A arte da vida. Apon HP



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quarta-feira, 15 de agosto de 2018

 

                    Eu teclo, tu teclas...              

     


Blogar, teclar, tuitar, curtir, compartilhar... Interação, socialização? Ou simples e complexo “jogo de cena” virtual? Amigos, seguidores, leitores... Ou meros personagens?


Antonio Pereira Apon.


Digitação.


Carinhas, fotos, avatares,

risos que não sorriem.

Profunda superficialidade,

que muito escreve e pouco diz.

A cada clique,

um “novo amigo de infância”.

Na proximidade da distância;

ainda moderno e já antigo,

o verbo teclar em tantos artifícios,

naturaliza o artificial.

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                    Ditados internéticos              

     


A lei é de evolução. Com os ditados populares não é diferente. Ei-los aqui, atualizados, informatizados, parafraseados...


Antonio Pereira Apon.


Mão na tela touch.


Quem vê avatar não vê coração.


Diga-me com quem twittas que te direi quem és.


Em terra sem conexão de banda larga, quem tem discada é rei.


De spam em spam, o spammer enche o saco.


É twittando que se é retwittado.


Um é pouco, dois é chat, três é comunidade.


Um blogueiro só não faz blogosfera.


Quem semeia vírus, colhe formatação.

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                    Informática do ser              

     


... não fique triste! Assim como não somos um “softwarezinho” qualquer, o responsável pela grande rede do universo, não é um administrador qualquer. Deus tem um “back-up” de...


Antonio Pereira Apon.


Giros. Composição de Antonio Pereira Apon.


No princípio éramos um simples “sistema operacional”. Fomos “instalados” numa “máquina” compatível com nossas necessidades para interagir com outras “máquinas”.


Mais não somos um “software qualquer”, somos o top de linha da criação, nosso “código aberto” permite novas programações, e nosso módulo de inteligência nos permite alterar nosso próprio registro. Conectados em rede com os nossos pais, logo recebemos os aplicativos de linguagem e comportamento. Não tarda a aumentar a nossa rede familiar; se conectam outros parentes, amigos, escola... Uma série de “programinhas” legais são instalados, fazemos nossos primeiros “downloads” e “uploads”, aí surgem os primeiros “vírus”, reclamando dos pais, como administradores da rede, a instalação de um “antivírus” adequado. Mas, com o crescimento da rede e o aumento no tráfego de informações, logo será preciso um bom firewell e um antispayware, para dar conta das pragas que surgirão sobretudo quando o plug-in da adolescência for instalado. Nesse momento, todos os “bugs” dos aplicativos aparecerão, reclamando a ação de utilitários de diagnóstico e reparo, bem como um update geral. Feito isso, a maturidade se auto instalará.

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terça-feira, 14 de agosto de 2018

 

                    Brasilidades. Presos e soltos              

     


... Perdeu! - Berra o ladrão. Perdeu! - Urra a urna. E o povo na furna; tremendo, temendo, com medo de assalto, medo da morte, da falta de sorte… Esse randevu; manda tomar um trago, tirar um sarro dessa nossa dor. Tem que blindar o carro, tem que pagar mais caro, posar de otário! Comer o pão que o político amassou...


Antonio Pereira Apon.


São Pedro Na Prisão, pintura de Rembrandt.



Presos vivendo soltos,

soltos sobrevivendo presos;

o cidadão na grade,

o ladrão na rua.

Audiência de custódia,

pensão,

perdão,

misericórdia.

Aos mal presos, celulares:

Para comandar o tráfico,

para dirigir o trágico,

para fazer conluio;

desmandar matar e morrer.

Filhos da luta,

pagando a filhos da outra,

a quem não labuta;

farto tributo,

parco retorno.

Tem que bancar a conta,

tem que aguentar afronta.

Perdeu! - Berra o ladrão.

Perdeu! - Urra a urna.

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domingo, 12 de agosto de 2018

 

                    Dia dos pais. José do Sapateiro              

     


... entre tantos brinquedos feitos pelo pai, que com elásticos, borrachas e o que tivesse à mão, engendrava mecanismos para dar algum movimento às fantasias do filho, que encontrava encantamentos nas invencionices paternas...


Antonio Pereira Apon.


O Sapateiro, pintura de David Fulton.


Aquele menino era filho de um pobre sapateiro e uma empregada doméstica. Aos sete anos, perdeu a sua genitora, cabendo ao velho José, fazer as vezes de pai e mãe. Um grande exemplo de “pãe”.


Prestimoso e esmerado, seu José fazia por seu filho, tudo o que estava dentro de suas possibilidades, ensinando ao menino desde cedo, que precisava viver dentro das condições que tinham, esforçando-se sempre em busca do melhor. Consciente, o velho sapateiro, não era desses pais que arrotam sandices do tipo: “Vou dar ao meu filho tudo o que eu não pude ter”. Assim, Zezinho, logo aprendeu uma antiga lição, a de não colocar chapéu onde a mão não pudesse alcançar. Não encontrou facilidades, não teve brinquedos caros nem pôde frequentar caras escolas, mas, recebeu vastas lições de honradez e dignidade, ética e perseverança, humildade e determinação, proatividade e responsabilidade, valores…

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sexta-feira, 10 de agosto de 2018

 

                    Pintura, vida e lida              

     


... Triste selva em tons de cinza, sem crepúsculo ou arrebol; onde a vida se improvisa e a lida tiraniza, sem ter pena ou qualquer dó. Sobreviventes, não viventes; sem pintura para além da moldura, da cerca, do cerco...


Antonio Pereira Apon.


Paisagem do entardecer no campo. Um grande lago,árvores,uma cerca e cavalos no pasto.


No blog Filosofando na vida, a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha quadragésima oitava participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando.


Selo de participação no Poetizando e encantando.

Na paisagem,
cabe a lida, cabe a vida.
E no dia que repousa,
a noite pousa,
convidando a repousar.
Em silêncio, o lago;
espelha,
reflete o tempo.
Aos cavalos,
nada apressa, nada apreça.
Pintura vespertina,
quadro,
que o artista Deus pintou…
Mas, o homem põem sua cerca,
se acerca,
emoldura;
encarcera na moldura um fragmento de ilusão,
na parede dependura sua miragem,
desconfortável,
artificiosa desilusão.

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sábado, 4 de agosto de 2018

 

                    Pontes ou muralhas. O que construir?              

     


... O amor, a humildade e a esperança, criam belas pontes que unem corações e mentes. Abrindo caminho para a felicidade a paz que transcendem para além das fronteiras comportamentais...


Antonio Pereira Apon.


Ponte de pedra, por entre as árvores, sobre ela uma jovem caminhando solitária.


No blog Filosofando na vida, a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha quadragésima sétima participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando.


Selo de participação no Poetizando e encantando.

A imagem que escolhi nessa edição, fez uma ponte com essa postagem de 2011, que julgo oportuno reeditar. Espero que gostem:


Pontes aproximam, ligam, unem, libertam... Muralhas escondem, cercam, prendem, limitam...


O existir nos oferta vastas opções de "materiais" para edificarmos pontes ou erguermos muralhas. O nosso projeto de vida, o traçado que damos a nosso viver. É que determinam a arquitetura de nossas "construções".


O egoísmo, o orgulho e a vaidade, costumam levantar imponentes muralhas. A arrogância, o preconceito e a intolerância, além de erigirem muros altos, acabam por bombardear possíveis pontes. Insuladas entre seus paredões, essas "ilhas psíquicas", reduzem o mundo ao tamanho do seu umbigo, enxergando no que foge a esse estreito círculo: inimigos imaginários, invejosos crônicos, predadores vorazes, traidores profissionais, parasitas interesseiros... Não raro, julgam os outros, tomando a si mesmos como referência. O que os torna desconfiados e descrentes, sabotadores da convivência.

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                    Folclore brasileiro em acróstico              

     


22 de agosto, dia do folclore. Comemorado no Brasil a partir de 1965. Derivada do inglês: Folk-lore =saber popular. Resume-se como o conjunto de costumes e tradições de um povo.



Antonio Pereira Apon.
Pelourinho.


Festa, mito, rito, tradição,

onipresente saber popular,

legada condição,

cantar, contar, tocar, dançar;

libelo cultural,

ode às raízes da gente

reminiscência imortal,

embolada, baião, repente...

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                    Aplicativo Android que dá mais significados ao seu dia              

     


Toda manhã, nosso app disponibiliza: Dias cívicos, feriados, fatos históricos, aniversariantes

amosos, santo do dia, datas que não devem ser esquecidas... Enfim, respostas para uma recorrente pergunta: Hoje é dia de que? Tudo acompanhado por sugestões de leitura em prosa e poesia.


Antonio Pereira Apon.


Tudo cabe no seu App. Bom dia! Clique para baixar e instalar.


Que tal, acordar e antes mesmo de sair da cama, ficar sabendo: Hoje é dia de que? Acontecimentos históricos, aniversariantes famosos, Santo do dia, curiosidades… Tudo acompanhado por sugestões de leitura em prosa e poesia. Na telinha do seu dispositivo Android. Nosso app está dividido em duas seções: Hoje é dia de que, prosa e poesia. Você lê se informa e se diverte, além de poder compartilhar no Whatsapp, Facebook, Twitter… sem precisar sair do aplicativo.


Muito útil para escolas e professores, para quem trabalha com eventos e comunicação ou simplesmente, para quem quer está bem informado, matar a curiosidade, gosta de saber sobre datas comemorativas…


Venha curtir conosco a arte da vida! Datas comemorativas e literatura em seu dispositivo móvel, Site ou Blog. Hoje é dia de que... Nas pontas de seus dedos.


Opções para download do app:


Faça donloade no Google drive.


Faça o download no Dropbox.


Como instalar:


Baixe o arquivo do app para seu dispositivo móvel Android.


Quando estiver terminado o download.


Abra a área de notificação ou a pasta onde ficam armazenados seus downloads e execute o arquivo baixado.


Na janela que abrir. Selecione a opção “Instalador do pacote” e toque em “Só uma vez”.


Clique no botão “Instalar”. Na tela seguinte (se for pedido), clique no botão “Config” (ou configurar) para Acessar o menu “Configurar. Segurança” e marcar a opção “Fontes desconhecidas”, dê “Ok” e siga com a instalação.


Prontinho! Seu app está instalado e pronto para o uso.

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                    Postagem sorteada. Uma surpresa de leitura a cada clique              

     

Eis aqui a sua leitura sorteada. Se você está usando um dispositivo móvel, clique abaixo no título de um dos posts, para ler o texto na íntegra.

Está no computador ou numa tela grande? Então clique na ilustração:



Clique aqui para ler uma mensagem, poesia, conto, crônica... Sorteado de forma automática.



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Textos para todos os dias. Curta a arte da vida!




Fique mais um pouquinho. Leia também...



Livros e vídeos:


Capa da segunda edição de : Essência.

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Esse livro propõe uma incursão na alma humana, garimpando sentimentos e emoções, revelando-os em versos que retratam o homem moderno em sua incansável procura de si mesmo; seu contexto social, político e cultural em um mundo em transição.


Depois de 14 anos, atendendo a pedidos, estamos republicando Essência. Nessa segunda edição, incluímos o subtítulo: O livro do poema: A pedra. O distraído nela tropeçou... Numa referência ao nosso poema integrante dessa publicação, que, absurdamente, tem aparecido na internet com o nome de autores famosos: Fernando Pessoa, Renato Russo, Chaplin... Ou plagiadores. No endereço: (http://aponarte.com.br/apedra), o amigo leitor encontra todos os esclarecimentos, inclusive algumas das formas de como o plágio tem se apresentado.

Capa da segunda edição da : Coleção
                            Graziela.

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Aqui, pais e professores encontram uma forma prazerosa e divertida, de abordar temas como: Cidadania, comportamento, respeito ao outro e à natureza... Em sete contos, compondo um jogo de arte e educação, onde lúdica e naturalmente aos pequeninos são apresentados conceitos de: Ecologia, solidariedade, diversidade, coletividade, tempo, responsabilidade, motivação, interatividade, participação...


Textos que parecem se renovar a cada dia, conservando impressionante atualidade e sintonia. Espero que gostem.

Capa de Um dedo de prosa e poesia. A arte da
                vida.

São 125 páginas com 89 títulos em verso e prosa de Literatura Nacional, num livro prefaciado pelo professor, escritor, poeta e trovador Orlando Carvalho. Crônicas, mensagens, poesias... amor, humor, reflexão, arte, cotidiano, atualidades, auto-ajuda, espiritualidade...