A arte da vida. Apon HP


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segunda-feira, 21 de maio de 2018

 

                    Não se acostume com o problema. Queime a pinguela              

     


... ponte, que de a muito já devia ter sido substituída. Mas, nada. A bichinha, mais parecia uma dessas celebridades sem noção, que após trocentas cirurgias plásticas, vira um sujeito indefinido, amorfo, mistura de nada com coisa nenhuma. O pontilhão sambava mais que dançarina de grupo de pagode, mas, todos estavam acostumados: os meninos...


Antonio Pereira Apon.


Paisagem Rústica com Ponte e Casas, pintura de Almeida Júnior.


Um problema pede uma solução. Mas, vamos adiando, prorrogando, protelando, “empurrando com a barriga”… Bem assim:


Uma velha pinguela, era a única ligação daquele bucólico vilarejo com a sede do município e o resto do mundo. Cerca de 15 metros de cordas carcomidas, madeiras gastas, quebradas e apodrecidas, debruçadas sobre o rio, esse o único e mais que precário caminho para os moradores e visitantes dali. Décadas de remendos e improvisos, mantinham aquele arremedo

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domingo, 20 de maio de 2018

 

                    Flor da flor              

     


... Entre a luz do céu e o céu da luz; encontro entre tantos desencontros. Os passos de uns cliques, caminho dos teclares; debochando do longe, desaforando o tempo, improvisando um aqui tão perto...


Antonio Pereira Apon.


Amendoeira em Flor, pintura de Van Gogh.


Meiga flor da flor do Lácio,

entre palavras e virtuais abraços,

real laço de bem querer.

Para além do oceano,

ciberespaço a navegar,

doce poema do além-mar;

comentando,

versejando,

afeto a ressignificar.

Distante proximidade,

amizade,

carinho a transbordar.

Bela Dulcineia,

bela de verdade,

sem a loucura de um Quixote;

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sexta-feira, 18 de maio de 2018

 

                    Despedaços em preto e branco, por um tom de rosa              

     


... cinza a vida, pede um sonho pra sonhar. Um porque, um pra que; pulso, impulso, um coração a bater. Um tom de rosa, uma poesia, uma prosa! Uma sonata ao luar; uma inspiração, uma canção, um tal de amar...


Antonio Pereira Apon.


Foto em preto e branco, uma jovem triste sentada com uma rosa despedaçada nas mãos. Apenas a rosa, na tonalidade rosa claro.


No blog Filosofando na vida, a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha trigésima sexta participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando.


Selo de participação no Poetizando e encantando.

Despedaças,

despetalas;

um mal me quer,

um bem querer...

Um sim ou não,

um talvez,

o que vier!

Triste foto em preto e branco...

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domingo, 13 de maio de 2018

 

                    Você, Mãe              

     


... Sem um manual para se guiar, sem um Google para consultar, sem um livrinho de receitas prontas, sem ajuda e com todas as desajudas; você não perde a pose, “não come reggae”, e quem quiser que “bote pilha”! ...


Antonio Pereira Apon.


Maternidade, pintura de Léon Bazile Perrrault.


Você:

Que mesmo quando “não sabe nada", sabe de um tudo;

sem mapa, não perde o rumo,

sem bússola, encontra um norte,

sem prumo, não se deixa desaprumar,

sem régua, acerta a medida,

sem diploma, se faz mestra e doutora,

sem forças, improvisa,

com medo, enfrenta,

sem qualquer superpoder, faz a magia da vida acontecer;

de todos os nãos, arruma os seus sins,

desafia a lógica,

afronta o impossível,

dá na cara do destino,

do tempo,

de quem ouse encarar.

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sábado, 12 de maio de 2018

 

                    Preguiçosos, invejosos & Cia.              

     


... Para si: Desejam o sucesso alheio, suspiram pelas vitórias dos outros, anseiam pelas glórias... Mas, indispostos a qualquer esforço produtivo...


Antonio Pereira Apon.


Fractal de olhos observando um pássaro voar. Composição de Antonio Pereira Apon.


Tardam cativos de si mesmos, carregam entulhos do passado, alimentando manias e acomodações. Sob o peso de seus atavismos, se permitem soterrar pelo passivo de suas irresoluções, e estagnam na queixa das tantas possibilidades consumidas pela fome do tempo e o fastio da vontade.


Adormecidos no berço da inércia, rogam favores dos céus e benesses do destino. Confiantes que a sorte engendre soluções e o acaso improvise resultados favoráveis.

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sexta-feira, 11 de maio de 2018

 

                    Caminha esperança              

     


... Peripatética esperança, andante, caminhante menestrel; acordando sonhos, semeando luzes. Verdejante, versejante esperançar. Trocar paisagem velha por nova, vicejar! ...


Antonio Pereira Apon.


Paisagem, metade árida, seca e a outra metade verde. Uma jovem vestida com roupas longas e verdes caminha, como se estivesse em busca da bonança e de novos dias.


No blog Filosofando na vida, a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha trigésima quinta participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando.


Selo de participação no Poetizando e encantando.

Caminha,

encaminha-nos ao porvir.

Na areia dos dias idos,

áridas pegadas sofridas;

sopradas pelo vento,

devoradas pelo tempo,

esquecidas pela vida.

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                    Apedra. Poema de Antonio Pereira (Apon). O distraído nela tropeçou...              

     


Por si só, uma pedra É uma pedra. O uso que fazemos dela é o que faz a diferença: Construir, descansar, brincar, poetizar, matar, esculpir... Poema do livro: Essência (1999), de Antonio Pereira (Apon). Nem Renato Russo, Fernando Pessoa, plagiadores...


A pedra (mp3)
Antonio Pereira Apon.


Poema A pedra, de Antonio Pereira Apon.


A pedra

Este poema foi publicado em 1999 no livro: Essência.


Autor: Antonio Pereira (Apon)


Capa da segunda edição de : Essência.


O distraído, nela tropeçou,

o bruto a usou como projétil,

o empreendedor, usando-a construiu,

o campônio, cansado da lida,

dela fez assento.

Para os meninos foi brinquedo,

Drummond a poetizou,

Davi matou Golias...

Por fim;

o artista concebeu a mais bela escultura.

Em todos os casos,

a diferença não era a pedra.

Mas o homem.




O poema acima é de minha única e exclusiva autoria. Descobri que ele tinha sido copiado do meu antigo* site (br.geocities.com/aponarte/, www.geocities.com/aponarte/ e estava circulando como de autor desconhecido, com o nome de plagiadores, e até autores famosos como: Renato Russo, Fernando Pessoa, Chaplin... Em versões modificadas do mesmo (veja abaixo, algumas das formas do plágio).


A publicação dele aqui no Site/Blog e no "Recanto das Letras", se dá conforme a criação do blog e da minha inscrição e atividades nesse espaço literário. Infelizmente, a WEB está infestada de usurpadores e criaturas de caráter deficitário. Pesso as nefastas, que induzem gente de bem a copiar e reproduzir enganos que caracterizam crime de plágio.


Os sites e blogs, que por desconhecimento, postaram o texto com os citados problemas, quando esclarecidos, prontamente realizaram as devidas correções.


Uma visita ao site Wayback Machine (Máquina de voltar atrás), pode comprovar que o poema: A pedra. Já estava no meu site (No extinto Geocities) em 2001/2002, desmascarando definitivamente os plagiadores.


Peço ao amigo leitor que divulgue esses esclarecimentos, e que encontrando esse ou outro de nossos escritos sem os devidos créditos, comunique-nos clicando aqui (para que possamos tomar as medidas cabíveis) ou ao responsável pela página equivocada (para que efetue as necessárias correções).


Obs. *Com a decisão do Yahoo/Geocities de suspender o serviço de hospedagem de site. Migramos para a plataforma Blogger (Após testar outras opções). Passando a usar o domínio próprio: http://www.aponarte.com.br/


Lembramos que plágio é crime previsto na legislação de direitos autorais e propriedade intelectual. Estando os infratores sujeitos à responsabilização judicial.


Poema A pedra, de Antonio Pereira (Apon)

Visite a Fan page oficial de: A pedra.




Postado aqui em 18 de agosto de 2007.




***


Vejam algumas das formas plagiadas que circulam na internet:


Plágio 1 (Esse é o mais difundido):


O distraído nela tropeçou...

O bruto a usou como projétil.

O empreendedor, usando-a, construiu.

O camponês, cansado da lida, dela fez assento.

Para meninos, foi brinquedo.

Drummond a poetizou.

Já David, matou Golias, e Michelangelo extraiu-lhe a mais bela escultura...

E em todos esses casos, a diferença não esteve na pedra, mas no homem!

Não existe "pedra" no seu caminho que você não possa aproveitá-la para o seu próprio crescimento.


Plágio 2 (Esse eu comecei a encontrar mais recentemente):


O bruto a usou como arma...

O empreendedor a usou para construção...

O camponês dela fez um assento...

Drummond a poetizou...

Já Davi, com ela matou golias...

Jacó a fez de travesseiro e Deus lhe deu um sonho maravilhoso...

Michelangêlo dela fez belas esculturas...

OBSERVE: que a diferença não está na Pedra,mas sim nas pessoas! Não existe pedra no seu caminho que você não possa aproveitá-la para o seu próprio crescimento...!!


Plágio 3 (encontrei dois dessa forma):


Os distraídos tropeçam nelas.

Os violentos as usam como armas.

Os empreendedores constroem com elas.

As crianças as usam como brinquedos.

Com uma pedra Davi matou Golias.

Michelangelo extraiu das pedras as esculturas mais bonitas.

E em todos os casos a diferença não estava na pedra, mas naqueles que as utilizaram.


Plágio 4:


O distraído tropeçou nela,

O violento, projetou-a

O empreendedor construiu com ela.

O homem do campo, cansado, usou-a como assento.

As crianças brincaram com ela.

Drummond poetizou-a

David usou-a para matar Golias.

Miguel Ângelo fez com ela as mais belas esculturas

Em todos os exemplos, a diferença não estava na Pedra... Mas sim no tipo de Homem.

Não existe pedra no teu caminho que não possas usar para teu próprio benefício.


Outra forma de plágio circulante:

O distraído nela tropeçou...

O bruto a usou como arma...

O empreendedor a usou para construção...

O camponês dela fez um assento...

Drummond a poetizou...

Já Davi com ela matou o gigante...

Michelangelo dela fez belas esculturas...

Jesus mandou remover para ressuscitar Lázaro.


Mais um:


O distraído tropeçou nela.

O violento a utilizou como projétil.

O empreendedor a usou na construção.

O camponês cansado a utilizou como assento.

Para as crianças foi um brinquedo.

Davi matou Golias com ela

e Miguel Ángel a transformou na mais bela escultura.

Em todos os casos, a diferença nunca esteve na pedra, e sim no homem.

Não existe pedra em seu caminho que você não possa usar para o seu conhecimento.


Tem plágio até em espanhol:


El distraído tropezó con ella...

El bruto la usó como proyectil.

El emprendedor, usándola, construyó.

El campesino, cansado del trabajo, la convirtió en un asiento.

Para los chicos, fue un juguete.

Drummond la poetizó.

David mató a Goliat; y Miguel Ángel extrajo de ella la escultura más bella...

En todos estos casos, la diferencia no estuvo en la piedra, ¡sino en el hombre!

No existe "piedra" en su camino que no pueda aprovechar para su propio crecimiento.


Olha só que “gracinha”! Mais plágios multilinguais de: A pedra.


The distracted stumbled on it.

Violent used as a projectile.

The entrepreneur has used in construction.

The tired farmer used it as a seat.

For children was a toy.

David slew Goliath with her and Michelangelo made it the most beautiful sculpture.

In all cases, the difference was never in the stone, but in man.

There is no stone in your way that you can not use to their knowledge.


Le distrait trébuché sur elle.

Violent utilisé comme un projectile.

L'entrepreneur a utilisé dans la construction.

L'agriculteur fatigué utilisé comme siège.

Pour les enfants était un jouet.

David tua Goliath avec elle et Michel-Ange a fait la plus belle sculpture.

Dans tous les cas, la différence n'a jamais été dans la pierre, mais dans l'homme.

Il n'y a pas de pierre dans votre façon que vous ne pouvez pas utiliser à leur connaissance.


El distraído tropezó en ella.

Violento utilizado como un proyectil.

El empresario ha utilizado en la construcción.

El granjero cansado la utilizó como asiento.

Para los niños fue un juguete.

David mató a Goliat con ella y Miguel Ángel hizo la escultura más hermosa.

En todos los casos, la diferencia nunca estuvo en la piedra, pero en el hombre.

No hay piedra en tu camino que no se puede utilizar para su conocimiento.


Aparecem outros plágios com pequenas variações de forma e com títulos diferentes, para confundir e dificultar a detecção.

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                    Postagem sorteada. Uma surpresa de leitura a cada clique              

     

Eis aqui a sua leitura sorteada. Se você está usando um dispositivo móvel, clique abaixo no título de um dos posts, para ler o texto na íntegra.

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sábado, 5 de maio de 2018

 

                    Você. Sonhar bordado em nuvens              

     


... eu a ti contemplo com poética devoção. O mar, que a tudo assiste, segue; insiste em ti versar. Musa surreal, real inspiração...


Antonio Pereira Apon.


Um jovem agachado contemplando uma paisagem do mar, imaginando um perfil de uma linda jovem nas nuvens.


No blog Filosofando na vida, a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha trigésima quarta participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando.


Selo de participação no Poetizando e encantando.

Num eterno sonhar,
a imaginação molda as nuvens,
borda sua linda imagem
na retina do tempo,
tênue película da vida.

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segunda-feira, 30 de abril de 2018

 

                    Um, uns, nós              

     


... não existo sem você, sem vocês. E o que sou, é “culpa” sua, de cada um dos meus uns. Vocês que me acompanham a todo instante. Pois mesmo quando pensamos estar sós, não estamos sozinhos. Deus nos destinou a sermos...


Antonio Pereira Apon.


Eu caminhando numa ponte com um lago ao fundo.


Ninguém é um só, um eu sozinho. O eu não é bastante, não se basta em si mesmo. Cada um é a equação dos tantos uns, que nos influenciam e por nós são influenciados. Eu estou em você, você está em mim e nós estamos em cada um com quem compartilhamos esse caminhar, esse caminho que chamamos vida. Eu não seria eu sem você e a recíproca é uma certeza, assim como, ninguém seria o alguém que é sem essa parte de nós que se lhes soma a tantos outros imprescindíveis uns.


Uma estrela solitária, é um verso. Ser poesia, é ser constelação. Gotas separadas, não deixam de ser gotas, mas, só juntas, fazem-se mar. Assim, são as flores para os jardins, cada instante para a eternidade, cada nota de uma canção, cada letra de uma palavra, cada palavra de uma oração.

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Nosso conteúdo é de direito reservado. Sua reprodução pode ser permitida, desde que seja dado crédito ao autor original: Antonio Pereira Apon. E inclua o link para o site: WWW.aponarte.com.br
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Plágio é crime previsto no artigo 184 do Código Penal.
- Lei n° 9.610-98 sobre os Direitos Autorais
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Fique mais um pouquinho. Leia também...



Livros e vídeos:


Capa da segunda edição de : Essência.

>

Esse livro propõe uma incursão na alma humana, garimpando sentimentos e emoções, revelando-os em versos que retratam o homem moderno em sua incansável procura de si mesmo; seu contexto social, político e cultural em um mundo em transição.


Depois de 14 anos, atendendo a pedidos, estamos republicando Essência. Nessa segunda edição, incluímos o subtítulo: O livro do poema: A pedra. O distraído nela tropeçou... Numa referência ao nosso poema integrante dessa publicação, que, absurdamente, tem aparecido na internet com o nome de autores famosos: Fernando Pessoa, Renato Russo, Chaplin... Ou plagiadores. No endereço: (http://aponarte.com.br/apedra), o amigo leitor encontra todos os esclarecimentos, inclusive algumas das formas de como o plágio tem se apresentado.

Capa da segunda edição da : Coleção
                            Graziela.

>

Aqui, pais e professores encontram uma forma prazerosa e divertida, de abordar temas como: Cidadania, comportamento, respeito ao outro e à natureza... Em sete contos, compondo um jogo de arte e educação, onde lúdica e naturalmente aos pequeninos são apresentados conceitos de: Ecologia, solidariedade, diversidade, coletividade, tempo, responsabilidade, motivação, interatividade, participação...


Textos que parecem se renovar a cada dia, conservando impressionante atualidade e sintonia. Espero que gostem.

Capa de Um dedo de prosa e poesia. A arte da
                vida.

São 125 páginas com 89 títulos em verso e prosa de Literatura Nacional, num livro prefaciado pelo professor, escritor, poeta e trovador Orlando Carvalho. Crônicas, mensagens, poesias... amor, humor, reflexão, arte, cotidiano, atualidades, auto-ajuda, espiritualidade...