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Mostrando postagens de agosto, 2025
Hoje é dia de...

Nossa luta - contra ou a nosso favor?

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Houve um tempo em que se lutava contra os outros, se matava e si morria. Hoje a luta é com nós mesmos; se você quer lutar contra si mesmo, não precisa fazer nada, siga como está. Se quer lutar a seu favor; mude, faça diferente. Mulher em pé em um cômodo iluminado, olhando para o chão, onde sua sombra é a silhueta de um cavaleiro medieval com espada e escudo. A sala é modernamente decorada, com grandes janelas, cortinas claras, um móvel baixo e um quadro abstrato na parede. O contraste entre a mulher e a sombra de armadura cria um efeito visual surreal e marcante. - Imagem do Gemini, descrição baseada no Be My Eyes. Houve um tempo, em que se lutava uns contra os outros; hoje a luta é interior, contra si ou a seu favor; não é necessário matar ou morrer, só aprender a viver. Quem quer lutar contra si mesmo, não precisa fazer nada; basta seguir aclimatado, acomodado, acarinhando os defeitos de estimação, estagnar refratário as mudanças; afinal, mudar dá trabalho, cansa, exige...

Melô do pra lamentar. O povo que pague

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Desonerar imposto de renda do pobre?! Vai desagradar o super-rico! Regular big tech?! Bandido tem que poder se expressar! Vou de pauta bomba, emenda PIX, PEc bandida... Cena surrealista e carregada de crítica social, mostrando um palhaço de terno sentado em um trono dourado e vermelho, no centro da imagem, segurando dois celulares e tirando selfies. O palhaço tem cabelos coloridos e maquiagem, transmitindo ironia e deboche. Ao seu redor pairam marionetes de homens de terno, com expressões sorridentes e cabeças desproporcionalmente grandes, manipuladas por fios. Diversos ícones de redes sociais flutuam acima do trono. - Imagem do Gemini, descrição baseada no Be My Eyes. Ao rico ninguém afronta! O povo que pague a conta, a gente apronta é pra lucrar. O povo que pague imposto! O nosso proposto, é o rico blindar. Proteger quem nos garante o privilégio, pro povo o sortilégio, pauta bomba a rebombar. Lacrar é nosso ofício, difíscio é trabalhar; Finge três dias por semana, bota...

A pressa apressa

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Nessa urgência tão apressada e mal apreçada. A sua pressa urgente, vai apressar outra gente, outro "insubstituível". Que virá te substituir. Saguão de estação de trem com elementos surreais. Muitas pessoas vestidas com roupas de trabalho aparecem em posições e situações inusitadas: algumas estão subindo pelas paredes, outras saltando ou caindo no ar com múltiplos braços parecendo um relógio, e outras próximas a um grande buraco no chão cheio de pessoas. Há um relógio gigante na parede marcando cerca de 10h10. O ambiente é iluminado por luz natural entrando por grandes janelas. A cena transmite uma sensação de caos e confusão, misturando cotidiano e elementos impossíveis. - Imagem do Gemini, descrição baseada no Be My Eyes. Quando a pressa apressa, o tempo foge, a vida corre. E quando se tropeça, ninguém socorre. Viver correndo, é correr morrendo. É finar depressa, no findar da pressa, que a ninguém acode. Vem a morte e enlaça, a quem à pressa abraça.

Pensar, ação. Pensação!

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"Cogito, ergo sum" ou como se diz por aqui: “Penso, logo existo”. É, sr. René. Tem gente pensando que pensa, mas, não pensa! Subsiste. Não vive! Sobrevive... Cena surrealista dividida ao meio. Do lado esquerdo, há uma cabeça humana formada por engrenagens e peças metálicas, representando tecnologia ou inteligência artificial, com um fundo de céu escuro e ruínas de colunas e prédios antigos. Um personagem de costas, usando capa escura, caminha sobre uma superfície aquática em direção à cabeça mecânica. - Imagem do Gemini, descrição baseada no Be My Eyes. Tem gente pensando que pensa, mas, “não pensa”! Pensar, vai além da sinapse, da sinopse, sintaxe… Vai do concreto ao abstrato. É o trato, o retrato; se preciso, um distrato! Pensar, é o ser da ação: Do imaginar, imaginação, do criar, criação, do inspirar, inspiração, do mentalizar, mentalização, ideia, ideação; o pensar, pensação! É o talho, o retalho, no pedaço o atalho; o corte, é a sorte, é azar, é a morte; é o...

Desmascare, desmascare-se

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Somos apenas quem somos. Pra lá das máscaras, somos a face indisfarçável; a realidade para além da persona, verdade que não se presta a personagem. Homem em plano médio, vestido com um terno cinza escuro e camisa branca. Ele está de perfil mas com o corpo levemente voltado para a frente, criando uma sensação de mistério. Seu cabelo é escuro e bem penteado para trás. No rosto, ele usa uma máscara preta, que cobre completamente sua face, exceto pelos olhos, que olham diretamente para a câmera através dos recortes da máscara. Com a mão direita, ele segura uma máscara branca na frente do rosto, posicionando-a ligeiramente à esquerda, de maneira que a máscara branca fique parcialmente sobreposta à preta, mas não encobrindo-a totalmente. A máscara branca também tem recortes para olhos, nariz e boca, mas está vazia, sem expressão. O fundo é degradê, variando do cinza mais escuro no topo para o cinza claro na parte inferior, sem nenhum outro objeto na cena. O conjunto das duas másca...

Bom dia, flor de cada dia

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Te desejo um bom dia de verdade, flor do bem de todo dia bom; pra lá das convenções, da formal saudação. Sincero, energético, poético, solar: Bom dia! Campo de girassóis ao amanhecer. No céu, um sol nascente aparece artisticamente substituído por uma metade de um enorme girassol brilhante, alinhado ao horizonte, emitindo raios luminosos como se fossem do próprio sol. O céu está colorido em tons quentes de laranja, rosa e roxo, com nuvens dispersas. As flores de girassol no campo têm pétalas iluminadas pela luz do “girassol/sol”, criando uma cena surreal e encantadora. As folhas das plantas próximas têm gotículas de orvalho visíveis. - Imagem do Gemini, descrição baseada no Be My Eyes. Quero a flor de cada dia, cada bom dia a florir, o bem querer de um buquê de bem-me-quer, rosas, girassóis... A flor que der. Quero o alvor em flor, florindo para a estrela derradeira, a brisa mensageira, recadejando, primaverando a poesia das manhãs. Quero flores singulares e plurais, o f...

Poesia passarinho

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Solto versos ao infinito, vão buscar o mais bonito, descobrir seu arrebol. Voa meu verso ligeiro! O Universo é seu aninho, meu coração seu ninho. Jamais seu carcereiro! Pássaro marrom em uma gaiola dourada com a portinha aberta, sentado no balanço da gaiola. O pôr do sol aparece ao fundo, com um céu colorido em tons de laranja, amarelo e azul. Ao longe, vários pássaros voam em formação, sugerindo liberdade, enquanto o pássaro na gaiola tem uma expressão triste, como se quisesse se juntar ao grupo. A imagem transmite sensação de contraste entre liberdade e aprisionamento. - Imagem do Gemini, descrição baseada no Be My Eyes. A poesia é passarinho. Faz no coração seu ninho, para a emoção se aninhar Mas passarinho prisioneiro, faz sepulcro o cativeiro, perde o encanto de sonhar.. Triste a inspiração aborta, louca a mão que tranca a porta, cobra do pássaro o cantar. A amplidão não cabe na gaiola , e roubada da aurora, dorido pássaro a sofrer.

Todo mundo morre

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Deixe de bestagem, tá todo mundo aqui de passagem, viva melhor a vida, só ao bem dê guarida; pois quando a dona vem, não tem nhenhenhém, é só despedida. Banco de madeira pintado de branco com algumas folhas secas de plátano, amarelas, caídas sobre ele. O banco tem detalhes de ferro pintados de preto em uma das laterais. No chão, há blocos de pavimentação de pedra com um pouco de grama crescendo entre eles. A foto transmite uma sensação de outono. - Imagem do Pixabay, descrição baseada no Be My Eyes. O palhaço e o sisudão, o marginal, o cidadão; o pobre, o rico, o desempregado, o empregado e o patrão, o dadivoso e o somítico; o anônimo e o famoso, o cara do povo, o seboso político; o artista e o arteiro, o honesto, o embusteiro; o modesto e o bacana, o sacana que se sente o tal; o sujeito de bem, o estrupício do mal. A morte. Por vezes ela não manda aviso, arranja o destino, um improviso, chega sorrateira, passa rasteira e lá se foi. Com ela, até quem se acha, acaba por se ...

Neurolinguística não é autoajuda, é Programar-se infinito

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Autoconhecimento, libertação; ser o vento que sopra a folha, não a folha que o tempo leva. Ser diferente, agente, sujeito e não objeto; senhor de si mesmo. Cena surrealista mostrando uma pessoa sentada de pernas cruzadas no centro da imagem, com um brilho cósmico nas mãos, de onde saem borboletas luminosas. O rosto da pessoa mostra um universo ou galáxia ao invés de feições normais. À esquerda, há arranha-céus iluminados de uma cidade futurista, com estruturas elevadas e luzes azuis conectando o céu. À direita, há uma floresta encantada com árvores grandes e folhas verdejantes, iluminada por uma luz dourada suave e pequenas luzes mágicas entre as flores e raízes. O contraste entre o ambiente urbano e o natural é destacado por um feixe de energia azul cortando o céu de uma seção à outra, simbolizando talvez a conexão entre tecnologia e natureza. - Imagem do Gemini, descrição baseada no Be My Eyes. Neurolinguística não é autoajuda, é um jeito da gente se ajeitar; programar a...

Receita de acarajé

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Símbolo da gastronomia baiana, o acarajé vira música para energizar toda dança e toda fé. Aroma, cor, sabor e tudo mais da Bahia, poesia pra degustar. Tabuleiro de acarajé ao ar livre, em uma rua de casas coloniais coloridas, com uma baiana sorridente vestida de roupa branca tradicional e turbante colorido. Sobre a mesa, diversos acarajés recheados com vatapá, caruru e salada, acompanhados de tigelas com molhos e recheios típicos da culinária baiana. Ao fundo, pessoas caminham pela rua, trazendo um clima alegre e típico de Salvador. - Imagem do Gemini, descrição baseada no Be My Eyes. É acarajé, vai na palma da mão pra aprender; É acarajé, sabor de Bahia pra você. Na rua um aroma no ar, É dengo e dendê pra saborear; feijão fradinho pra começar, inspiração que vem de Iansã, comida de orixá. No tabuleiro da baiana, tempero da tradição; é coisa pra comer rezando, sabor da devoção Acarajé, acarajé! Bota pimenta, coloca vatapá, Bolinho de orixá, iguaria pra degustar. Acar...

Aprende a dançar na chuva

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Passageira: A tempestade cumpre seu desiderato. A noite não delonga indeterminada, nem os relógios retardam o tempo. Inspirada em "Singin In The Rain", que entrou em domínio público em 2025, uma poesia musicada para quem não se importa com olhares estranhos; brilha seu sol interior. Ilustração inspirada no filme: "Cantando na chuva". Cena de uma rua à noite, com chuva intensa. Um homem está dançando alegremente na calçada, segurando um guarda-chuva colorido com estampas de girassóis. Ele veste um terno cinza e chapéu, e parece estar cantando. Ao fundo, há carros antigos e postes de luz iluminando a rua molhada. Na parede de um prédio à esquerda, está escrito "Singin' in the Rain". O ambiente transmite uma sensação de alegria e nostalgia. - Imagem do Chat GPT, descrição baseada no Be My Eyes. Que importa se chove lá fora? Faça o sol brilhar em seu interior. Passageira: A tempestade cumpre o seu desiderato. A noite não se delonga indetermina...

Setembro

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A primavera caindo no frevo, comendo caruru de Cosme e Damião, tomando sorvete, fazendo ginástica, cuidando das árvores, deficientes, da juventude e + Ilustração primaveril colorida e surreal de uma árvore com galhos espiralados e folhas verdes. No topo de um galho, há uma mulher vestida com roupas típicas de festa (lembrando uma baiana), segurando um guarda-chuva colorido, dançando. Sob ela, um médico aparece examinando um ursinho sentado no galho com um estetoscópio gigante que se enrola entre os galhos. Outro urso pequeno está sentado em outro ramo. À esquerda, uma figura humana prateada faz pose de ginástica rítmica segurando uma fita. No fundo, sorvetes coloridos em casquinha parecem derreter e escorrem do topo do quadro, misturando cores como verde, rosa, amarelo e marrom. O chão é formado por formas onduladas e coloridas, semelhante a um tapete de arco-íris. Toda a cena tem um ar de fantasia e alegria, misturando elementos de saúde, dança, animais e muitos doces. - Imagem d...

Tem pai...

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Tem pai de todo tipo e todo tipo de pai: O típico pai herói, o sem jeito, desajeitado; o que não precisa de superpoderes para exercer seus superpoderes; tem pai que é pãe. Ilustração de um pai brincando com dois filhos pequenos. O pai está sentado, sorrindo e segurando uma criança nos ombros enquanto a outra criança dança ou corre à sua frente. Todos usam roupas casuais, em tons de azul e bege. O fundo é abstrato, com círculos, linhas curvas e cores suaves, transmitindo uma sensação de felicidade, movimento e união familiar. - Imagem da IA Bing, descrição baseada no Be My Eyes. tem pai que parte, procria e não cria. Tem pai à parte, apartado, afastado, descompromissado. tem pai que faz parte, participa! Pede aparte tudo tenta resolver. Pai sumido, pai assumido... Todo tipo de pai:

Assim caminha

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A poesia de Apon numa releitura eletropop dançante da nona sinfonia de Bethoven, um ode a alegria. Cena surrealista e fantástica. No topo da imagem, há um astronauta caminhando sobre as nuvens, com dois planetas visíveis ao fundo, um deles muito grande. À esquerda, um grupo de pessoas atravessa uma ponte estreita que parece flutuar sobre as nuvens. À direita, há uma montanha alta com um caminho sinuoso, onde várias pessoas caminham em direção ao topo. Na parte inferior esquerda, uma figura semelhante a Jesus está de pé sobre a água. No canto inferior direito, um menino surfa sobre a asa de um avião que voa acima das nuvens. A imagem mistura elementos de fantasia, religião, exploração espacial e aventura, criando um cenário onírico e inspirador. - Imagem do Gemini, descrição baseada no Be My Eyes. Lutou suas lutas e outras lutas lutou; viveu, plantou, colheu… Projetou veredas, arriscou atalhos, improvisou trilhas. Muitas vezes tropicou, nalgumas caiu; mas sempre se r...

Aprender poesia

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Umas tantas lições de poesia, a arte da vida e do viver, no versar da natureza, que tenta nos ensinar e converter poetas. Cena surrealista com um pergaminho flutuando no céu azul. No centro do pergaminho, há uma variedade de flores coloridas e a imagem da lua. Borboletas e pássaros voam ao redor do pergaminho. Um arco-íris atravessa o céu, e o sol, com um rosto sorridente, aparece próximo ao arco-íris. Ao fundo, algumas nuvens brancas completam a cena. A imagem transmite uma sensação de fantasia e alegria. - Imagem do Gemini, descrição baseada no Be My Eyes. Quero aprender poesia: Com o sol, que amanhece e faz anoitecer, noticiando que é sempre dia de se fazer luz; com os pássaros, que não precisam de um motivo especial, um instante sorteado para cantar;

A arte de fazer e ser, arte - Com um toque de Mozart

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A arte numa salada musical. Poesia é de Apon, a música bem brasileira, começa com um toque modernizado da Serenata nº 13 em Sol Maior, K 525 de Mozart. Cena surrealista representando várias formas de arte e criatividade. No centro, há dois bustos clássicos de escultura, um deles com um relógio derretido sobre a cabeça, remetendo ao estilo de Salvador Dalí. Ao redor, há elementos como um anel verde brilhante, uma mão tocando uma substância roxa viscosa, outra mão moldando argila, e uma terceira mão apontando para uma esfera. No fundo, há um quadro com uma paisagem cósmica, uma pena presa a um pincel, um grande olho com detalhes coloridos e uma moldura circular mostrando uma bailarina dançando no palco. As cores são vibrantes e os objetos parecem flutuar, criando uma atmosfera de imaginação e expressão artística. - Imagem do Gemini, descrição baseada no Be My Eyes. Na tecitura do destino, bordar o tino, tricotar do fazer acontecer. Na tela que se pinta, no que pinta na telin...

Amor de pai, é diferente - Dia dos pais

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Pragmático, pode parecer indiferente; menos passional, umbilical; não é desigual, apenas diferente. Contido, pode passar apercebido. Não dá pra ser comparado; apenas sentido. Ilustração de um pai segurando o filho nos braços. O homem está de olhos fechados, encostando a testa suavemente na cabeça do bebê, transmitindo carinho e proteção. O bebê, também de olhos fechados, parece estar dormindo tranquilo, vestido com uma roupinha branca. O fundo é colorido, com formas abstratas em amarelo, azul, rosa e laranja, dando um ar alegre e acolhedor à imagem. - Imagem do Gemini, descrição baseada no Be My Eyes. Amor de pai é diferente; pragmático, pode até parecer indiferente. Analítico e sintético, menos passional, mais racional e coerente. Enfático, por vezes parece frio e duro, objetivo; pensar, sentir maduro. Menos umbilical, amor de pai, não é desigual, é apenas diferente; não tão loquaz e manifesto, faz-se menos evidente. Não costuma ser escancarado, embremático e desmedido, u...

Amor, sempre atemporal

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Um noturno de Chopin, inspirando a musicalidade de um amor atemporal, transcender o espaço-tempo na dança que o destino coreografa; o amar. Cena ilustrada de um casal dançando sob uma lua cheia enorme e brilhante, ocupando quase todo o fundo. O céu ao redor é escuro, pontilhado de pequenas estrelas, criando uma atmosfera noturna e mágica. A mulher está à esquerda, com postura elegante, braço esquerdo estendido e direito apoiado no ombro do parceiro. Ela veste um vestido longo, esvoaçante, com tecido drapeado em tons de lilás, azul, rosa e branco, formando padrões geométricos suaves. Nos pés, usa sapatos pretos de salto. Seu cabelo está preso em um coque, adornado com uma coroa de folhas verdes, remetendo à Grécia Antiga. O homem está à direita, conduzindo a dança. Ele usa um terno azul escuro, camisa branca e gravata vermelha. Sobre os ombros, uma capa longa e fluida, nas mesmas cores do vestido da mulher, voando ao vento. Na cabeça, ele usa um capacete de guerreiro romano com uma...