Parabéns pra você!              

em terça-feira, 21 de maio de 2019



... lá adiante… Quando findarem as primaveras dessa vida e enveredares no infinito; possas contemplar as pegadas desse seu caminhar, de si para consigo, dizer: Parabéns! Valeu...


Antonio Pereira Apon.


O Aniversário, obra do pintor russo Marc Chagall.


Desejo para você:

A saúde necessária,

toda felicidade possível,

riqueza suficiente,

sabedoria que não canse de aprender,

paz em meio às inevitáveis tormentas,

sonhos realistas,

uma realidade que não se prive de sonhar,

sorte na medida certa,

fé consciente,

esperança sensata,

êxitos merecidos,

avanços consistentes,

ganhos duradouros,

expectativas atendidas,

sentimentos correspondidos,

projetos concretizados,

fartura de todo o bem...

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                    Entronizado sentir, poetizando e encantando              

em sexta-feira, 17 de maio de 2019



... contempla a realidade que te sonha. Inspiradora ausência, almejada presença, surreal composição. Arte da vida...


Antonio Pereira Apon.


Linda cadeira lapidada em um tronco de árvore, uma rosa a espera de alguém e uma borboleta solitária aprecia tudo.


No blog Filosofando na vida, a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha 82ª participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando.


Selo de participação no Poetizando e encantando.

No tronco do destino,

a vida esculpe:

uma cadeira, assento,

um trono…

O amor, metamorfoseado em flor,

ali senta silente;

no poetizar do tempo,

no versar da espera…

Qual encantada borboleta,

o sonho voeja,

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                    Individuação. Self, ego e mitologia              

em domingo, 12 de maio de 2019



Acostumado a engendrar certezas o ego experimenta o desconsolo da incerteza, da parte imponderável do estar aqui, o que apelidamos de destino. O arquétipo nos conduz a refletir, buscar a vivência do “eu profundo, o Self, capaz das reais escolhas, verdadeira escrita do destino.


Antonio Pereira Apon.


As Parcas, pintura de Goya.


A mitologia tentou explicar a humanidade, o ser humano em seus porquês, seus ciclos, dualidades: bem e mal, alegria e tristeza, vida e morte, positivo e negativo… Mas, tentou-se inutilmente encontrar razões externas para todas as questões e respostas, quando, muitas condicionais e condicionantes, habitam o âmago, a ânima do ser. A força incompreendida, guardada, gravada dentro de cada indivíduo, “legislação” consciencial que pode verdadeiramente produzir mudanças positivas ou negativas, customizando o mapa do caminhar de cada encarnação, onde nem Deus, intervém nas escolhas chanceladas pelo livre arbítrio dos homens, que direta ou indiretamente, se posicionam na “roda da vida, semelhando ao seguinte mito:

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                    Abraço, laço de mãe              

em sexta-feira, 10 de maio de 2019



... Poesia da perpetuação, perpétua ação do verbo amar. Qual anjo de carne, osso e coração, pulsar do sentir, bater da emoção. Meiga razão que acolhe e acalenta...


Antonio Pereira Apon.


Grávida exibindo sua barriga com uma rosa na mão.


No blog Filosofando na vida, a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha 81ª participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando.


Selo de participação no Poetizando e encantando.

Amor em laço,

materno abraço

de especial mulher.

Você que é vida e vida dá;

brotar, florir, frutificar.

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                    Mar da vida              

em quinta-feira, 2 de maio de 2019



... Com a bússola da consciência e o mapa do livre arbítrio, navegamos; sob as noites das dificuldades e os dias de alegria, quando nossas...


Antonio Pereira Apon.


Paisagem do nascer do sol, o mar e um barco ao longe que vem surgindo.


No blog Filosofando na vida, a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha 80ª participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando.


Selo de participação no Poetizando e encantando.

Nessa edição especial da querida BC da Professora Lourdes Duarte, trago uma postagem de 2007, dos primórdios do Blog. De lá até aqui, muito navegamos e seguimos viagem, agora, compondo com cada um de vocês, a frota do "Poetizando e encantando".


Ao nascer, cada um de nós recebe de Deus, uma embarcação para poder navegar no imenso mar da vida. Há grande diversidade nos tipos e condições das naus, tudo de acordo com as necessidades e a carta de navegação do tripulante.


Em geral, iniciamos na baía tranquila do lar, protegidos pela esquadra familiar. Alguns porém, são logo arrastados por correntezas e lançados em alto mar, tendo que muito cedo vencer tormentas inclementes para seguir em frente.


Algumas embarcações navegarão conosco parte do caminho, mas um dia tomarão outro caminho ou atracarão em algum porto que ainda não é o nosso.

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                    No Reino da Balbúrdia              



Azáfama na propaganda, Babel nas comunicações, Barulho na ação social, Clamor na justiça, Escarcéu nos direitos humanos, Estardalhaço nas relações exteriores, Gritaria na casa civil, Vozearia na defesa, Zoada na agricultura, Zorra na ciência e tecnologia, Baderna na agricultura, Bagunça na cultura...


Antonio Pereira Apon.


Retrato do artista “em pose debochada”, pintura de Ducreux.


No desencantado reino da Balbúrdia, o povo pirou na batatinha e subindo na goiabeira, levou ao trono o Tumulto, que adotando o lema: Caos acima de tudo, piração acima de todos. Botou seus filhos: Pandemônio e Rebuliço para “fritarem” o vice-rei, Alarido, um ex-amigo de infância, que sempre estava algumas patentes acima do monarca no jogo de tabuleiro “Combate”.


Alvoroço, era o arauto real, responsável por desdizer o desmentido do dito que não foi falado, ou não deveria ter sido. Algo do tipo. Já Balborda era um ministro aloprado, que por falar embolado e embolar o meio de campo, foi substituído por Balbórdia, que não era muito diferente do seu antecessor. Mas, fazer o que? Indicações do cléro!

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                    Aprendizado. Reflexões de aniversário - 2              

em segunda-feira, 29 de abril de 2019



... não adianta focar no ponto de chegada, no fim da jornada, mas, no momento do caminho, na oportunidade de caminhar, transformar essa, na nossa melhor idade, a oportuna idade de fazer acontecer. Sós ou acompanhados...


Antonio Pereira Apon.


Antonio Pereira Apon. Paisagem de fundo com coqueiros e um lago.


Aniversariar é lembrar que não estamos aqui para contar os anos passados, mas, para aprender as lições do tempo vivido. Somos seres espirituais, momentaneamente imersos numa experiência material. Qual a futura borboleta, confinada em seu casulo; no corpo físico, desenvolvemos as asas conscienciais, que nos permitirão como espíritos, alçarmos nosso voo ao infinito da evolução. Portanto, as adversidades, desencontros e tantos revezes do viver, como as piores tempestades, são forças saneadoras que passam cumprindo o seu necessário papel educativo. As intempéries que nos parecem obstar o caminho, são alertas, convites para que repensemos o nosso caminhar. Superando-as e nos superando, começamos a compreender, o existir, o estar aqui. Sem tardar nem estacionar no pranto, vamos descobrindo que as lágrimas, que por vezes passeiam pelos nossos olhos, regam os reais sorrisos, cultivados no mais íntimo do ser. É a tal felicidade, desencontrada em nossas obstinadas buscas externas.

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                    Aprendizado. Reflexões de aniversário              



Aprendi e sigo aprendendo, vivendo a arte de estar aqui; caminhando meu caminho, semeando e colhendo, compartilhando a vida e o tempo desse nosso viver...


Antonio Pereira Apon.


Caminhante sobre o mar de névoa, pintura de Caspar David Friedrich.


Aniversariar, não é computar os anos passados, é comemorar o tempo vivido, o vívido acervo de nossos aprendizados. Tesouro atemporal e transcendente do nosso existir. Há quem simplesmente assista o tempo e a vida passarem. Mas, há também quem assuma a autoria do seu viver. Tem quem apenas passe alheio a tudo, tem quem aprenda com o passar...


Eu tenho aprendido:

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                    Ser mãe. "audaciosamente indo onde nenhum amor jamais esteve”              

em domingo, 28 de abril de 2019



... Semideusa da vida, senhora do estarmos aqui. Quando as coisas mostram-se mais difíceis e a vida parece pedir um milagre, uma mágica! Ela tira um coelho da cartola que não tem. Mestra em superação, doutora em...


Antonio Pereira Apon.


Rosa vermelha.


Mãe é uma opção de amor: Incondicional, transcendente; um contrato sem destrato, trato por toda essa vida; ubíqua, onipresente dedicação, devoção desmedida. Um dar de si sem fim. Assim como “o Verbo fez-se carne e habitou entre nós”, o amor fez-se mãe e a todos fez.

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                    Essas mães maravilhosas e sua fantástica capacidade de amar              



... Pai até pode ser o tal "desconhecido", mas mãe é outra... ... transcendente, atemporal, imponderável... É amor em tempo integral...


Antonio Pereira Apon.


A virgem com o menino e Santa Ana, pintura de Da Vinci.


As mães são realmente seres especiais. Emprestam seu existir para que nova vida possa florescer. Assumem todos os riscos e arriscam a dor, para dar luz a um sorriso de criança. Fazem-se o alimento ao amamentar, abraço sempre pronto a acolher, ouvidos que não enfadam em ouvir, ombros que não desistem de amparar...

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Fique mais um pouquinho. Leia também...



Livros e vídeos:


Capa da segunda edição de : Essência.

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Esse livro propõe uma incursão na alma humana, garimpando sentimentos e emoções, revelando-os em versos que retratam o homem moderno em sua incansável procura de si mesmo; seu contexto social, político e cultural em um mundo em transição.


Depois de 14 anos, atendendo a pedidos, estamos republicando Essência. Nessa segunda edição, incluímos o subtítulo: O livro do poema: A pedra. O distraído nela tropeçou... Numa referência ao nosso poema integrante dessa publicação, que, absurdamente, tem aparecido na internet com o nome de autores famosos: Fernando Pessoa, Renato Russo, Chaplin... Ou plagiadores. No endereço: (http://aponarte.com.br/apedra), o amigo leitor encontra todos os esclarecimentos, inclusive algumas das formas de como o plágio tem se apresentado.

Capa da segunda edição da : Coleção
                            Graziela.

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Aqui, pais e professores encontram uma forma prazerosa e divertida, de abordar temas como: Cidadania, comportamento, respeito ao outro e à natureza... Em sete contos, compondo um jogo de arte e educação, onde lúdica e naturalmente aos pequeninos são apresentados conceitos de: Ecologia, solidariedade, diversidade, coletividade, tempo, responsabilidade, motivação, interatividade, participação...


Textos que parecem se renovar a cada dia, conservando impressionante atualidade e sintonia. Espero que gostem.

Capa de Um dedo de prosa e poesia. A arte da
                vida.

São 125 páginas com 89 títulos em verso e prosa de Literatura Nacional, num livro prefaciado pelo professor, escritor, poeta e trovador Orlando Carvalho. Crônicas, mensagens, poesias... amor, humor, reflexão, arte, cotidiano, atualidades, auto-ajuda, espiritualidade...


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