A arte da vida. Apon HP



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quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

 

                    Azuis do azul e muito mais              

     


... Cada um é um azul sem igual, singular na plural composição humana, que vai além dos tantos azuis. Por que, até aqui, só de azuis falamos...


Antonio Pereira Apon.


Moça com Brinco de Pérola, pintura de Johannes Vermeer.


São tantos os azuis. Como caberem num só azul? É ciano, cobalto, turquesa; celeste, bebê, marinho; do Egito, da Prússia, da pérsia; azul lápis-lazúli…


Se uma cor não cabe em si mesma?! Como querer acomodar, acondicionar, tentar fazer caber; o pensamento, o sentimento: numa definição, num significado, uma palavra, em coordenadas cartesianas, numa escola, num dogma ou qualquer absoluta incerteza?

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domingo, 9 de dezembro de 2018

 

                    Oração da misericórdia              

     


... Que nossos gestos: consolem, curem, acolham,acalentem… Que nossos passos: guiem, norteem, encaminhem… Que nossas palavras: serenem, eduquem, harmonizem... Que nossas escolhas: construam, elevem, oportunizem… Que a nossa vida seja um poema, uma oração...


Antonio Pereira Apon.


Jesus Cristo, Complacência.


Senhor, dá-nos hoje,
tocados pelo teu amor infinito e incondicional,
reconhecermos, por ventura, se estamos a fazer o mal ao nosso irmão.

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sábado, 8 de dezembro de 2018

 

                    Kairós: Cadê o agora que estava aqui? Cronos comeu?!              

     


... é a dádiva do momento oportuno: Oportunidade! Tempo em toda sua potencialidade, possibilidade. Revela fugacidade das chances que surgem e precisam ser devidamente aproveitadas. Ele não reflete o passado nem pressente o futuro; simboliza o tempo de fato, o presente. o instante em que tudo acontece; sem o sobrepeso do que passou e da preocupação pelo que passará(?)...


Antonio Pereira Apon.


Kairós - Francesco de Rossi.


Todo tempo é tempo de pensar o tempo e no tempo, mas a proximidade da chegada de um ano novo, parece acordar reflexões especiais:


Existe um tempo cronológico, linear, irrefreável, inexorável... No qual sobrevivemos. Mas, há um tempo ideal, o instante de viver e vivenciar, momento oportuno, o agora, o hoje; o presente onde tudo realmente acontece. Não adianta tentar reter o passado ou antecipar o futuro. A vida é como um cesto onde só cabe o instante presente. No fluxo incoercível do rio do tempo, não dá para reter as águas passadas nem adivinhar as do porvir...


Cronos e kairós. Um, dita o tempo cronológico, sequencial; medido, agendado, quantificado. Enquanto o outro, presta-se, refere-se ao qualitativo, à ocasião oportuna, o acontecer especial.

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                    Esperança. Esperançar que fica. A caixa de Pandora              

     


... Diverso do que diz o ditado popular: Quem espera, nem sempre alcança. Ter esperança. Isso sim, ajuda a alcançar. Esperar é aguardar, se acomodar, estagnar esperando. Esperança vem de esperançar: Sonhar, desejar, projetar, confiar, ter fé… Como canta Geraldo Vandré: “Quem sabe faz a hora, não espera acontecer”. Tudo passa e a esperança fica, fica não a esperar, mas a esperançar...


Antonio Pereira Apon.


Pandora - Jules Joseph Lefebvre.


Conta-se que, para se vingar de Prometeu, por ter roubado o fogo dos deuses e dado aos homens. Zeus incumbiu Hefesto e Atena de criarem a primeira mulher, com a ajuda de todos os deuses, cada um deles lhe dando uma qualidade. Assim, surgiu Pandora, que foi enviada para Epimeteu, irmão de Prometeu, que, conhecedor dos ardis do todo poderoso do Olimpo, já o havia alertado para não aceitar presentes dos deuses. Mas, enfeitiçado pelos encantos da moça, Epimeteu a tomou como esposa e aceitou a caixa enviada com ela sob recomendação de que jamais fosse aberta. O grande defeito de Pandora, e com o qual contava Zeus, era a curiosidade. Sabedor de que um dia, ela não resistiria e abriria a caixa liberando grandes males aos humanos. Afinal os puniria pelo fogo que haviam recebido a seu contragosto. Assim, uma infinidade de desgraça sse espalhou: Discórdia, guerra, doenças… Percebendo a bobagem feita, a moçoila fechou a caixa depressa, porém, tudo de ruim já havia escapado, restando apenas a esperança. Daí dizer-se: “A esperança é a última que morre”.


Esperança. Chamada Elpis pelos gregos, era Spes para os romanos. Representada como uma formosa jovem, portando um botão de flor entreaberto e segurando a barra do vestido. Quase uma espécie de divindade alegórica, era venerada pelos antigos com especial solenidade.

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sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

 

                    Reflexos, complexos e amplexos              

     


... Desfolham-se as folhinhas, obsolescem as agendas, caducam os calendários; lunares, solares... A vida não aguarda, não resguarda, não se guarda; nos convoca a viver. Finda o ano...


Antonio Pereira Apon.


A lua refletida na água do mar.


No blog Filosofando na vida, a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha 64ª participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando.


Selo de participação no Poetizando e encantando.

Finda o dia,

linda a lua,

pinta n'água o seu reflexo.

Ciclos, rotas;

o tempo e seus amplexos.

Complexo!

Vai-se um dia em rotação,

vai a translação levando uns tantos;

luas, sóis,

solstícios e equinócios

noites, dias,

mais um ano jaz.

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                    O mito de Prometeu e o natal              

     


... o Cristo derrota a morte para reluzir no natal de cada coração que permite florescer a fé em si e no mais alto, renovando a esperança nos dias melhores que virão. A chama viva da boa nova, que dividiu a história num antes e depois, fulgura nas mentes conscientes, de que apesar das negatividades e da má vontade de tantos, podemos e vamos fazer melhor; uma humanidade melhor, um mundo melhor, inspirador, inspirado no fogo imorredouro do natal...


Antonio Pereira Apon.


A natividade - Giotto.


Segundo uma versão do mito de Prometeu, ele e seu irmão Epimeteu, foram incumbidos de criar o homem e os outros animais. Epimeteu assumiu a tarefa, cabendo a Prometeu supervisionar tudo. Tendo Epimeteu distribuído entre os bichos, todos os dons e capacidades, quando formou o homem do barro, não soube o que fazer. Assim recorreu a seu irmão, que não hesitou em roubar o fogo dos deuses, dando inteligência ao homem, colocando-o acima dos outros animais. Contudo, o fogo era exclusividade dos deuses e por tê-lo usurpado, Prometeu foi severamente punido. Acorrentado por Hefesto no cume do monte Cáucaso, tendo diariamente seu fígado dilacerado por uma águia, sendo o órgão regenerado dia a dia, num suplício que deveria durar milênios, não intervisse Hércules.



Usando uma enorme licença poética e respeitando as devidas proporções, podemos fazer uma analogia entre o mito grego e o natal de Jesus:

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                    Feliz ano novo! Não chore por ontem. Deixe o amanhã te sorrir              

     


... Quem não erra? Quem é perfeito? A vida é uma caminhada; as quedas são inerentes à jornada; os vencedores levantam e seguem em frente, os perdedores procuram desculpas...


Antonio Pereira Apon.


Linha de chegada.


O passado é fato, o presente é oportunidade, o futuro, uma possibilidade. Desperdiçar o hoje, pranteando os erros de ontem, pode inviabilizar o sorrir do amanhã. É certo que a virada de calendário, não tem o dom de realizar miraculosas metamorfoses, o acaso e o improviso são inconstantes e inconsistentes; não devemos procurar culpados, para as faltas que são nossas. Precisamos assumir nossas falhas, com a mesma dignidade com que vestimos os louros dos acertos. Quem não erra? Quem é perfeito? A vida é uma caminhada; as quedas são inerentes à jornada; os vencedores levantam e seguem em frente, os perdedores procuram desculpas. Só quem não caminha não cai, mas também não avança e, portanto, não vive.

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                    Bom natal e luminoso ano novo!              

     


... felicidade do natal e a prosperidade do ano novo dependem de cada um de nós. Somos os operários na construção de um desiderato de luz e harmonia...


Antonio Pereira Apon.


Barco navegando ao alvorecer.


Temos aprendido, que nada acontece por acaso. Alegrias e tristezas, fazem parte da vida, do aprendizado de viver. Colhemos agora, aquilo que plantamos ontem e ceifaremos amanhã a semeadura de hoje.


Todo novo ano, começou a ser construído no ano que finda. O presente e o futuro, são os frutos do passado. O tempo não para, não sofre solução de continuidade. Corre célere como um rio, a desembocar no mar do infinito.

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                    Quando o mundo não acabar. Acabe com...              

     


... Pule dentro! Pegue essa “bola azul”, esse globo, nossa “nave mãe”. Com carinho e atenção, lembre, jamais esqueça. Um mundo melhor, começa no melhor de cada um de nós...


Antonio Pereira Apon.


Mãos segurando o globo terrestre.


Quando (mais uma vez) o mundo não acabar, as “previsões Maias” caírem no anedotário popular, novos (e velhos) catastrofistas exumarem: Incas, Astecas, Vikings... Ou qualquer outra patética profética(?) premunição excêntrica. Acorde a esperança, reviva o otimismo, alimente a fé, transcenda à mesmice. O “teatro” dos novos natais e novos anos novos, ensaia, projeta, rascunha uma renovada e renovadora humanidade, capaz de ir além das aparências, artifícios e estereótipos na construção de verdadeiramente novos tempos.

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                    Presente de natal, felicidade de ano novo              

     


O grande presente de natal e a felicidade real de um ano verdadeiramente novo, dormitam em nosso íntimo, aguardando o despertar de uma vontade proativa, uma esperança operante e um sonho transformador. Esperar pelos outros, é jogar com a sorte. Vamos lá! Já passou da hora.


Antonio Pereira Apon.


Maria ensinando Jesus a ler.


Que a grande luz,

a luz do amor,

brilhe em cada coração.

Se Noel vier ou não chegar.

Que importa?

Importante é que Jesus seja nosso grande presente;

Presente de nosso pensar, sentir e agir.

Que ele faça luzir o bem:

Acima dos artifícios das aparências,

dos adornos da conveniência,

da fantasia das formalidades...

O “Bom velhinho” pode ser coadjuvante,

Mas, o Cristo,

precisa ser o protagonista do nosso natal de cada dia.

Para que o ano novo:

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Livros e vídeos:


Capa da segunda edição de : Essência.

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Esse livro propõe uma incursão na alma humana, garimpando sentimentos e emoções, revelando-os em versos que retratam o homem moderno em sua incansável procura de si mesmo; seu contexto social, político e cultural em um mundo em transição.


Depois de 14 anos, atendendo a pedidos, estamos republicando Essência. Nessa segunda edição, incluímos o subtítulo: O livro do poema: A pedra. O distraído nela tropeçou... Numa referência ao nosso poema integrante dessa publicação, que, absurdamente, tem aparecido na internet com o nome de autores famosos: Fernando Pessoa, Renato Russo, Chaplin... Ou plagiadores. No endereço: (http://aponarte.com.br/apedra), o amigo leitor encontra todos os esclarecimentos, inclusive algumas das formas de como o plágio tem se apresentado.

Capa da segunda edição da : Coleção
                            Graziela.

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Aqui, pais e professores encontram uma forma prazerosa e divertida, de abordar temas como: Cidadania, comportamento, respeito ao outro e à natureza... Em sete contos, compondo um jogo de arte e educação, onde lúdica e naturalmente aos pequeninos são apresentados conceitos de: Ecologia, solidariedade, diversidade, coletividade, tempo, responsabilidade, motivação, interatividade, participação...


Textos que parecem se renovar a cada dia, conservando impressionante atualidade e sintonia. Espero que gostem.

Capa de Um dedo de prosa e poesia. A arte da
                vida.

São 125 páginas com 89 títulos em verso e prosa de Literatura Nacional, num livro prefaciado pelo professor, escritor, poeta e trovador Orlando Carvalho. Crônicas, mensagens, poesias... amor, humor, reflexão, arte, cotidiano, atualidades, auto-ajuda, espiritualidade...