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Mostrando postagens com o rótulo Mitologia

Hoje é dia de quê?


A Magia das Águas, conheça: Rainhas do Mar de Iemanjá - Poesia/música

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A força do mar sempre foi fonte de inspiração para poetas, músicos e devotos. No post de hoje, compartilho com vocês o vídeo "Rainhas do Mar de Iemanjá", uma obra que a partir do meu poema, une tecnologia e espiritualidade para reverenciar a Rainha das águas. A música, composta com o auxílio da inteligência artificial Suno, traz uma sonoridade que evoca o balanço das marés e a profundidade dos oceanos. Para acompanhar a melodia, as imagens selecionadas buscam traduzir a estética divina de Iemanjá: sua elegância, seu olhar acolhedor e a força indomável da natureza. Cena ao entardecer no mar. No centro, em primeiro plano, há uma mulher negra adulta, de porte imponente, caminhando dentro da água até a altura das coxas. Ela usa um vestido longo azul-claro, fluido e semitransparente, decorado com pequenos pontos brilhantes. O vestido tem mangas soltas e uma fenda frontal. Na cabeça, ela usa uma coroa prateada ornamentada. No pescoço e no peito, há vários colares de pérolas. S...

Mulher. quem é ela #FelizDiaDaMulher

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Do mito à ciência, rito da vivência, convivência do ser feminino; viva inspiração da arte da vida, da lida do viver. Mulher. A imagem é dividida em duas partes distintas. À esquerda, há uma representação mitológica com figuras femininas vestidas em trajes clássicos, adornadas com coroas e joias. Elas estão cercadas por símbolos cósmicos, como estrelas e planetas, e elementos como fogo e água. Um pássaro flamejante, semelhante a uma fênix, está no topo, e há um homem com barba segurando um tridente, possivelmente representando uma divindade. À direita, a cena é mais científica e histórica, com figuras femininas em trajes do século XIX ou início do século XX. Elas estão em poses de contemplação e trabalho, cercadas por engrenagens, tubos de ensaio e representações de DNA, simbolizando avanços científicos e tecnológicos. Há também a imagem de um homem mais velho com barba, possivelmente um cientista ou filósofo, e gráficos e fórmulas ao fundo. As duas partes da imagem contrastam o mi...

A primeira orquídea

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A vida é via de mão dupla, incoercível força de ação e reação costuma reger o destino costurando desideratos. O mal não costuma perdurar impune; não esqueça... Cclose de orquídeas de cor rosa vibrante. As pétalas são grandes e arredondadas, com um tom de rosa mais escuro no centro, onde se encontram os detalhes do labelo, que é a parte central da flor. O fundo é de um tom verde claro, o que destaca ainda mais as cores das orquídeas. As flores estão em diferentes estágios de abertura, com algumas totalmente abertas e outras ainda em botão. - Se você conhece o autor desta imagem, por favor nos informe para que possamos atribuir-lhe os devidos créditos. Obrigado. Uma lenda do oriente nos dá conta de uma bela moça que, caprichosa e fútil, desdenhava dos seus pretendentes, usando e abusando de quem lhe dedicava afeto, se divertindo com o sofrimento dos infelizes apaixonados. Loucura e suicídio marcaram o destino de corações desavisados que cruzaram o caminho da moça, até que uma p...

Manifesto folclórico pela natureza - 22 de agosto, dia do folclore

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Cultura, arte, natureza. Vida pulsando, manifestações do povo, na lida do viver. Preservar no hoje as sementes do amanhã. Folclore é sustentabilidade. O Curupira deu o pira, quando viu o garimpeiro, tão somente por dinheiro, a natureza devastar. Logo veio a Caipora, pra no caçador, no desmatador dar o fora. Uma verdade que se firma; necessário equilibrar o clima, para a vida se afirmar. Não tardou o Saci, Pererê tomando tererê, numa só perna deu rasteira, improvisando a capoeira, fez o maior rebuliço, pra acabar com tudo isso, botou gente pra correr. Pra derradeira sentença, botando fogo pela venta, chega a Mula Sem Cabeça, bota fora e não lamenta. Pra quem gosta de queimada, o Boitatá serpenteia, faz do fogo deles a cilada, toca fogo em quem fogueia. Lembrando do povo o adágio, sem cair no plágio: "Uma maçã podre o cesto apodrece". Zabumba bumba, bumba meu boi, acorda o bem que o mal já foi. Dançando cururu, com caruru fazendo a rima, sustentabilidade se encima; na trov...

Sakura, uma lenda de amor puro e eterno

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Milagre das flores de cerejeira; fundidos, a árvore estéril floresceu espalhando puro, eterno sentimento pelo Japão e o mundo, recado do valor de um amor verdadeiro. Conta-nos uma lenda que nos faz viajar aos tempos feudais de um Japão de frequentes e tristes guerras: Em meio ao desolador cenário belicoso daqueles tempos, sobrevivia intocado um lindo bosque de árvores perfumosas e balsamizantes, contudo, uma em especial chamava a atenção; ainda que jovem, apresentava aspecto ressequido e velho, sem jamais florir, parecia morta. Destoava solitária; os animais mantinham distância, receando serem amaldiçoados por espíritos temíveis, nem mesmo a grama crescia ao pé de si. Certo dia, avistando aquela triste sombra, uma fada tocada de compaixão, lançou um encantamento de 20 anos, durante os quais a solitária criatura poderia se transformar em humano ou árvore a qualquer momento e vivenciar sentimentos. Porém, passado esse tempo, se as emoções tais como a felicidade não a fizessem flor...

Do que é feita a amizade?

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"Amigo é aquele que no seu silêncio escuta o silêncio do outro. Se um amigo nos ofende, escrevemos na areia onde o vento do esquecimento e do perdão apagam. Se nos faz algo grandioso, gravamos na pedra da memória e do coração; onde nada apagará." Amizade verdadeira, certamente, não é coisa de seguidores, curtidas e likes; amigo de rede social, não costuma ir além de um virtual eufemismo, ainda que possamos, sim,no nosso navegar pela internet, encontrar amizades sinceras. Amizade é um encontro de almas, um lidar do tempo, o se dar do destino. Estabelecida a legítima amizade, amigos são como nessa antiga lenda atribuída aos árabes: Dois amigos viajavam pelo deserto e em um determinado ponto da viagem discutiram. O amigo ofendido, sem nada dizer, escreveu na areia: HOJE, MEU MELHOR AMIGO ME BATEU NO ROSTO. Seguiram e chegaram a um oásis onde resolveram banhar-se. O que havia sido esbofeteado começou a afogar-se sendo salvo pelo amigo. Ao recuperar-se pegou um estilete e...

Mito da depressão, sequestro da alma

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Por mais dorido e atormentado que seja o processo do retorno das trevas para a luz, da morte para a vida; é a ascensão de Perséfone ao encontro de sua mãe, saída do estado depressivo. Sendo o mesmo, o mundo afigura-se outro na perspectiva de quem aprendeu e conseguiu resgatar-se. A mitologia costuma dar recados da alma humana, sua inter-relação material e espiritual; quedas e soerguimentos em sua caminhada existencial. Os gregos denominavam de katábasis qualquer forma de descida, assim, nas diversas mitologias, essa catábase, remete à descida ao mundo inferior, inferno, submundo ou mundo dos mortos. Em escritos e escrituras, muitos desceram às profundezas: Orfeu, Odisseu, Aquiles, Eneias, Dante, (Divina Comédia). Sem esquecer Jesus, que desce ao mundo dos mortos, sem tardar em sua anábase, que é o retorno, saída das zonas inferiores, do contrário, haveria morte, não uma catábase.

Lagarta ou borboleta? Rastejar ou voar?

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Lição de transformação, resiliência; convite à superação dos rastejantes condicionamentos, ruptura do casulo do ego, libertando o self para o voo consciencial. Ovo, lagarta, crisálida e enfim, a borboleta, que na “magia” da sua metamorfose, nos oferece uma poética analogia com o crescimento humano. Na mitologia grega, Psiquê ou Psique personifica a alma, que se transforma ante as adversidades da vida e do viver, preparando-se para seu esplendor. Comumente, a divindade é representada como uma donzela com asas de borboleta, aludindo a Psiquê, como a borboleta metamorfoseada, ressignificada ante a rastejante lagarta; voeja nos ares imprimindo aos dias um que de primavera. Muitos filósofos tratam a alma como um sopro,remetendo à visão Platônica e Aristotélica acerca dela, a Psiquê dos antigos poetas, versando o mito; sua construção do autoconhecimento, transformação e sublimação por meio do amar.

Salada de páscoa; cultura, mitologia, lenda, religião e +

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Não, não se trata de nenhuma receita culinária; abordaremos aqui a “salada cultural”, composta por ingredientes cristãos, judaicos, pagãos...Que, entre outras coisas, misturou na páscoa; Jesus, coelhinho e ovos de chocolate . Originária do hebraico, a palavra páscoa ou Pessach, significa: passar, passagem. “Então direis: Este é o sacrifício da páscoa ao Senhor, que passou as casas dos filhos de Israel no Egito, quando feriu aos egípcios, e livrou as nossas casas. Então o povo inclinou-se, e adorou”. Como encontramos em Êxodo 12, 27. Numa alusão a libertação do povo hebreu do cativeiro egípcio, fortemente marcada pela passagem/travessia do mar vermelho e os 40 anos que se sucederam.  Com o advento da ressurreição de Jesus, o cristianismo incorpora um novo sentido à celebração, referindo-se a passagem/travessia do Cristo, que retorna à vida. Diversas línguas, preservaram esse sentido original da palavra, o que não ocorreu no inglês e no alemão, por focarem mais, digamos, na vers...

Golpistas e fraudadores, do mito às falsas centrais telefônicas

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Não faltam seguidores dos míticos golpistas, que como todo espertalhão, acha que todo mundo é besta. Portanto, fique ligado e bem atento, não se deixe fazer de palhaço, não estamos no circo. Para quem não sabe; golpistas e fraudadores, saltaram da caixa de Pandora, desde a mitológica Grécia. Hoje, em tempos de fraudes e golpes dos mais diversos, é preciso estar atento e antenado para não cair em embuste. Nos últimos dias, recebi ligações de supostas centrais telefônicas: do Bradesco, Banco do Brasil e mercado pago, pessoas próximas receberam esses pseudocontatos de outras instituições. O que fazer? Desligar sem digitar nada, conferir no aplicativo ou ligar para o serviço de atendimento ao cliente. Mas, voltando à mitologia: Dolo e Ápate, dois daemons fugidos da mítica caixa de Pandora, personificavam a mentira, trapassa, fraude, falcatrua, astúcia, malícia... Dando nó em pingo d'água para ludibriar os homens e outros desavisados. Dolo ou Dólos (em grego), companheiro de A...

Odoyá, Iemanjá! Rainha do mar daqui

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... Iemanjá é um orixá feminino, divindade africana, do Candomblé e da Umbanda. Padroeira dos pescadores, é senhora do destino dos que entram no mar. Reverenciada por muitos na passagem do ano novo e em outras tantas datas, conforme costumes diversos, é no dia 2 de fevereiro que acontece sua grande festa, em Salvador na Bahia, na praia do Rio Vermelho... Antonio Pereira Apon. O Poseidon dos gregos, Netuno dos romanos e o Aegir dos nórdicos que nos desculpem. Mas, o empoderamento feminino, invadiu até mesmo o “divinal”. Assim, ao imaginar-se entidades dominantes das águas, são elas, as “minas”, que assomam à nossa mente: Iemanjá, Iara, Afrodite, Sereias... Que povoam o imaginário popular. Segundo Carl Gustav Jung e seus arquétipos psicanalíticos, todos somos susceptíveis à padrões que se vão repetindo, ficando armazenados no inconsciente coletivo, passados de geração em geração. Conforme o instinto, sentimentos e comportamentos de cada qual, tais padrões eclodem. Daí, podemos i...

Falsiane; olhar, sorriso de Medusa

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Moderna medusa: infeliz, infelicita; assombrada, assombra; ensombrada, intenta ensombrar; silenciosamente, mente, sem querer? Dá “tiro, porrada e bomba”. Arrisca encontrar o seu Perseu. Gente falsa, farsante pessoa fake. Falsiane, moderna medusa, petrificante olhar, contundente e obtusa. Sorriso dissimmulado, dissimulada língua; diz o que não pensa, pensa o que não diz; aparenta, engana e desengana; ninguém adivinha, ninguém nem diz. Hodierna górgona; Finge brandura, simula candura, um bom-mocismo malsão. Maliciosa e maledicente, espalha a intriga, sua maligna semente. Recalcada e pétrea palavra, lavra traíra, ira dos sem noção. Infeliz, infelicita; assombrada, assombra; ensombrada, intenta ensombrar; silenciosamente, mente até sem saber, dizendo não querer, dá “tiro, porrada e bomba”. Triste Medusa a falsiane, de si e da realidade se perdeu, se não muda, arrisca a sina; encontrar o seu Perseu. Gente fake, farsante pessoa news. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso c...

Amor sem razão

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Na história, literatura, cinema; ficção e realidade. O amor é a razão que não carece de razão; apenas, ama: Alexandre e Roxane, Capitu e Bentinho... O amor é a razão que não carece de razão; simplesmente, ama. É como o sol e os girassóis, cata-vento e o vento,, os dias e seus arrebóis. É o beija-flor que a flor beija, a poesia que verseja, enseja o inspirar do amor. Corações enamorados, aliançados Encontrados no desmentir dos desencontros. O instrumento e a melodia, o pincel e a tela, a paisagem e a fotografia; Tristão e Isolda, Shrek e Fiona, Marco Antônio e Cleópatra, Shah Jahan & Mumtaz Mahal, Páris e Helena, Romeu e Julieta, Emmanuel e Lívia, Sam e Molly, Victor Hugo e Juliette, Alexandre e Roxane Capitu e Bentinho, Apon e Bene... O amor é a única razão que não carece de razão; simplesmente, ama. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E ...

Jaci, Guaraci. Cadê Rudá?

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No sono de Guaraci, Tupã criou Jaci, fez a noite enluarar. Ao acordar, o rei sol apaixonou, fechou os olhos para revê-la, sem tê-la, pediu à Deus, criar o amor. Assim, Rudá foi criado; na fugaz aurora, lépido arrebol, o amor, que desconhece a luz ou a escuridão, atiça o vislumbrar enamorado; a flor do sol, o girassol o leste mira, para a poesia desse encontro admirar.

O castigo de Eco e Narciso

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Conforme a mitologia grega, a linda Eco era uma das Oréades, ninfas que habitavam e protegiam as montanhas, cavernas e grutas. Aliás, a mais tagarela de todas, parecia dupla de repentista disputando embolada. A moçoila falava pelos cotovelos. Zeus, um amante inveterado, adorava a companhia das belas ninfas, não perdia a oportunidade de “pular a cerca” ao encontro das beldades. Marcando em cima, num quase mano amano, Hera desceu a Terra para dar um fraga no divino marido e suas amantes. Talvez por sua incessante falação, a verborreica Eco era a única que não se divertia com o “Don Juan” do Olimpo. Assim, sobrou para ela, tentar salvar as amigas. Disparou sua logorreia para cima de Hera qual locutor argentino, narrando o 7 a 1 da Alemanha em cima do Brasil. Permitindo que o todo poderoso e suas amantes fugissem. Desvencilhando-se da falastrona a deusa chegou ao campo das peripécias e safadezas do marido. Mas, não encontrou ninguém. Enganada e virada no estopô, Hera tascou-lhe um cast...

Qual o limite da amizade?

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br> Nesses tempos em que se “caça” amigos e seguidores nas redes sociais, gente para curtir e compartilhar tudo e qualquer coisa. A amizade real, parece escassear, entre as descartáveis relações virtuais e artificiais sentires. Mas, amizade de verdade, não é e não pode ser medida em cliques, é uma ligação atemporal e transcendente, elo entre almas, liame incondicional de bem-querer. Algo como conta o filósofo Cícero: Mergulhando no tempo, vamos encontrar Damon e Pítias, amigos inseparáveis desde pequeninos. Era o século IV a.C., jovens pensantes, andavam por Siracusa a espalhar suas ideias e ideais. Mais loquaz e “revolucionário, Pítias vivia a dizer entre outras coisas, que nenhum homem devia ter poder ilimitado sobre outro. E que os tiranos absolutos eram reis injustos. Aborrecido por demais com aquele discurso, o rei Dionísio, ordenou a prisão dos dois amigos.

Individuação. Self, ego e mitologia

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Acostumado a engendrar certezas o ego experimenta o desconsolo da incerteza, da parte imponderável do estar aqui, o que apelidamos de destino. O arquétipo nos conduz a refletir, buscar a vivência do “eu profundo, o Self, capaz das reais escolhas, verdadeira escrita do destino. Antonio Pereira Apon. A mitologia tentou explicar a humanidade, o ser humano em seus porquês, seus ciclos, dualidades: bem e mal, alegria e tristeza, vida e morte, positivo e negativo… Mas, tentou-se inutilmente encontrar razões externas para todas as questões e respostas, quando, muitas condicionais e condicionantes, habitam o âmago, a ânima do ser. A força incompreendida, guardada, gravada dentro de cada indivíduo, “legislação” consciencial que pode verdadeiramente produzir mudanças positivas ou negativas, customizando o mapa do caminhar de cada encarnação, onde nem Deus, intervém nas escolhas chanceladas pelo livre arbítrio dos homens, que direta ou indiretamente, se posicionam na “roda da vida, semel...

A Verdade, uma fábula

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... como na lenda, a verdade é falseada em versões de faz de conta, fingimentos, dissimulações, fake news e mais. A verdade conectada com a realidade, essa não tem vez, não agrada e mete medo. E o pior, fora dos palácios, ela também escasseia e pouco apraz. Talvez por isso... Antonio Pereira Apon. Nesses tempos em que verdade, acusação, mentira… Ganham versões e aversões, onde disfarces e farsas, ganham maior legitimidade que a genuína verdade. Sobretudo na política, sem uma fantasia, a verdade não adentra os palácios, não circula entre os poderosos. Ela assusta, preocupa… O que diria a imprensa, as redes sociais, a opinião pública e publicada? Isso tudo me faz lembrar Malba Tahan, heterônimo do entre outras coisas, escritor e professor Júlio César de Melo e Sousa, que nos traz o Harun Al-Raschid, quinto califa abássida, que teria reinado entre 786 e 809, segundo a Wikipédia; época marcada pela prosperidade científica, cultural e religiosa no Islã. Foi o fundador ...

Entre o prazer e a dor. “Relaxa e goza”

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... Transcendendo ao mito, nas causas e efeitos dos dissabores, está implícito o que precisamos fazer, para combater, vencer e superar nossas dores. Portanto, diante das vicissitudes da vida, como na frase daquela Ministra, infeliz e debochada, naquela ocasião. Mas, oportuna, enquanto não passa um infortúnio... Antonio Pereira Apon. Na mitologia grega, as algea, designavam espíritos femininos, portadoras das tristezas e lágrimas humanas. No singular: Algos; a dor, física, mental e emocional. Conforme a Wikipédia: Acos, dor física, dor do corpo, produzida por doenças, venenos e feridas com potencial letal. Ania, dor psíquica, dor mental, provocada por estresse, problemas e aflições da vida. Lipe, dor emocional, “dor do coração”, oriunda do sofrimento, da tristeza e problemas do sentimento. Segundo Hesíodo na Teogonia. Elas, as algea são filhas de Éris, deusa da discórdia; irmãs de Limos, a fome; Disnomia, a desordem; das hisminas, as disputas; Lete, o esquecim...

O Navio de Teseu. Nós e o nosso barco, já não somos os mesmos

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... Avançamos, derrotando monstros internos e externos, superando correntezas e intempéries, quitando os tributos impostos pelas materialidades que nos desgastam, angustiam, adoecem e aborrecem. Mas, vivendo com a convicção de bons navegadores, cientes de que tudo passa, é questão de tempo o rebrilhar do sol, o ressurgir das estrelas... Antonio Pereira Apon. Nosso corpo é o nosso barco, ao nascermos, lançado ao alto mar da vida. Na travessia do berço ao túmulo, enfrentamos adversas tempestades, calmarias e as surpresas do inesperado, desgastando as peças do nosso querido barquinho, exigindo reparos e substituições de peças muitas vezes fundamentais. Na refrega do viver, esse incessante navegar, nós espíritos que capitaneamos essa preciosa nau, também somos instados a mudanças: substituir velhas ideias, conceitos obsoletos, sentimentos extemporâneos, desejos anacrônicos, certezas caducas; necessária metamorfose evolutiva, desenvolvimento da inteligência emocional, s...