O jogo da vida              

em quarta-feira, 18 de setembro de 2019



... não é competição, ganhar ou perder; aprender! Eis a grande questão. Nada de senha secreta, password especial… Nessa “brincadeira” tão séria, pular de fase?! Não dá! Resultado é: Ter o super poder, de, em não tendo super poderes; sobreviver, viver! ...




#PraCegoVer: Mesa de jogo.

 Não cabe na sorte dos dados a rolar,
intolerante com o blefe,
as cartas na manga,
o acaso da roleta a girar;
abomina a rinha,
aporrinha;
despreza a aposta,
não é jogo de azar.
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                    Nós a sós, equilíbrio da viagem              



... Conceber as nuvens qual poemas metamorfos, ideoformas, versar da imaginação. Surreal paisagem, inspiração; idílica, onírica, divinal passagem, romagem de poetizar e encantar...




#PraCegoVer: Uma jovem com mala na mão, se equilibra numa corda nas nuvens ao lado das graças.

No blog Filosofando na vida, a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha 98ª participação nessa blogagem coletiva, intitulada: Poetizando e encantando.


Selo de participação no Poetizando e encantando.

A vida, uma viagem,
travessia, corda bamba do existir;
equilíbrio entre o que foi e o que há de vir.
Na mala, nós a sós e nada mais;
sobre o fio do tempo,
sob o olhar das Graças,
sem perder a graça de saber sonhar.
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                    Flores, cores, ação! Prelúdio de primavera              



Vem chegando a primavera lá fora. Quando semearemos setembro nos corações?



Antonio Pereira Apon.


#PraCegoVer: Pássaro em galho de flores.

Como criança a descobrir encantamentos em sua caixa de lápis de cor, sai a rabiscar flores, rascunhar perfumosos poemas. Qual magnífico artista, acorda na tela da vida paisagens mais que impressionistas. Dança ao som de setembros abaixo do equador, trilha erudita e popular. Borda um acróstico para Rosas, Violetas, Verbenas, Margaridas, Hortênsias,

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                    Acróstico da primavera. Poesia em flor              



A estação das flores, na poesia da vida que encanta, inspira e acorda o coração, orvalhando a alma com o perfume do sentir.



Antonio Pereira Apon.
Campo florido


Policromo mosaico florido,

Renovando a vida no reflorir dos campos.

Impar, singular poema natural.

Multicores, versos, flores,

Aromas, perfumes, odores.

Versejar do chão,

Ensejar canção.

Reencontrar encanto, redescobrir recantos,

Amor no coração.

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                    Letras que fazem diferença              

em domingo, 15 de setembro de 2019



Uma, duas letras podem mudar, dar novo sentido, descobrir, ressignificar, recriar, reinventar possibilidades, oportunidades. Aprendamos com elas! Transmutemos o nosso mundo!


Antonio Pereira Apon.


#PraCegoVer: Terra vista do espaço.

Do fundo do poço

ao mundo do posso;

ç ou ss inspirando a decisão,

um f ou m apontando a direção.

Simples letras.

Complexas diferenças:

É a sorte ou a morte,

a porta, o parto e o porto,

apressado ou apreçado,

o falar e o calar,

linho e vinho,

mão e pão;

na lida e na vida,

o fel e o mel,

a trinca, o trinco,

o brinco que brinca;

Fedra e pedra,

solo e colo,

bar ou lar,

o trago e o trigo,

a figa, o figo,

lama e fama,

ladrar e lavrar,

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                    Rosa              

em sábado, 14 de setembro de 2019



... poesia daquele momento. Presença em silêncio que se revelou; num jeito sem jeito, perfeito instante imperfeito...


Antonio Pereira Apon.


Rosa vermelha.


Pensei ser Rosa

mas rosa não era;

não que a flor

seja mais ou menos bela...

com o nick de sonho

teclou mil perguntas

e às minhas silenciou.

Igualmente em silêncio

chegou como um verso;

incógnita

compondo a poesia daquele momento.

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                    Virtual              

em sexta-feira, 13 de setembro de 2019



... Diverso do amplexo estreito, do aconchego no peito, da conexão total; corações e corpos em rede. "Download" de afeto, "upload" de...


Antonio Pereira Apon.


Teclando.

Ele e ela

ante a tela fria

teclando emoção,

via modem fluem corações,

bit que vai, bit que vem,

prazer binário,

sentir cibernético,

afago digital...

coisas modernas,

cibercupido,

amor virtual, irreal.

Diverso do amplexo estreito,

do aconchego no peito,

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                    Atire a pedra              

em quinta-feira, 12 de setembro de 2019



... é nó ou laço, espinho ou flor; é lágrima, orvalho, pedra, asa ou mero amor! ...



Figuras voando na paisagem. Composição de Antonio Pereira Apon.


O amor:
é nó ou laço,
espinho ou flor;
é lágrima, orvalho,
pedra, asa
ou mero amor!
É céu, inferno,
fogo ou água,
caminho, descaminho
quem não trilhou?
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                    Apedra. Poema de Antonio Pereira (Apon). O distraído nela tropeçou...              



Por si só, uma pedra É uma pedra. O uso que fazemos dela é o que faz a diferença: Construir, descansar, brincar, poetizar, matar, esculpir... Poema do livro: Essência (1999), de Antonio Pereira (Apon). Nem Renato Russo, Fernando Pessoa, plagiadores...


A pedra (mp3)
Antonio Pereira Apon.


Poema A pedra, de Antonio Pereira Apon.

A pedra

Este poema foi publicado em 1999 no livro: Essência.


Autor: Antonio Pereira (Apon)


Capa da segunda edição de : Essência.


O distraído, nela tropeçou,

o bruto a usou como projétil,

o empreendedor, usando-a construiu,

o campônio, cansado da lida,

dela fez assento.

Para os meninos foi brinquedo,

Drummond a poetizou,

Davi matou Golias...

Por fim;

o artista concebeu a mais bela escultura.

Em todos os casos,

a diferença não era a pedra.

Mas o homem.




O poema acima é de minha única e exclusiva autoria. Descobri que ele tinha sido copiado do meu antigo* site (br.geocities.com/aponarte/, www.geocities.com/aponarte/ e estava circulando como de autor desconhecido, com o nome de plagiadores, e até autores famosos como: Renato Russo, Fernando Pessoa, Chaplin... Em versões modificadas do mesmo (veja abaixo, algumas das formas do plágio).


A publicação dele aqui no Site/Blog e no "Recanto das Letras", se dá conforme a criação do blog e da minha inscrição e atividades nesse espaço literário. Infelizmente, a WEB está infestada de usurpadores e criaturas de caráter deficitário. Pesso as nefastas, que induzem gente de bem a copiar e reproduzir enganos que caracterizam crime de plágio.


Os sites e blogs, que por desconhecimento, postaram o texto com os citados problemas, quando esclarecidos, prontamente realizaram as devidas correções.


Uma visita ao site Wayback Machine (Máquina de voltar atrás), pode comprovar que o poema: A pedra. Já estava no meu site (No extinto Geocities) em 2001/2002, desmascarando definitivamente os plagiadores.


Peço ao amigo leitor que divulgue esses esclarecimentos, e que encontrando esse ou outro de nossos escritos sem os devidos créditos, comunique-nos clicando aqui (para que possamos tomar as medidas cabíveis) ou ao responsável pela página equivocada (para que efetue as necessárias correções).


Obs. *Com a decisão do Yahoo/Geocities de suspender o serviço de hospedagem de site. Migramos para a plataforma Blogger (Após testar outras opções). Passando a usar o domínio próprio: http://www.aponarte.com.br/


Lembramos que plágio é crime previsto na legislação de direitos autorais e propriedade intelectual. Estando os infratores sujeitos à responsabilização judicial.


Poema A pedra, de Antonio Pereira (Apon)

Visite a Fan page oficial de: A pedra.




Postado aqui em 18 de agosto de 2007.



***


Vejam algumas das formas plagiadas que circulam na internet:


Plágio 1 (Esse é o mais difundido):


O distraído nela tropeçou...

O bruto a usou como projétil.

O empreendedor, usando-a, construiu.

O camponês, cansado da lida, dela fez assento.

Para meninos, foi brinquedo.

Drummond a poetizou.

Já David, matou Golias, e Michelangelo extraiu-lhe a mais bela escultura...

E em todos esses casos, a diferença não esteve na pedra, mas no homem!

Não existe "pedra" no seu caminho que você não possa aproveitá-la para o seu próprio crescimento.


Plágio 2 (Esse eu comecei a encontrar mais recentemente):


O bruto a usou como arma...

O empreendedor a usou para construção...

O camponês dela fez um assento...

Drummond a poetizou...

Já Davi, com ela matou golias...

Jacó a fez de travesseiro e Deus lhe deu um sonho maravilhoso...

Michelangêlo dela fez belas esculturas...

OBSERVE: que a diferença não está na Pedra,mas sim nas pessoas! Não existe pedra no seu caminho que você não possa aproveitá-la para o seu próprio crescimento...!!


Plágio 3 (encontrei dois dessa forma):


Os distraídos tropeçam nelas.

Os violentos as usam como armas.

Os empreendedores constroem com elas.

As crianças as usam como brinquedos.

Com uma pedra Davi matou Golias.

Michelangelo extraiu das pedras as esculturas mais bonitas.

E em todos os casos a diferença não estava na pedra, mas naqueles que as utilizaram.


Plágio 4:


O distraído tropeçou nela,

O violento, projetou-a

O empreendedor construiu com ela.

O homem do campo, cansado, usou-a como assento.

As crianças brincaram com ela.

Drummond poetizou-a

David usou-a para matar Golias.

Miguel Ângelo fez com ela as mais belas esculturas

Em todos os exemplos, a diferença não estava na Pedra... Mas sim no tipo de Homem.

Não existe pedra no teu caminho que não possas usar para teu próprio benefício.


Outra forma de plágio circulante:

O distraído nela tropeçou...

O bruto a usou como arma...

O empreendedor a usou para construção...

O camponês dela fez um assento...

Drummond a poetizou...

Já Davi com ela matou o gigante...

Michelangelo dela fez belas esculturas...

Jesus mandou remover para ressuscitar Lázaro.


Mais um:


O distraído tropeçou nela.

O violento a utilizou como projétil.

O empreendedor a usou na construção.

O camponês cansado a utilizou como assento.

Para as crianças foi um brinquedo.

Davi matou Golias com ela

e Miguel Ángel a transformou na mais bela escultura.

Em todos os casos, a diferença nunca esteve na pedra, e sim no homem.

Não existe pedra em seu caminho que você não possa usar para o seu conhecimento.


Tem plágio até em espanhol:


El distraído tropezó con ella...

El bruto la usó como proyectil.

El emprendedor, usándola, construyó.

El campesino, cansado del trabajo, la convirtió en un asiento.

Para los chicos, fue un juguete.

Drummond la poetizó.

David mató a Goliat; y Miguel Ángel extrajo de ella la escultura más bella...

En todos estos casos, la diferencia no estuvo en la piedra, ¡sino en el hombre!

No existe "piedra" en su camino que no pueda aprovechar para su propio crecimiento.


Olha só que “gracinha”! Mais plágios multilinguais de: A pedra.


The distracted stumbled on it.

Violent used as a projectile.

The entrepreneur has used in construction.

The tired farmer used it as a seat.

For children was a toy.

David slew Goliath with her and Michelangelo made it the most beautiful sculpture.

In all cases, the difference was never in the stone, but in man.

There is no stone in your way that you can not use to their knowledge.


Le distrait trébuché sur elle.

Violent utilisé comme un projectile.

L'entrepreneur a utilisé dans la construction.

L'agriculteur fatigué utilisé comme siège.

Pour les enfants était un jouet.

David tua Goliath avec elle et Michel-Ange a fait la plus belle sculpture.

Dans tous les cas, la différence n'a jamais été dans la pierre, mais dans l'homme.

Il n'y a pas de pierre dans votre façon que vous ne pouvez pas utiliser à leur connaissance.


El distraído tropezó en ella.

Violento utilizado como un proyectil.

El empresario ha utilizado en la construcción.

El granjero cansado la utilizó como asiento.

Para los niños fue un juguete.

David mató a Goliat con ella y Miguel Ángel hizo la escultura más hermosa.

En todos los casos, la diferencia nunca estuvo en la piedra, pero en el hombre.

No hay piedra en tu camino que no se puede utilizar para su conocimiento.


Aparecem outros plágios com pequenas variações de forma e com títulos diferentes, para confundir e dificultar a detecção.

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                    Ao sol, como nós, os girassóis              

em quarta-feira, 11 de setembro de 2019



... Nessa parte da esfera, setembrina primavera; lá pra cima, sem mistério, é outono outro hemisfério. Giramos nós e os girassóis, ao sol de cada dia; entre crepúsculos e alvoradas, lida, vida de nós, deles florada. Colhe os sóis em flor, a flor inspiração; miméticas réplicas do astro rei, sua personificação...




#PraCegoVer: Uma jovem colhendo girassóis, para deslumbrada contemplando tanta beleza.

No blog Filosofando na vida, a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha 97ª participação nessa blogagem coletiva, intitulada: Poetizando e encantando.


Selo de participação no Poetizando e encantando.

Ao sol, girando os girassóis;
girar do mundo,
girar da vida,
girar de nós.
Na rotação dum dia,
o sol rege a poesia,
coreografia;
cirandar dos girassóis.
Vai na translação do tempo,
o girar das estações;
segue o sol marcando os passos,
das florais revoluções.
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Plágio é crime previsto no artigo 184 do Código Penal.
- Lei n° 9.610-98 sobre os Direitos Autorais
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