A arte da vida. Apon HP

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Ela, amor

Ela, amor

... Trouxe na voz a poesia, no dizer melodia, um sentir pra rimar Um encontro entre tantos desencontros, um querer outro querer encontrar... Antonio Pereira Apon. Apareceu de repente; ela, qual poema silente, qual perfume de flor. Sem cerimônia chegou, se achegou, convidando a sonhar.
Porque, Papai Noel?!

Porque, Papai Noel?!

... crônica com base na narrativa entre lágrimas daquela menina, hoje uma bela mulher, marcada por uma desiludida história de natal. Ainda hoje, em meio a esse natal coisificado, mercantilizado, onde a sua principal razão, o aniversariante Jesus é esquecido, relegado a um plano secundário, eclipsad…
Sim, não...

Sim, não...

... Abraço é laço, entre braços, coração. Se tudo passa, amigo é passo, compasso amigo, uma canção. A vida enlaça, a nós abraça em comunhão. O pé no passo, a mão na mão... Antonio Pereira Apon.  O que calar, o que falar, com alguém ou sem ninguém, caminhar. Gente que vem, gente que vai... Um sei, não…
Quanto tempo...

Quanto tempo...

... pra dizer um eu te amo, pra falar um te perdoo; pra chegar e ir embora, pra não desistir de ficar... Quanto tempo é muito tempo? Pro resto da vida, pra vida que resta… Antonio Pereira Apon. Quanto tempo é muito tempo? Um minuto para ele, uma hora para ela, um ano para aquele, cinquenta para aqu…
Pra te vestir de poesia

Pra te vestir de poesia

... Na costura dos versos, o poeta faz poesia, pra vestir de sol e lua, a nudez da musa nua, que anseia por versar. No ontem? No amanhã? Onde estará? você que deserta do agora, do ocaso, da aurora; do poema a encontrar. O tempo, fina seda... Antonio Pereira Apon. Agulha da emoção, linha das palavras…
Quem tem boca vaia Roma

Quem tem boca vaia Roma

... subiu na goiabeira e entrou na Matrix da Matrix, irrealidade total, surrealidade alternativa, realismo fantástico; maluquice, sandice, despirocar coletivo e delirante. Enquanto isso, alheio a balas e Bíblias... Antonio Pereira Apon. A novidadeira versão do antigo ditado: “Quem tem boca vai a Rom…
Overdose dos paradoxos

Overdose dos paradoxos

Uma epidemia de paradoxos assalta nossa sociedade numa avassaladora overdose do sem noção. Avanço do atraso, progresso do retrocesso. Antonio Pereira Apon. Vivemos sob uma enxurrada de informação e nunca estivemos tão desinformados por fake news, verdades alternativas, mentiras… Apesar de todo avanç…
Natal? Só com Jesus!

Natal? Só com Jesus!

... Natal que abrace ricos e pobres, una plebeus e nobres; num só desejo, numa só oração. Natal é luz no coração, estrela de Belém para além do infinito, o feito mais que o dito, fraternidade e comunhão... Antonio Pereira Apon. Natal, Jesus o aniversariante, pra Noel o restante; o Cristo, protagonista…
Cadê eu?

Cadê eu?

... desencontrados de nós mesmos, aguardamos uma resposta externa, mágica, uma panaceia redentora, que não vem e não virá. Retomar o endereço de casa, visitar e revisitar o nosso pensar e sentir, mergulhar nas profundezas abissais de nós mesmos; só aí encontraremos... Antonio Pereira Apon.  Temos no…
Um poema, tempo que é mar

Um poema, tempo que é mar

... Calendários e folhinhas, linear abstração; o tempo vento, mar da viração. Ano novo, velha gente, onda na rebentação; um convite ao diferente. Navegar com coração! Nas correntes do infinito, ciclos, reciclos do luar, escrever um poema mais bonito: Tempo, mar que rima com amar... Antonio Pereira A…



Rosa da amizade/Afeto enviada pela CÉU.


Rosa da amizade/Afeto enviada pela CÉU.


Troféu rosa da amizade/Afeto.


Rosa da amizade/Afeto do Poetizando e encantando da Professora Lourdes..




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