A vida é feita de começo, meio e recomeço. Dos "reinos inferiores" aos altiplanos do infinito, as reencarnações transformam a essência do ser. Como em tudo na natureza: "nada se perde, nada se cria. Tudo se transforma". Pouco a pouco, o "homem velho" transmuta-se em "homem novo", o Tempo como um caprichoso artista, vai extraindo do denso monólito, a obra-prima da evolução. Dos rabiscos rupestres a mais avançada tecnologia, o traço das sucessivas encarnações, desenha a odisseia dos seres nas sendas do progresso, pigmentando
