Desiderato



... o acaso garatujas escrever. Assuma agora do teu desiderato a autoria, não terceirize teu existir...


Antonio Pereira Apon.


Caneta nos ares.


A vida é o que fazemos ser,
hora bonança, hora temporal ,
intercalar de noite e amanhecer.
Como em ondas
vem o bem e o mal,
na alternância do aprender viver.
Parte do destino está escrita,
outra está por escrever (ou reescrever).
Nossa caneta é o livre arbítrio...
Comemorar? Ou arrepender?
Qual tua escolha?
Qual tua opção?
Não culpe aos outros,
não culpe a Deus,
se permitiste a vida escolher por ti,
e o acaso garatujas escrever.
Assuma agora do teu desiderato a autoria,
não terceirize teu existir,
tua vida,
ninguém mais pode viver.


(Postado aqui em 19 de junho de 2009).


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Comentários

  1. Assumir a responsabilidade do que somos e a que viemos é o prazer de viver.
    Abraço, Célia.

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  2. Olá meu caro,

    saudades de vir aqui no seu espaço.
    Mais um belo poema! Nossa caneta é o livre arbítrio e depende de nós o que queremos mesmo escrever...
    Lindo!

    Grande abaraço

    Leila

    ResponderExcluir
  3. Antonio, Querido!

    Lindo poema!
    "Somos autores de nossa própria história"!
    Que tenhamos belas inspirações e seguirmos por
    lindos caminhos!
    Tenha um maravilhoso fim de semana!
    Beijos!

    ResponderExcluir
  4. Querido amigo,

    O poema tem sabedoria e beleza. Obrigada

    Beijos com carinho

    ResponderExcluir

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Antonio Pereira Apon.

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