Preconceito (Com mp3)



... o império do eu, o autocídio das mudanças, o veneno da estagnação, gaiola dourada do orgulho...

Antonio Pereira Apon.


Dedo apontado.

Preconceito é julgar conhecer

o que não se conhece,

temer o novo

por estar cativo

ao que passou sem nos comunicar;

é cristalizar conceitos

que engessam a alma,

entorpecem a razão,

e manietam o coração;

é a visão

de quem não tem visão da vida;

é o império do eu,

o autocídio das mudanças,

o veneno da estagnação,

gaiola dourada do orgulho,

sepulcro da empáfia humana.



(Postado aqui em7 de setembro de 2010)



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Comentários

  1. Olá, António
    Muitas verdades contêm estes teus versos!
    Se bem analisado, verficamos que o preconceito existe sobretudo em relação àquilo que se desconhece.
    E pode ser altammente pernicioso.
    Na minha opinião uma pessoa preconceituosa revela também uma grande falta de humildade e enorme soberba.

    Gostei da sua postagem.

    Continuação de boa semana. Beijinhos

    ResponderExcluir
  2. Antonio Querido!

    Linda!Ouvindo então...diz tudo!
    Beijos!

    ResponderExcluir
  3. Olá querido António,

    Todos diferentes, todos iguais.
    Preconceito é próprio de mentes não elucidads.

    Abraços de luz.

    ResponderExcluir
  4. Eis uma bela resposta ao preconceito:

    HARVARD X STANFORD

    Malcolm Forbes conta que uma senhora,usando um vestido de algodão já desbotado, e seu marido trajando um velho terno feito à mão, desceram do trem em Boston, EUA, e se dirigiram timidamente ao escritório do presidente da Universidade Harvard. Eles vinham de Palo Alto, Califórnia e não haviam marcado entrevista.
    A secretária, num relance, achou que aquelesdois com aparência de caipiras do interior, nada tinham a fazer emHarvard.
    "Queremos falar com o presidente" , disse ohomem em voz baixa.
    "Ele vai estar ocupado o dia todo" , respondeurispidamente a secretária "Está bem, respondeu o homem, nós vamos esperar."


    A secretária os ignorou por horas a fio, esperando que o
    casal finalmente desistisse e fosse embora. Mas eles ficaram ali, e a
    secretária, um tanto frustrada, decidiu incomodar o presidente, embora
    detestasse fazer isso.

    "Se o senhor falar com eles apenas por alguns minutos,
    talvez resolvam ir embora" , disse ela.

    O presidente suspirou com irritação, mas concordou.
    Alguém da sua importância não tinha tempo para gente desse tipo,
    e ele detestava vestidos desbotados e ternos puídos em seu escritório.
    Com o rosto fechado, ele foi até o casal.

    "Tivemos um filho que estudou em Harvard durante um ano dissea mulher. Ele amava Harvard e foi muito feliz aqui, mas, há um ano atrásele morreu num acidente e gostaríamos de erigir um monumento em honra aele em algum lugar do campus".

    "Minha senhora , disse rudemente o presidente , não podemos
    erigir uma estátua para cada pessoa que estudou em Harvard e morreu, seo fizéssemos, este lugar pareceria um cemitério".

    "Oh, não , respondeu rapidamente a senhora. Não queremos erigiruma estátua. Gostaríamos de doar um edifício à Harvard."


    O presidente olhou para o vestido desbotado da mulher e para o
    velho terno do marido, e exclamou:

    "Um edifício! Os senhores têm sequer uma pálida idéia de quanto
    custa um edifício? A Harvard tem mais de sete milhões e meio de dólares emprédios".

    A senhora ficou em silêncio por um momento, e então disse ao
    marido:
    "Se é só isso que custa uma universidade, por que
    não termos a nossa própria"?O marido concordou.

    O casal Leland Stanford levantou-se e saiu, deixando o
    presidente confuso.
    Viajando de volta para Palo Alto, na Califórnia, eles
    fundaram ali a Universidade Stanford, uma das melhores do mundo,
    em homenagem a seu filho,ex-aluno da Harvard.

    ResponderExcluir

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Antonio Pereira Apon.

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