Escolha. Seja feliz ou, seja feliz!              

em domingo, 16 de junho de 2019



... Ela não é do mundo exterior, precisa ser edificada em nosso mundo interior. Carecemos de real vontade e coragem, para trafegar na contramão do ego, rumo ao self; desprojetando, desterceirizando, descoisificando; redundantemente, desiludindo...


Antonio Pereira Apon.


Campo de lírios - Field of Lilies - Tiffany Studios, c. 1910.


Inútil e insensatamente, tentamos datar e agendar, quantificar, mensurar, definir, catalogar, customizar, condicionar e acondicionar a felicidade. Como se possível fosse, a coisificação do que é imaterial, essência que habita a dimensão do espírito, um atributo da alma. Equivocadamente, projetamos nas coisas, situações e pessoas a busca da felicidade. Assim, desencontrados, desencontramos essa grande e idealizada desconhecida.


O que é mesmo felicidade? É ter dinheiro? Um amor? Poder? Vitórias? Saúde? Títulos? Prosperidade? Religião? Então, porque tem gente que tem tudo isso, mesmo algum supérfluo à mais e ainda assim, não é feliz? Por outro lado, tem gente que “nãotem nada, “perde tudo” e não sucumbe, não se entrega à “infelicidade”. Onde a explicação para tal dilema? Transpondo à letra que mata e buscando o espírito que vivifica, como bem preceituou Paulo de Tarso. Na mensagem implícita em Eclesiastes 6, de que a felicidade não é desse mundo.

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                    Acróstico junino              



Versando essa supra religiosa festança a três santos católicos, herança europeia, releitura nordestina, mania nacional. Anarriê! Xaxado, forró, baião e o que vier. Viva Santo Antônio! Salve São João! Valha-nos São Pedro!


Antonio Pereira Apon.


Barco com Bandeirinhas e Pássaros, de Alfredo Volpi - 1955.


Fogos, festa e fogueira,

estética do festejar,

saracotear e levantar poeira;

triângulo, sanfona e zabumba,

arraiá, quadrilha abunda,

sanfônico celebrar.


Juninos santos; Antônio, João e Pedro,

uníssono folguedo,

nordestino festar;

internacional herança,

nacional festança,

sabores, cores, forrozar.



Postado aqui em 20 de junho de 2016.




Leia outros de nossos acrósticos:


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                    “Pai meu”. A “oração” dos corruptos, mentirosos, egoístas, egocêntricos e politiqueiros em geral              



... pixuleco” meu de cada dia, dai-me hoje e sempre. Garantindo polpudas mamatas, rentáveis maracutaias e fartas licitações a combinar, fraudar e “aditivar”. Perdoai as minhas dívidas, ainda que eu não perdoe meus devedores, delatores, opositores, concorrentes, eleitores, gente honesta...


Antonio Pereira Apon.


Homem contando dinheiro.


Pai meu que está no ganho fácil a qualquer custo; nas maquiavélicas coligações e conluios, superfaturamentos, pedaladas, fraudes, truques contábeis... Afinal, “os fins justificam os meios”.

Santificado seja o paraíso fiscal, a propina do empreiteiro, o operador, a lavagem de dinheiro, a bolsa populista, a verba não contabilizada, o caixa dois, três, quatro... E tudo que o valha.

Venham a mim todas as benesses e facilidades injustificadas e injustificáveis.

Seja sempre feita a minha inquestionável vontade. Aqui e onde eu possa faturar e superfaturar mais e mais.

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                    Ela e a rosa              

em quinta-feira, 13 de junho de 2019



... Vai ó rosa mensageira! Portadora, embaixadora, emissária flor do amor. Diz de mim...


Antonio Pereira Apon.


Casal em Paris, o  jovem romanticamente ajoelhado oferece uma rosa a jovem.


No blog Filosofando na vida, a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha 2ª participação nessa 86ª edição dessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando.


Selo de participação no Poetizando e encantando.

Em Paris, Madri, Lisboa ou Salvador,
aqui ali, seja aonde for;
o amor é flor
e a flor do amor,
faz sorrir o seu florir.
Rosa, tão calada e eloquente,
sendo flor, parece gente,
mensageira de um sentir.
Diz-lhe da poesia adormecida,
do querer, do ser querida;
da ventura,
aventura do amar.

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                    Enamorados juninos              

em quarta-feira, 12 de junho de 2019



... Anarriê! Alavantú pra toda gente, vai o frio ficando quente e a fogueira a creptar. Fogos no céu iluminado, coração enamorado, pede um par pra namorar. Depois, roga ao santo casamenteiro, bem depressa, bem ligeiro; a mocinha quer casar. Dia dos namorados, véspera de Santo Antônio, acertada espécie de binômio, arranjo de enamorar...


Antonio Pereira Apon.


Linda menina  com vestes finas, segura um coração vermelho, contente, como se mostrasse para o mundo que o ser humano nasceu para amar e ser feliz.


No blog Filosofando na vida, a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha 86ª participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando.


Selo de participação no Poetizando e encantando.

No nordeste brasileiro,

junho é mês de folguedo,

festejar os santos: João, Antônio e pedro;

comer amendoim, milho, canjica…

Ele com seu chapéu de palha,

ela, rodado vestido de chita.

O rapaz e amoça

o menino e a menina;

todos no caminho da roça,

brincando, fazendo troça…

Até a sanfona tocar.

Aperta o fole sanfoneiro, que é pra poeira levantar!

Tem quadrilha no terreiro,

leva a dama o cavalheiro,

no passinho do “arraiá”.”.

Anarriê!

Alavantú pra toda gente,

vai o frio ficando quente

e a fogueira a creptar.

Fogos no céu iluminado,

coração enamorado,

pede um par pra namorar.

Depois, roga ao santo casamenteiro,

bem depressa, bem ligeiro;

a mocinha quer casar.

Dia dos namorados,

véspera de Santo Antônio,

acertada espécie de binômio,

arranjo de enamorar.

Mas, o noivo que não se descuide!

Não esqueça aquela música popular:

“Com a filha de joão, Antônio ia se casar,

mas Pedro fugiu com a noiva, na hora de ir pro altar”.




Nossas participações no "Poetizando e encantando":

Para exibir/ocultar Clique para exibir/ocultar nossos posts no poetizando e encantando.

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                    Kirimurê de todos os santos, grande mar interior              

em segunda-feira, 10 de junho de 2019



... avistando seu almejado desiderato, despencou e morreu. Suas asas transmutaram-se em idílicas praias e, o derradeiro bater do seu coração, abriu uma grande depressão, que inundada pelas águas marinhas, deu origem à uma baía paradisíaca, o "grande mar interior" dos Tupinambás. Kirimurê! Que, mais tarde, em 1º de novembro de 1501, Américo Vespúcio, batizaria de Baía de Todos os Santos...


Antonio Pereira Apon.


Salvador e Baía de Todos os Santos. Da Wikipédia.


Nem só de gregos, romanos e nórdicos vive a mitologia. Conta uma lenda atribuída aos índios tupinambás, que no princípio, na criação do mundo, um magnífico pássaro de plumas brancas emergiu do centro do universo num diuturno voo sem descanso. Buscava o paraíso para pousar. Pórém,

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                    Apedra. Poema de Antonio Pereira (Apon). O distraído nela tropeçou...              

em sábado, 8 de junho de 2019



Por si só, uma pedra É uma pedra. O uso que fazemos dela é o que faz a diferença: Construir, descansar, brincar, poetizar, matar, esculpir... Poema do livro: Essência (1999), de Antonio Pereira (Apon). Nem Renato Russo, Fernando Pessoa, plagiadores...


A pedra (mp3)
Antonio Pereira Apon.


Poema A pedra, de Antonio Pereira Apon.


A pedra

Este poema foi publicado em 1999 no livro: Essência.


Autor: Antonio Pereira (Apon)


Capa da segunda edição de : Essência.


O distraído, nela tropeçou,

o bruto a usou como projétil,

o empreendedor, usando-a construiu,

o campônio, cansado da lida,

dela fez assento.

Para os meninos foi brinquedo,

Drummond a poetizou,

Davi matou Golias...

Por fim;

o artista concebeu a mais bela escultura.

Em todos os casos,

a diferença não era a pedra.

Mas o homem.




O poema acima é de minha única e exclusiva autoria. Descobri que ele tinha sido copiado do meu antigo* site (br.geocities.com/aponarte/, www.geocities.com/aponarte/ e estava circulando como de autor desconhecido, com o nome de plagiadores, e até autores famosos como: Renato Russo, Fernando Pessoa, Chaplin... Em versões modificadas do mesmo (veja abaixo, algumas das formas do plágio).


A publicação dele aqui no Site/Blog e no "Recanto das Letras", se dá conforme a criação do blog e da minha inscrição e atividades nesse espaço literário. Infelizmente, a WEB está infestada de usurpadores e criaturas de caráter deficitário. Pesso as nefastas, que induzem gente de bem a copiar e reproduzir enganos que caracterizam crime de plágio.


Os sites e blogs, que por desconhecimento, postaram o texto com os citados problemas, quando esclarecidos, prontamente realizaram as devidas correções.


Uma visita ao site Wayback Machine (Máquina de voltar atrás), pode comprovar que o poema: A pedra. Já estava no meu site (No extinto Geocities) em 2001/2002, desmascarando definitivamente os plagiadores.


Peço ao amigo leitor que divulgue esses esclarecimentos, e que encontrando esse ou outro de nossos escritos sem os devidos créditos, comunique-nos clicando aqui (para que possamos tomar as medidas cabíveis) ou ao responsável pela página equivocada (para que efetue as necessárias correções).


Obs. *Com a decisão do Yahoo/Geocities de suspender o serviço de hospedagem de site. Migramos para a plataforma Blogger (Após testar outras opções). Passando a usar o domínio próprio: http://www.aponarte.com.br/


Lembramos que plágio é crime previsto na legislação de direitos autorais e propriedade intelectual. Estando os infratores sujeitos à responsabilização judicial.


Poema A pedra, de Antonio Pereira (Apon)

Visite a Fan page oficial de: A pedra.




Postado aqui em 18 de agosto de 2007.




***


Vejam algumas das formas plagiadas que circulam na internet:


Plágio 1 (Esse é o mais difundido):


O distraído nela tropeçou...

O bruto a usou como projétil.

O empreendedor, usando-a, construiu.

O camponês, cansado da lida, dela fez assento.

Para meninos, foi brinquedo.

Drummond a poetizou.

Já David, matou Golias, e Michelangelo extraiu-lhe a mais bela escultura...

E em todos esses casos, a diferença não esteve na pedra, mas no homem!

Não existe "pedra" no seu caminho que você não possa aproveitá-la para o seu próprio crescimento.


Plágio 2 (Esse eu comecei a encontrar mais recentemente):


O bruto a usou como arma...

O empreendedor a usou para construção...

O camponês dela fez um assento...

Drummond a poetizou...

Já Davi, com ela matou golias...

Jacó a fez de travesseiro e Deus lhe deu um sonho maravilhoso...

Michelangêlo dela fez belas esculturas...

OBSERVE: que a diferença não está na Pedra,mas sim nas pessoas! Não existe pedra no seu caminho que você não possa aproveitá-la para o seu próprio crescimento...!!


Plágio 3 (encontrei dois dessa forma):


Os distraídos tropeçam nelas.

Os violentos as usam como armas.

Os empreendedores constroem com elas.

As crianças as usam como brinquedos.

Com uma pedra Davi matou Golias.

Michelangelo extraiu das pedras as esculturas mais bonitas.

E em todos os casos a diferença não estava na pedra, mas naqueles que as utilizaram.


Plágio 4:


O distraído tropeçou nela,

O violento, projetou-a

O empreendedor construiu com ela.

O homem do campo, cansado, usou-a como assento.

As crianças brincaram com ela.

Drummond poetizou-a

David usou-a para matar Golias.

Miguel Ângelo fez com ela as mais belas esculturas

Em todos os exemplos, a diferença não estava na Pedra... Mas sim no tipo de Homem.

Não existe pedra no teu caminho que não possas usar para teu próprio benefício.


Outra forma de plágio circulante:

O distraído nela tropeçou...

O bruto a usou como arma...

O empreendedor a usou para construção...

O camponês dela fez um assento...

Drummond a poetizou...

Já Davi com ela matou o gigante...

Michelangelo dela fez belas esculturas...

Jesus mandou remover para ressuscitar Lázaro.


Mais um:


O distraído tropeçou nela.

O violento a utilizou como projétil.

O empreendedor a usou na construção.

O camponês cansado a utilizou como assento.

Para as crianças foi um brinquedo.

Davi matou Golias com ela

e Miguel Ángel a transformou na mais bela escultura.

Em todos os casos, a diferença nunca esteve na pedra, e sim no homem.

Não existe pedra em seu caminho que você não possa usar para o seu conhecimento.


Tem plágio até em espanhol:


El distraído tropezó con ella...

El bruto la usó como proyectil.

El emprendedor, usándola, construyó.

El campesino, cansado del trabajo, la convirtió en un asiento.

Para los chicos, fue un juguete.

Drummond la poetizó.

David mató a Goliat; y Miguel Ángel extrajo de ella la escultura más bella...

En todos estos casos, la diferencia no estuvo en la piedra, ¡sino en el hombre!

No existe "piedra" en su camino que no pueda aprovechar para su propio crecimiento.


Olha só que “gracinha”! Mais plágios multilinguais de: A pedra.


The distracted stumbled on it.

Violent used as a projectile.

The entrepreneur has used in construction.

The tired farmer used it as a seat.

For children was a toy.

David slew Goliath with her and Michelangelo made it the most beautiful sculpture.

In all cases, the difference was never in the stone, but in man.

There is no stone in your way that you can not use to their knowledge.


Le distrait trébuché sur elle.

Violent utilisé comme un projectile.

L'entrepreneur a utilisé dans la construction.

L'agriculteur fatigué utilisé comme siège.

Pour les enfants était un jouet.

David tua Goliath avec elle et Michel-Ange a fait la plus belle sculpture.

Dans tous les cas, la différence n'a jamais été dans la pierre, mais dans l'homme.

Il n'y a pas de pierre dans votre façon que vous ne pouvez pas utiliser à leur connaissance.


El distraído tropezó en ella.

Violento utilizado como un proyectil.

El empresario ha utilizado en la construcción.

El granjero cansado la utilizó como asiento.

Para los niños fue un juguete.

David mató a Goliat con ella y Miguel Ángel hizo la escultura más hermosa.

En todos los casos, la diferencia nunca estuvo en la piedra, pero en el hombre.

No hay piedra en tu camino que no se puede utilizar para su conocimiento.


Aparecem outros plágios com pequenas variações de forma e com títulos diferentes, para confundir e dificultar a detecção.

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                    Postagem sorteada. Uma surpresa de leitura a cada clique              


Eis aqui a sua leitura sorteada. Se você está usando um dispositivo móvel, clique abaixo no título de um dos posts, para ler o texto na íntegra.

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Antonio Pereira Apon.


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                    Dia dos namorados              



... não permitimos o hálito da rotina a chama apagar, nem a mortalha do cotidiano nossas emoções vestir. Corações enamorados, eternamente apaixonados não são romântica ficção...


Antonio Pereira Apon.



Rosa vermelha.


Não deveria ser apenas

uma data a mais no calendário,

mas um estado de espírito;

os casais eternamente enamorados

como o sol

que não se detém em seu poente,

renova-se a cada alvorecer;

como as flores que renascem

em cada primavera

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Rosa da amizade/Afeto enviada pela CÉU.


Rosa da amizade/Afeto enviada pela CÉU.


Troféu rosa da amizade/Afeto.


Rosa da amizade/Afeto do Poetizando e encantando da Professora Lourdes..









Capa da segunda edição de : Essência.

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Esse livro propõe uma incursão na alma humana, garimpando sentimentos e emoções, revelando-os em versos que retratam o homem moderno em sua incansável procura de si mesmo; seu contexto social, político e cultural em um mundo em transição.


Depois de 14 anos, atendendo a pedidos, estamos republicando Essência. Nessa segunda edição, incluímos o subtítulo: O livro do poema: A pedra. O distraído nela tropeçou... Numa referência ao nosso poema integrante dessa publicação, que, absurdamente, tem aparecido na internet com o nome de autores famosos: Fernando Pessoa, Renato Russo, Chaplin... Ou plagiadores. No endereço: (http://aponarte.com.br/apedra), o amigo leitor encontra todos os esclarecimentos, inclusive algumas das formas de como o plágio tem se apresentado.

Capa da segunda edição da : Coleção
                            Graziela.

>

Aqui, pais e professores encontram uma forma prazerosa e divertida, de abordar temas como: Cidadania, comportamento, respeito ao outro e à natureza... Em sete contos, compondo um jogo de arte e educação, onde lúdica e naturalmente aos pequeninos são apresentados conceitos de: Ecologia, solidariedade, diversidade, coletividade, tempo, responsabilidade, motivação, interatividade, participação...


Textos que parecem se renovar a cada dia, conservando impressionante atualidade e sintonia. Espero que gostem.

Capa de Um dedo de prosa e poesia. A arte da
                vida.

São 125 páginas com 89 títulos em verso e prosa de Literatura Nacional, num livro prefaciado pelo professor, escritor, poeta e trovador Orlando Carvalho. Crônicas, mensagens, poesias... amor, humor, reflexão, arte, cotidiano, atualidades, auto-ajuda, espiritualidade...


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