A arte da vida. Apon HP


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Nossos escritos mais recentes:



quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Redes sociais. "Verdades" de mentira



… A venda do aquífero guarani, com a Petrobras de brinde e a Amazônia de contrapeso. Dizem que a PEC 241, vai provocar uma nova “era glacial”, vai congelar tudo! Aposentadoria?! Vai ser em reunião mediúnica num Centro Espírita credenciado ao INSS…


Antonio Pereira Apon.


Pantaleão. Personagem de Chico Anísio.


Sem dúvidas, a internet é uma grande ferramenta de comunicação, relacionamento, educação, trabalho… Mas, algumas pessoas, portadoras da síndrome de excessivo tempo ocioso, vulgarmente conhecidas como: Desocupadas. Usam a rede como seu lixão existencial, propagando mentiras, fraudes, correntes, piadas de mau gosto, spans, arengas e outras tantas pragas. As redes sociais então, viraram o pinicão comportamental da galera. Nelas tudo se despeja: enxurradas de vídeos, dilúvios de fotos, tsunamis de fofocas e tudo que é excrescência. E o pior! Os incautos e desavisados compartilham tudo como sacrossantas verdades.


No domingo, tomei um susto no Whatsapp com o compartilhamento da falsa “notícia” da morte de Gilberto Gil, esse grande mestre da MPB. Ao qual desejo: “Vida longa e próspera”! Mentiras assim viralizam, ganham ares de absoluta verdade. Como o carro roubado com um bebê dentro, já deu pro menino ter até se alfabetizado, mas a mensagem continua circulando. E os feijões assassinos? Já dava pra ter dizimado metade da população. As córneas jogadas no lixo, a maldição do ratimbum, o chip do anticristo, plágios… Agora, como se fosse pouco, algumas dessas aberrações se corporificam fora do virtual nos dementados espetando as pessoas com seringas, palhaços sinistros…

domingo, 23 de outubro de 2016

Ambição. A queda de Ícaro



... o ponto de equilíbrio para nosso voo existencial. Nem o voo raso da mediocridade, que carrega o peso da insatisfação, inveja e tantas distonias comportamentais. Nem a embriaguez das utopias e suas sedutoras miragens. O limite do nosso voar está no conhecimento de nossas capacidades e possibilidades...


Antonio Pereira Apon.


O voo de ícaro.

Segundo a mitologia: Dédalo era pai de Ícaro e foi banido por assassinar o sobrinho Talo, abrigando-se na ilha de Creta, no reinado de Minos. Com o nascimento do Minotauro, filho da rainha Pasífaa e um touro divino, ele e o filho Ícaro ergueram um labirinto para aprisionar aquele monstro metade homem, metade touro. Tendo sido o Minotauro morto por Teseu, pai e filho foram presos no labirinto. Quando Dédalo resolveu construir asas feitas de cera do mel de abelhas e penas de gaivota, para fugir dali, advertindo o filho que não voasse muito alto, para que o sol não derretesse a cera das asas, nem muito baixo, para que a água do mar não deixasse as asas mais pesadas. Ignorando os conselhos, seduzido pela ânsia de voar mais e mais alto, despencou nas águas do Egeu, enquanto o choroso pai seguiu voando.


Na medida certa, a ambição é produtiva e salutar, desmedida, pode ser desastrosa:


Se demasiada, leva aos desatinos da corrupção, da ganância, criminalidade e toda sorte de desajustes; resultando na inexorável queda dos altiplanos da ilusão.

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Bolhas de sabão



As bolinhas de sabão, ficaram perdidas, esquecidas num canto qualquer da infância. a gente cresce e se nega, perde o encanto de brincar.


Antonio Pereira Apon.


As bolas de sabao - Edouard Manet.

Num sopro se faz,

num sopro se vai.

Poesia da infância, encantamento de criança...

Voa na breve eternidade do instante;

magia multicolorida,

flutuante arco-íris de “vidro”...

Se desfaz na infinitude de um momento.

Lírica bolhinha,

oníricas bolhinhas de sabão.

domingo, 16 de outubro de 2016

Renove-se! O tempo está passando...



... Só os tolos e os mal intencionados, advogam o atraso, aferrando-se ao rançoso, anacrônico e dogmático. Apostando no descontexto de sua cainofobia, seu medo do...


Antonio Pereira Apon.


O grito - Edvard Munch.

Tudo passa e nós, passageiros do tempo, avançamos na revolução de cada instante. Quem para estagna, quem tarda entorpece; a vida flui, reciclando ideias e costumes; velhas e "imutáveis certezas" desmoronam com a evolução do ser que multiplicando saberes, dilata os limites do universo, rompe as fronteiras da ignorância.

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Tempo de criança



... No balanço, a vida vai e vem despreocupada, desocupada ocupação de ser feliz. Tempo em que brincadeira é coisa séria e ser adulto...


Antonio Pereira Apon.


Meninos no balanço - Portinari.

Na ciranda a vida roda, gira com o encanto de um pião, magia de cata-vento colorindo o ar. Num barquinho de papel, cabe toda a fantasia; navegar no tempo jogando com as horas, brincando com os dias. Saborear os instantes como algodão-doce, minutos degustados feito chocolate…

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Outdoor



... crise de verdade, golpe de mentira, inverdade tão em voga. Social de mãos postas, capital cerrando os punhos… Transbordam as periferias, eclodem os guetos; endêmica violência, pandêmica insegurança. Fora dos carros blindados, dos condomínios fechados, das grades, da fantasia indoor…


Antonio Pereira Apon.
Cidade em preto e branco


paisagem de concreto e aço;

beijos e abraços,

contidos em perfis de vidro.

Lá fora:

Multidão penitente,

máquinas e gente;

tráfego das horas,

trânsito dos dias…

Ricos escritórios,

pobres fábricas;

operários em risco de morte,

empresários apostando a sorte.

Esquerdóides autistas,

esquizofrênicos direitistas;

sábado, 1 de outubro de 2016

Mapa do Site/Blog



Para uma melhor interação e maior acessibilidade dos leitores. Dividimos o Site/Blog em três seções:
Prosa e poesia, Pensata e Datas comemorativas.
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Antonio Pereira Apon.


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Datas comemorativas:



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