A arte da vida. Apon HP



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terça-feira, 14 de agosto de 2018

 

                    Brasilidades. Presos e soltos              

     


... Perdeu! - Berra o ladrão. Perdeu! - Urra a urna. E o povo na furna; tremendo, temendo, com medo de assalto, medo da morte, da falta de sorte… Esse randevu; manda tomar um trago, tirar um sarro dessa nossa dor. Tem que blindar o carro, tem que pagar mais caro, posar de otário! Comer o pão que o político amassou...


Antonio Pereira Apon.


São Pedro Na Prisão, pintura de Rembrandt.



Presos vivendo soltos,

soltos sobrevivendo presos;

o cidadão na grade,

o ladrão na rua.

Audiência de custódia,

pensão,

perdão,

misericórdia.

Aos mal presos, celulares:

Para comandar o tráfico,

para dirigir o trágico,

para fazer conluio;

desmandar matar e morrer.

Filhos da luta,

pagando a filhos da outra,

a quem não labuta;

farto tributo,

parco retorno.

Tem que bancar a conta,

tem que aguentar afronta.

Perdeu! - Berra o ladrão.

Perdeu! - Urra a urna.

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                    Lembrando (Com mp3)              

     


... Homens matando-se: Em batalha$ $sanguinolenta$, laboratório$ e prancheta$, linha$ de produção. Eu? ... Lembro Gandhi e Cristo! Digo...


Lembrando (mp3)
Antonio Pereira Apon.


Explosão nuclear.


A convulsão do átomo,

dilacera o marca-passo da razão

no peito da História;

é feito estufa o planeta

no efeito inconsequência;

mulheres de barriga vazia,

carregam no útero cheio

mais um herdeiro da fome.

Por um verde sonho

Amazônia Mendes,

cai ecológico

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domingo, 12 de agosto de 2018

 

                    Dia dos pais. José do Sapateiro              

     


... entre tantos brinquedos feitos pelo pai, que com elásticos, borrachas e o que tivesse à mão, engendrava mecanismos para dar algum movimento às fantasias do filho, que encontrava encantamentos nas invencionices paternas...


Antonio Pereira Apon.


O Sapateiro, pintura de David Fulton.


Aquele menino era filho de um pobre sapateiro e uma empregada doméstica. Aos sete anos, perdeu a sua genitora, cabendo ao velho José, fazer as vezes de pai e mãe. Um grande exemplo de “pãe”.


Prestimoso e esmerado, seu José fazia por seu filho, tudo o que estava dentro de suas possibilidades, ensinando ao menino desde cedo, que precisava viver dentro das condições que tinham, esforçando-se sempre em busca do melhor. Consciente, o velho sapateiro, não era desses pais que arrotam sandices do tipo: “Vou dar ao meu filho tudo o que eu não pude ter”. Assim, Zezinho, logo aprendeu uma antiga lição, a de não colocar chapéu onde a mão não pudesse alcançar. Não encontrou facilidades, não teve brinquedos caros nem pôde frequentar caras escolas, mas, recebeu vastas lições de honradez e dignidade, ética e perseverança, humildade e determinação, proatividade e responsabilidade, valores…

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sexta-feira, 10 de agosto de 2018

 

                    Pintura, vida e lida              

     


... Triste selva em tons de cinza, sem crepúsculo ou arrebol; onde a vida se improvisa e a lida tiraniza, sem ter pena ou qualquer dó. Sobreviventes, não viventes; sem pintura para além da moldura, da cerca, do cerco...


Antonio Pereira Apon.


Paisagem do entardecer no campo. Um grande lago,árvores,uma cerca e cavalos no pasto.


No blog Filosofando na vida, a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha quadragésima oitava participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando.


Selo de participação no Poetizando e encantando.

Na paisagem,
cabe a lida, cabe a vida.
E no dia que repousa,
a noite pousa,
convidando a repousar.
Em silêncio, o lago;
espelha,
reflete o tempo.
Aos cavalos,
nada apressa, nada apreça.
Pintura vespertina,
quadro,
que o artista Deus pintou…
Mas, o homem põem sua cerca,
se acerca,
emoldura;
encarcera na moldura um fragmento de ilusão,
na parede dependura sua miragem,
desconfortável,
artificiosa desilusão.

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sábado, 4 de agosto de 2018

 

                    Pontes ou muralhas. O que construir?              

     


... O amor, a humildade e a esperança, criam belas pontes que unem corações e mentes. Abrindo caminho para a felicidade a paz que transcendem para além das fronteiras comportamentais...


Antonio Pereira Apon.


Ponte de pedra, por entre as árvores, sobre ela uma jovem caminhando solitária.


No blog Filosofando na vida, a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha quadragésima sétima participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando.


Selo de participação no Poetizando e encantando.

A imagem que escolhi nessa edição, fez uma ponte com essa postagem de 2011, que julgo oportuno reeditar. Espero que gostem:


Pontes aproximam, ligam, unem, libertam... Muralhas escondem, cercam, prendem, limitam...


O existir nos oferta vastas opções de "materiais" para edificarmos pontes ou erguermos muralhas. O nosso projeto de vida, o traçado que damos a nosso viver. É que determinam a arquitetura de nossas "construções".


O egoísmo, o orgulho e a vaidade, costumam levantar imponentes muralhas. A arrogância, o preconceito e a intolerância, além de erigirem muros altos, acabam por bombardear possíveis pontes. Insuladas entre seus paredões, essas "ilhas psíquicas", reduzem o mundo ao tamanho do seu umbigo, enxergando no que foge a esse estreito círculo: inimigos imaginários, invejosos crônicos, predadores vorazes, traidores profissionais, parasitas interesseiros... Não raro, julgam os outros, tomando a si mesmos como referência. O que os torna desconfiados e descrentes, sabotadores da convivência.

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                    Folclore brasileiro em acróstico              

     


22 de agosto, dia do folclore. Comemorado no Brasil a partir de 1965. Derivada do inglês: Folk-lore =saber popular. Resume-se como o conjunto de costumes e tradições de um povo.



Antonio Pereira Apon.
Pelourinho.


Festa, mito, rito, tradição,

onipresente saber popular,

legada condição,

cantar, contar, tocar, dançar;

libelo cultural,

ode às raízes da gente

reminiscência imortal,

embolada, baião, repente...

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                    Aplicativo Android que dá mais significados ao seu dia              

     


Toda manhã, nosso app disponibiliza: Dias cívicos, feriados, fatos históricos, aniversariantes

amosos, santo do dia, datas que não devem ser esquecidas... Enfim, respostas para uma recorrente pergunta: Hoje é dia de que? Tudo acompanhado por sugestões de leitura em prosa e poesia.


Antonio Pereira Apon.


Tudo cabe no seu App. Bom dia! Clique para baixar e instalar.


Que tal, acordar e antes mesmo de sair da cama, ficar sabendo: Hoje é dia de que? Acontecimentos históricos, aniversariantes famosos, Santo do dia, curiosidades… Tudo acompanhado por sugestões de leitura em prosa e poesia. Na telinha do seu dispositivo Android. Nosso app está dividido em duas seções: Hoje é dia de que, prosa e poesia. Você lê se informa e se diverte, além de poder compartilhar no Whatsapp, Facebook, Twitter… sem precisar sair do aplicativo.


Muito útil para escolas e professores, para quem trabalha com eventos e comunicação ou simplesmente, para quem quer está bem informado, matar a curiosidade, gosta de saber sobre datas comemorativas…


Venha curtir conosco a arte da vida! Datas comemorativas e literatura em seu dispositivo móvel, Site ou Blog. Hoje é dia de que... Nas pontas de seus dedos.


Opções para download do app:


Faça donloade no Google drive.


Faça o download no Dropbox.


Como instalar:


Baixe o arquivo do app para seu dispositivo móvel Android.


Quando estiver terminado o download.


Abra a área de notificação ou a pasta onde ficam armazenados seus downloads e execute o arquivo baixado.


Na janela que abrir. Selecione a opção “Instalador do pacote” e toque em “Só uma vez”.


Clique no botão “Instalar”. Na tela seguinte (se for pedido), clique no botão “Config” (ou configurar) para Acessar o menu “Configurar. Segurança” e marcar a opção “Fontes desconhecidas”, dê “Ok” e siga com a instalação.


Prontinho! Seu app está instalado e pronto para o uso.

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                    Postagem sorteada. Uma surpresa de leitura a cada clique              

     

Eis aqui a sua leitura sorteada. Se você está usando um dispositivo móvel, clique abaixo no título de um dos posts, para ler o texto na íntegra.

Está no computador ou numa tela grande? Então clique na ilustração:



Clique aqui para ler uma mensagem, poesia, conto, crônica... Sorteado de forma automática.



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                    Apedra. Poema de Antonio Pereira (Apon). O distraído nela tropeçou...              

     


Por si só, uma pedra É uma pedra. O uso que fazemos dela é o que faz a diferença: Construir, descansar, brincar, poetizar, matar, esculpir... Poema do livro: Essência (1999), de Antonio Pereira (Apon). Nem Renato Russo, Fernando Pessoa, plagiadores...


A pedra (mp3)
Antonio Pereira Apon.


Poema A pedra, de Antonio Pereira Apon.


A pedra

Este poema foi publicado em 1999 no livro: Essência.


Autor: Antonio Pereira (Apon)


Capa da segunda edição de : Essência.


O distraído, nela tropeçou,

o bruto a usou como projétil,

o empreendedor, usando-a construiu,

o campônio, cansado da lida,

dela fez assento.

Para os meninos foi brinquedo,

Drummond a poetizou,

Davi matou Golias...

Por fim;

o artista concebeu a mais bela escultura.

Em todos os casos,

a diferença não era a pedra.

Mas o homem.




O poema acima é de minha única e exclusiva autoria. Descobri que ele tinha sido copiado do meu antigo* site (br.geocities.com/aponarte/, www.geocities.com/aponarte/ e estava circulando como de autor desconhecido, com o nome de plagiadores, e até autores famosos como: Renato Russo, Fernando Pessoa, Chaplin... Em versões modificadas do mesmo (veja abaixo, algumas das formas do plágio).


A publicação dele aqui no Site/Blog e no "Recanto das Letras", se dá conforme a criação do blog e da minha inscrição e atividades nesse espaço literário. Infelizmente, a WEB está infestada de usurpadores e criaturas de caráter deficitário. Pesso as nefastas, que induzem gente de bem a copiar e reproduzir enganos que caracterizam crime de plágio.


Os sites e blogs, que por desconhecimento, postaram o texto com os citados problemas, quando esclarecidos, prontamente realizaram as devidas correções.


Uma visita ao site Wayback Machine (Máquina de voltar atrás), pode comprovar que o poema: A pedra. Já estava no meu site (No extinto Geocities) em 2001/2002, desmascarando definitivamente os plagiadores.


Peço ao amigo leitor que divulgue esses esclarecimentos, e que encontrando esse ou outro de nossos escritos sem os devidos créditos, comunique-nos clicando aqui (para que possamos tomar as medidas cabíveis) ou ao responsável pela página equivocada (para que efetue as necessárias correções).


Obs. *Com a decisão do Yahoo/Geocities de suspender o serviço de hospedagem de site. Migramos para a plataforma Blogger (Após testar outras opções). Passando a usar o domínio próprio: http://www.aponarte.com.br/


Lembramos que plágio é crime previsto na legislação de direitos autorais e propriedade intelectual. Estando os infratores sujeitos à responsabilização judicial.


Poema A pedra, de Antonio Pereira (Apon)

Visite a Fan page oficial de: A pedra.




Postado aqui em 18 de agosto de 2007.




***


Vejam algumas das formas plagiadas que circulam na internet:


Plágio 1 (Esse é o mais difundido):


O distraído nela tropeçou...

O bruto a usou como projétil.

O empreendedor, usando-a, construiu.

O camponês, cansado da lida, dela fez assento.

Para meninos, foi brinquedo.

Drummond a poetizou.

Já David, matou Golias, e Michelangelo extraiu-lhe a mais bela escultura...

E em todos esses casos, a diferença não esteve na pedra, mas no homem!

Não existe "pedra" no seu caminho que você não possa aproveitá-la para o seu próprio crescimento.


Plágio 2 (Esse eu comecei a encontrar mais recentemente):


O bruto a usou como arma...

O empreendedor a usou para construção...

O camponês dela fez um assento...

Drummond a poetizou...

Já Davi, com ela matou golias...

Jacó a fez de travesseiro e Deus lhe deu um sonho maravilhoso...

Michelangêlo dela fez belas esculturas...

OBSERVE: que a diferença não está na Pedra,mas sim nas pessoas! Não existe pedra no seu caminho que você não possa aproveitá-la para o seu próprio crescimento...!!


Plágio 3 (encontrei dois dessa forma):


Os distraídos tropeçam nelas.

Os violentos as usam como armas.

Os empreendedores constroem com elas.

As crianças as usam como brinquedos.

Com uma pedra Davi matou Golias.

Michelangelo extraiu das pedras as esculturas mais bonitas.

E em todos os casos a diferença não estava na pedra, mas naqueles que as utilizaram.


Plágio 4:


O distraído tropeçou nela,

O violento, projetou-a

O empreendedor construiu com ela.

O homem do campo, cansado, usou-a como assento.

As crianças brincaram com ela.

Drummond poetizou-a

David usou-a para matar Golias.

Miguel Ângelo fez com ela as mais belas esculturas

Em todos os exemplos, a diferença não estava na Pedra... Mas sim no tipo de Homem.

Não existe pedra no teu caminho que não possas usar para teu próprio benefício.


Outra forma de plágio circulante:

O distraído nela tropeçou...

O bruto a usou como arma...

O empreendedor a usou para construção...

O camponês dela fez um assento...

Drummond a poetizou...

Já Davi com ela matou o gigante...

Michelangelo dela fez belas esculturas...

Jesus mandou remover para ressuscitar Lázaro.


Mais um:


O distraído tropeçou nela.

O violento a utilizou como projétil.

O empreendedor a usou na construção.

O camponês cansado a utilizou como assento.

Para as crianças foi um brinquedo.

Davi matou Golias com ela

e Miguel Ángel a transformou na mais bela escultura.

Em todos os casos, a diferença nunca esteve na pedra, e sim no homem.

Não existe pedra em seu caminho que você não possa usar para o seu conhecimento.


Tem plágio até em espanhol:


El distraído tropezó con ella...

El bruto la usó como proyectil.

El emprendedor, usándola, construyó.

El campesino, cansado del trabajo, la convirtió en un asiento.

Para los chicos, fue un juguete.

Drummond la poetizó.

David mató a Goliat; y Miguel Ángel extrajo de ella la escultura más bella...

En todos estos casos, la diferencia no estuvo en la piedra, ¡sino en el hombre!

No existe "piedra" en su camino que no pueda aprovechar para su propio crecimiento.


Olha só que “gracinha”! Mais plágios multilinguais de: A pedra.


The distracted stumbled on it.

Violent used as a projectile.

The entrepreneur has used in construction.

The tired farmer used it as a seat.

For children was a toy.

David slew Goliath with her and Michelangelo made it the most beautiful sculpture.

In all cases, the difference was never in the stone, but in man.

There is no stone in your way that you can not use to their knowledge.


Le distrait trébuché sur elle.

Violent utilisé comme un projectile.

L'entrepreneur a utilisé dans la construction.

L'agriculteur fatigué utilisé comme siège.

Pour les enfants était un jouet.

David tua Goliath avec elle et Michel-Ange a fait la plus belle sculpture.

Dans tous les cas, la différence n'a jamais été dans la pierre, mais dans l'homme.

Il n'y a pas de pierre dans votre façon que vous ne pouvez pas utiliser à leur connaissance.


El distraído tropezó en ella.

Violento utilizado como un proyectil.

El empresario ha utilizado en la construcción.

El granjero cansado la utilizó como asiento.

Para los niños fue un juguete.

David mató a Goliat con ella y Miguel Ángel hizo la escultura más hermosa.

En todos los casos, la diferencia nunca estuvo en la piedra, pero en el hombre.

No hay piedra en tu camino que no se puede utilizar para su conocimiento.


Aparecem outros plágios com pequenas variações de forma e com títulos diferentes, para confundir e dificultar a detecção.

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                    O que é acróstico? Como se faz?              

     


... escolher um tema ou a quem homenagear, pôr sua criatividade para trabalhar e de letrinha em letrinha, dar forma e significado a seus acrósticos. Essa bela arte que remete-nos...


Antonio Pereira Apon.


Mão escrevendo.


Uma poesia, um poema no qual, (mais usualmente) a primeira letra de cada verso, compõe uma palavra ou frase, lida no sentido vertical. Comumente, usa-se o acróstico para homenagear alguém, construindo a peça poética com o nome da pessoa Homenageada. Segundo o dicionário online de português: s.m. Composição em verso cujas letras iniciais (às vezes as mediais ou as finais), lidas no sentido vertical, formam uma ou mais palavras, que são o tema, o nome do autor ou o da pessoa a quem foi dedicada a composição.


Vejamos um exemplo prático com a palavra criatividade:


Criar seu acróstico sem complicação,

requer criatividade, temperada inspiração;

inicial letra de cada verso,

arrumada, sobreposta,

tece na horizontal sua palavra;

iniciada está sua lavra,

versada composição;

indo assim faz-se a poesia,

dá-se asas ao coração;

aí o acróstico surgindo,

delicado poema,

eloquente, singular versar.

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Nosso conteúdo é de direito reservado. Sua reprodução pode ser permitida, desde que seja dado crédito ao autor original: Antonio Pereira Apon. E inclua o link para o site: WWW.aponarte.com.br
É expressamente proibido o uso comercial e qualquer alteração, sem nossa prévia autorização.
Plágio é crime previsto no artigo 184 do Código Penal.
- Lei n° 9.610-98 sobre os Direitos Autorais
.


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Fique mais um pouquinho. Leia também...



Livros e vídeos:


Capa da segunda edição de : Essência.

>

Esse livro propõe uma incursão na alma humana, garimpando sentimentos e emoções, revelando-os em versos que retratam o homem moderno em sua incansável procura de si mesmo; seu contexto social, político e cultural em um mundo em transição.


Depois de 14 anos, atendendo a pedidos, estamos republicando Essência. Nessa segunda edição, incluímos o subtítulo: O livro do poema: A pedra. O distraído nela tropeçou... Numa referência ao nosso poema integrante dessa publicação, que, absurdamente, tem aparecido na internet com o nome de autores famosos: Fernando Pessoa, Renato Russo, Chaplin... Ou plagiadores. No endereço: (http://aponarte.com.br/apedra), o amigo leitor encontra todos os esclarecimentos, inclusive algumas das formas de como o plágio tem se apresentado.

Capa da segunda edição da : Coleção
                            Graziela.

>

Aqui, pais e professores encontram uma forma prazerosa e divertida, de abordar temas como: Cidadania, comportamento, respeito ao outro e à natureza... Em sete contos, compondo um jogo de arte e educação, onde lúdica e naturalmente aos pequeninos são apresentados conceitos de: Ecologia, solidariedade, diversidade, coletividade, tempo, responsabilidade, motivação, interatividade, participação...


Textos que parecem se renovar a cada dia, conservando impressionante atualidade e sintonia. Espero que gostem.

Capa de Um dedo de prosa e poesia. A arte da
                vida.

São 125 páginas com 89 títulos em verso e prosa de Literatura Nacional, num livro prefaciado pelo professor, escritor, poeta e trovador Orlando Carvalho. Crônicas, mensagens, poesias... amor, humor, reflexão, arte, cotidiano, atualidades, auto-ajuda, espiritualidade...