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Mostrando postagens com o rótulo Meio ambiente

Hoje é dia de quê?


Poesia passarinho

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Solto versos ao infinito, vão buscar o mais bonito, descobrir seu arrebol. Voa meu verso ligeiro! O Universo é seu aninho, meu coração seu ninho. Jamais seu carcereiro! Pássaro marrom em uma gaiola dourada com a portinha aberta, sentado no balanço da gaiola. O pôr do sol aparece ao fundo, com um céu colorido em tons de laranja, amarelo e azul. Ao longe, vários pássaros voam em formação, sugerindo liberdade, enquanto o pássaro na gaiola tem uma expressão triste, como se quisesse se juntar ao grupo. A imagem transmite sensação de contraste entre liberdade e aprisionamento. - Imagem do Gemini, descrição baseada no Be My Eyes. A poesia é passarinho. Faz no coração seu ninho, para a emoção se aninhar Mas passarinho prisioneiro, faz sepulcro o cativeiro, perde o encanto de sonhar.. Triste a inspiração aborta, louca a mão que tranca a porta, cobra do pássaro o cantar. A amplidão não cabe na gaiola , e roubada da aurora, dorido pássaro a sofrer.

Aprender poesia

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Umas tantas lições de poesia, a arte da vida e do viver, no versar da natureza, que tenta nos ensinar e converter poetas. Cena surrealista com um pergaminho flutuando no céu azul. No centro do pergaminho, há uma variedade de flores coloridas e a imagem da lua. Borboletas e pássaros voam ao redor do pergaminho. Um arco-íris atravessa o céu, e o sol, com um rosto sorridente, aparece próximo ao arco-íris. Ao fundo, algumas nuvens brancas completam a cena. A imagem transmite uma sensação de fantasia e alegria. - Imagem do Gemini, descrição baseada no Be My Eyes. Quero aprender poesia: Com o sol, que amanhece e faz anoitecer, noticiando que é sempre dia de se fazer luz; com os pássaros, que não precisam de um motivo especial, um instante sorteado para cantar;

A porta, o jardim e o lixo

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É... Tem gente que adota como lema de vida, provérbios como: “O que os olhos não veem o coração não sente”, “pimenta nos olhos dos outros é refresco”, “quem pariu Mateus que embalance” ou “cada um por si e Deus por todos”. Aquele cidadão construiu sua casa num aprazível condomínio, mandou providenciar um belo jardim , e uma cerquinha branca (como aquelas de filme americano), para guarnecer seu pequeno pedaço de paraíso. Colocou uma generosa porta de vidro, revestida por uma película espelhada. O que lhe permitia contemplar a bucólica paisagem de pintura impressionista, sem expor o interior da sua morada.

Manifesto folclórico pela natureza - 22 de agosto, dia do folclore

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Cultura, arte, natureza. Vida pulsando, manifestações do povo, na lida do viver. Preservar no hoje as sementes do amanhã. Folclore é sustentabilidade. O Curupira deu o pira, quando viu o garimpeiro, tão somente por dinheiro, a natureza devastar. Logo veio a Caipora, pra no caçador, no desmatador dar o fora. Uma verdade que se firma; necessário equilibrar o clima, para a vida se afirmar. Não tardou o Saci, Pererê tomando tererê, numa só perna deu rasteira, improvisando a capoeira, fez o maior rebuliço, pra acabar com tudo isso, botou gente pra correr. Pra derradeira sentença, botando fogo pela venta, chega a Mula Sem Cabeça, bota fora e não lamenta. Pra quem gosta de queimada, o Boitatá serpenteia, faz do fogo deles a cilada, toca fogo em quem fogueia. Lembrando do povo o adágio, sem cair no plágio: "Uma maçã podre o cesto apodrece". Zabumba bumba, bumba meu boi, acorda o bem que o mal já foi. Dançando cururu, com caruru fazendo a rima, sustentabilidade se encima; na trov...

Quero um Porto Alegre de novo

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Venham chuvas de solidariedade, enchentes de fraternidade, alagamento de empatia, aluvião de esperança, amor. "Deus ajuda o homem através do homem". As chuvas caem, sobem as águas; rios desbordam, cidades transbordam. Vidas sobem nos telhados, destelhados destinos. Eventos extremos, extremado clima. Sinas, sentenças traçadas pelos combustíveis fósseis, gases de efeito estufa; o desmatamento, a devastação, a especulação insustentável, a politicagem, o negacionismo abominável.

Os quatro "deselementos"

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Farta de nossos fartares, do sem jeito dos nossos desjeitos, a natureza responde, recadeja extrema; febril, convulsiona, inflama, desborda, transborda... No ar, flatos de hidrocarbonetos, gases pestilentos… Na terra, o resto dos nossos rejeitos, tanto refugo a esgotar. No fogo, nossos desjeitos a queimar. Na água, o resto de tanto restar. Triste ganância esnobe, pérfida ignorância pobre; a especulação politiqueira, o autocídio negacionista, a jogatina financeira; vitimar do nosso vitmar.

Edifícios, é difícil

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Resto de mata, sobra de prédios; gente empilhada, empacotada em caixas de concreto, Sonhos “condominiados”, ilhas arquitetônicas, cercadas de realidade antropofágica. Um restar de mata, natureza acondicionada, acomodada entre um sobrar de prédios. Restar do passaredo cantante, em meio ao sobrar buzinante da rotina. A gente, gente empilhada, empacotada em caixas de concreto; concretude imobiliária, capitalista inconcretude antropológica.

Chapeuzinho verde - Antonio Pereira Apon

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Chapeuzinho Verde era uma menina muito preocupada com a natureza, ela cuidava dos animais e das árvores, que eram todas suas amigas. Ela se chamava Chapeuzinho Verde, porque usava um mimoso chapeuzinho dessa cor, o que ela mais gostava de fazer era conversar com as árvores: - Olá dona árvore! Como vai? Belo dia, não? - É um belo dia chapeuzinho e eu estou muito bem, estou carregadinha de frutos doces e saborosos, você quer um? - Quero sim dona árvore; e se não for incomodar, também quero descansar aqui embaixo da sua sombra, respirando esse ar puro da floresta, sem nenhuma poluição. - Você nunca incomoda minha amiguinha, fique a vontade. Nesse instante a conversa foi interrompida pelos gritos do coelho que corria esbaforido, como quem foge de uma assombração: - Socorro! Socorro! Se escondam todos!!!

Anelo - Legendando fotografia literária no blog Espiritual Idade

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Verde, anelar de azul e amarelo para nos salvar do calorão, do efeito estufa dessa climática conturbação. Vida pra gente pro planeta viver; verdejar. O verde, anelo do azul junto ao amarelo; azulado céu e mar, amarela luz solar. Fotossíntese, verde síntese que há de nos salvar; clorofila, mãe e filha, verde flor de toda cor. Para além dos cinzas, para lá de nós, pra nos resgatar da dor,

Acordar, a cor dar de primavera

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Primavera n'alma, floral composição, calma que acalma, destino na palma; amor no coração. Beletrismo natural, poemas sem palavras, inspira o Criador. A cor que acorda, colorir de aquarela, sem querela nem querelar; primaverar! Primavera na alma, floral composição, calma que acalma, destino na palma; amor no coração. Setembrina paisagem para cá do equador, poemas sem palavras, silente beletrismo natural; composição do criador. A natureza esperta, desperta em cores o florir.

Canteiro - Pra rosa, pro verde, pra gente florir

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Flores, poemas sem palavras. pedem um recanto; eira, jardineira, alegrete que lhes alegre na arquitetura e na alma, calma pra nenhum poder poder podar. Um canteiro, recanto, um canto inteiro pra florir. Espaço entre o concreto, nossa inconcretude arquitetônica, um vão que não restou em vão. E na arquitetura da alma, não há de ser diferente; florescente calma, fazer-se flor da paz, preencher o vazio que no vazio jaz. Que o querer da pressa, e o apreçado desapresso, não nos venha poder podar. Um alegrete que nos alegre, eira alheia ao mundo lá de fora, jardineira, viveiro pra rosa, pro verde; pra gente viver. Um canteiro, recanto, um canto inteiro pra florir.

Amigo Sol, amiga Lua... - 20 de julho, dia do amigo e da amizade

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Amigo Sol, que vem cada dia colorir; amiga Lua, que a noite alumia com estrelas a luzir. Amigos pássaros cantantes, amigos pets brincantes; amiga Fauna e Flora, amigas flores vicejantes. Parafraseando o amigo São Francisco, que nomeia o amigo rio, fecundando os sertões; amiga Juazeiro e Petrolina, amigo Pernambuco, Bahia amiga. Amigo mar que rima com amar, solidariedade que a todos abraça, amiga fraternidade que ama de graça, amiga empatia, que no lugar do outro afirma ser nosso lugar. Amiga fé que nos dá confiança, amiga esperança, que nos faz acreditar; Amigo tempo, querido educador, Amiga vida, amiga lida, amigo se dar.

Poema simples - 2

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Como dia alvorado, pão quente; café coado, água fluente. Pingos de chuva a batucar no telhado, vento roçando a folhagem; arco-íris colorado, pássaros cantando, encantando a paisagem. Coisa simples como tarde que não tarda onda que não cansa; pé, areia, pegada, dia que não se queira descansar . Tempo sem hora marcada, chegada sem despedida; horizonte, do sol sacada, de quem logo volta, a ida. Noite enluarada, sono a abordar; recolher da passarada, realidades a sonhar.

Eu, natureza

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Quero ser como o sol que não tarda, acorda, para o mundo acordar; o mar que em ondas se renova, canto de pássaro a encantar. Ser a lua nova, sempre crescente, cheia possibilidade de melhorar. Ser o rio que não descansa, avança sem cansar; semente que não dorme, não se demora para brotar.

Bom, bom dia

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Bonjour, Good Morning, Buenos días; Aloha kakahiaka, Dobraye ootra, Ohayo gozaimaz; Buongiorno, Subbakhair… Bom dia!!! A vida é flor e dor, é rima e sina, espinho e amor. Todo dia, é dia de fazer o dia bom, encontrar do viver o tom, o dom de ser feliz; mesmo quando tudo, parece por um triz.

Mudar, só se for para melhor; jamais troque uma rosa vermelha por um figo do inferno

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Hoje trago um conto, uma parábola, uma metáfora cuja semelhança com a realidade, não é mera coincidência: Brasilino tinha uma bela roseira, que no começo, produzia rosas vermelhas em abundância; com o tempo, as flores foram escasseando e apequenando, a planta foi se tornando mais suscetível a parasitas e tudo que era praga. No lugar de dar um jeito nas coisas, tomado de verdadeiro ódio, nosso amigo, decidiu que “qualquer coisa era melhor que aquela porcaria” e arrancou a roseira pela raiz. Andando pelo mato, ele encontrou uma planta chamativa, vistosa que lhe seduziu. Mal sabia o infeliz ignorante, que estava arrumando para si, uma treta verdadeiramente “rodrigueana”, a coisa era “Bonitinha, mas Ordinária”. Tratava-se de datura_stramonium; figueira do inferno, para os mais chegados, dando frutos fétidos, apelidados de figo do Inferno, Maçã Espinhosa… Uma infestante agressiva, de rápida disseminação, que compete com as demais plantas, suas sementes liberam alcaloides no solo, imped...

Amor passarinho

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Amor, feito passarinho, quer aninho; gaiola, não quer não. Quer o laço de um abraço, não quer nó que lhe furte o espaço, entrelaço que lhe roube a amplidão.

Notas do silêncio

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Muda, a lua intitula a noite e cada estrela qual um verso, escreve no firmamento, um poema estrelado. Em silencial simfonia, a madrugada, descortina a sossegada poesia de mais um dia. Silenciosas, brincam as nuvens brancas, simulam formas, entre os laranjas, os rosas, no alvorado céu a se azular. Silente raio de sol, se decompõe em cores; atravessando o vapor da neblina matutina, projeta na retina de um instante, fugidio arco-íris multicor.

Sem o bem te vi de um Bem-te-vi

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Sem um bem-te-vi, para cantar pra mim que bem te viu; as palavras fogem, escapolem; se recolhem no silêncio. Desarvora a inspiração, desalvora a poesia; retina deserta, rotina disserta; Só negando, sonegando você. O bem-te-vi não veio acordar a aurora, a noite, escrava de cada hora; tarda, demora, parece se perpetuar; desflorindo as cores, descolorindo as flores; desalquimia de te desencontrar.

Poético clima

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Bem querer de um clima bom; com perfume de primavera, inspiração de verão, sabor de outono e frescor de inverno. O clima no clima certo, não incerto, poético! Reverso: do planeta tornado estufa, do "desprogresso", seus fartos flatos; mal aquecida estupidez. A grana e sua sanha, mesquinha, tacanha; desmatando, devastando, chacinando o porvir. Fumam automóveis, chaminés, freons, aerossóis, a ambição de hodiernos coronéis. Clima extremo,