A história do Orelha não pode ser esquecida. Neste vídeo, transformei minha dor e indignação em arte. minha poesia, agora musicada pelo Suno, diz do cão Orelha, um ser inocente que teve sua vida ceifada precocemente por um ato de crueldade gratuita. Mais do que uma homenagem, esta publicação é um manifesto. É um pedido por justiça, por leis mais severas e, acima de tudo, por mais humanidade. Não podemos nos calar diante da violência contra aqueles que só sabem oferecer amor incondicional.
Orelha não era personagem,
nem Pluto ou Pateta,
era Orelha da comunidade,
não as do icônico Mickey Mouse
nem travessura, diabrura da mocidade.
Orelha, pra falar de paz,
Orelha, pra dizer do amor;
Orelha, pra curar essa ferida,
Orelha, pra sarar o desamor.
Não dá para fugir da verdade,
nenhuma morte pode ser mera traquinagem.
Orelha tinha mais humanidade,
que a animalidade que o matou.
Onde falta educação, sobra brutalidade,
quando o ódio vira brincadeira,
o mal se faz banalidade.
Orelha, pra falar de paz,
Orelha, pra dizer do amor;
Orelha, pra curar essa ferida,
Orelha, pra sarar o desamor.
Solidário dom da vida,
fraternidade pra quem da vida for.
Pra quem enxerga a paz no mundo,
pra quem esperança um viver melhor.
Só o bem nos faz bons.
“Casa dos pais, escola dos filhos,”
“para bom entendedor, meia palavra basta.”
O descuidado faz chorar,
faz a flor, espinho virar.
Orelha, pra falar de paz,
Orelha, pra dizer do amor;
Orelha, pra curar essa ferida,
Orelha, pra sarar o desamor.
Pra falar de paz, Orelha.
Pra dizer do amor, Orelha.
Pra curar essa ferida, Orelha.
Pra sarar o desamor, Orelha.
Orelha, pra falar de paz,
Orelha, pra dizer do amor;
Orelha, pra curar essa ferida,
Orelha, pra sarar o desamor.









