A arte da vida. Apon HP



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sábado, 22 de setembro de 2018

 

                    Antologia de primavera              

     


... Natureza a declamar a vida, divina lida; a criação. Poema, aria; uma canção. Cantar de pássaros, borboletas a voar; lírica, onírica composição. Aflora Flora, vai dançar com...


Antonio Pereira Apon.


Flora, pintura de Louise Abbéma.


Antologia poética;

cada flor, um poema,

cada primavera um sarau.

Tanta beleza cativa,

inspira;

um ode em cada broto,

um salmo em cada floração,

uma rima em cada gota de orvalho,

versos brancos de florais aromas,

diversos,

coloridos versos,

impressionista composição.

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sexta-feira, 21 de setembro de 2018

 

                    Está escrito              

     


... “o verbo se fez carne”, os tipos de Gutemberg aposentaram os escribas. Explodiram, eclodiram; versos brancos, vastas rimas, contos, artigos, crônicas; folhas e mais folhas de saberes, de sentires, de fazeres, calares, dizeres… Na constelação das mentes; autores e leitores, magia...


Antonio Pereira Apon.


Uma jovem sentada entre as flores, lendo um livro.


No blog Filosofando na vida, a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha 54ª participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando.


Selo de participação no Poetizando e encantando.

No bordado das palavras,

na costura das frases,

na trama dos parágrafos,

no tecido das páginas;

em prosa e verso,

no reverso,

num estilo qualquer.

Na escrita lida a vida,

Entre sorrisos e lágrimas,

amores e ódios,

espinhos e flores,

venturas e dores.

Ficção da realidade,

realidade da ficção.

Um universo.

Cabe o mundo!

Todo mundo na leitura há de caber:

romances, aventuras,

fábulas, suas venturas;

Sonhos, deuses, mitos,

dramas, comédias...

Conflitos!

Porque não?

A ética e a estética,

profética, patética,

dialética,

eclética leitura.

Popular e erudita,

bendita,

maldita também.

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                    A porta, o jardim e o lixo              

     


... o “problema dos outros”, pode vir a ser seu problema. Não adianta trocar a porta, fingir que não vê, fazer de conta que não existe. A omissão não protege e a acomodação pode custar caro. A ilha de conforto...


Antonio Pereira Apon.


Jardim, visto de uma sala com decoração antiga. Composição de Antonio Pereira Apon.


É... Tem gente que adota como lema de vida, provérbios como: “O que os olhos não veem o coração não sente”, “pimenta nos olhos dos outros é refresco”, “quem pariu Mateus que embalance” ou “cada um por si e Deus por todos”.


Aquele cidadão construiu sua casa num aprazível condomínio, mandou providenciar um belo jardim, e uma cerquinha branca (como aquelas de filme americano), para guarnecer seu pequeno pedaço de paraíso. Colocou uma generosa porta de vidro, revestida por uma película espelhada. O que lhe permitia contemplar a bucólica paisagem de pintura impressionista, sem expor o interior da sua morada.

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                    Construir castelos, sair da areia              

     


... mal rabiscado croqui. Não evolui para um projeto de verdade, quiçá uma realização. Contemplam , admiram, invejam os castelos alheios. Mas não se dignam a avançar além da areia, do terreno movediço da acomodação...


Antonio Pereira Apon.


Castelo de Neuschwanstein.


Castelos devem ser edificações seguras, firmes. Precisam proteger de possíveis ataques, prováveis embates. É bom que sejam confortáveis e acolhedores. Necessário que combinem fortaleza e lar.


Mas há quem construa castelos de areia e neles tente morar. Confundem sonho com fantasia, depois, quando desmoronam as ilusões. Debatem-se, soterrados sob os restos do que não restou. Deprimem-se, exasperam-se amargurados pelas desditas, ébrias de desilusões.

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sábado, 15 de setembro de 2018

 

                    Estamos em reforma              

     


... paredes, atacadas pelos fungos da preguiça e da acomodação. Trocar a pintura esmaecida do desânimo, pela vibrante cor de um sorriso. Substituir o mobiliário pesado dos problemas e das lamentações. Instalar a banda larga das renovações e a...


Antonio Pereira Apon.


Futurismo - a cidade se levanta, pintura de Umberto Boccioni.


Todos precisamos de uma reforma em nossa casa interior:
Trocar o madeiramento da cobertura, desgastado pela rigidez excessiva, corroído pela inflexibilidade.
Consertar as goteiras da teimosia e as rachaduras dos preconceitos.
Trocar as vidraças embaçadas do medo, por amplas janelas, que permitam o bom iluminar da fé e o adequado circular da esperança.
Derrubar aquelas paredes que dificultam o tráfego do aprendizado e do discernimento.
Adequar a rede elétrica, para que a determinação e a perseverança, fluam sem "curtos" nem fugas de energia.
Reparar a rede hidráulica, para o perfeito serviço de higiene das idéias, refrigério dos propósitos e hidratação das certezas.
Dimensionar corretamente o esgotamento sanitário, para evitar acúmulo de arrependimentos, entupimento de dúvidas e refluxo de detritos mentais.
Mudar o piso desgastado pelas incertezas que nos fazem andar em círculos.
Limpar as paredes, atacadas pelos fungos da preguiça e da acomodação.
Trocar a pintura esmaecida do desânimo, pela vibrante cor de um sorriso.
Substituir o mobiliário pesado dos problemas e das lamentações.
Instalar a banda larga das renovações e a maior possível tela das reflexões.
Dedetizar contra a vaidade, o orgulho, a inveja, a hipocrisia...
Gostou?
Então o que está esperando? Mãos à obra!!!
Deixe-me ir. Minha reforma está atrasadíssima.



Postado aqui em 19 de maio de 2009



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sexta-feira, 14 de setembro de 2018

 

                    Vida. Colhe, recolhe, acolhe              

     


... restos do que não restou; rubras pétalas, rosas ao chão, ex-floridas testemunhas de um amor; que se foi, que não ficou… Indigente o sonho, sentimento órfão; desencanto, um só lamento…


Antonio Pereira Apon.


Linda menina com roupas finas, colhendo rosas vermelhas que foram jogadas ao chão.


Destino, trama fina veste a vida,

fina vida,

delicada tecitura do viver.

Colhe,

recolhe caídas rosas,

decaídas flores,

desfloridas, descolhidas…

Acolhe a menina vida;

acata, cata, a cata;

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                    São tantas as portas              

     


... Portas, portões, portinholas... Dentro e fora, caminho e descaminho, fechar e abrir. Portas amedrontam, portas encorajam, portas vacilantes, portas seguras, portas sensíveis...



Antonio Pereira Apon.


Porta de vidro.

Portas ditas em ditos,

portas benditas, portas malditas.

Portas que libertam, portas que prendem...

Largas ou estreitas,

sagradas ou profanas.

Portas iluminam, portas escurecem.

Portas aconchegam, portas distanciam,

portas recebem, portas despedem,

portas prolongam, portas abreviam.

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quarta-feira, 12 de setembro de 2018

 

                    Abortados              

     


... meninos e meninas, que terminam pagando com a vida, a conta daquele “descuido”, “vacilo”, “imprevisto”, “eventualidade”, “momento”, “loucura”… Invés de prevenir, evitar a gravidez indesejada, apelam para descriminalizar um crime, legalizar uma...


Antonio Pereira Apon.


Memorial para crianças que não nasceram, escultura de Martin Hudácek.


Nem nascidos e já mortos; abortados, desparidos, assassinados… E, no desargumento da desconversa, para justificar o injustificável e desqualificar o contraditório: improvisam o “direito da mulher sobe o seu corpo”, um tal direito, que não termina, quando começa o elementar direito do outro à vida; advogam uma solução para um suposto “problema de saúde pública”, atacam um pretenso moralismo religioso, machismo, desconhecimento, desinformação e tantos eufemismos… Assim, gente que teve respeitado o direito de nascer, sonega o mesmo direito

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sexta-feira, 7 de setembro de 2018

 

                    Quando… Seja…              

     


Seja a verdadeira mensagem de Deus. Espalhando o bem por onde passar, vivenciando a fé consciente que independe de credo, semeando a esperança, a paz e todas as positividades.


Antonio Pereira Apon.


Paisagem com uma estrada em meio a natureza, como se formasse galhos de uma grande árvore. Uma jovem caminha em frente,escolhendo sua direção.


No blog Filosofando na vida, a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha 52ª participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando.


Selo de participação no Poetizando e encantando.

No dia 02 passado, escrevi e aqui postei esse texto que me parece casar bem com a imagem que escolhi para essa edição dessa querida BC.
O caminhar da vida na busca de seu melhor caminho.



Quando a noite derrubar seu manto, apagando as derradeiras claridades. Seja a lua, uma estrela, uma chama… Um estandarte de luz, pronto a infrentar a escuridão.


Quando desabar a pior das tempestades. Seja como o sol, que segue brilhando acima do turbilhão, preparado para reeditar o mais belo dos dias, assim que a intempérie dissipar.


Quando o frio regelar os corações e a indiferença oprimir. Seja o guarda-chuva, o agasalho, abrigo, cobertor… Acolha, conforte, abrace…


“Fake” não é “news”, portanto, quando a mentira proliferar. Seja a verdade que saneia e esclarece.


Quando o desânimo visitar, a acomodação aconselhar e a arenga das dificuldades retardar os passos. Seja o rio que não se detêm. Salta os obstáculos, contorna os empecilhos ao seu curso e avança.


Quando o medo, os tormentos e preocupações prosperarem. Seja a coragem de quem tem a consciência de que tudo passa e nos ensina a passar pela vida, escrevendo e reescrevendo essa obra inacabada, que é o nosso destino.


Quando o orgulho, a vaidade e o egoísmo intentarem seduzir. Seja a humildade, que vai do nadir ao zênite, do charco aos altiplanos, da obscuridade à glória; placidamente, sem qualquer perturbação. Apenas segue, com a convicção de quem faz a parte que lhe cabe.


Quando tudo parecer perdido e/ou desencontrado. Seja o caminho, o rumo, o norte.


Quando sobrarem dúvidas e/ou ilusões. Seja a melhor das respostas. A “desilusão” construtiva, vitória da sabedoria sobre a ignorância.

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quarta-feira, 5 de setembro de 2018

 

                    Irmão. Bendita “sentença”              

     


05 de setembro, é o dia do irmão. Dia de abraçar os meus, os seus e todos os irmãos, afinal, não podemos esquecer que, além do núcleo familiar no qual nacemos, somos parte de uma família maior chamada, humanidade.


Antonio Pereira Apon.


Meninos no balanço - Portinari.


Irmão é o amigo sorteado por Deus, é um presente do destino; vem no pacote, faz parte do combo. Tem cláusula de fidelização por toda uma existência, irretratável, irrevogável, imprescritível, esse trato não tem destrato, nem adianta questionar abusividade, não tem lei que dê jeito! Você pode apelar, impetrar recurso na segunda turma do STF ou mesmo, evocar o Supremo lá das alturas. Irmão é pra toda uma vida.

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Fique mais um pouquinho. Leia também...



Livros e vídeos:


Capa da segunda edição de : Essência.

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Esse livro propõe uma incursão na alma humana, garimpando sentimentos e emoções, revelando-os em versos que retratam o homem moderno em sua incansável procura de si mesmo; seu contexto social, político e cultural em um mundo em transição.


Depois de 14 anos, atendendo a pedidos, estamos republicando Essência. Nessa segunda edição, incluímos o subtítulo: O livro do poema: A pedra. O distraído nela tropeçou... Numa referência ao nosso poema integrante dessa publicação, que, absurdamente, tem aparecido na internet com o nome de autores famosos: Fernando Pessoa, Renato Russo, Chaplin... Ou plagiadores. No endereço: (http://aponarte.com.br/apedra), o amigo leitor encontra todos os esclarecimentos, inclusive algumas das formas de como o plágio tem se apresentado.

Capa da segunda edição da : Coleção
                            Graziela.

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Aqui, pais e professores encontram uma forma prazerosa e divertida, de abordar temas como: Cidadania, comportamento, respeito ao outro e à natureza... Em sete contos, compondo um jogo de arte e educação, onde lúdica e naturalmente aos pequeninos são apresentados conceitos de: Ecologia, solidariedade, diversidade, coletividade, tempo, responsabilidade, motivação, interatividade, participação...


Textos que parecem se renovar a cada dia, conservando impressionante atualidade e sintonia. Espero que gostem.

Capa de Um dedo de prosa e poesia. A arte da
                vida.

São 125 páginas com 89 títulos em verso e prosa de Literatura Nacional, num livro prefaciado pelo professor, escritor, poeta e trovador Orlando Carvalho. Crônicas, mensagens, poesias... amor, humor, reflexão, arte, cotidiano, atualidades, auto-ajuda, espiritualidade...