Pensar, ação. Pensação! - A arte da vida. Apon HP



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segunda-feira, 20 de agosto de 2018

 

                    Pensar, ação. Pensação!              

     

... Ditado, o dito, falado e escrito, liberto e proscrito, sobrescrito, subscrito, implícito, explícito... Círculo e circunferência, aparência e essência; o que contém, o que está contido, o suposto, o real sentido. Alma e corpo, porta e porto, pensamento! É a chave, login, a senha, o argumento da resenha. O que é, o que se quer ser. É a ponte, é a fonte, o porquê, o pra quê? O ser do que se é...


Antonio Pereira Apon.


O Pensador, escultura de Auguste Rodin.


Tem gente pensando que pensa,

mas, “não pensa”!

Pensar, vai além da sinapse,

da sinopse, sintaxe…

Vai do concreto ao abstrato.

É o trato, o retrato;

se preciso, um distrato!

Pensar, é o ser da ação:

Do imaginar, imaginação,

do criar, criação,

do inspirar, inspiração,

do mentalizar, mentalização,

ideia, ideação;

o pensar, pensação!

É o talho, o retalho,

no pedaço o atalho;

o corte, é a sorte,

é azar, é a morte;

é o coice, o açoite,

um foi-se, o gume da foice.

É o barco, é a barca,

o abraço que a barca!

Pragmático, dramático,

dogmático senão.

O sim. É o não!

Um “ser ou não ser”, shakespeariana questão.

Sagrada e profana,

humilde e ufana,

divina e humana;

pensação.

O veio e a veia,

lida e vida,

destino e sina,

arrimo, a rima.

O prefácio e o epílogo,

fecho, desfecho,

alfa e ômega,

princípio e fim.

Alvorada e o se pôr,

dia e noite,

bússola e rumo,

sul e norte,

prumo.

Ditado, o dito,

falado e escrito,

liberto e proscrito,

sobrescrito,

subscrito,

implícito, explícito...

Círculo e circunferência,

aparência e essência;

o que contém, o que está contido,

o suposto, o real sentido.

Alma e corpo,

porta e porto,

pensamento!

É a chave, login, a senha,

o argumento da resenha.

O que é,

o que se quer ser.

É a ponte, é a fonte,

o porquê, o pra quê?

O ser do que se é.

Passado, presente e futuro;

anima, animus,

luminoso e obscuro.

Pensamento!

Abstruso e óbvio,

Orientado e confuso;

objetivo, subjetivo,

breve e difuso.

Filosófico, científico,

religioso e artístico.

Altruísta, egoísta,

otimista e niilista;

alegre e depressivo,

plácido e agressivo...

“Penso, logo existo”.

- É, sr. René.

Tem gente pensando que pensa,

mas, “não pensa”!

Existe, ou pior, subsiste.

Não vive!

Sobrevive...



   
 
 

4 comentários:

  1. Uau. Que poema intenso, mas tão verdadeiro. :)) Adorei.

    Hoje; Contrabalanço de nuvens densas

    Bjos
    Votos de uma óptima Terça - Feira

    ResponderExcluir
  2. Lindo, pois é amigo poeta, acredito que muitos temem pensar ou quem sabe até, pois o trabalho que é, pensar queima neurônios, nem todos querem!
    Acho que penso, mas muito mais que pensar, sinto!
    Amei ler aqui, tens um rico vocabulário, maravilhoso isso!
    Abraços apertados poeta inspirado!Parabéns!

    ResponderExcluir
  3. Boa tarde, amigo Antônio!
    Ser ou não ser, eis a questão!
    Dá o que pensar numa sociedade onde somos julgados e julgamos...
    Lamentável, pois perdemos inúmeros seres humanos maravihosos pelo nossa suposta ideia formada a seu respeito.
    Que saibamos usar nossa inteligência para o bem pensar e o bem agir!
    Hoje passo para lhe trazer um convite especial e particular, com carinho:
    O convite está nestes blogs:
    https://espiritual-marazul.blogspot.com/2018/08/o-amor-dos-deuses.html
    http://www.idade-espiritual.com.br/2018/08/convite-especial-9-anos-do-blog.html
    Saberei compreender, claro, se não puder participar.
    Mas esperarei com carinho, se puder.
    Abraços fraternos de paz e bem

    ResponderExcluir

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Esse livro propõe uma incursão na alma humana, garimpando sentimentos e emoções, revelando-os em versos que retratam o homem moderno em sua incansável procura de si mesmo; seu contexto social, político e cultural em um mundo em transição.


Depois de 14 anos, atendendo a pedidos, estamos republicando Essência. Nessa segunda edição, incluímos o subtítulo: O livro do poema: A pedra. O distraído nela tropeçou... Numa referência ao nosso poema integrante dessa publicação, que, absurdamente, tem aparecido na internet com o nome de autores famosos: Fernando Pessoa, Renato Russo, Chaplin... Ou plagiadores. No endereço: (http://aponarte.com.br/apedra), o amigo leitor encontra todos os esclarecimentos, inclusive algumas das formas de como o plágio tem se apresentado.

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