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Mostrando postagens de novembro, 2025
Hoje é dia de...

Nosso Chico Xavier

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O mundo, a sala de estudo, Chico Xavier um bom tutor do bem. "Amai-vos e instrui-vos", advento da verdade, realidade da lição espírita no ritmo da vida. Pintura mostrando Chico com óculos, de terno bege e gravata marrom, psicografando em um caderno com uma caneta. À direita dele, há figuras translúcidas e azuladas com aparência etérea; espíritos ou visões. A figura mais destacada é a de Allan Kardec de terno preto, expressão séria e bigode, que parece observar o médium. Atrás dele, outras figuras espirituais aparecem, com expressões serenas ou meditativas, misturando-se ao fundo azulado. A cena sugere inspiração espiritual ou mediúnica, com Chico escrevendo sob orientação dessas presenças. - Imagem do Gemini, descrição baseada no Be My Eyes. Nessa nossa escola da vida, na lida do bem aprender, cada um, cada grupo é uma sala de estudo. No educandário do mundo, estudar o bom conhecer. Desvendar o corpo e a alma, na espiritualidade calma, revelar o profundo saber. ...

Felizes nós novos

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O novo não se improvisa, terceirizar ão cola; cada um e todos nós é que podemos, ou não, fazer a novidade acontecer. A imagem apresenta uma representação poética e fantástica do planeta Terra sendo carinhosamente sustentado por duas mãos contrastantes: Uma mão emerge da natureza, coberta por raízes, musgo, flores e folhas verdes. A outra mão, no topo, é de aspecto futurista ou digital, translúcida e com luzes azuis que lembram conexões de rede ou estrelas. O planeta Terra é representado com destaque, e sobre ele há uma cena de vida: uma árvore frutífera (maçãs vermelhas) e pequenos cervos. A cena é cercada por uma paisagem exuberante com nuvens, um rio sinuoso na parte inferior, e muitas borboletas voando. No fundo, um arco coberto de vegetação e flores enquadra o cenário, com um brilho celestial no topo, simbolizando o cuidado e a conexão entre a natureza e a tecnologia/futuro. - Imagem e descrição do Gemini. O mundo no espaço girou, e um novo ano, de novo chegou, mas o...

Ser feliz é ser feliz

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O novo independe do calendário, para lá da translação, nossa transformação faz natal e ano novo qualquer dia. Fé no alto e em si, teimar em ser feliz. Imagem de uma cena espacial surrealista. No centro-esquerda aparece um sol em formato de coração brilhante, com planetas ao redor como se fossem parte de um sistema solar, orbitando esse coração. À direita, há uma figura feita de estrelas, sugerindo o rosto de Jesus, sua mão segura delicadamente o planeta Terra. O fundo é escuro e repleto de pequenas estrelas, trazendo a sensação de estar no universo. A imagem mistura elementos cósmicos com símbolos de amor e cuidado. - Imagem do Chat GPT, descrição baseada no Be My Eyes. Ser feliz é não descrer na utopia. Com os pés no chão, fazer um natal a cada dia. E a cada dia reinventar o novo. Ano novo não é mera questão de calendário, não é tão somente, o girar do mundo em torno do sol; é a translação dos quereres, reciclar dos fazeres, possibilidades a empoderar. Tratar as lágrimas...

Sutil felicidade

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Amizade, esperança; sem esperar, esperançar do fazer acontecer. Dar bom proveito ao tempo que não se pode perder. Viver a felicidade possível e sutil. Campo ensolarado com gramado verde e algumas poucas árvores ao fundo, sob um céu azul claro com várias nuvens brancas e fofas espalhadas. No centro da imagem, há uma mulher jovem, de pele clara e cabelos castanhos medianos, usando uma blusa amarela e uma saia azul. Ela está levemente inclinada para trás, com as pernas dobradas como se estivesse saltando ou flutuando no ar, e seus braços abertos em um gesto de liberdade, olhando para cima com expressão de felicidade. O detalhe que mais chama atenção é uma enorme nuvem no céu, logo acima da mulher. Essa nuvem tem um formato muito realista de rosto humano, com olhos fechados, um largo sorriso e bochechas rechonchudas, transmitindo uma sensação de alegria e acolhimento. O rosto da nuvem parece observar a mulher com carinho e diversão, como se estivesse sorrindo diretamente para ela. O...

Tempo. Onde está o futuro

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“Oração ao tempo” de Caetano, “Tempo rei” do Gil baiano. Onde? Estará? Está lá? Ou não estará?! O vento passa, o tempo enlaça... Homem idoso de costas, com cabelos brancos, veste uma camisa azul clara de manga comprida, levemente amassada, calça social escura e está com as mãos nos bolsos. Ele está de pé sobre um solo arenoso, plano e sem vegetação, em um ambiente que lembra um deserto ou praia desolada. À sua frente e em destaque, há um enorme cubo metálico de aparência envelhecida, com textura áspera e manchas de oxidação ou ferrugem. O cubo parece estar flutuando a cerca de um metro do solo, sem qualquer apoio visível e projetando uma sombra no chão. A lateral do cubo voltada para o homem contém um grande orifício circular, semelhante a uma janela. Por esse círculo, vê-se o céu azul-turquesa com algumas nuvens brancas, criando uma espécie de enquadramento natural. A luz do sol ilumina suavemente tanto o cubo quanto o homem, contribuindo para o clima contemplativo e misterioso d...

Do que a aranha tece

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Razão na fé, vigiar mais que orar; Deus não precisa escrever em linha torta, o céu ajuda quem se ajudar, endireitar. Dá pra fazer certo e muito melhor. Teia de aranha com gotas de orvalho: Esta imagem mostra uma teia de aranha detalhada, coberta por pequenas gotas de orvalho que brilham como se fossem joias. No centro da teia, há uma aranha. O fundo da imagem é etéreo, com uma mistura de tons amarelos, verdes e azuis que dão um clima de fantasia, lembrando uma floresta ao entardecer ou durante a noite. No canto superior direito, há uma lua cheia brilhando, complementando o ambiente mágico e misterioso da cena. O efeito visual parece quase uma pintura ou arte digital, com um toque de surrealismo. - Imagem do Copilot, descrição baseada no Be My Eyes. “A aranha vive do que tece,” procuremos vigiar mais do que orar, melhor não abusar da prece, o céu ajudará, a quem se ajudar. “Não é por muito falar que se será ouvido.” Não é preciso gritar; Deus não é surdo, e o silêncio t...

Nossa matemática

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A aritmética do amar desmente os números nas equações e inequações da vida, qualifica o sentir que não cabe quantificar. 1+1, pode ser e é muito mais que 2. Praia à noite, iluminada pela luz da lua cheia. No canto inferior esquerdo, há um violão apoiado na areia. Ao lado do violão, há um coração desenhado na areia. O mar está calmo e o reflexo da lua cheia aparece na superfície da água, criando um clima romântico e tranquilo. O céu está escuro, com algumas pequenas estrelas visíveis, e a cena transmite uma sensação de paz e serenidade. - Imagem do Copilot, descrição baseada no Be My Eyes. Seria bom se fôssemos um só, mas a sabedoria da natureza nos fez dois para aprendermos a somar. Quando o tempo nos subtrai um do outro, e a distância nos divide, o pensamento multiplica o sentir, elevando o coração à potência do amor, onde a saudade equaciona os sonhos que prenunciam a felicidade de nossa soma.

Mar de amar - Uma tertúlia romântica

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Mar rimando amar, inspirando o luau de dois corações, poética canção ao tempo; versar das ondas, beijando os passos abraçados, rabiscados na areia. Silhueta de um casal sentado na areia de uma praia à noite, de frente para o mar. A lua cheia brilha intensamente no céu, refletindo sua luz prateada sobre a água. O céu está repleto de pequenas estrelas, deixando o ambiente com uma atmosfera romântica e tranquila. - Imagem do Copilot, descrição baseada no Be My Eyes. Mar que rima com amar, versa o verso de nós dois. As ondas murmurando sonetos, o vento, frescos poemetos. E a gente, despindo pegadas ao tempo; nossos passos, rabiscando na areia nosso poema de amor. Nossos braços, nossos laços, abraços, compassos de uma nossa canção. Dança a lua e o luau, à beira da fogueira que arde, até tarde, baila o casal.