No balanço da vida              

em quinta-feira, 18 de julho de 2019



... versando o reverso da rotina; que a todos cativa, sem a ninguém cativar. Reciclado, ecológico brinquedo, renovado o...


Antonio Pereira Apon.


Crianças brincando em um balanço  de pinéu usado. Alegres, felizes, mostrando para o mundo que para ser feliz não precisa muito.


No blog Filosofando na vida, a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha 89ª participação nessa blogagem coletiva, intitulada: Poetizando e encantando.


Selo de participação no Poetizando e encantando.

No balanço vai a vida,

balança na rima traquina

do tempo a balançar.

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                    Qual é? ...              

em segunda-feira, 15 de julho de 2019



... Qual a índole do racismo? O feitio da intolerância? A propensão do machismo? Qual a lógica do moralismo? A ética da prepotência? O valor do egocentrismo? Qual a fé da caridade? A ideologia do bem? O partido da fraternidade? ...


Antonio Pereira Apon.


O Pensador (francês: Le Penseur), escultura de Auguste Rodin.


Qual a etnia do caráter?

A cor do discernimento?

A raça do acolhimento?

Qual o sexo do amor,

O gênero da fraternidade?

A religião da dor?

Existe moral no preconceito?

Justificativa na discriminação?

Humanidade no ódio?

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                    Acróstico da amizade              



20 de julho é um desses 365 dias do amigo e da amizade. Amigo presencial ou virtual, conhecido ou oculto, secreto, público; novo, antigo... Quem é bem mais que “coisa pra se guardar”. Aquele que te curte no Facebook, segue no Twitter, comenta no Blog...


Antonio Pereira Apon.


Mãos se tocando.


Amigo pode ter outro sobrenome,

mano sem ditame da genética

irmandade que não dá em teste de DNA;

zig do zag, tic do tac, ping do pong;

afinidades se aproximam,

destinos se entrelaçam

encontram-se os amigos.


Sincero e incondicional afeto,

irmanar de corações

natural sintonia,

conectar de emoções;

eis o ser da amizade,

rico o e caro entesourar

amigo, é mais que “coisa pra se guardar”.


Mãos se tocando.



Postado aqui em 16 de julho de 2013.



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                    Apedra. Poema de Antonio Pereira (Apon). O distraído nela tropeçou...              



Por si só, uma pedra É uma pedra. O uso que fazemos dela é o que faz a diferença: Construir, descansar, brincar, poetizar, matar, esculpir... Poema do livro: Essência (1999), de Antonio Pereira (Apon). Nem Renato Russo, Fernando Pessoa, plagiadores...


A pedra (mp3)
Antonio Pereira Apon.


Poema A pedra, de Antonio Pereira Apon.


A pedra

Este poema foi publicado em 1999 no livro: Essência.


Autor: Antonio Pereira (Apon)


Capa da segunda edição de : Essência.


O distraído, nela tropeçou,

o bruto a usou como projétil,

o empreendedor, usando-a construiu,

o campônio, cansado da lida,

dela fez assento.

Para os meninos foi brinquedo,

Drummond a poetizou,

Davi matou Golias...

Por fim;

o artista concebeu a mais bela escultura.

Em todos os casos,

a diferença não era a pedra.

Mas o homem.




O poema acima é de minha única e exclusiva autoria. Descobri que ele tinha sido copiado do meu antigo* site (br.geocities.com/aponarte/, www.geocities.com/aponarte/ e estava circulando como de autor desconhecido, com o nome de plagiadores, e até autores famosos como: Renato Russo, Fernando Pessoa, Chaplin... Em versões modificadas do mesmo (veja abaixo, algumas das formas do plágio).


A publicação dele aqui no Site/Blog e no "Recanto das Letras", se dá conforme a criação do blog e da minha inscrição e atividades nesse espaço literário. Infelizmente, a WEB está infestada de usurpadores e criaturas de caráter deficitário. Pesso as nefastas, que induzem gente de bem a copiar e reproduzir enganos que caracterizam crime de plágio.


Os sites e blogs, que por desconhecimento, postaram o texto com os citados problemas, quando esclarecidos, prontamente realizaram as devidas correções.


Uma visita ao site Wayback Machine (Máquina de voltar atrás), pode comprovar que o poema: A pedra. Já estava no meu site (No extinto Geocities) em 2001/2002, desmascarando definitivamente os plagiadores.


Peço ao amigo leitor que divulgue esses esclarecimentos, e que encontrando esse ou outro de nossos escritos sem os devidos créditos, comunique-nos clicando aqui (para que possamos tomar as medidas cabíveis) ou ao responsável pela página equivocada (para que efetue as necessárias correções).


Obs. *Com a decisão do Yahoo/Geocities de suspender o serviço de hospedagem de site. Migramos para a plataforma Blogger (Após testar outras opções). Passando a usar o domínio próprio: http://www.aponarte.com.br/


Lembramos que plágio é crime previsto na legislação de direitos autorais e propriedade intelectual. Estando os infratores sujeitos à responsabilização judicial.


Poema A pedra, de Antonio Pereira (Apon)

Visite a Fan page oficial de: A pedra.




Postado aqui em 18 de agosto de 2007.




***


Vejam algumas das formas plagiadas que circulam na internet:


Plágio 1 (Esse é o mais difundido):


O distraído nela tropeçou...

O bruto a usou como projétil.

O empreendedor, usando-a, construiu.

O camponês, cansado da lida, dela fez assento.

Para meninos, foi brinquedo.

Drummond a poetizou.

Já David, matou Golias, e Michelangelo extraiu-lhe a mais bela escultura...

E em todos esses casos, a diferença não esteve na pedra, mas no homem!

Não existe "pedra" no seu caminho que você não possa aproveitá-la para o seu próprio crescimento.


Plágio 2 (Esse eu comecei a encontrar mais recentemente):


O bruto a usou como arma...

O empreendedor a usou para construção...

O camponês dela fez um assento...

Drummond a poetizou...

Já Davi, com ela matou golias...

Jacó a fez de travesseiro e Deus lhe deu um sonho maravilhoso...

Michelangêlo dela fez belas esculturas...

OBSERVE: que a diferença não está na Pedra,mas sim nas pessoas! Não existe pedra no seu caminho que você não possa aproveitá-la para o seu próprio crescimento...!!


Plágio 3 (encontrei dois dessa forma):


Os distraídos tropeçam nelas.

Os violentos as usam como armas.

Os empreendedores constroem com elas.

As crianças as usam como brinquedos.

Com uma pedra Davi matou Golias.

Michelangelo extraiu das pedras as esculturas mais bonitas.

E em todos os casos a diferença não estava na pedra, mas naqueles que as utilizaram.


Plágio 4:


O distraído tropeçou nela,

O violento, projetou-a

O empreendedor construiu com ela.

O homem do campo, cansado, usou-a como assento.

As crianças brincaram com ela.

Drummond poetizou-a

David usou-a para matar Golias.

Miguel Ângelo fez com ela as mais belas esculturas

Em todos os exemplos, a diferença não estava na Pedra... Mas sim no tipo de Homem.

Não existe pedra no teu caminho que não possas usar para teu próprio benefício.


Outra forma de plágio circulante:

O distraído nela tropeçou...

O bruto a usou como arma...

O empreendedor a usou para construção...

O camponês dela fez um assento...

Drummond a poetizou...

Já Davi com ela matou o gigante...

Michelangelo dela fez belas esculturas...

Jesus mandou remover para ressuscitar Lázaro.


Mais um:


O distraído tropeçou nela.

O violento a utilizou como projétil.

O empreendedor a usou na construção.

O camponês cansado a utilizou como assento.

Para as crianças foi um brinquedo.

Davi matou Golias com ela

e Miguel Ángel a transformou na mais bela escultura.

Em todos os casos, a diferença nunca esteve na pedra, e sim no homem.

Não existe pedra em seu caminho que você não possa usar para o seu conhecimento.


Tem plágio até em espanhol:


El distraído tropezó con ella...

El bruto la usó como proyectil.

El emprendedor, usándola, construyó.

El campesino, cansado del trabajo, la convirtió en un asiento.

Para los chicos, fue un juguete.

Drummond la poetizó.

David mató a Goliat; y Miguel Ángel extrajo de ella la escultura más bella...

En todos estos casos, la diferencia no estuvo en la piedra, ¡sino en el hombre!

No existe "piedra" en su camino que no pueda aprovechar para su propio crecimiento.


Olha só que “gracinha”! Mais plágios multilinguais de: A pedra.


The distracted stumbled on it.

Violent used as a projectile.

The entrepreneur has used in construction.

The tired farmer used it as a seat.

For children was a toy.

David slew Goliath with her and Michelangelo made it the most beautiful sculpture.

In all cases, the difference was never in the stone, but in man.

There is no stone in your way that you can not use to their knowledge.


Le distrait trébuché sur elle.

Violent utilisé comme un projectile.

L'entrepreneur a utilisé dans la construction.

L'agriculteur fatigué utilisé comme siège.

Pour les enfants était un jouet.

David tua Goliath avec elle et Michel-Ange a fait la plus belle sculpture.

Dans tous les cas, la différence n'a jamais été dans la pierre, mais dans l'homme.

Il n'y a pas de pierre dans votre façon que vous ne pouvez pas utiliser à leur connaissance.


El distraído tropezó en ella.

Violento utilizado como un proyectil.

El empresario ha utilizado en la construcción.

El granjero cansado la utilizó como asiento.

Para los niños fue un juguete.

David mató a Goliat con ella y Miguel Ángel hizo la escultura más hermosa.

En todos los casos, la diferencia nunca estuvo en la piedra, pero en el hombre.

No hay piedra en tu camino que no se puede utilizar para su conocimiento.


Aparecem outros plágios com pequenas variações de forma e com títulos diferentes, para confundir e dificultar a detecção.

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                    Postagem sorteada. Uma surpresa de leitura a cada clique              

em domingo, 14 de julho de 2019


Eis aqui a sua leitura sorteada. Se você está usando um dispositivo móvel, clique abaixo no título de um dos posts, para ler o texto na íntegra.

Está no computador ou numa tela grande? Então clique na ilustração:



Clique aqui para ler uma mensagem, poesia, conto, crônica... Sorteado de forma automática.



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Antonio Pereira Apon.


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                    Olhar no tempo              

em quinta-feira, 11 de julho de 2019



... Na vaga navega a vida, ir e vir das emoções, como ondas em seu murmúrio, sussurrar e maresia, como aroma de poesia, murmurinho do viver que tudo abarca. Tudo passa e o tempo passageiro, escapole ligeiro, fugitivo do vago olhar, faz refúgio o inalcançável no infinito...


Antonio Pereira Apon.


Uma jovem com vestes finas chapéu na cabeça, sentada em um barco com olhar perdido no tempo.


No blog Filosofando na vida, a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha 88ª participação nessa blogagem coletiva, intitulada: Poetizando e encantando.


Selo de participação no Poetizando e encantando.

Na cabeça um pensamento,

nos olhos vago olhar, o tempo…

Nau a navegar;

embarcados sonhos,

desembarcada ilusão.

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                    A águia e a águia              



... Você é uma águia, você pode mais! Não se imponha limites imaginários, inexistentes! Você não é um passarinho, uma borboleta, nem um grilo... Você é uma águia! ...


Antonio Pereira Apon.


Giros nos ares. Composição de Antonio Pereira Apon.


Uma majestosa águia em seu exuberante voo diário, notou que outra águia voejava acanhada entre árvores, saltitando desajeitada entre pedras.


- Tenho te observado. Você não voa além das árvores, fica pulando daqui ali, andando no chão... Tens algum problema?


- Não, não tenho nenhum problema. Apenas não gosto de voar.


- Mais as águias foram feitas para os grandes voos! Faz parte da nossa natureza!


- Na verdade, depois de seguidas quedas, eu desisti de voar nas grandes alturas.


- Mas, quem nunca caiu? Cair faz parte do aprendizado...


- Eu preferi não me arriscar mais...


- Você corre mais riscos vivendo assim. Aqui em baixo você está mais vulnerável ao ataque de predadores. Aqui você é caça, lá em cima, é caçadora!


- Estou bem assim!


- Você é uma águia, você pode mais! Não se imponha limites imaginários, inexistentes! Você não é um passarinho, uma borboleta, nem um grilo... Você é uma águia!!!


- Essa conversa já está me aborrecendo! Deixe-me em paz! Estou bem assim como estou, não preciso de mais nada!


- Não seja tão covarde, existe um universo além desse seu mundinho. Tanta coisa a conhecer, tanto a aprender... E você aí encarcerada em seu medo, escrava de si mesma. Quantos dariam tudo para ter as suas possibilidades!


- Vaza! Me erra!, Xô carrapato!

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                    Seu melhor              

em quarta-feira, 10 de julho de 2019



... Escuta o que cala em seu íntimo e usa a dádiva do tempo para construir caminhos novos por sobre os descaminhos que você se impôs. O medo e a dúvida, são péssimos conselheiros...



Antonio Pereira Apon.


Rosa amarela.

Persiga o seu melhor. Não lamente a dor, pois só quem sabe chorar, tem a perfeita ciência do que é verdadeiramente sorrir. A vida é como um artista, que sem a menor "piedade," fere a pedra para que ela possa vir a ser a magnífica obra de arte.


Não se iluda com os risos ruidosos dos que se embriagam pelos artifícios da matéria e passam pela vida como quem vai a um parque de diversões, existe diferença entre o riso e o sorriso; sorrimos com a alma...


Igualmente, existe diferença entre o sonho e a ilusão; o sonho vitaliza o espírito na busca do mais além, a ilusão entorpece o coração viciado por quimeras. Só quem aprendeu essas diferenças tem a capacidade de admirar a beleza de uma rosa e compreender o porquê de seus espinhos.

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                    Seu barco é impermeável?              



... sem a indispensável impermeabilidade, nas correntes do existir; encharca-se nos problemas e desmancha-se nas dificuldades. Sem a devida maturidade consciencial, o ser deriva ao sabor dos acontecimentos, absorvendo inutilidades, negatividades que desagregam e...


Barco a navegar.


Naquela manhã chuvosa, a rua estava cheia d'água. O menino pegou uma velha revista e começou a produzir barquinhos de papel e colocá-los para “navegar” na correnteza produzida pela chuva. Um após outro, seus barcos iam descendo em meio ao aguaceiro, mas no meio do caminho, ensopavam e se desfaziam...


Após perder toda a sua “esquadra” feita com as folhas internas da revista, o garoto preparou a derradeira embarcação com a capa, que além de ser de um papel mais grosso, era revestida por uma película plástica. Assim, dotada de uma necessária impermeabilidade, a nau foi cruzando toda a rua; impávida, íntegra... Até o Guri satisfeito perdê-la de vista.


A vida, como um barquinho de papel, sem a indispensável impermeabilidade, nas correntes do existir; encharca-se nos problemas e desmancha-se nas dificuldades. Sem a devida maturidade consciencial, o ser deriva ao sabor dos acontecimentos, absorvendo inutilidades, negatividades que desagregam e desestabilizam, podendo naufragar.


E aí?! Já impermeabilizou sua embarcação?



Postado aqui em 16 de setembro de 2014.



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Plágio é crime previsto no artigo 184 do Código Penal.
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