Como vasos de barro - A arte da vida. Apon HP


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segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

 

                    Como vasos de barro              

     

... diferente de um vaso de barro ou qualquer outro objeto de argila. O homem tem livre arbítrio e por vontade própria, adora "pegar ar". Daí, as "bolhas" dos atavismos de estimação, do egoísmo, vaidade, orgulho, melindres, preguiça, vícios, arrogância, manias, má vontade...


Antonio Pereira Apon.


Modelando o barro.


Para produzir uma peça de cerâmica, o artesão amassa bem a argila, sova o barro com vontade, para eliminar todas as bolhas de ar. Caso contrário, verá seu trabalho literalmente, estourar no forno, podendo até danificar outras peças que estejam juntas na fornada.


Com ainda maior cuidado e esmero, Deus, o grande artífice do universo, inspira a natureza a produzir para o ser humano o corpo mais perfeito, a obra prima da criação. Mas, diferente de um vaso de barro ou qualquer outro objeto de argila. O homem tem livre arbítrio e por vontade própria, adora "pegar ar". Daí, as "bolhas" dos atavismos de estimação, do egoísmo, vaidade, orgulho, melindres, preguiça, vícios, arrogância, manias, má vontade... Assim, quando colocado no "forno da vida", sob o calor das provas e expiações, o "vaso corpóreo" pipoca em doenças e distonias, "bolhas" psicossomáticas, arrebentam, infelicitando o ser em voluntárias e deliberadas imperfeições.


Pare de criar "bolhas". Elas costumam estourar! E podem também prejudicar pessoas que não precisam partilhar o ônus dos seus desatinos.


Vasos na prateleira.


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9 comentários:

  1. Boa tarde amigo Antonio, amei ler esse texto verdadeiro, sim, é bem assim, as "bolhas estouram", mesmo que demore, corrigir e prevenir, eis a razão de que há que se ter boa vontade, até Jesus disse: "Paz na Terra aos homens de Boa Vontade", amei ler aqui!
    Abraços meu amigo poeta querido!

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    1. São tantas as "bolhas" desnecessárias e danosas que criamos. Depois reclamamos da vida.

      Paz e luz. Um abração.

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  2. Olá, António!

    Tudo bem?

    Inteligente e erudita comparação/metáfora entre a obra do artesão e a do MAIOR ARTERSÃO do mundo, Deus.

    É preciso que cada um de nós saibamos estar nas formas certas, nos deixarmos modelar, com sabedoria e entendimento, e "modelar" quem de nós precise.

    O mundo fica bem mais completo, se nos unirmos, para nos completarmos.

    Não façamos "ondas"!

    Boa semana.

    Aquele abraço.

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    1. Deus nos criou para a perfeição, nós inventamos as imperfeições. Somos os autores de nossas dores, resultado das "bolhas" indevidamente arranjadas.

      Um abração.

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  3. Oi, Apon! Que bela metáfora, adorei seu escrito e não sabia dessa curiosidade.
    Finalizou muito bem seu texto... o problema não é a bolha que cada um produz e provoca dores em si mesmo, mas o fato de que muitas acabam atingindo pessoas que não tem nada a ver com isso.
    Um abraço!

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    Respostas
    1. Pois é, uma pequena bolha pode destruir grandes trabalhos de cerâmica. Como "a vida imita a arte", nossas "bolhinhas" desastradas, podem produzir estragos para além de nós.

      Um abração.

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  4. "Bolhas"... "Pegar ar"... "Destruir o próximo"... Como somos arrogantes! Muitas famílias, muitas amizades se desfazem pela falta do bom senso e do respeito à individualidade alheia! Ótima reflexão, com uma trilha sonora bem sugestiva!
    Abraço.

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    Respostas
    1. Muitos insistem em se tornarem uma "bolha" de insentatez egoísta e orgulhosa. "Bolha" que um dia se desfaz ao sopro dolorido da desilusão. Eu fiquei encantado por essa música, é: "Baião Destemperado" - Barbatuques_e Banda de pífanos de Caruaru.

      Um abração.

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  5. Oi Antonio,
    Belo texto! Adorei a comparação do humano ao vaso de cerâmica!
    Somos mesmo, "uma raça" insatisfeita! Complicamos tudo!
    E a vida está ai na nossa cara, para ser vivida em sua plenitude!
    Ah, que música boa!
    Seja muito feliz!
    Beijos!

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Antonio Pereira Apon.



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