novo dia que ensaia raiar. Rotina proposta de possibilidades repleta, arte da vida para o melhor despertar.
Mas…

Essas mães maravilhosas e sua fantástica capacidade de amar

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... Pai até pode ser o tal "desconhecido", mas mãe é outra... ... transcendente, atemporal, imponderável... É amor em tempo integral...
Antonio Pereira Apon.

As mães são realmente seres especiais. Emprestam seu existir para que nova vida possa florescer. Assumem todos os riscos e arriscam a dor, para dar luz a um sorriso de criança. Fazem-se o alimento ao amamentar, abraço sempre pronto a acolher, ouvidos que não enfadam em ouvir, ombros que não desistem de amparar...

Ser feliz é simples. Não complique!

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... Quem se embriaga de invernos, desaprende a saborear verões; quem cultiva outonos, não pode querer colher primaveras. Ser...
Antonio Pereira Apon.

A felicidade é bem mais simples do que nos consente imaginar esse atávico pendor humano pela complicação, esse quase fetiche pela complexidade. Até Deus entra nas intrincadas idiossincrasias humanas. Dizemos que ele nos fez à sua imagem e semelhança, quando na verdade, vivemos a inventar (e reinventar) uma divindade à nossa própria imagem e semelhança: Colérico, totalitário, preconceituoso, vaidoso, egocêntrico...

Perfume de Mãe

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Um aroma de vida, perfumando o existir com a floral fragrância do maternal amor. Bálsamo Divino feito mulher, mãe.
Antonio Pereira Apon.

Mãe é todo apreço,Amor sem preçoque faz a vida florir.Luzir de um sorriso,Quintessência do sentir