Paizão; pai, papai, painho, paizinho
Tem pai de todo tipo; uns já bem ultrapassados, outros que despem velhos estereótipos, velhacos costumes, atavismos. Transigem, acolhem, compreendem, amam e são amados. Não, pai não precisa ser aquele sujeito cascudo, o cara que bota pra pocar, o ignorantão, que adora ser alcunhado de conservador; já não precisa se adequar à masculinidade frágil de estereotipado machão. Pai chora, sente e consente, já não cabe intransigente, não mais impõe, propõe! Não posa de dono da verdade, entende a diversidade; acolhe, compreende, empreende no seu melhor.