A arte da vida. Apon HP



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quarta-feira, 19 de setembro de 2018

 

                    Nova Verona. A segunda vida de Romeu e Julieta              

     


... o amor é a grande razão: Acima da política e das religiões, além das fronteiras, na “pátria” do coração. O amor é um “país” onde o ideal se faz realidade e a realidade ensina a sonhar. Um lugar onde todo dia é dia dos namorados, dos enamorados pela vida em seu amor virtual. Numa paráfrase moderna ao clássico de Shakespeare...


Antonio Pereira Apon.


O Último Beijo de Romeu e Julieta, pintura de Francesco Hayes.


Tudo começou em um chat, um bate-papo descompromissado. Tecla daqui, tecla dali e uma empatia foi ganhando corpo e um mutuo enamorar conectou os corações de Romeu e Julieta. Nicknames apaixonados, estabeleciam afetos em banda larga. A lá Vinicius de Moraes. Pactuaram seu “soneto de fidelidade” Num: “Que não seja imortal, posto que é chama. Mas que seja infinito enquanto dure”.


Logo o rapaz mandou construir uma vila para sua amada, a qual, deu o sugestivo nome de Nova Verona. Era um retiro aconchegante e onírico, assemelhado a brinquedo de montar, uma paisagem que resgatava bucólicos vilarejos da Europa medieval. Ela arquitetou surreais jardins, pintou um céu cor de rosa, de onde gotas perfumosas, caiam misturadas a pétalas coloridas; ele imaginou um lindo lago com cisnes, em meio a um bosque outonal. Eis a cenografia daquele romance...


Felizes, degustavam a poesia de cada dia, colhendo as flores daquele doce sentir. Mas um dia a paz foi quebrada, o paradisíaco recanto fora invadido e a moça, sequestrada. O rapaz incorporou seu Dom Quixote para enfrentar monstros e gigantes, libertar sua princesa da torre maldita, das garras do Bowser. Como num game do Mario Bros. Vitorioso, “zerou o jogo” e tornou ao lar com sua amada.


Peixes se beijando.


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sexta-feira, 14 de setembro de 2018

 

                    Vida. Colhe, recolhe, acolhe              

     


... restos do que não restou; rubras pétalas, rosas ao chão, ex-floridas testemunhas de um amor; que se foi, que não ficou… Indigente o sonho, sentimento órfão; desencanto, um só lamento…


Antonio Pereira Apon.


Linda menina com roupas finas, colhendo rosas vermelhas que foram jogadas ao chão.


Destino, trama fina veste a vida,

fina vida,

delicada tecitura do viver.

Colhe,

recolhe caídas rosas,

decaídas flores,

desfloridas, descolhidas…

Acolhe a menina vida;

acata, cata, a cata;

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quarta-feira, 12 de setembro de 2018

 

                    Abortados              

     


... meninos e meninas, que terminam pagando com a vida, a conta daquele “descuido”, “vacilo”, “imprevisto”, “eventualidade”, “momento”, “loucura”… Invés de prevenir, evitar a gravidez indesejada, apelam para descriminalizar um crime, legalizar uma...


Antonio Pereira Apon.


Memorial para crianças que não nasceram, escultura de Martin Hudácek.


Nem nascidos e já mortos; abortados, desparidos, assassinados… E, no desargumento da desconversa, para justificar o injustificável e desqualificar o contraditório: improvisam o “direito da mulher sobe o seu corpo”, um tal direito, que não termina, quando começa o elementar direito do outro à vida; advogam uma solução para um suposto “problema de saúde pública”, atacam um pretenso moralismo religioso, machismo, desconhecimento, desinformação e tantos eufemismos… Assim, gente que teve respeitado o direito de nascer, sonega o mesmo direito

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sexta-feira, 7 de setembro de 2018

 

                    Quando… Seja…              

     


Seja a verdadeira mensagem de Deus. Espalhando o bem por onde passar, vivenciando a fé consciente que independe de credo, semeando a esperança, a paz e todas as positividades.


Antonio Pereira Apon.


Paisagem com uma estrada em meio a natureza, como se formasse galhos de uma grande árvore. Uma jovem caminha em frente,escolhendo sua direção.


No blog Filosofando na vida, a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha 52ª participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando.


Selo de participação no Poetizando e encantando.

No dia 02 passado, escrevi e aqui postei esse texto que me parece casar bem com a imagem que escolhi para essa edição dessa querida BC.
O caminhar da vida na busca de seu melhor caminho.



Quando a noite derrubar seu manto, apagando as derradeiras claridades. Seja a lua, uma estrela, uma chama… Um estandarte de luz, pronto a infrentar a escuridão.


Quando desabar a pior das tempestades. Seja como o sol, que segue brilhando acima do turbilhão, preparado para reeditar o mais belo dos dias, assim que a intempérie dissipar.


Quando o frio regelar os corações e a indiferença oprimir. Seja o guarda-chuva, o agasalho, abrigo, cobertor… Acolha, conforte, abrace…


“Fake” não é “news”, portanto, quando a mentira proliferar. Seja a verdade que saneia e esclarece.


Quando o desânimo visitar, a acomodação aconselhar e a arenga das dificuldades retardar os passos. Seja o rio que não se detêm. Salta os obstáculos, contorna os empecilhos ao seu curso e avança.


Quando o medo, os tormentos e preocupações prosperarem. Seja a coragem de quem tem a consciência de que tudo passa e nos ensina a passar pela vida, escrevendo e reescrevendo essa obra inacabada, que é o nosso destino.


Quando o orgulho, a vaidade e o egoísmo intentarem seduzir. Seja a humildade, que vai do nadir ao zênite, do charco aos altiplanos, da obscuridade à glória; placidamente, sem qualquer perturbação. Apenas segue, com a convicção de quem faz a parte que lhe cabe.


Quando tudo parecer perdido e/ou desencontrado. Seja o caminho, o rumo, o norte.


Quando sobrarem dúvidas e/ou ilusões. Seja a melhor das respostas. A “desilusão” construtiva, vitória da sabedoria sobre a ignorância.

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quarta-feira, 5 de setembro de 2018

 

                    Irmão. Bendita “sentença”              

     


05 de setembro, é o dia do irmão. Dia de abraçar os meus, os seus e todos os irmãos, afinal, não podemos esquecer que, além do núcleo familiar no qual nacemos, somos parte de uma família maior chamada, humanidade.


Antonio Pereira Apon.


Meninos no balanço - Portinari.


Irmão é o amigo sorteado por Deus, é um presente do destino; vem no pacote, faz parte do combo. Tem cláusula de fidelização por toda uma existência, irretratável, irrevogável, imprescritível, esse trato não tem destrato, nem adianta questionar abusividade, não tem lei que dê jeito! Você pode apelar, impetrar recurso na segunda turma do STF ou mesmo, evocar o Supremo lá das alturas. Irmão é pra toda uma vida.

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terça-feira, 4 de setembro de 2018

 

                    Apedra. Poema de Antonio Pereira (Apon). O distraído nela tropeçou...              

     


Por si só, uma pedra É uma pedra. O uso que fazemos dela é o que faz a diferença: Construir, descansar, brincar, poetizar, matar, esculpir... Poema do livro: Essência (1999), de Antonio Pereira (Apon). Nem Renato Russo, Fernando Pessoa, plagiadores...


A pedra (mp3)
Antonio Pereira Apon.


Poema A pedra, de Antonio Pereira Apon.


A pedra

Este poema foi publicado em 1999 no livro: Essência.


Autor: Antonio Pereira (Apon)


Capa da segunda edição de : Essência.


O distraído, nela tropeçou,

o bruto a usou como projétil,

o empreendedor, usando-a construiu,

o campônio, cansado da lida,

dela fez assento.

Para os meninos foi brinquedo,

Drummond a poetizou,

Davi matou Golias...

Por fim;

o artista concebeu a mais bela escultura.

Em todos os casos,

a diferença não era a pedra.

Mas o homem.




O poema acima é de minha única e exclusiva autoria. Descobri que ele tinha sido copiado do meu antigo* site (br.geocities.com/aponarte/, www.geocities.com/aponarte/ e estava circulando como de autor desconhecido, com o nome de plagiadores, e até autores famosos como: Renato Russo, Fernando Pessoa, Chaplin... Em versões modificadas do mesmo (veja abaixo, algumas das formas do plágio).


A publicação dele aqui no Site/Blog e no "Recanto das Letras", se dá conforme a criação do blog e da minha inscrição e atividades nesse espaço literário. Infelizmente, a WEB está infestada de usurpadores e criaturas de caráter deficitário. Pesso as nefastas, que induzem gente de bem a copiar e reproduzir enganos que caracterizam crime de plágio.


Os sites e blogs, que por desconhecimento, postaram o texto com os citados problemas, quando esclarecidos, prontamente realizaram as devidas correções.


Uma visita ao site Wayback Machine (Máquina de voltar atrás), pode comprovar que o poema: A pedra. Já estava no meu site (No extinto Geocities) em 2001/2002, desmascarando definitivamente os plagiadores.


Peço ao amigo leitor que divulgue esses esclarecimentos, e que encontrando esse ou outro de nossos escritos sem os devidos créditos, comunique-nos clicando aqui (para que possamos tomar as medidas cabíveis) ou ao responsável pela página equivocada (para que efetue as necessárias correções).


Obs. *Com a decisão do Yahoo/Geocities de suspender o serviço de hospedagem de site. Migramos para a plataforma Blogger (Após testar outras opções). Passando a usar o domínio próprio: http://www.aponarte.com.br/


Lembramos que plágio é crime previsto na legislação de direitos autorais e propriedade intelectual. Estando os infratores sujeitos à responsabilização judicial.


Poema A pedra, de Antonio Pereira (Apon)

Visite a Fan page oficial de: A pedra.




Postado aqui em 18 de agosto de 2007.




***


Vejam algumas das formas plagiadas que circulam na internet:


Plágio 1 (Esse é o mais difundido):


O distraído nela tropeçou...

O bruto a usou como projétil.

O empreendedor, usando-a, construiu.

O camponês, cansado da lida, dela fez assento.

Para meninos, foi brinquedo.

Drummond a poetizou.

Já David, matou Golias, e Michelangelo extraiu-lhe a mais bela escultura...

E em todos esses casos, a diferença não esteve na pedra, mas no homem!

Não existe "pedra" no seu caminho que você não possa aproveitá-la para o seu próprio crescimento.


Plágio 2 (Esse eu comecei a encontrar mais recentemente):


O bruto a usou como arma...

O empreendedor a usou para construção...

O camponês dela fez um assento...

Drummond a poetizou...

Já Davi, com ela matou golias...

Jacó a fez de travesseiro e Deus lhe deu um sonho maravilhoso...

Michelangêlo dela fez belas esculturas...

OBSERVE: que a diferença não está na Pedra,mas sim nas pessoas! Não existe pedra no seu caminho que você não possa aproveitá-la para o seu próprio crescimento...!!


Plágio 3 (encontrei dois dessa forma):


Os distraídos tropeçam nelas.

Os violentos as usam como armas.

Os empreendedores constroem com elas.

As crianças as usam como brinquedos.

Com uma pedra Davi matou Golias.

Michelangelo extraiu das pedras as esculturas mais bonitas.

E em todos os casos a diferença não estava na pedra, mas naqueles que as utilizaram.


Plágio 4:


O distraído tropeçou nela,

O violento, projetou-a

O empreendedor construiu com ela.

O homem do campo, cansado, usou-a como assento.

As crianças brincaram com ela.

Drummond poetizou-a

David usou-a para matar Golias.

Miguel Ângelo fez com ela as mais belas esculturas

Em todos os exemplos, a diferença não estava na Pedra... Mas sim no tipo de Homem.

Não existe pedra no teu caminho que não possas usar para teu próprio benefício.


Outra forma de plágio circulante:

O distraído nela tropeçou...

O bruto a usou como arma...

O empreendedor a usou para construção...

O camponês dela fez um assento...

Drummond a poetizou...

Já Davi com ela matou o gigante...

Michelangelo dela fez belas esculturas...

Jesus mandou remover para ressuscitar Lázaro.


Mais um:


O distraído tropeçou nela.

O violento a utilizou como projétil.

O empreendedor a usou na construção.

O camponês cansado a utilizou como assento.

Para as crianças foi um brinquedo.

Davi matou Golias com ela

e Miguel Ángel a transformou na mais bela escultura.

Em todos os casos, a diferença nunca esteve na pedra, e sim no homem.

Não existe pedra em seu caminho que você não possa usar para o seu conhecimento.


Tem plágio até em espanhol:


El distraído tropezó con ella...

El bruto la usó como proyectil.

El emprendedor, usándola, construyó.

El campesino, cansado del trabajo, la convirtió en un asiento.

Para los chicos, fue un juguete.

Drummond la poetizó.

David mató a Goliat; y Miguel Ángel extrajo de ella la escultura más bella...

En todos estos casos, la diferencia no estuvo en la piedra, ¡sino en el hombre!

No existe "piedra" en su camino que no pueda aprovechar para su propio crecimiento.


Olha só que “gracinha”! Mais plágios multilinguais de: A pedra.


The distracted stumbled on it.

Violent used as a projectile.

The entrepreneur has used in construction.

The tired farmer used it as a seat.

For children was a toy.

David slew Goliath with her and Michelangelo made it the most beautiful sculpture.

In all cases, the difference was never in the stone, but in man.

There is no stone in your way that you can not use to their knowledge.


Le distrait trébuché sur elle.

Violent utilisé comme un projectile.

L'entrepreneur a utilisé dans la construction.

L'agriculteur fatigué utilisé comme siège.

Pour les enfants était un jouet.

David tua Goliath avec elle et Michel-Ange a fait la plus belle sculpture.

Dans tous les cas, la différence n'a jamais été dans la pierre, mais dans l'homme.

Il n'y a pas de pierre dans votre façon que vous ne pouvez pas utiliser à leur connaissance.


El distraído tropezó en ella.

Violento utilizado como un proyectil.

El empresario ha utilizado en la construcción.

El granjero cansado la utilizó como asiento.

Para los niños fue un juguete.

David mató a Goliat con ella y Miguel Ángel hizo la escultura más hermosa.

En todos los casos, la diferencia nunca estuvo en la piedra, pero en el hombre.

No hay piedra en tu camino que no se puede utilizar para su conocimiento.


Aparecem outros plágios com pequenas variações de forma e com títulos diferentes, para confundir e dificultar a detecção.

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Antonio Pereira Apon.


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segunda-feira, 3 de setembro de 2018

 

                    Setembro, prelúdio de verão              

     


... cristalinos versos, pingos coloridos, tão floridos; gotas, salpicos de alvor. Acorda o cio do chão, desacordada cor, que é pra vida ser qual flor e o viver virar canção...


Antonio Pereira Apon.


Moça no jardim de Giverny, pintura de Monet.


Que se chegue,
se achegue,
setembrino reflorir.
Verdejar, vicejar,
ensejar inspiração.
Abaixo do equador,
ressurgir de primavera,

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                    Contribua para seu sequestro, assalto, assassinato, extorsão...              

     


... No mundo real: Grades, alarmes, cofres, travas, trancas... No virtual, portas escancaradas, janelas mais que abertas, expondo tudo e todos num “big brother” perigoso, onde o mau uso de blogs, chats, Facebook, Twitter ou qualquer outra rede social, pode te indicar para um fatídico “paredão”...


Antonio Pereira Apon.


Passeio de Ferrari.


Ponha tudo nas redes sociais: Exiba suas poses sensuais, suas fotos de viagem, da sua casa bacana, do seu carro, dos locais que frequenta... Mostre que você está podendo, que sua família tem posses, que pode pagar escola cara, que tem hábitos caros, que veste roupa de marca... Tire onda! O mundo precisa saber o quanto você pode valer.


Com todas essas informações, disponíveis para quem quiser, fica bem mais fácil a vida de: Sequestradores, assaltantes, estelionatários, golpistas e bandidos de toda a espécie. Se preservar para que? Não é?

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Fique mais um pouquinho. Leia também...



Livros e vídeos:


Capa da segunda edição de : Essência.

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Esse livro propõe uma incursão na alma humana, garimpando sentimentos e emoções, revelando-os em versos que retratam o homem moderno em sua incansável procura de si mesmo; seu contexto social, político e cultural em um mundo em transição.


Depois de 14 anos, atendendo a pedidos, estamos republicando Essência. Nessa segunda edição, incluímos o subtítulo: O livro do poema: A pedra. O distraído nela tropeçou... Numa referência ao nosso poema integrante dessa publicação, que, absurdamente, tem aparecido na internet com o nome de autores famosos: Fernando Pessoa, Renato Russo, Chaplin... Ou plagiadores. No endereço: (http://aponarte.com.br/apedra), o amigo leitor encontra todos os esclarecimentos, inclusive algumas das formas de como o plágio tem se apresentado.

Capa da segunda edição da : Coleção
                            Graziela.

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Aqui, pais e professores encontram uma forma prazerosa e divertida, de abordar temas como: Cidadania, comportamento, respeito ao outro e à natureza... Em sete contos, compondo um jogo de arte e educação, onde lúdica e naturalmente aos pequeninos são apresentados conceitos de: Ecologia, solidariedade, diversidade, coletividade, tempo, responsabilidade, motivação, interatividade, participação...


Textos que parecem se renovar a cada dia, conservando impressionante atualidade e sintonia. Espero que gostem.

Capa de Um dedo de prosa e poesia. A arte da
                vida.

São 125 páginas com 89 títulos em verso e prosa de Literatura Nacional, num livro prefaciado pelo professor, escritor, poeta e trovador Orlando Carvalho. Crônicas, mensagens, poesias... amor, humor, reflexão, arte, cotidiano, atualidades, auto-ajuda, espiritualidade...