A arte da vida. Apon HP


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Pensata. Apon HP - Pense nisso...>

Nossos escritos mais recentes:



segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Bom dia!!!



... Para que pré ocupar o seu dia com tantas e tão condicionantes condicionais? É incondicional viver! Como der, for ou puder! Não adianta acumular o entulho inútil dos “ses”. Desacumula, desentulha, desocupa; despreocupa e vai viver! ...


Antonio Pereira Apon.


Pessoa saudando o alvorecer


- Bom dia!

- Mas, se o dia não for bom?

- Que possamos convertê-lo, transformá-lo ou começar a fazer um amanhã que seja melhor.

- Mas, se chover? Se o céu desabar numa tempestade?

- Esperemos o sol rebrilhar!

- Mas, se o tempo não abrir.

- Aguardemos o estrelar da noite.

- Mas, se as nuvens encobrirem as estrelas? Se a noite se demorar?

- O raiar de um novo alvor nos resgatará.

- Mas, se não houver outro dia?

sábado, 28 de janeiro de 2017

Onipresente celular



... O bichinho é o “Cão”! Põe o mundo nas pontas dos dedos, o universo na palma da mão. Tira foto, joga e filma, para todos se afirma, pro trabalho ou diversão. Tá com o patrão e seu sócio, tá no bolso do peão; para a labuta ou o ócio, o celular está na mão...


Antonio Pereira Apon.


Mão tocando tela responsiva.


No começo só um móvel telefone,

mas, estrelou, mudou de nome,

cresceu, meteu-se a besta;

afamou-se smartfone.


Está por toda parte,

já não há quem dele aparte

e reclamar não adianta!

Está no almoço, café e janta;

chega de Facebook e Whatsapp,

Instagram ou qualquer app.


Está na aula e no casório,

no motel ou no velório;

no berço do bebê e no beber do bar,

na novena e na novela,

na jogada de trivela,

no improvável ele está!

No banheiro, no chuveiro,

onde nem se possa imaginar.

Não tem mercado nem nicho,

se espalhou feito feitiço,

eita troço popular!

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Alice, Pollyanna no país de Maria Antonieta



... enorme parte da população Pollyanna, já cansou do “jogo do contente”, descontente com o velho “pão e circo”; circo vagabundo e o pão que a política teima em tanto amassar...


Antonio Pereira Apon.


Festa do chá maluco - Salvador Dali.


Não, não é a França, conto infanto-juvenil, nem enredo de escola de samba. É a surrealidade brasileira, onde o errado costuma ser o certo, o pretenso certo, incerto e indefinido. Onde a verdade é desimportante e a realidade relativa. Desmentido, desmoronado o castelo de cartas do “País das maravilhas”, destronada a rainha aloprada, seus súditos/devotos, persistem, insistem na ladainha de Chapeleiro louco, na arenga esquizofrênica do coelho branco que se repete, repete, repete… Repetem velhos bordões e bravatas, repetem desordenadas “palavras de ordem”, repetem, repetem, repetem… Será para virar verdade?! Ou para se autoconvencerem? Só Joseph Goebbels para explicar. Aliás, só mesmo o marqueteiro nazista para justificar o que aconteceu e acontece em nossa politicagem.


Ideologias confusas e exóticas ao modo do Gato de Cheshire, aparecendo e desaparecendo conforme a conveniência de seu enigmático e desmedido sorrir. Feito os jegues, quando podiam desfilar na lavagem do Bonfim, políticos seguem, sujando e andando para o povo, sem qualquer preocupação com a opinião pública ou publicada. Seguem com sorrisos arreganhados de carniceiras hienas, cínicas e debochadas. Que importam os figurões já presos? Os outros tantos implicados, cada vez mais complicados? … O autismo deliberado, segue apostando na impunidade e no “jeitinho” desse país insano.

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Maresia



... malabares a sobreviver. Na orla o ir e vir do mar, amanhecer da paisagem; “desanoitecida” maresia, cheiro de dia novo, renovo...


Antonio Pereira Apon.


Amanhecer na cidade.


Dorme a poesia,

deserta o riso,

abdica o querer.

Vaga entre as vagas o silêncio das naus;

errantes,

penitentes…

Na praia…

Crepúsculo nos meus olhos,

murmúrio da rebentação calando o dia.

Na areia, pegadas,

rabiscos que o mar vem devorar.

Melancólica maresia…

domingo, 22 de janeiro de 2017

Saudação com comemorações do dia



Bom dia, boa tarde e boa noite! Num gadget com informação e interatividade para além da data.


Antonio Pereira Apon.


Aperto de mãos.


Que tal, saudar os visitantes do seu site ou blog com um resumo das comemorações do dia? Diferente da maioria dos códigos encontrados na Web, que se limitam a mostrar a data, nosso gadget, junto com o seu bomdia, boa tarde ou boa noite! Responde a uma pergunta dos seus leitores: Hoje é dia de que?


Confira aí no topo da página. Fica assim:

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Um jardim. Mas...



... empáfia de quem se perde de tanto “se achar”, delirando, imaginando-se o último acarajé do tabuleiro, a senha do Wi-Fi, o derradeiro biscoito do pacote… Vai minando afetos, superlativando antipatias, fortalecendo daninhos...


Antonio Pereira Apon.


Rosa meditativa - Salvador Dali.


Uma das coisas mais belas. Um jardim florido, multicolorido; bem cuidado, arrumado com esmero e bom gosto. A harmonia do toque humano, artístico, consorciado com o espetáculo da natureza. Mas, para tal resultado, é preciso: Estudo, trabalho, arte, dedicação, talento, vontade, obstinação, perseverança, zelo… Sem isso, as ervas daninhas e outras pragas, ameaçam a existência do horto, anulando expectativas, nulificando desejos, inviabilizando possibilidades…

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Fome e sede



... Tenho fome da Mátria feita madrasta, da pátria, abusada qual prostituta, do seu povo, tratado como filhos da outra. Tenho sede do suor e sangue da...


Antonio Pereira Apon.


Criança morta - Cândido Portinari.


Tenho fome de pão e de circo.

Bem mais de realidades!

Tenho fome das inéditas verdades,

das promessas descumpridas,

das mentiras mal ajambradas.

Tenho fome de uma cidadania cidadã,

de uma justiça justa,

de uma constituição menos ficcional,

de uma ficção menos constituída,

uma república republicana,

representantes que nos representem,

democracia democrática…

sábado, 14 de janeiro de 2017

Devaneio



... tempo que foi, sem jamais ter ido; eternizada presença da sua ausência. Trago os olhos desertos de luz, nos ouvidos, a lembrança da sua voz, no meu corpo, a memória do seu...


Antonio Pereira Apon.


Mona Lisa - Leonardo da Vinci.


Qualquer tempo,

é muito tempo sem você.

Num segundo as horas correm,

dias fogem impossíveis de conter;

folhinhas se desfolham,

relógios entontecem.

Mas…

Preso num paradoxo temporal,

sobrevivo,

cativo de um lapso cronológico,

domingo, 8 de janeiro de 2017

Canto de canto, canto de cantar



Poetizo o canto de todo canto, encanto de um canto qualquer: Tudo e nada, bruxa e fada, o que se foi e o que vier. Meu canto é a poesia a cantarolar, recanto, canto que te intenta encantar.


Antonio Pereira Apon.


Caneta nos ares.


Canto de cantar, canto de lugar,

encanto de ouvir ou lá estar.

Meu canto é a Poesia quem canta,

recanto de encantar;

não canto. Escrevo!

Eu só sei poetizar.

Poetizo a vida e a lida,

verso a pedra:

tropeçada, atirada ou empreendida,

assentada,

brincada, poetizada, acertada,

esculpida, diferenciada!

Terra, água, fogo e ar,

céu e mar,

elementar!

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Desentulha meu amigo!



... pior que o sobejar de materialidades, é o entulho existencial que faz pesar a nossa vida: Defeitos e manias de estimação, coleções de...


Antonio Pereira Apon.


O fim do mundo e O grande dia da sua ira - John Martin.


Nascemos sem nem a roupa do corpo e partiremos despidos de tudo, inclusive do corpo, consumido no túmulo ou na cremação. Mas levamos a vida acumulando coisas, entulhando o dia a dia de tralhas, cacarecos, trecos e afins. São inúteis utilitários, sapatos e roupas que não vestimos, florestas de papel, objetos que obsolescem sem uso, modernosos gadgets envelhecidos pelo desuso, souvenires esquecidos, adornos empoeirados, livros e discos, coleções de nadas, conjuntos de coisa alguma, extravagâncias, desnecessidades, ostentações… Supérfluos redundante e absolutamente, supérfluos.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

A inveja e a espada de Dâmocles



... usamos a simbologia do mito, para representar a inveja de quem quer as coisas, o sucesso, a fama, as conquistas alheias. Mas, se recusa a expor-se aos riscos e dificuldades de quem paga o preço de construir, viabilizar seus sonhos, desejos legítimos...


Antonio Pereira Apon.


A espada de Dâmocles - Richard Westall.


Pessoas bem sucedidas, felizes, ricas, poderosas, por vezes despertam, inspiram sentimentos adversos em certo tipo de gente: Desejo, cobiça, cupidez, ganância, avidez, ambição, olho gordo, olho grande, mal olhado… Ou “simplesmente”, a velha e tão vulgar inveja. Contudo, os invejosos costumam ficar de butuca apenas nos bônus, nos benefícios e resultados sem se preocuparem, dedicarem a menor atenção ou qualquer interesse pelos ônus, trabalho, sacrifícios, esforços, os riscos, os… Isso é mais conveniente ignorar! ... Assim como, a conveniência, geralmente impede tais criaturas de perceberem que os invejados, costumam combater e superar: A preguiça, a acomodação, a indisciplina, a incapacidade, as dificuldades… Bem diferente dos invejosos, que se aclimatam ao mais fácil, aguardando os favores da sorte.

domingo, 1 de janeiro de 2017

Podcast de áudio poesia e +, literatura em mp3. Ouça no Pc, tablet, celular...



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Antonio Pereira Apon.


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