A arte da vida. Apon HP


Obrigado por sua visita. Boa leitura!



Clique para exibir/ocultar os posts mais recentes e mais opções do Site.

domingo, 22 de abril de 2018

 

                    Ciclos, reciclos              

     


Ciclos da vida no reciclo do tempo, transformando, transmutando. Vivificando!


Antonio Pereira Apon.


Paisagem onde a natureza desabrocha, como se a vegetação verde cobrisse a seca.Uma jovem radiante, ergue os braços e sai um rastro de luz em forma de estrelinhas ou borboletas.


No blog Filosofando na vida, a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha trigésima segunda participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando.


Selo de participação no Poetizando e encantando.

Fecundo chão,
flor da lida,
brotar da vida;
ciclo do sim,
reciclar do não.
Verdejante versejar,
vicejar!
Linda vida reflorida,
desmentida aridez;
paisagem cinza colorida,
almejada placidez.
Sorrir chorar,
permanecer, morrer,
plantar colher;
ciclo, reciclo. O viver.
Transformar, transmutar,
ressignificar o existir.
Seca e floração,
ciclos, reciclo de cada estação.

    Clique para ler o post completo       
 
 

sábado, 21 de abril de 2018

 

                    Acróstico do dia das Mães              

     


Um poema, uma mensagem, homenagem à minha, à sua, a todas as Mães.


Antonio Pereira Apon.


A virgem dos rochedos, pintura de Da Vinci.


Sereno poema humano,

encanto maternal,

gera, floresce, frutifica;

ungido amor,

natural,

divinal,

onipresente doação.

    Clique para ler o post completo       
 
 

sexta-feira, 20 de abril de 2018

 

                    Ser mãe. "audaciosamente indo onde nenhum amor jamais esteve”              

     


... Semideusa da vida, senhora do estarmos aqui. Quando as coisas mostram-se mais difíceis e a vida parece pedir um milagre, uma mágica! Ela tira um coelho da cartola que não tem. Mestra em superação, doutora em...


Antonio Pereira Apon.


Rosa vermelha.


Mãe é uma opção de amor: Incondicional, transcendente; um contrato sem destrato, trato por toda essa vida; ubíqua, onipresente dedicação, devoção desmedida. Um dar de si sem fim. Assim como “o Verbo fez-se carne e habitou entre nós”, o amor fez-se mãe e a todos fez.

    Clique para ler o post completo       
 
 

terça-feira, 17 de abril de 2018

 

                    Deus, o de verdade (Inspirado no “Deus de Spinoza”)              

     


Ouvindo o poema do filósofo holandês, tive a vontade de dar voz ao meu, o seu, o Deus verdadeiro, tão diferente daquilo que cremos crer, daquilo a que fomos ensinados, acostumados, quase adestrados a acreditar que acreditamos. Einstein, perguntado se acreditava em Deus, respondeu: " Acredito no Deus de Spinoza que se revela por si mesmo na harmonia de tudo o que existe, e não no Deus que se interessa em premiar ou castigar os homens".


Antonio Pereira Apon.


Fragmento de A Criação de Adão, de Michelangelo.


Não, não estou em qualquer dessas ditas, sagradas, escrituras. Escrevinharam em meu nome, à imagem e semelhança dos interesses de homens que quiseram e, continuam querendo por rédeas em outros homens. Também não estou em nenhum desses templos, em cujas sombras, muitas vezes, se escondem o fanatismo e a mentira, o falso moralismo e o preconceito, a vaidade e a cupidez; onde se acoitam estelionatários da fé, mercadores da “salvação”, velhos e novos vendilhões.


Meu templo está em cada coração desperto para o bem, minha escritura está gravada de forma indelével em cada espírito humano. Eu os criei, simples e ignorantes, dotados do livre arbítrio par escolherem entre o certo e o errado, o bem e o mal. Assim, com esforço próprio, aprenderem a aprender, discernir, vivenciando caminhar com os próprios pés.


Não espere que eu te pegue pela mão, guie seus passos, te diga o que precisas fazer. E tenha certeza, ninguém está autorizado por mim a fazer isso. Não dê ouvidos às arengas igrejeiras, às imprecações dos pregadores. Eles sabem tanto de mim, quanto você sabe das minudências da física quântica. Escute o meu eu que está em ti. E isso não é nenhuma novidade. Jesus já falou, Gandhi e tantos outros disseram com real autoridade. Tudo o que você precisa está aí dentro de você e na natureza ao seu redor, arregace as mangas e faça o que é preciso. Não espere por soluções caídas do céu nem por minha intervenção, não farei por ti, aquilo que tens perfeitas condições de realizar. Você é uma fagulha poderosa de mim. Use o seu poder? Não perca tempo com essas orações adulatórias. E esses louvores? Por favor, me poupe! Tem gente que canta tão mal… Tudo isso é tão sem noção. Não sou um ególatra insano que se apraz com esses salamaleques e dispenso essas exteriorizações babacas. Cuide do seu corpo, para que seu espírito possa se manifestar com plenitude, eduque-se e eduque, respeite-se e respeite aos outros; cuide do planeta, ele não é seu depósito de lixo. Faça o uso sustentável das dádivas da vida. Seja consciente!


Guerras, doenças, morticínios, corrupção… Me inclua fora desse bolo! E como andam dizendo por aí: “Me erra”! De a muito, você sabe: “A mente é fonte criadora”. Toda essa lambança é coisa dos homens e tão somente aos homens cabe resolver. Não há terceirização!


Não posso te dizer ainda para onde você vai após a morte do seu corpo. Afinal, você ainda está escrevendo o roteiro da sua viagem. Isso mesmo, você é o autor do seu destino, o seu desiderato, será consequência dos seus feitos aí na Terra. Desencane desse papo de determinismo. Assuma o seu bagulho. E quando chegar lá do outro lado, esqueça essas estorinhas de trombeta tocando, sono eterno… Não vai rolar! Desperte, levante e tome seu rumo. A vida segue! Só te garanto que não haverá fogo eterno nem penas inapeláveis. O único juízo a que terás que prestar contas, será o da sua própria consciência. Não me diga que você acreditou naquela falseta? Aquela de que eu ia deixar a turma vip de boa, charlando no paraíso, enquanto a galera descrente ardia no fogo do subsolo infernal. Poxa… Quão deturpada ideia de mim, conseguiram colocar aí nesse enfeite que você traz em cima do pescoço. Você não pensa?! Vai ver, até acha que sou o cara barbudo, pintado por Michelangelo. Acorda! Eu não tenho um rosto, sexo, etnia, ideologia e nem mesmo religião. Aliás, os religiosos não querem saber de mim. A verdade de verdade anda em desuso, o que vale é o fake, a “verdade” alternativa. Cada religião inventou seu próprio “Deus”: pré-moldado, pré-fabricado, transgênico, teologicamente modificado. Essa coisa de “Deus” porradão, que manda a zorra em quem o desobedece... Isso não é do meu feitio. Não foi atoa que disseram: “A religião é o ópio do povo”. O ópio, a maconha, LSD, cocaína, crack… Até parece que os caras estavam com algum barato na cabeça, quando resolveram engendrar tanta sandice para por em minha conta.


Mas, se você ainda quer que eu haja com toda a minha autoridade de Deus único e onipotente. Eu te ordeno. Em nome do seu Senhor! Seja feliz! Faça feliz o seu semelhante, semeie a felicidade por onde você passar. Resgate o amor que eu coloquei aí dentro de você. Sim! Ai dentro. Ele está bem aí! Soterrado sob todo esse entulho existencial, toda essa tralha comportamental, acumulada com passar dos anos. Te ordeno em meu nome! Jogue fora esse sobrepeso artificial dos pecados e culpas. Senão… Te condenarei a continuar a ser por mim perdoado. Eu com prendo os seus limites e atraso evolutivo. Mas não abuse! O tempo gosta de dificultar as coisas. Não quero o seu temor, nem a sua devoção, nem mesmo que acredite na minha existência. Eu estou em você como estou em cada partícula do universo. Queira ou não, eu continuarei existindo, manifesto em toda a criação. Eu estou no sol de cada crepúsculo e alvorada, no canto de cada pássaro, no cio da terra, na poesia de cada estação; eu estou em cada planeta, estrela, galáxia… E já passou da hora de deixares a província das ilusões, a aldeota dos enganos e viajar no espaço-tempo do conhecimento, rompendo as fronteiras da ignorância.


E para terminar. Vê se dá uma aceleradinha nessa sua evolução. Vem assumir o seu papel de cocriador na engenharia do cosmo, eu sou o eterno e pela eternidade sigo a laborar. O universo se expande ao infinito e trabalho é o que não falta. Pensou que ia descansar, é? Ficar de pernas pro ar? Nada disso! Herdeiro da vida eterna, cada homem é responsável por seu quinhão de eternidade. “Vós sois deuses”!




    Clique para ler o post completo       
 
 
 

                    Postagem sorteada. Uma surpresa de leitura a cada clique              

     

Eis aqui a sua leitura sorteada. Se você está usando um dispositivo móvel, clique abaixo no título de um dos posts, para ler o texto na íntegra.

Está no computador ou numa tela grande? Então clique na ilustração:



Clique aqui para ler uma mensagem, poesia, conto, crônica... Sorteado de forma automática.



    Clique para ler o post completo       
 
 
 

                    Apedra. Poema de Antonio Pereira (Apon). O distraído nela tropeçou...              

     


Por si só, uma pedra É uma pedra. O uso que fazemos dela é o que faz a diferença: Construir, descansar, brincar, poetizar, matar, esculpir... Poema do livro: Essência (1999), de Antonio Pereira (Apon). Nem Renato Russo, Fernando Pessoa, plagiadores...


A pedra (mp3)
Antonio Pereira Apon.


Poema A pedra, de Antonio Pereira Apon.


A pedra

Este poema foi publicado em 1999 no livro: Essência.


Autor: Antonio Pereira (Apon)


Capa da segunda edição de : Essência.


O distraído, nela tropeçou,

o bruto a usou como projétil,

o empreendedor, usando-a construiu,

o campônio, cansado da lida,

dela fez assento.

Para os meninos foi brinquedo,

Drummond a poetizou,

Davi matou Golias...

Por fim;

o artista concebeu a mais bela escultura.

Em todos os casos,

a diferença não era a pedra.

Mas o homem.




O poema acima é de minha única e exclusiva autoria. Descobri que ele tinha sido copiado do meu antigo* site (br.geocities.com/aponarte/, www.geocities.com/aponarte/ e estava circulando como de autor desconhecido, com o nome de plagiadores, e até autores famosos como: Renato Russo, Fernando Pessoa, Chaplin... Em versões modificadas do mesmo (veja abaixo, algumas das formas do plágio).


A publicação dele aqui no Site/Blog e no "Recanto das Letras", se dá conforme a criação do blog e da minha inscrição e atividades nesse espaço literário. Infelizmente, a WEB está infestada de usurpadores e criaturas de caráter deficitário. Pesso as nefastas, que induzem gente de bem a copiar e reproduzir enganos que caracterizam crime de plágio.


Os sites e blogs, que por desconhecimento, postaram o texto com os citados problemas, quando esclarecidos, prontamente realizaram as devidas correções.


Uma visita ao site Wayback Machine (Máquina de voltar atrás), pode comprovar que o poema: A pedra. Já estava no meu site (No extinto Geocities) em 2001/2002, desmascarando definitivamente os plagiadores.


Peço ao amigo leitor que divulgue esses esclarecimentos, e que encontrando esse ou outro de nossos escritos sem os devidos créditos, comunique-nos clicando aqui (para que possamos tomar as medidas cabíveis) ou ao responsável pela página equivocada (para que efetue as necessárias correções).


Obs. *Com a decisão do Yahoo/Geocities de suspender o serviço de hospedagem de site. Migramos para a plataforma Blogger (Após testar outras opções). Passando a usar o domínio próprio: http://www.aponarte.com.br/


Lembramos que plágio é crime previsto na legislação de direitos autorais e propriedade intelectual. Estando os infratores sujeitos à responsabilização judicial.


Poema A pedra, de Antonio Pereira (Apon)

Visite a Fan page oficial de: A pedra.




Postado aqui em 18 de agosto de 2007.




***


Vejam algumas das formas plagiadas que circulam na internet:


Plágio 1 (Esse é o mais difundido):


O distraído nela tropeçou...

O bruto a usou como projétil.

O empreendedor, usando-a, construiu.

O camponês, cansado da lida, dela fez assento.

Para meninos, foi brinquedo.

Drummond a poetizou.

Já David, matou Golias, e Michelangelo extraiu-lhe a mais bela escultura...

E em todos esses casos, a diferença não esteve na pedra, mas no homem!

Não existe "pedra" no seu caminho que você não possa aproveitá-la para o seu próprio crescimento.


Plágio 2 (Esse eu comecei a encontrar mais recentemente):


O bruto a usou como arma...

O empreendedor a usou para construção...

O camponês dela fez um assento...

Drummond a poetizou...

Já Davi, com ela matou golias...

Jacó a fez de travesseiro e Deus lhe deu um sonho maravilhoso...

Michelangêlo dela fez belas esculturas...

OBSERVE: que a diferença não está na Pedra,mas sim nas pessoas! Não existe pedra no seu caminho que você não possa aproveitá-la para o seu próprio crescimento...!!


Plágio 3 (encontrei dois dessa forma):


Os distraídos tropeçam nelas.

Os violentos as usam como armas.

Os empreendedores constroem com elas.

As crianças as usam como brinquedos.

Com uma pedra Davi matou Golias.

Michelangelo extraiu das pedras as esculturas mais bonitas.

E em todos os casos a diferença não estava na pedra, mas naqueles que as utilizaram.


Plágio 4:


O distraído tropeçou nela,

O violento, projetou-a

O empreendedor construiu com ela.

O homem do campo, cansado, usou-a como assento.

As crianças brincaram com ela.

Drummond poetizou-a

David usou-a para matar Golias.

Miguel Ângelo fez com ela as mais belas esculturas

Em todos os exemplos, a diferença não estava na Pedra... Mas sim no tipo de Homem.

Não existe pedra no teu caminho que não possas usar para teu próprio benefício.


Outra forma de plágio circulante:

O distraído nela tropeçou...

O bruto a usou como arma...

O empreendedor a usou para construção...

O camponês dela fez um assento...

Drummond a poetizou...

Já Davi com ela matou o gigante...

Michelangelo dela fez belas esculturas...

Jesus mandou remover para ressuscitar Lázaro.


Mais um:


O distraído tropeçou nela.

O violento a utilizou como projétil.

O empreendedor a usou na construção.

O camponês cansado a utilizou como assento.

Para as crianças foi um brinquedo.

Davi matou Golias com ela

e Miguel Ángel a transformou na mais bela escultura.

Em todos os casos, a diferença nunca esteve na pedra, e sim no homem.

Não existe pedra em seu caminho que você não possa usar para o seu conhecimento.


Tem plágio até em espanhol:


El distraído tropezó con ella...

El bruto la usó como proyectil.

El emprendedor, usándola, construyó.

El campesino, cansado del trabajo, la convirtió en un asiento.

Para los chicos, fue un juguete.

Drummond la poetizó.

David mató a Goliat; y Miguel Ángel extrajo de ella la escultura más bella...

En todos estos casos, la diferencia no estuvo en la piedra, ¡sino en el hombre!

No existe "piedra" en su camino que no pueda aprovechar para su propio crecimiento.


Olha só que “gracinha”! Mais plágios multilinguais de: A pedra.


The distracted stumbled on it.

Violent used as a projectile.

The entrepreneur has used in construction.

The tired farmer used it as a seat.

For children was a toy.

David slew Goliath with her and Michelangelo made it the most beautiful sculpture.

In all cases, the difference was never in the stone, but in man.

There is no stone in your way that you can not use to their knowledge.


Le distrait trébuché sur elle.

Violent utilisé comme un projectile.

L'entrepreneur a utilisé dans la construction.

L'agriculteur fatigué utilisé comme siège.

Pour les enfants était un jouet.

David tua Goliath avec elle et Michel-Ange a fait la plus belle sculpture.

Dans tous les cas, la différence n'a jamais été dans la pierre, mais dans l'homme.

Il n'y a pas de pierre dans votre façon que vous ne pouvez pas utiliser à leur connaissance.


El distraído tropezó en ella.

Violento utilizado como un proyectil.

El empresario ha utilizado en la construcción.

El granjero cansado la utilizó como asiento.

Para los niños fue un juguete.

David mató a Goliat con ella y Miguel Ángel hizo la escultura más hermosa.

En todos los casos, la diferencia nunca estuvo en la piedra, pero en el hombre.

No hay piedra en tu camino que no se puede utilizar para su conocimiento.


Aparecem outros plágios com pequenas variações de forma e com títulos diferentes, para confundir e dificultar a detecção.

    Clique para ler o post completo       
 
 

sábado, 14 de abril de 2018

 

                    Paisagens do eu              

     


... Somos autores e protagonistas de nossas criações mentais, de nossas emanações psíquicas, das nossas sintonias com as mais diversas frequências vibracionais do existir. Estamos onde estão os...


Antonio Pereira Apon.


Linda jovem camponesa colhendo flores, contempla  os campos floridos e as borboletas em volta e lá longe, as montanhas avermelhadas do solo seco.


No blog Filosofando na vida, a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha trigésima primeira participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando.


Selo de participação no Poetizando e encantando.

Entre o self e o ego. Céu ou inferno, felicidade ou tristeza, amor ou ódio, bem ou mal… Estados de espírito, construções mentais, cenas pintadas pelo ser na delicada tela da vida. Delírios ou sonhos, miragem ou realidade, verdade ou ilusão, certo e errado... Cada um se situa no cenário emocional consoante aos seus pensares sentires e agires. Independente das coisas, das pessoas, dos acontecimentos, na retina da alma, projeta-se o nosso filme; aquele que autoramos, produzimos, dirigimos, atuamos e sobretudo, vivenciamos.

    Clique para ler o post completo       
 
 

sexta-feira, 13 de abril de 2018

 

                    Quanto custa? Qual o preço? Eu pago!              

     


... quanto custa um crepúsculo e uma alvorada? Uma noite enluarada? A chuva, o orvalho e o mar? Qual o preço de um sorriso verdadeiro, de uma amizade sincera, do amor? Quanto custa sonhar? Um...


Antonio Pereira Apon.


Alvorecer no mar.


Quem não consegue “saborear”, sentir, curtir, entender, encontrar grandeza nas pequenas coisas. Na verdade, carrega em si, a pequenez da própria incompletude. O sem sentido do ter, sufocando e consumindo o ser. Gente que tenta encher seu vazio existencial com o vazio das coisas. O artifício do consumismo, o apreçar tudo e todos.

    Clique para ler o post completo       
 
 

domingo, 8 de abril de 2018

 

                    Tempo, dá um tempo!              

     


... Da paisagem o sentimento, do vivente o pensamento, do momento, inspiração. Até o tempo dá um tempo; param os relógios, calam as agendas, impressionista contemplação...


Antonio Pereira Apon.


Olhando para o alto, uma jovem sorridente, de braços abertos, num campo florido, brilhantemente iluminado pela  luz solar.


No blog Filosofando na vida, a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha trigésima participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando.


Selo de participação no Poetizando e encantando.

mira o alto,

a esperança;

sorri a vida qual criança,

convida à vida abraçar.

A liberdade entre flores,

perfume das cores,

poesia do estar.

Nos seus braços todo abraço,

brilhante sol a abraçar:

    Clique para ler o post completo       
 
 

segunda-feira, 2 de abril de 2018

 

                    A Vida é uma dança              

     


... Dançante, senhora menina; dança e nos encanta a bailar. Nos toma nos braços, enlaça em abraços, conduz o dançar. Pede mais e mais música! Não cansa, não descansa… Dança! Pois viver é dançar...


Antonio Pereira Apon.


O baile no Moulin de la Galette, pintura de Renoir.


Dança que dança.

No salão do tempo,

a Vida dança:

Valsa, tango, um fado,

um samba canção, um bom xaxado;

bolero, polca, foxtrote…

Coladinho, achegadinho ou apartado.

Uns sós, uns nós,

no baile da Vida,

Vida,

essa eterna debutante.

    Clique para ler o post completo       
 
 


Nosso conteúdo é de direito reservado. Sua reprodução pode ser permitida, desde que seja dado crédito ao autor original: Antonio Pereira Apon. E inclua o link para o site: WWW.aponarte.com.br
É expressamente proibido o uso comercial e qualquer alteração, sem nossa prévia autorização.
Plágio é crime previsto no artigo 184 do Código Penal.
- Lei n° 9.610-98 sobre os Direitos Autorais
.


Creative Commons License
This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Unported License.

Fale conosco.



Clique na imagem para ler um texto sorteado pelo sistema:
Textos para todos os dias. Curta a arte da vida!




Fique mais um pouquinho. Leia também...



Livros e vídeos:


Capa da segunda edição de : Essência.

>

Esse livro propõe uma incursão na alma humana, garimpando sentimentos e emoções, revelando-os em versos que retratam o homem moderno em sua incansável procura de si mesmo; seu contexto social, político e cultural em um mundo em transição.


Depois de 14 anos, atendendo a pedidos, estamos republicando Essência. Nessa segunda edição, incluímos o subtítulo: O livro do poema: A pedra. O distraído nela tropeçou... Numa referência ao nosso poema integrante dessa publicação, que, absurdamente, tem aparecido na internet com o nome de autores famosos: Fernando Pessoa, Renato Russo, Chaplin... Ou plagiadores. No endereço: (http://aponarte.com.br/apedra), o amigo leitor encontra todos os esclarecimentos, inclusive algumas das formas de como o plágio tem se apresentado.

Capa da segunda edição da : Coleção
                            Graziela.

>

Aqui, pais e professores encontram uma forma prazerosa e divertida, de abordar temas como: Cidadania, comportamento, respeito ao outro e à natureza... Em sete contos, compondo um jogo de arte e educação, onde lúdica e naturalmente aos pequeninos são apresentados conceitos de: Ecologia, solidariedade, diversidade, coletividade, tempo, responsabilidade, motivação, interatividade, participação...


Textos que parecem se renovar a cada dia, conservando impressionante atualidade e sintonia. Espero que gostem.

Capa de Um dedo de prosa e poesia. A arte da
                vida.

São 125 páginas com 89 títulos em verso e prosa de Literatura Nacional, num livro prefaciado pelo professor, escritor, poeta e trovador Orlando Carvalho. Crônicas, mensagens, poesias... amor, humor, reflexão, arte, cotidiano, atualidades, auto-ajuda, espiritualidade...