A pedra de Michelangelo e a educação - A arte da vida. Apon HP


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segunda-feira, 12 de março de 2018

 

                    A pedra de Michelangelo e a educação              

     

... como o artista que resignificou aquele bloco rochoso. A educação resgata da “paralisia” o ser humano, conduzindo-o numa viagem transformadora que lhe esculpe a alma, enriquecendo o espírito com a preciosidade do saber que liberta...


Antonio Pereira Apon.


Card com o nosso poema A pedra. Sobre a imagem do Moisés de Michelangelo.


A pedra, a rocha bruta, aquele mármore que viria a ser uma das magníficas esculturas de Michelangelo Buonarotti. Durante anos, séculos, esteve ali em Carrara, “assistindo” à procissão do tempo, na inércia pétrea que lhe estagnava o existir. Foi quando o mestre renascentista a levou para Roma. Aquela viagem, prefácio de uma longa história, com mais de 30 anos, desde a encomenda do papa Júlio II até a conclusão de uma das mais exuberantes esculturas. Diz-se que ao concluir “Moisés”, fascinado pelo resultado, o escultor, batendo na sua criação, gritou: "Perché non parli!?" (Porque não falas!?).


Assim como o grande artista florentino que resignificou aquele bloco rochoso, a educação resgata da “paralisia” o ser humano, conduzindo-o numa viagem transformadora que lhe esculpe a alma, enriquecendo o espírito com a preciosidade do saber. Saber que liberta da inação ignorante, dá vez e voz à cidadania e dignidade ao existir. Com maior propriedade, ela, a educação. Essa escultora de homens e artesã de tantos talentos. Com seu toque generoso profere para sua obra infinita, não uma indagação. Afirma: Fale! Você pode! Faça a diferença! ... ...


Mão do criador tocando a da criatura.



Postado aqui em 25 de outubro de 2012.



   
 
 

15 comentários:

  1. Excelente texto.

    Estou seguindo teu blog, parabéns por todos os artigos aqui publicados, parabéns!

    Abraços!

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    1. Obrigado Herlan. Também estou seguindo seu: Desenvolvendo Blogs - Dicas e Tutoriais para Blogs.

      Um grande abraço.

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  2. Antonio, lindo demais, é bem assim, quando o artista conclui sua obra fica tão fascinado com a capacidade de ver a perfeição de Deus em si mesmo, pois é, o homem é Deus no sentido íntegro de ter sido criado!
    Amei esse post! Parabéns pelo seu poema A pedra, lindo demais!!!
    Abraços meu amigo poeta querido!

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    Respostas
    1. Como disse Jesus: “Tudo o que eu faço vocês também poderão fazer. E muito mais”. Pena que tantos não busquem desenvolver o bem dentro de si e produzir coisas boas. Muitos preferem a ignorância à educação.

      Obrigado Ivone.

      Um abração e bom fim de semana.

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  3. Oi estimado Antônio,

    Lindíssimas imagens, você escolheu. Só falta mesmo, elas falarem, é verdade.
    Miguel Ângelo foi um génio, como todos sabemos.
    A educação é a trave, o "telhado" da sociedade. Sem ela, não há "casa" sólida, que saiba se comportar e resistir ao tempo e às adversidades do mesmo.

    EDUCAR É UMA TAREFA NOBRE. SAIBAMOS RESPEITAR, QUEM A DESENVOLVE.

    Abraços da Luz, com carinho.

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    1. Concordo: “A educação é a trave, o "telhado" da sociedade”. E sobretudo, o alicerce, a base sem a qual, a cidadania fica a deriva, ao sabor dos humores da politicagem. Professores conscientes, são “escultores da verdadeira liberdade”, “Michelangelos” de uma sociedade plural que tanto atemoriza nossos politiqueiros. Certamente por isso, nossos mestres são tão maltratados pelos (des)governantes.

      Obrigado Luz.

      Um abração e bom fim de semana.

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  4. Olá, amigo. Parabéns pelo poema! Lindas imagens. Michelangelos foi e será sempre um gênio. Obrigada amigo sempre pela visita! Quero dividir com vc o sêlo recebido do amigo Sótnas. Está na página de sêlo, fique a vontade para levar. Beijos e ótima semana!

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  5. Olá, Antonio!

    Que lindo! Educação "escultora de homens"!
    Verdade seja dita! Pena grande parte da população
    não perceber o "valor da educação". Pena o sitema
    de nosso lindo País, não primar pela educação de
    qualidade! Mas tenhamos esperanças!
    Tenha uma linda semana!
    Beijos!

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    1. Nosso povo é “adestrado” para a deseducação que perpetua no poder os parasitas da nação. A educação é a única esperança, real tabua de salvação. Um dia nossa gente acorda e bota os politiqueiros para correr com seu sistema perverso.

      Um abração Jossara.

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  6. Se não houvesse a educação, como viveríamos? Mas infelizmente, aos professores não é dado o devido valor. Muita paz!

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    1. Sem educação, provavelmente estaríamos estagnados no medievo sob o jugo da ignorância. Mas, como ontem, as elites políticas sonegam educação ao povo para mantê-lo adestrado pela deseducação, subjugado por “bolsa família” e outros artifícios de velhos e novos coronéis. Para os quais, os professores são uma pedra no sapato, uma ameaça a esse sistema perverso que perpetua a injustiça e a desigualdade. Para os ricos, tudo. Para a plebe, a devida ração de mentiras, “pão e circo”.

      Obrigado Denise.

      Um abração.

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  7. Lindo, relendo para nunca esquecer!
    A Educação é a base de tudo!
    Abraços meu amigo Antonio, lindo texto como sempre!

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    Respostas
    1. A falta da educação é o cabresto usado por nossos politiqueiros para conduzir nosso Brasil por tantos descaminhos.

      Um abraço.

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  8. Enquanto digladiam-se com "intervenções para uma melhor segurança"... pecam por olvidarem-se da melhor das intervenções: "a educacional".
    Abraço.

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    Respostas
    1. Fora da educação não há salvação. Não adiantam intervenções politiqueiras.

      Um abraço e bom domingo.

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Antonio Pereira Apon.



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Depois de 14 anos, atendendo a pedidos, estamos republicando Essência. Nessa segunda edição, incluímos o subtítulo: O livro do poema: A pedra. O distraído nela tropeçou... Numa referência ao nosso poema integrante dessa publicação, que, absurdamente, tem aparecido na internet com o nome de autores famosos: Fernando Pessoa, Renato Russo, Chaplin... Ou plagiadores. No endereço: (http://aponarte.com.br/apedra), o amigo leitor encontra todos os esclarecimentos, inclusive algumas das formas de como o plágio tem se apresentado.

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