A arte da vida. Apon HP


Obrigado por sua visita. Boa leitura!


Clicando na imagem, você lê uma postagem sorteada pelo sistema.



Pensata. Apon HP - Pense nisso...>

domingo, 20 de agosto de 2017

A adivinha, “o caboclo” e o político



... não prestava para prestar concurso, fazer prova… Contudo, logo se acoitou num desses sindicatos pelegos e fez carreira política. Hoje está rico, muito bem de vida. E como todo bom politiqueiro em Brasília, segue, politicando e andando...


Antonio Pereira Apon.


A adivinha, pintura de Caravaggio.



O sujeito resolveu apelar para o além, queria que o sobrenatural resolvesse sua vida. Procurou uma dessas “adivinhas” que prestam “servicinhos espirituais”:

- Madame Octa, eu sou burro de pai, mãe e avós também, não sei fazer nada, até consigo emprego, mas, logo apronto alguma jeguice e sou demitido. Agora resolvi prestar concurso público. Preciso de “estabilidade”, um lugarzinho para me encostar e aguardar a aposentadoria chegar... A prova já é no próximo domingo, de tarde.


- Então o senhor quer ser servidor público?


- Não. Não é para tanto. Servidor tem que trabalhar, servir. Eu quero ser é um “servido público”! Sabe como é né? Inteligência eu não tenho, mas, esperteza…


- Sei…


A mulher deu uns tremeliques, umas resfolegadas; sacolejou daqui, remexeu dali e falou:


- Conectei! Conectei com o Caboclo Banda Larga, ele vai te ajudar meu filho. Você só vai precisar fazer uma recarga de R$ 50,00 em cada um dos dois números de celular que vou te dar. É para colaborar com nossa corrente fraterna de assistência interdimensional…


- Só isso?

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Frustração



... a impermanência do sucesso, a efêmera fama, o revês a espreita, a via estreita a se trilhar. Quem não muda nem recicla muito implica e pouco aplica ao descomplicar; quem só finge, quem por tudo se aflige, quem leva a vida a lamentar...


Antonio Pereira Apon.


Nighthawks - Aves da Noite, pintura de Edward Hopper.


Quem se eleva ou muito se rebaixa,

subestima ou superestima,

quem passa da conta,

quem nem conta faz!

Avarentos e perdulários,

prepotentes e subservientes;

Os que se apressam,

os que se deixam apreçar.

Gente que nem começa e já desiste,

que inexiste;

os dados ao vício,

os chegados ao ócio,

alguns tantos a se acomodar.

Uns que correm em demasia,

aqueles que rastejam,

Há os que pouco almejam

e restam a invejar.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Folclore brasileiro em acróstico



22 de agosto, dia do folclore. Comemorado no Brasil a partir de 1965. Derivada do inglês: Folk-lore =saber popular. Resume-se como o conjunto de costumes e tradições de um povo.
Antonio Pereira Apon.

Pelourinho.


Festa, mito, rito, tradição,

onipresente saber popular,

legada condição,

cantar, contar, tocar, dançar;

libelo cultural,

ode às raízes da gente

reminiscência imortal,

embolada, baião, repente...

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Deixe para “morrer” quando chegar a hora



... Sucumbem aos desafios da vida, por não acreditarem em si e duvidarem de Deus. Egocêntricos e egoístas, não hesitam em superlativar o sofrimento seu e de quem lhes quer bem. Sem o menor pudor, parasitam as energias e esforços de quem lhes estende a mão...


Antonio Pereira Apon.


Raio de luz na caverna escura.


Quem foi que disse, que não se morre antes da hora? Certamente, você já deve ter conhecido algum "Zumbi", algum "morto-vivo". Gente que teve uma decepção amorosa, um revés financeiro, sofreu uma traição ou passou por qualquer outra adversidade. E assim, resolveu entregar-se ao despropósito de "desistir de viver": Afogar-se no álcool ou outras drogas, mergulhar na depressão, comprazer-se na autocomiseração, refugiar-se em seitas exóticas, enclaustrar-se na loucura, jogar-se na sarjeta...


Tais criaturas desperdiçam a dádiva breve da vida, esse sopro de tempo, zéfiro fugaz, que quando percebemos, já se foi, carregando consigo, possibilidades sem conta. Miopia de almas, que com o olhar atido na dor, apercebem a amplidão ao seu derredor. Triste imaturidade do ser, que insulado em si mesmo, sente-se vítima do destino quando ruem seus castelos de areia.

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Vai a vida, vida vem



... Cabeças ao infinito, pés calçados no chão. Anda, corre a vida; sofrida, sorrida; vívida, vivida! A lida da palma não lida, indecifrável vida, enigmático viver...


Antonio Pereira Apon.


A dança, pintura de Henri Matisse.


Inspirada por sonhos,

doces lembranças;

menos esperar,

mais esperança.

Vai a vida…

No trem do tempo,

no soprar do vento.

Intento,

traçada na linha;

rabiscada,

da riscada mão.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Hoje é um bom dia...



O hoje existe, é real. O amanhã, um se, talvez, quem sabe? ... Por isso, hoje é sempre um bom dia para...


Antonio Pereira Apon.


Um amanhecer.


Hoje é um bom dia:

Para falar com aquele amigo que você não vê a tanto tempo,

ler aquele livro...

ver aquele filme...

Escrever poesia,

falar de amor,

sorrir aquele sorriso menos contido,

abraçar aquele abraço mais apertado,

dar aquele passeio,

vestir a "domingueira"...

domingo, 6 de agosto de 2017

Pai. Sem ser super, ser “Herói”



... tem que ser um pouco de tudo e algo mais: professor, psicólogo, médico, juiz, amigo… Ser duro quando preciso, “sem jamais perder a ternura”, como...


Antonio Pereira Apon.



Menina dormindo com um gato, pintura de Renoir.


Pai, tem que ser palhaço, para fazer rir, mesmo quando tem vontade de chorar; ser mágico, para realizar o inimaginável; arrumar coragem para desmentir o medo, ter as respostas que não tem. Improvisar como Magaiver / MacGyver, ter a força do super-homem, a inventividade do Batman, a astúcia de James Bond, a sagacidade de Sherlock Holmes, a coragem do capitão James T. Kirk, a lógica do Spock; ser Rambo, Zorro, Thor, Homem de ferro, “Duro de matar” numa “missão impossível”… Sem efeitos especiais, sem dublê nem computação gráfica. Ser super sem o ser, ser o “herói” do dia a dia, resolvedor do cotidiano...

Heroi (Dia dos Pais)



... não está no gibi, nem na telinha da TV. Tem o superpoder de não Ter superpoderes... ...seu "cinto de utilidades" tem que Ter todas as soluções, tem que saber tudo; mesmo quando não sabe nada... Segundo domingo de agosto, dia dos Pais.


Antonio Pereira Apon.



Símbolo do Super-Homem.


Camufla a emoção,

como quem esconde um pecado mortal;

sufoca o sentir,

pois "pega mal" um homem sentimental.

Herói anônimo e solitário;

sábado, 5 de agosto de 2017

Ser pai (Feliz dia dos pais!)



... Pai não deserta nem desiste, Pai insiste! É a resposta, quando respostas faltam, é a coragem, quando o medo persiste, é a força, quando a fraqueza tenta se...


Antonio Pereira Apon.



Paisagem com homem lendo jornal. Composição de Antonio Pereira Apon.


Pai é exemplo,

que torna o filho gente,

é a versão masculina do amor.

É uma opção consciente,

uma adesão consequente,

um compromisso sem fim.

É do filho o espelho,

da vida o parceiro,

na concepção de um existir.

Deus, pai e mãe,

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Livros de Antonio Pereira Apon. Boa leitura para todas as idades

Capa da segunda edição de : Essência.

>

Esse livro propõe uma incursão na alma humana, garimpando sentimentos e emoções, revelando-os em versos que retratam o homem moderno em sua incansável procura de si mesmo; seu contexto social, político e cultural em um mundo em transição.


Depois de 14 anos, atendendo a pedidos, estamos republicando Essência. Nessa segunda edição, incluímos o subtítulo: O livro do poema: A pedra. O distraído nela tropeçou... Numa referência ao nosso poema integrante dessa publicação, que, absurdamente, tem aparecido na internet com o nome de autores famosos: Fernando Pessoa, Renato Russo, Chaplin... Ou plagiadores. No endereço: (http://aponarte.com.br/apedra), o amigo leitor encontra todos os esclarecimentos, inclusive algumas das formas de como o plágio tem se apresentado.

Capa da segunda edição da : Coleção
                            Graziela.

>

Aqui, pais e professores encontram uma forma prazerosa e divertida, de abordar temas como: Cidadania, comportamento, respeito ao outro e à natureza... Em sete contos, compondo um jogo de arte e educação, onde lúdica e naturalmente aos pequeninos são apresentados conceitos de: Ecologia, solidariedade, diversidade, coletividade, tempo, responsabilidade, motivação, interatividade, participação...


Textos que parecem se renovar a cada dia, conservando impressionante atualidade e sintonia. Espero que gostem.

Capa de Um dedo de prosa e poesia. A arte da
                vida.

São 125 páginas com 89 títulos em verso e prosa de Literatura Nacional, num livro prefaciado pelo professor, escritor, poeta e trovador Orlando Carvalho. Crônicas, mensagens, poesias... amor, humor, reflexão, arte, cotidiano, atualidades, auto-ajuda, espiritualidade...


quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Bem-vindo, Bem-vinda à nossa casa!



Um convite, um encontro, confraternização literária, virtual. Amigos visitantes e visitantes amigos: num clique, num comentário, nessa nossa interação.


Antonio Pereira Apon.



O baile no Moulin De La Galette, pintura de Renoir.


Você que chegou sem querer,
você que por querer chegou.
Você que veio por acaso,
não foi por acaso que ficou.
Você que aportou num clique,
que embarcou de buscador...
Se chegue,
se achegue!
A vida subverte a matemática.
Um mais um,
nunca é somente dois;