A arte da vida. Apon HP



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segunda-feira, 15 de outubro de 2018

 

                    Brasil, delírio da utopia              

     


... “políticos”, falsos salvadores da pátria e verdadeiros mercadores de utopias, apostam no velho canto de sereia de dizer o que o eleitor deseja ouvir. Assim, o aventureiro da vez, fascina, seduz, faz parecer que nada é alguma coisa, que bravata é solução e promessa é algo mais que ilusão...


Antonio Pereira Apon.


A Ilha dos Mortos, do pintor simbolista suíço Arnold Böcklin.


Utopia. De origem grega, a palavra representa uma espécie de "não lugar", "lugar que não existe". Cunhado por Thomas More, o termo intitula sua principal obra. Segundo alguns historiadores, o autor, ficou fascinado pelas narrativas fantásticas do navegador português Rafael Hitlodeu, parceiro de Américo Vespúcio em suas derradeiras viagens. Em diálogo com Hitlodeu, More critica a sociedade em que vive, desejando uma sociedade ideal. Então, Rafael lhe fala com minudências de uma ilha imaginária que conhecera. Perfeita! organização política, social, familiar, trabalhista, urbana, distribuição de renda, saúde, segurança... Uma ilha de felicidade plena! todos satisfeitos em suas necessidades. Tal ilha representa uma “possível” sociedade baseada na razão/imaginação, exercício mental buscando solucionar um problema proposto por More da seguinte forma:

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domingo, 14 de outubro de 2018

 

                    Feijoada espírita, pureza doutrinária              

     


... Não se pode fazer uma feijoada sem feijão, assim como, só feijão também não dá feijoada. são precisos outros ingredientes, mas, que não destoem do ingrediente principal. Tudo precisa estar no contexto...


Antonio Pereira Apon.


Feijoada na mesa.


Fala-se tanto em “pureza doutrinária”, mas, o que é essa tal pureza? Todos concordam que Kardec é a base inamovível desse edifício, o alicerce. Porém, as fundações, são o começo e não o fim da edificação que vai se erguendo paulatinamente.


Veja o que escreveu o próprio codificador, na Revista Espírita, em junho de 1965:

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sábado, 13 de outubro de 2018

 

                    Literatura. O escritor e sua pedra filosofal              

     


... Incorporar a inspiração como uma entidade mágica, mediúnica. E em sua transpiração criativa, vivificar o discurso “invisível”, “indecifrável” do universo...


Antonio Pereira Apon.


linda jovem com um vestido longo, em frente a um prédio que parece um teatro ou uma igreja antiga.


No blog Filosofando na vida, a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha 56ª participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando.


Selo de participação no Poetizando e encantando.

Lá pela idade média, os alquimistas perseguiam o objetivo de criar uma pedra filosofal (Lapis Philosophorum) . E assim, poderem transformar qualquer metal em ouro, além de poderem transmutar animais. Acreditavam ainda que, com tal pedra poderiam obter o Elixir da Longa Vida.


Qual a lendária pedra filosofal, a literatura empresta ao escritor os poderes alquímicos de transformar simples palavras no ouro da leitura, eternizar personagens, metamorfosear histórias, distribuir encantamentos. Da ponta do lápis, da caneta, dos dedos que digitam; flui, emana a magia escrita, proseada, versada. Materializada nos palcos, nas telinhas, telas e telonas; nos versos das canções, nos blogs, livros...


Concreto e abstrato, sonho e realidade, comédia e drama… Corporificar na escrita o sentir, o pensar, a capacidade humana de criar, cocriar. Incorporar a inspiração como uma entidade mágica, mediúnica. E em sua transpiração criativa, vivificar o discurso “invisível”, “indecifrável” do universo.


O limite do sem limite, para além das fronteiras do infinito, onde possa soprar o espírito, a vida e a morte, o azar e a sorte, o possível e a ilusão do não poder… Aí está a escrita, o escritor, o feitiço que nos atiça nessa arte de te escrever.


25 de julho, dia nacional; 13 de outubro, dia mundial do escritor, da alquimia das palavras, da filosofal pedra da literatura.


O alquimista em busca da pedra filosofal, pintura de Joseph Wright.




Nossas participações no "Poetizando e encantando":

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terça-feira, 9 de outubro de 2018

 

                    Lição do rio              

     


... com paciência e obstinação, vai esculpindo, se infiltrando na rocha mais rígida e tenaz até conseguir passar; não desanima, não arrefece o ânimo, não fica contando o tempo nem pretexta fadiga. Sabe e faz o que precisa ser feito. Assim...


Antonio Pereira Apon.


Rio São Francisco - Frans Post.


Quando você se sentir acuado pelos problemas, desencontrado das soluções; tudo parecer difícil, perdido, impossível… Lembra do rio que, quando preciso, abre, inventa, arranja caminhos novos; salta, contorna o que lhe obsta o trajeto, para avançar determinado e vitorioso.

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sexta-feira, 5 de outubro de 2018

 

                    Confie. Vai dar certo              

     


... é hora de vibrar positivamente, irmanados por motivações nobres, que possam neutralizar as forças trevosas que dividem, atormentam e alimentam a cizânia. Cada um, vote conforme sua consciência, exprimindo na urna aquilo que vem do seu íntimo, o livre-arbítrio que lhe define o ser...


Antonio Pereira Apon.


Bandeira do Brasil tremulando.


Nesse momento agudo em que a desesperança grassa e a escolha entre o mal ou o mal, parece furtar uma legítima opção, guiando os passos para a senda tortuosa, entre a escuridão ou as trevas, o atraso ou o retrocesso. Lembre que o acaso não preside os destinos humanos e cada homem, a seu gosto, ou contragosto, é instrumento de transformação no meio em que vive. Muitas vezes, é necessário que o escândalo venha. Contudo, como diz um antigo adágio popular: “após a tempestade, vem a bonança”, como um arco-íris, que empresta poesia à paisagem após incremente temporal. Assim como as forças saneadoras das intempéries são convocadas para a assepsia da atmosfera, a turbulência por que passa a Terra do Cruzeiro, é o chamado renovador ao expurgo dos costumes enfermiços, dos miasmas comportamentais, das patologias sociais.

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                    Apedra. Poema de Antonio Pereira (Apon). O distraído nela tropeçou...              

     


Por si só, uma pedra É uma pedra. O uso que fazemos dela é o que faz a diferença: Construir, descansar, brincar, poetizar, matar, esculpir... Poema do livro: Essência (1999), de Antonio Pereira (Apon). Nem Renato Russo, Fernando Pessoa, plagiadores...


A pedra (mp3)
Antonio Pereira Apon.


Poema A pedra, de Antonio Pereira Apon.


A pedra

Este poema foi publicado em 1999 no livro: Essência.


Autor: Antonio Pereira (Apon)


Capa da segunda edição de : Essência.


O distraído, nela tropeçou,

o bruto a usou como projétil,

o empreendedor, usando-a construiu,

o campônio, cansado da lida,

dela fez assento.

Para os meninos foi brinquedo,

Drummond a poetizou,

Davi matou Golias...

Por fim;

o artista concebeu a mais bela escultura.

Em todos os casos,

a diferença não era a pedra.

Mas o homem.




O poema acima é de minha única e exclusiva autoria. Descobri que ele tinha sido copiado do meu antigo* site (br.geocities.com/aponarte/, www.geocities.com/aponarte/ e estava circulando como de autor desconhecido, com o nome de plagiadores, e até autores famosos como: Renato Russo, Fernando Pessoa, Chaplin... Em versões modificadas do mesmo (veja abaixo, algumas das formas do plágio).


A publicação dele aqui no Site/Blog e no "Recanto das Letras", se dá conforme a criação do blog e da minha inscrição e atividades nesse espaço literário. Infelizmente, a WEB está infestada de usurpadores e criaturas de caráter deficitário. Pesso as nefastas, que induzem gente de bem a copiar e reproduzir enganos que caracterizam crime de plágio.


Os sites e blogs, que por desconhecimento, postaram o texto com os citados problemas, quando esclarecidos, prontamente realizaram as devidas correções.


Uma visita ao site Wayback Machine (Máquina de voltar atrás), pode comprovar que o poema: A pedra. Já estava no meu site (No extinto Geocities) em 2001/2002, desmascarando definitivamente os plagiadores.


Peço ao amigo leitor que divulgue esses esclarecimentos, e que encontrando esse ou outro de nossos escritos sem os devidos créditos, comunique-nos clicando aqui (para que possamos tomar as medidas cabíveis) ou ao responsável pela página equivocada (para que efetue as necessárias correções).


Obs. *Com a decisão do Yahoo/Geocities de suspender o serviço de hospedagem de site. Migramos para a plataforma Blogger (Após testar outras opções). Passando a usar o domínio próprio: http://www.aponarte.com.br/


Lembramos que plágio é crime previsto na legislação de direitos autorais e propriedade intelectual. Estando os infratores sujeitos à responsabilização judicial.


Poema A pedra, de Antonio Pereira (Apon)

Visite a Fan page oficial de: A pedra.




Postado aqui em 18 de agosto de 2007.




***


Vejam algumas das formas plagiadas que circulam na internet:


Plágio 1 (Esse é o mais difundido):


O distraído nela tropeçou...

O bruto a usou como projétil.

O empreendedor, usando-a, construiu.

O camponês, cansado da lida, dela fez assento.

Para meninos, foi brinquedo.

Drummond a poetizou.

Já David, matou Golias, e Michelangelo extraiu-lhe a mais bela escultura...

E em todos esses casos, a diferença não esteve na pedra, mas no homem!

Não existe "pedra" no seu caminho que você não possa aproveitá-la para o seu próprio crescimento.


Plágio 2 (Esse eu comecei a encontrar mais recentemente):


O bruto a usou como arma...

O empreendedor a usou para construção...

O camponês dela fez um assento...

Drummond a poetizou...

Já Davi, com ela matou golias...

Jacó a fez de travesseiro e Deus lhe deu um sonho maravilhoso...

Michelangêlo dela fez belas esculturas...

OBSERVE: que a diferença não está na Pedra,mas sim nas pessoas! Não existe pedra no seu caminho que você não possa aproveitá-la para o seu próprio crescimento...!!


Plágio 3 (encontrei dois dessa forma):


Os distraídos tropeçam nelas.

Os violentos as usam como armas.

Os empreendedores constroem com elas.

As crianças as usam como brinquedos.

Com uma pedra Davi matou Golias.

Michelangelo extraiu das pedras as esculturas mais bonitas.

E em todos os casos a diferença não estava na pedra, mas naqueles que as utilizaram.


Plágio 4:


O distraído tropeçou nela,

O violento, projetou-a

O empreendedor construiu com ela.

O homem do campo, cansado, usou-a como assento.

As crianças brincaram com ela.

Drummond poetizou-a

David usou-a para matar Golias.

Miguel Ângelo fez com ela as mais belas esculturas

Em todos os exemplos, a diferença não estava na Pedra... Mas sim no tipo de Homem.

Não existe pedra no teu caminho que não possas usar para teu próprio benefício.


Outra forma de plágio circulante:

O distraído nela tropeçou...

O bruto a usou como arma...

O empreendedor a usou para construção...

O camponês dela fez um assento...

Drummond a poetizou...

Já Davi com ela matou o gigante...

Michelangelo dela fez belas esculturas...

Jesus mandou remover para ressuscitar Lázaro.


Mais um:


O distraído tropeçou nela.

O violento a utilizou como projétil.

O empreendedor a usou na construção.

O camponês cansado a utilizou como assento.

Para as crianças foi um brinquedo.

Davi matou Golias com ela

e Miguel Ángel a transformou na mais bela escultura.

Em todos os casos, a diferença nunca esteve na pedra, e sim no homem.

Não existe pedra em seu caminho que você não possa usar para o seu conhecimento.


Tem plágio até em espanhol:


El distraído tropezó con ella...

El bruto la usó como proyectil.

El emprendedor, usándola, construyó.

El campesino, cansado del trabajo, la convirtió en un asiento.

Para los chicos, fue un juguete.

Drummond la poetizó.

David mató a Goliat; y Miguel Ángel extrajo de ella la escultura más bella...

En todos estos casos, la diferencia no estuvo en la piedra, ¡sino en el hombre!

No existe "piedra" en su camino que no pueda aprovechar para su propio crecimiento.


Olha só que “gracinha”! Mais plágios multilinguais de: A pedra.


The distracted stumbled on it.

Violent used as a projectile.

The entrepreneur has used in construction.

The tired farmer used it as a seat.

For children was a toy.

David slew Goliath with her and Michelangelo made it the most beautiful sculpture.

In all cases, the difference was never in the stone, but in man.

There is no stone in your way that you can not use to their knowledge.


Le distrait trébuché sur elle.

Violent utilisé comme un projectile.

L'entrepreneur a utilisé dans la construction.

L'agriculteur fatigué utilisé comme siège.

Pour les enfants était un jouet.

David tua Goliath avec elle et Michel-Ange a fait la plus belle sculpture.

Dans tous les cas, la différence n'a jamais été dans la pierre, mais dans l'homme.

Il n'y a pas de pierre dans votre façon que vous ne pouvez pas utiliser à leur connaissance.


El distraído tropezó en ella.

Violento utilizado como un proyectil.

El empresario ha utilizado en la construcción.

El granjero cansado la utilizó como asiento.

Para los niños fue un juguete.

David mató a Goliat con ella y Miguel Ángel hizo la escultura más hermosa.

En todos los casos, la diferencia nunca estuvo en la piedra, pero en el hombre.

No hay piedra en tu camino que no se puede utilizar para su conocimiento.


Aparecem outros plágios com pequenas variações de forma e com títulos diferentes, para confundir e dificultar a detecção.

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                    Tapeçaria              

     


... Vi gente largar o seu tapete da vida como um joguete, passando de mão em mão. Encontrei pessoas procurando terceirizar a confecção do seu tapete... Fulano entregava sua incumbência aos humores do acaso, Beltrano protelava, empurrava com a barriga, Sicrano não tinha tempo, andava assoberbado, aqueloutro patrulhava o tecer alheio e esquecia de si... Encontrei também grandes exemplos de cooperação...


Antonio Pereira Apon.


Imagens na parede, como se fossem passagens da vida...


Sonhei que estava entre várias pessoas. Cada uma tecendo o tapete de sua vida:


Alguns usavam fios de ilusão e constantemente seus tapetes desfiavam com extrema facilidade. Uns fiavam com esmero, selecionavam os melhores fios e empregavam toda a arte possível, enquanto outros oscilavam seus momentos entre formas grotescas e belíssimas composições.

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                    Faces da fé              

     


... Fé que liberta, é sabedoria, Fé que escraviza, é ignorância. Fé que engana, é estelionato, Fé que esclarece, é luz. Fé vendida, é muamba, Fé comprada, é descaminho. Fé raciocinada, é consciência, Fé cega, é insensatez. Fé que sonha, é idealismo, Fé que delira, é vício...


Antonio Pereira Apon.


Mãos orando.


Fé lúcida, é discernimento,
Fé enlouquecida, é fanatismo.
Fé que propõe, é alternativa,
Fé que impõe, é intolerância.
Fé que trabalha, é caridade,
Fé ociosa, é negligência.

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Fique mais um pouquinho. Leia também...



Livros e vídeos:


Capa da segunda edição de : Essência.

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Esse livro propõe uma incursão na alma humana, garimpando sentimentos e emoções, revelando-os em versos que retratam o homem moderno em sua incansável procura de si mesmo; seu contexto social, político e cultural em um mundo em transição.


Depois de 14 anos, atendendo a pedidos, estamos republicando Essência. Nessa segunda edição, incluímos o subtítulo: O livro do poema: A pedra. O distraído nela tropeçou... Numa referência ao nosso poema integrante dessa publicação, que, absurdamente, tem aparecido na internet com o nome de autores famosos: Fernando Pessoa, Renato Russo, Chaplin... Ou plagiadores. No endereço: (http://aponarte.com.br/apedra), o amigo leitor encontra todos os esclarecimentos, inclusive algumas das formas de como o plágio tem se apresentado.

Capa da segunda edição da : Coleção
                            Graziela.

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Aqui, pais e professores encontram uma forma prazerosa e divertida, de abordar temas como: Cidadania, comportamento, respeito ao outro e à natureza... Em sete contos, compondo um jogo de arte e educação, onde lúdica e naturalmente aos pequeninos são apresentados conceitos de: Ecologia, solidariedade, diversidade, coletividade, tempo, responsabilidade, motivação, interatividade, participação...


Textos que parecem se renovar a cada dia, conservando impressionante atualidade e sintonia. Espero que gostem.

Capa de Um dedo de prosa e poesia. A arte da
                vida.

São 125 páginas com 89 títulos em verso e prosa de Literatura Nacional, num livro prefaciado pelo professor, escritor, poeta e trovador Orlando Carvalho. Crônicas, mensagens, poesias... amor, humor, reflexão, arte, cotidiano, atualidades, auto-ajuda, espiritualidade...