A arte da vida. Apon HP

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Pra te vestir de poesia

Pra te vestir de poesia

... Na costura dos versos, o poeta faz poesia, pra vestir de sol e lua, a nudez da musa nua, que anseia por versar. No ontem? No amanhã? Onde estará? você que deserta do agora, do ocaso, da aurora; do poema a encontrar. O tempo, fina seda... Antonio Pereira Apon. Agulha da emoção, linha das palavras…
Quem tem boca vaia Roma

Quem tem boca vaia Roma

... subiu na goiabeira e entrou na Matrix da Matrix, irrealidade total, surrealidade alternativa, realismo fantástico; maluquice, sandice, despirocar coletivo e delirante. Enquanto isso, alheio a balas e Bíblias... Antonio Pereira Apon. A novidadeira versão do antigo ditado: “Quem tem boca vai a Rom…
Overdose dos paradoxos

Overdose dos paradoxos

Uma epidemia de paradoxos assalta nossa sociedade numa avassaladora overdose do sem noção. Avanço do atraso, progresso do retrocesso. Antonio Pereira Apon. Vivemos sob uma enxurrada de informação e nunca estivemos tão desinformados por fake news, verdades alternativas, mentiras… Apesar de todo avanç…
Natal? Só com Jesus!

Natal? Só com Jesus!

... Natal que abrace ricos e pobres, una plebeus e nobres; num só desejo, numa só oração. Natal é luz no coração, estrela de Belém para além do infinito, o feito mais que o dito, fraternidade e comunhão... Antonio Pereira Apon. Natal, Jesus o aniversariante, pra Noel o restante; o Cristo, protagonista…
Cadê eu?

Cadê eu?

... desencontrados de nós mesmos, aguardamos uma resposta externa, mágica, uma panaceia redentora, que não vem e não virá. Retomar o endereço de casa, visitar e revisitar o nosso pensar e sentir, mergulhar nas profundezas abissais de nós mesmos; só aí encontraremos... Antonio Pereira Apon.  Temos no…
Um poema, tempo que é mar

Um poema, tempo que é mar

... Calendários e folhinhas, linear abstração; o tempo vento, mar da viração. Ano novo, velha gente, onda na rebentação; um convite ao diferente. Navegar com coração! Nas correntes do infinito, ciclos, reciclos do luar, escrever um poema mais bonito: Tempo, mar que rima com amar... Antonio Pereira A…
A ampulheta e os dois relógios

A ampulheta e os dois relógios

... Os segundos, minutos e horas são os mesmos para todos nós. O uso que fazemos deles é que nos faz mais ricos ou mais pobres, não a matéria que nos compõe. O tempo é imaterial, sua essência está no ser e não no ter... Antonio Pereira Apon. Na bancada do relojoeiro uma antiga e sábia ampulheta escu…
Linha do tempo, agulha do viver

Linha do tempo, agulha do viver

... linha e agulha, mão da artesã, inspiração… Um aplique de fé no pano da esperança, colorido; com cores de alegria, tons de felicidade… No arremate, renda. Qual poesia serena, artífice vida... Antonio Pereira Apon. Na trama do destino, na costura da vida, no bordado da lida, patchwork das memórias…
A joaninha, a roseira e a videira

A joaninha, a roseira e a videira

... Como o cultivador da parábola, Deus nos envia o socorro necessário, enquanto tardamos na discussão inútil e vazia, por isso ou por aquilo, nos considerando melhores que o outro; menosprezando, discriminando, julgando… O problema de um, precisa ser visto como problema de todos... Antonio Pereira …
Disposófobo, acumulador, acumula dor

Disposófobo, acumulador, acumula dor

... criatura que acumula velhos defeitos de estimação, mágoas, vícios, ressentimentos; tralhas comportamentais, detritos emocionais, entulhos conscienciais, quinquilharias espirituais, sobrepeso psíquico… Antonio Pereira Apon. Disposofobia, a acumulação compulsiva designa a pessoa que junta inutilid…



Rosa da amizade/Afeto enviada pela CÉU.


Rosa da amizade/Afeto enviada pela CÉU.


Troféu rosa da amizade/Afeto.


Rosa da amizade/Afeto do Poetizando e encantando da Professora Lourdes..




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