Pedra, fogo ou água? - A arte da vida. Apon HP


Obrigado por sua visita. Boa leitura!



Clique para exibir/ocultar os posts mais recentes e mais opções do Site.

Você já conhece nosso App? Clique aqui para saber mais. Ou na animação a seguir, para baixar e instalar em seu Android..


Tudo cabe no seu App. Bom dia! Clique para baixar e instalar.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

 

                    Pedra, fogo ou água?              

     

... quem, como a água, aprendeu a contornar, encontrar brechas para transpor às pedras. Quando falta um caminho pronto, a água inventa o seu próprio caminho; infiltra-se e gota a gota, segue...


Antonio Pereira Apon.



Grand canion.


Falando sobre comportamento humano, tem gente que vive feito a pedra: Excessivamente rígida, contundente, inflexível, indiferente... Aparentando uma inamovível solidez. Há quem se assemelhe ao fogo: Inclemente, devastador, implacável... Avança atropelando tudo e todos. Uns e outros costumam acharem-se autossuficientes e inatingíveis, improvisando uma onipotência acima dos prosaicos mortais.


Mas, existe quem, como a água, aprendeu a contornar, encontrar brechas para transpor às pedras. Quando falta um caminho pronto, a água inventa o seu próprio caminho; infiltra-se e gota a gota, segue em frente. Paciente, insistente e persistente, ela vai aparando arestas, transformando e polindo a teimosa resistência das jacentes pedras. Pessoas assim, vão dia a dia reinventando o tal “jogo de cintura”, para abrir cânions, vales entre as pedreiras do cotidiano.


Diante do fogo, a água busca neutralizar, conter o combustível que alimenta as labaredas, debelando as egocêntricas chamas. Por vezes, basta uma “chuvinha”, para apagar um fogaréu. Água. Plácida, humilde, tranquila... Mas, se preciso: Veemente tempestade, convincente tsunami.


Para muitos é desnecessário, para outros, é sempre oportuno repetir a pergunta do título: Pedra, fogo ou água?


Subscreva aos destaques RSS de:
Powered by FeedBurner

   
 
 

7 comentários:

  1. No momento, Antônio... sou mais Água...
    Adorei a reflexão!
    Abraço.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Temos um pouco de cada coisa, sabendo dosar com discernimento, prevalece o nosso melhor.

      Um abração.

      Excluir
  2. Lindo post, reflexivo, acho que todos nós nos assemelhamos com todos esses elementos em algum ponto do caminho, mas com o tempo vamos aprendendo a sermos como a água, pois é, aprendemos a contornar, a achar brechas, a sair dos apertos que é inerente ao ser humano!
    Abraços apertados meu amigo poeta querido!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Educando nossas porções pedra e fogo, nossa parte água, pode fluir com sabedoria.

      Um abração.

      Excluir
  3. Olá, António!

    Que pergunta inteligente, mas de difícil resposta!

    Li, seu texto, e fiquei boquiaberta com a veracidade e lucidez do mesmo.

    De facto, há gente assim: PEDRA, mas sabe há um provérbio cá, que diz: "água mole em pedra dura, tanto dá, até que fura".

    Todos os comportamentos excessivos, têm, sempre, uma resposta pronta, rápida e bem direta.

    Não sei responder à sua questão, mas ÁGUA, NÃO SOU, NÃO. Virginiana, água? Não, decididamente. Eu sou terra, toda terra, inteira, e de pés bem assentes nela.

    Dias e noites bem felizes e coerentes.

    Aquele abraço, bem terreno, da Luz.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Temos em nós um pouco de cada elemento, equacioná-los com sabedoria é o grande desafio do viver. O problema são as pessoas que se comprazem na sua porção pedra ou fogo. São personas intratáveis, que vivem se perdendo de tanto "se acharem". O ditado, aqui muda só uma palavra: "Água mole em pedra dura, tanto bate, até que fura".

      Um abração.

      Excluir

Obrigado por sua visita. Aqui você pode deixar seu comentário. Esse espaço é feito para você. Volte sempre!

Antonio Pereira Apon.



Nosso conteúdo é de direito reservado. Sua reprodução pode ser permitida, desde que seja dado crédito ao autor original: Antonio Pereira Apon. E inclua o link para o site: WWW.aponarte.com.br
É expressamente proibido o uso comercial e qualquer alteração, sem nossa prévia autorização.
Plágio é crime previsto no artigo 184 do Código Penal.
- Lei n° 9.610-98 sobre os Direitos Autorais
.


Creative Commons License
This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Unported License.

Fale conosco.



Clique na imagem para ler um texto sorteado pelo sistema:
Textos para todos os dias. Curta a arte da vida!




Fique mais um pouquinho. Leia também...



Livros e vídeos:


Capa da segunda edição de : Essência.

>

Esse livro propõe uma incursão na alma humana, garimpando sentimentos e emoções, revelando-os em versos que retratam o homem moderno em sua incansável procura de si mesmo; seu contexto social, político e cultural em um mundo em transição.


Depois de 14 anos, atendendo a pedidos, estamos republicando Essência. Nessa segunda edição, incluímos o subtítulo: O livro do poema: A pedra. O distraído nela tropeçou... Numa referência ao nosso poema integrante dessa publicação, que, absurdamente, tem aparecido na internet com o nome de autores famosos: Fernando Pessoa, Renato Russo, Chaplin... Ou plagiadores. No endereço: (http://aponarte.com.br/apedra), o amigo leitor encontra todos os esclarecimentos, inclusive algumas das formas de como o plágio tem se apresentado.

Capa da segunda edição da : Coleção
                            Graziela.

>

Aqui, pais e professores encontram uma forma prazerosa e divertida, de abordar temas como: Cidadania, comportamento, respeito ao outro e à natureza... Em sete contos, compondo um jogo de arte e educação, onde lúdica e naturalmente aos pequeninos são apresentados conceitos de: Ecologia, solidariedade, diversidade, coletividade, tempo, responsabilidade, motivação, interatividade, participação...


Textos que parecem se renovar a cada dia, conservando impressionante atualidade e sintonia. Espero que gostem.

Capa de Um dedo de prosa e poesia. A arte da
                vida.

São 125 páginas com 89 títulos em verso e prosa de Literatura Nacional, num livro prefaciado pelo professor, escritor, poeta e trovador Orlando Carvalho. Crônicas, mensagens, poesias... amor, humor, reflexão, arte, cotidiano, atualidades, auto-ajuda, espiritualidade...