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Mostrando postagens com o rótulo Ecologia
Hoje é dia de...

Saudade gravada na retina da lembrança

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Em 2011, um aviso; em 2026, a realidade sufocante. Enfrentamos o negacionismo climático e a ganância que destrói o habitat. #CriseClimática #MeioAmbiente Em uma reedição de 2011, confrontamos a poesia sufocada das flores com a realidade climática de 2026. O "futuro" que previ chegou com a força de tempestades e queimadas, mas o negacionismo tenta anestesiar nossa percepção para servir à ganância. Acompanhe esta reflexão sobre a cumplicidade criminosa que troca a vida pelo lucro e descubra por que a natureza não aceita fake news.

Oração pela Mãe Terra

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Uma celebração vibrante à vida e à Terra! Descubra a oração musicada que une gratidão profunda, tambores e um chamado urgente à consciência humana. 🌍🔥 Explore a potência da "Oração pela Mãe Terra", uma obra que une poesia profunda a ritmos ancestrais de celebração. Este conteúdo propõe uma reflexão necessária sobre a gratidão, o autoconhecimento e o cuidado urgente com o nosso lar planetário. Deixe-se envolver pela sinfonia da vida e renove sua conexão com o sagrado e a natureza.

Orelha, por mais humanidade - Uma homenagem musical: Por um mundo de paz, respeito à vida, e amor

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A história do Orelha não pode ser esquecida. Neste vídeo, transformei minha dor e indignação em arte. minha poesia, agora musicada pelo Suno, diz do cão Orelha, um ser inocente que teve sua vida ceifada precocemente por um ato de crueldade gratuita. Mais do que uma homenagem, esta publicação é um manifesto. É um pedido por justiça, por leis mais severas e, acima de tudo, por mais humanidade. Não podemos nos calar diante da violência contra aqueles que só sabem oferecer amor incondicional.

Aprender poesia

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Umas tantas lições de poesia, a arte da vida e do viver, no versar da natureza, que tenta nos ensinar e converter poetas. Cena surrealista com um pergaminho flutuando no céu azul. No centro do pergaminho, há uma variedade de flores coloridas e a imagem da lua. Borboletas e pássaros voam ao redor do pergaminho. Um arco-íris atravessa o céu, e o sol, com um rosto sorridente, aparece próximo ao arco-íris. Ao fundo, algumas nuvens brancas completam a cena. A imagem transmite uma sensação de fantasia e alegria. - Imagem do Gemini, descrição baseada no Be My Eyes. Quero aprender poesia: Com o sol, que amanhece e faz anoitecer, noticiando que é sempre dia de se fazer luz; com os pássaros, que não precisam de um motivo especial, um instante sorteado para cantar;

A porta, o jardim e o lixo

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É... Tem gente que adota como lema de vida, provérbios como: “O que os olhos não veem o coração não sente”, “pimenta nos olhos dos outros é refresco”, “quem pariu Mateus que embalance” ou “cada um por si e Deus por todos”. Aquele cidadão construiu sua casa num aprazível condomínio, mandou providenciar um belo jardim , e uma cerquinha branca (como aquelas de filme americano), para guarnecer seu pequeno pedaço de paraíso. Colocou uma generosa porta de vidro, revestida por uma película espelhada. O que lhe permitia contemplar a bucólica paisagem de pintura impressionista, sem expor o interior da sua morada.

Manifesto folclórico pela natureza - 22 de agosto, dia do folclore

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Cultura, arte, natureza. Vida pulsando, manifestações do povo, na lida do viver. Preservar no hoje as sementes do amanhã. Folclore é sustentabilidade. O Curupira deu o pira, quando viu o garimpeiro, tão somente por dinheiro, a natureza devastar. Logo veio a Caipora, pra no caçador, no desmatador dar o fora. Uma verdade que se firma; necessário equilibrar o clima, para a vida se afirmar. Não tardou o Saci, Pererê tomando tererê, numa só perna deu rasteira, improvisando a capoeira, fez o maior rebuliço, pra acabar com tudo isso, botou gente pra correr. Pra derradeira sentença, botando fogo pela venta, chega a Mula Sem Cabeça, bota fora e não lamenta. Pra quem gosta de queimada, o Boitatá serpenteia, faz do fogo deles a cilada, toca fogo em quem fogueia. Lembrando do povo o adágio, sem cair no plágio: "Uma maçã podre o cesto apodrece". Zabumba bumba, bumba meu boi, acorda o bem que o mal já foi. Dançando cururu, com caruru fazendo a rima, sustentabilidade se encima; na trov...

A cor dar. Por que perguntar?

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Sábia, a natureza acorda, e sem acordar, a cor dá à vida; enquanto a macacada metida a besta, pouco homo e nada sapiens, rumina um perguntar. Até quando? Homem olhando para o mar, durante o amanhecer. O céu está nublado com tons de azul e rosa, refletindo na água calma. A pessoa veste jaqueta e calças escuras, e está em pé sobre uma área de terra ou grama próxima à margem da água. A cena transmite uma sensação de tranquilidade e contemplação. - Se você conhece o autor desta imagem, por favor nos informe para que possamos atribuir-lhe os devidos créditos. Obrigado. O sol, simplesmente amanhece; a flor floresce, a lua alumia; a chuva não indaga, o rio não pergunta, o mar não questiona… A natureza, tão somente, cumpre o seu mister. Acorda e sem acordar com senhor ninguém, a cor dá a cada dia.

Quero um Porto Alegre de novo

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Venham chuvas de solidariedade, enchentes de fraternidade, alagamento de empatia, aluvião de esperança, amor. "Deus ajuda o homem através do homem". As chuvas caem, sobem as águas; rios desbordam, cidades transbordam. Vidas sobem nos telhados, destelhados destinos. Eventos extremos, extremado clima. Sinas, sentenças traçadas pelos combustíveis fósseis, gases de efeito estufa; o desmatamento, a devastação, a especulação insustentável, a politicagem, o negacionismo abominável.

Os quatro "deselementos"

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Farta de nossos fartares, do sem jeito dos nossos desjeitos, a natureza responde, recadeja extrema; febril, convulsiona, inflama, desborda, transborda... No ar, flatos de hidrocarbonetos, gases pestilentos… Na terra, o resto dos nossos rejeitos, tanto refugo a esgotar. No fogo, nossos desjeitos a queimar. Na água, o resto de tanto restar. Triste ganância esnobe, pérfida ignorância pobre; a especulação politiqueira, o autocídio negacionista, a jogatina financeira; vitimar do nosso vitmar.

Edifícios, é difícil

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Resto de mata, sobra de prédios; gente empilhada, empacotada em caixas de concreto, Sonhos “condominiados”, ilhas arquitetônicas, cercadas de realidade antropofágica. Um restar de mata, natureza acondicionada, acomodada entre um sobrar de prédios. Restar do passaredo cantante, em meio ao sobrar buzinante da rotina. A gente, gente empilhada, empacotada em caixas de concreto; concretude imobiliária, capitalista inconcretude antropológica.

Chapeuzinho verde - Antonio Pereira Apon

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Chapeuzinho Verde era uma menina muito preocupada com a natureza, ela cuidava dos animais e das árvores, que eram todas suas amigas. Ela se chamava Chapeuzinho Verde, porque usava um mimoso chapeuzinho dessa cor, o que ela mais gostava de fazer era conversar com as árvores: - Olá dona árvore! Como vai? Belo dia, não? - É um belo dia chapeuzinho e eu estou muito bem, estou carregadinha de frutos doces e saborosos, você quer um? - Quero sim dona árvore; e se não for incomodar, também quero descansar aqui embaixo da sua sombra, respirando esse ar puro da floresta, sem nenhuma poluição. - Você nunca incomoda minha amiguinha, fique a vontade. Nesse instante a conversa foi interrompida pelos gritos do coelho que corria esbaforido, como quem foge de uma assombração: - Socorro! Socorro! Se escondam todos!!!

Uma boa notícia, é sempre uma notícia boa

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Nesses tempos em que sobrevivemos sob um temporal de notícias ruins, onde tudo parece perdido e até a esperança definhar, ameaçada por mercadores da salvação, que no atacado e no varejo, tentam vender um simulacro de Deus, espalhando o fanatismo e a alienação, enquanto políticos e outros mitômanos de ofício, manipulam a verdade para construir suas farsas ideológicas; acochambrando-se num surubão político-religioso. Os jornais cada dia mais sangrentos, exumando a perversidade, explicitando a desumanidade; os noticiosos, espalhando o medo e o terror; manchetes sensacionalistas, desesperam e desiludem; redes sociais polarizadas, raivosas, pouco confiáveis, levianas, frívolas, parciais e maledicentes; fake news, verdades alternativas, misoginia, machismo, homofobia, racismo, preconceito, pedofilia, corrupção e todo tipo de contravenção, ilegalidade, crime. em meio a esse caldo de “informações” que desinformam, deformando o ânimo coletivo, a egrégora da sociedade; diante dessa pérfida sa...

A piração da bicharada

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Um texto para crianças de 5 a 105 anos! Um dos sete contos do nosso livro: Coleção Graziela . Assista a animação experimental/amadora: Havia uma floresta muito verde e bela, onde nasciam os frutos mais saborosos, as flores mais singelas. Lá, a brisa sempre fresca, brincava com as águas cristalinas do rio, e os animais corriam em paz pelos campos. Tudo era harmonia e tranquilidade, até que um dia, o rei leão, resolveu ser astro de cinema: - Estou cheio de ser o rei dessa floresta, aqui é tudo muito parado, não acontece nada de novo, eu quero ser famoso, sair nos jornais, ser capa de revista, falar na TV... Assim, o nosso amigo, rei leão, fez as malas, colocou seus óculos escuros e partiu, deixando vago o trono real.

Pandemia? Qual pandemia?

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A do individualismo? Que nos torna egocêntricos e egoístas, indiferentes, negligentes e omissos? A da politicagem sem noção? Que nos coloca uns contra os outros, em favor de nossos algozes? Estupidamente ideológicos, debilmente negacionistas, burramente polarizados? A da pressa, tão mal apreçada? A sanha antropofágica do consumismo? O “todo poderoso” ter, nos tornando fúteis, frívolos e artificiais?

Primaverão; passarinhos, passaremos!

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Sendo a primavera, um primeiro verão; amanhã será, amanhecerá, primaverão! Tempo passa feito passatempo, tudo passa nessa vida, nessa lida;

Carecemos de árvores

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Precisamos de árvores, de floresta, pra dar flor e frutos dar; pra refrescar a vida, refrigerar a lida, desestressar, o planeta “desestufar”. Para harmonizar o clima, o ritmo circadiano bem tocar; pro brotar da nascente, pro não ocaso da gente, para um novo tempo alvorar. Pro meio ambiente rimar mais com a gente; pra não nos pormos à parte, assumirmos ser parte, insano malquerer, desapartar.

Antologia de primavera

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Antologia poética; cada flor, um poema, cada primavera um sarau. Tanta beleza cativa, inspira; um ode em cada broto, um salmo em cada floração, uma rima em cada gota de orvalho, versos brancos de florais aromas, diversos, coloridos versos, impressionista composição.

Incertos homens, árvores más

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“Toda a árvore boa produz bons frutos, e toda a árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons. Toda a árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo. Portanto, pelos seus frutos os conhecereis.” Jesus (Mateus 7:17-20) Tempos tacanhos, estranhos momentos em que armas de fogo importam mais que o fogo a devorar florestas e o ardor de interesses escusos ameaçando o meio ambiente; livros são tidos como “coisa de elite” e se ironiza um morticínio, ruminando números indigentes, como se não fosse gente a perecer sem razão. O ódio tem gabinete próprio no conjugado do poder e a dissimulação vai parindo falsidades de quem coloca a hipocrisia antes de tudo, o falso moralismo sobre todos, dando à estupidez, status de ideologia. A arte e a cultura são marginalizadas, a educação prostituída na balbúrdia deliberada de quem aposta na ignorância para cevar seu gado devoto, altista e fanatizado. Enquanto atos e palavras se desmentem...

Atardada chuva? Tardego inverno? Vão passar!

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Cai a chuva barulhando nos telhados, batucando fim de inverno, tempo que intenta não passar. Tardega chuva; encharca sonhos, leva a noite, lava a rua. Setembro suspirando flores, madrugada aspirando alvores, atardado inverno a teimar.

Acróstico da primavera. Poesia em flor

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P olicromo mosaico florido, R enovando a vida no reflorir dos campos. I mpar, singular poema natural. M ulticores, versos, flores, A romas, perfumes, odores. V ersejar do chão, E nsejar canção. R eencontrar encanto, redescobrir recantos, A mor no coração.